3 de outubro de 2011

“Inside Job”

Que a Monarquia Constitucional é o melhor sistema para representar e servir um País, disso não tenho a menor dúvida.

Porém, essa mesma Monarquia que preconizo baseia-se num formato liberal, progressista e aberto, à semelhança dos tempos em que os portugueses foram cidadãos de grandes epopeias e preenchiam, condignamente, altos patamares representativos no planeta. Não pretendo uma restauração da Monarquia, mas sim uma democrática reintegração desta por meio de uma refundação. Revejo-me no humanismo de um D. Pedro V, no liberalismo de um D. Carlos I e numa tenacidade e coerência pelos valores que preconizava de um D. Miguel I.

Acredito que a maioria dos cidadãos que tudo depositam no regresso de uma Monarquia são, pelas suas singulares capacidades e motivações, cidadãos à parte do rebanho instituído e assim os verdadeiros arautos de um Portugal melhor. Os cidadãos que querem um Rei (ou Rainha) como chefe de Estado são os novos pioneiros do regresso à verdade estatal. Não podíamos estar melhor representados na magnânima e bem intencionada pessoa do Senhor Duque de Bragança, bem como da Causa Real na pessoa do seu Presidente.

Porém, para alcançarmos essa finalidade, necessária ao País, enquanto modelo de progresso de médio e longo prazo, ainda existem muitos obstáculos a serem transpostos para o objectivo ser atingido, designadamente: Acabar com os tabus e passar-se a falar abertamente sobre o assunto Monarquia Constitucional; Elevar uma baixa instrução que ainda vai proliferando; Combater um desconhecimento aberrante da nossa História; Ultrapassar preconceitos infundados pelo desconhecimento e por fantasias medievais; Superar uma falta de saber na contextualização comparada com as grandes e actuais monarquias constitucionais, países líderes em Desenvolvimento Humano, etc, etc; Mas, sobretudo, a postura e atitude de alguns monárquicos…os próprios, de um modo ou de outro, foram os entraves da Monarquia ontem e, infelizmente, hoje!

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