26 de novembro de 2011

Agir com Profissionalismo


Enquanto Coordenador do Projecto Democracia Real, considero que, agir com profissionalismo, significa, acima de tudo, sair ou não intervir, em questões que à partida, estão completamente fora da acção política propriamente dita, isto é:

- Não intervir, em situações consideradas mesquinhas, porque, se considera que o mais importante é defender o Rei, a Monarquia Democrática e Portugal, e sabendo quem é o Rei, e o que ele defende e o que ele faz, não faz sentido, perder tempo, em debates vazios de sentido;

- Agir com Profissionalismo, significa, trabalhar pela união dos Monárquicos Democráticos, Leais ao Rei e fazer-lhes ver que temos um País para resgatar, dotando a militância Monárquica de Responsabilidade, mas também de responsabilização;

- Agir com Profissionalismo, é traçar uma pergunta de partida: O que queremos?
a) E depois: Como fazer?
b) Com quem?
c) Onde?
d) Porquê?

- Poderia aqui responder, mas acredito que até aqui, todos os Monárquicos Democráticos sabem muito bem qual é a sua missão.

Agora, como atingir um Objectivo tão grandioso e por isso, tão exigente?

Milhares de Monárquicos, hoje, concentram-se no Facebook e também no Twitter, entre outras redes sociais mais pequenas. Criaram-se vários grupos, cada um com um propósito, mas todos com um objectivo comum.

Ora,
Se pusermos de parte as questões que possam dividir, o que é normal em Democracia, todos lutamos para o mesmo.

Se nos concentrarmos naquilo que realmente interessa para resgatar Portugal, a paz reinará, para sempre, entre todos, porque acima de tudo, é preciso haver respeito pelas diversas convicções.

Daí, ter tomado a decisão, de reingressar em alguns grupos Monárquicos no Facebook, nos quais serei acima de tudo, espectador, divulgador do Projecto Democracia Real e só responderei às solicitações ou a algum post de alguém que eu já conheça.

Sei quem é o Rei.

Sei o que o Rei pensa e diz.

E o Rei disse já várias vezes a seguinte frase: “Todos os Monárquicos, das várias sensibilidades, devem se associar às suas Reais Associações (e por inerência) à Causa Real”. É com a Causa Real que se defende a Monarquia Democrática e Parlamentar que aspiramos.

Mas, entretanto, foi criado o Instituto da Democracia Portuguesa, onde também o Rei é o Presidente de Honra e onde, estão associadas várias pessoas, de várias sensibilidades, que procuram intervir em diversas matérias do dia-a-dia nacional. E assim, a Casa Real Portuguesa, age, e muito bem, com dois braços: um, a Causa Real para a defesa directa da Monarquia para Portugal, e outro, o IDP, para ter voz, e opinião, sobre os diversos temas que afligem os Portugueses e onde se trabalha precisamente na procura de soluções para os problemas do nosso País.

E assim, com exigência e rigor, esses dois braços não podem ser rivais um do outro, porque estão no mesmo corpo e este corpo, é Institucional e tem uma História e um Património vastíssimo. Cada um destes braços tem a sua função. E cada um destes braços, conseguirá, para o”Bem Comum dos Portugueses” – livro aliás da autoria de José Adelino Maltez, Mendo Castro Henriques e Jorge Braga de Macedo – atingir o principal objectivo: O Resgate de Portugal.

Considero que não nos devemos preocupar com questões ligadas às divergências que todos temos, em público. É fundamental sabermos separar o que deve ser público e o que deve ser discreto.

O Profissionalismo requer discrição e bom senso. A Imagem hoje é um meio fundamental para se atingir a credibilidade e confiança públicas. Se dermos uma má imagem dos Monárquicos nas Redes Sociais, a missão Monárquica tornar-se-há ainda mais complicada.

Os Monárquicos Portugueses devem se unir num único objectivo: Portugal! Apoiarem o Rei e o seu Pensamento. Porque a militância Monárquica não é nenhum passatempo, mas sim uma Missão que obriga a todos Profissionalismo e bom senso.

Todos os Monárquicos são fundamentais. São não serão precisos os que forem conflituosos e não agirem com Profissionalismo.

Quanto mais demorarmos, mais o País sofrerá com isso e por consequência, todos nós, porque não vivemos num mundo à parte.

David Garcia

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