11 de abril de 2012

Feriados civis… ou armas de arremesso?!

Portugal, se fosse uma comunidade com a noção perfeita da sua identidade, deveria apenas celebrar um único feriado nacional, e esse seria o dia do seu nascimento. Como aliás sucede com cada um de nós, pelo menos enquanto estamos vivos! Fora disto, celebrar outros acontecimentos históricos, é sempre mau sinal. Celebrar muitos acontecimentos históricos, pior ainda.
Expliquemos um pouco melhor o meu raciocínio:
Relembro que a profusão dos chamados ‘feriados civis’ teve a sua causa próxima na revolução francesa. Revolução que se obstinou em destruir a religião católica e tudo o que representasse as origens, a cultura, e demais tradições do povo francês. Daí a eliminação da família real e da monarquia. Daí a substituição do ancestral ‘Deus, Pátria, Rei’ pela utopia da ‘liberdade, igualdade e fraternidade’.
Daí também o início de uma nova liturgia de datas, festejos decretados pelo poder, ao sabor das vitórias de uns quantos franceses, e das derrotas de outros tantos franceses!
É esta a situação que ainda vigora, quer em França, quer em Portugal, 'grande oriente lusitano' e diligente aluno napoleónico.
Portanto, ressalvando o feriado do 1º de Dezembro, que de certo modo substitui a data (que esquecemos!) do nosso nascimento, todos os outros feriados civis podem e devem ser eliminados. E não é por causa do défice. É simplesmente porque dividem os portugueses. E não passam de armas de arremesso contra a Igreja Católica, contra a tradição, contra as convicções religiosas do povo português.
E ponto final sobre este assunto.

Saudações monárquicas

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