30 de junho de 2013

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança esteve presente na última celebração do Patriarca emérito D. José Policarpo

D. José Policarpo falou da sua visão conjunta à de D. Manuel Clemente, novo Patriarca, na homilia da missa da sua última celebração pública, uma cerimónia de ordenação nos Jerónimos. Agora, diz, fica inteiramente à disposição do Papa Francisco.


O Patriarca emérito D. José Policarpo presidiu este sábado à sua última celebração à frente da diocese de Lisboa. Na homilia da missa, proferida no Mosteiro dos Jerónimos perante uma congregação de centenas de pessoas, deixou um apelo à esperança e ao testemunho da fé da Igreja.

Lembrou palavras de D. António Ribeiro, há 42 anos, quando sucedeu ao Cardeal Manuel Gonçalves Cerejeira, e que sublinhou a afirmação de João Baptista, em relação a Jesus Cristo, quando iniciava a missão pública: “É preciso que ele cresça e eu diminua”.

A afirmação foi trazida para o presente. “Neste momento exprimo a atitude aí enunciada com outras palavras: o Senhor D. Manuel, novo Patriarca, e eu próprio, só desejamos uma coisa: que a Igreja de Lisboa cresça, se consolide como povo crente, que quer ser no meio da nossa sociedade um testemunho da esperança, da visão da vida como ela brota da sua união a Cristo.”

“Para esse fortalecimento da Igreja de Lisboa ambos queremos contribuir”, disse D. José Policarpo. O cardeal falou também do seu futuro, afirmando que fica à disposição do Papa Francisco.

“Acolho, com coração humilde, tudo o que o Papa Francisco decidir a meu respeito, aceito tudo o que me pedir, e ofereço-lhe a ele, e através dele à Igreja, o silêncio da minha oração, a busca da contemplação, a procura contínua da verdade.”

D. José Policarpo deixou estas palavras na homilia da missa da sua última celebração pública, no Mosteiro dos Jerónimos, onde está a presidiu à cerimónia de ordenação de seis novos padres.

Na congregação assistiam o ministro da Presidência, Luís Marques Guedes, o presidente da câmara de Lisboa, António Costa, o presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins e o Duque de Bragança, D. Duarte Pio.


Fonte: Renascença

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