6 de julho de 2013

O MELHOR ALIADO DO POVO

Cópia de Cartaz-Bandeira[1]


Quando olhamos num certo prisma para a composição dos principais agentes que governam o País em República, damos-nos conta que todos têm algo em comum; vêm todos da partidocracia, dos grupos de interesse.

Podemos acreditar, eventualmente, na boa fé de muitos deles. A História demonstra que em todas as épocas houve bons e maus governantes. Quem governa os povos, os Estados, as Nações, são seres humanos, e por isso mesmo, também erram, também se corrompem, no fundo, têm qualidades e defeitos.

Mas há algo que ninguém pode negar: a Chefia de Estado republicana tem um ponto fraco, que é o facto de ter origem partidária. Podemos até fazer um esforço para entender as questões de meritocracia, mas também quem é republicano deve fazer um esforço para se questionar e ver se vale a pena para o bem do País, existir a eleição do mais alto cargo público em nome dos interesses partidários.

Ao povo interessa o bom governo da respublica! Se as eleições legislativas formam uma nova maioria parlamentar e se dessa maioria sai um Governo, então, para quê ainda ter um representante partidário a chefiar o Estado? Tenha ele muitos ou poucos poderes; não nos esqueçamos que existem os Presidencialismos em que o Presidente é chefe do executivo, mas também temos os Parlamentarismos em que os Presidentes são uma espécie de monarcas constitucionais com funções representativas e nem todos estes saem de eleições directas, veja-se os casos da Alemanha e da Itália.

Sendo assim, o quê que um cidadão comum deve esperar da Chefia do Estado?

Creio que deve esperar, independência, isenção, transparência, dignidade e acima de tudo, que cumpra o que prometeu na tomada de posse: cumprir e fazer cumprir a Constituição!

Um Presidente da República, por muito honesto que queira ser, já tem um passado político, uma carreira, brilhante ou nem por isso. Enquanto governante pode até ter aplicado políticas desastrosas para sectores vitais da economia, e ao chegar a Presidente diz que se preocupa com os sectores que enquanto governante possa ter comprometido, entrando em contradição e profundo desgaste político.

A corrida à Presidência da República é, no fundo, mesmo sob o fantasma de “candidaturas independentes”, uma corrida partidária e dela não se conseguirá nunca desligar.

Assim, um cidadão deve ter um aliado de peso na Chefia do Estado, que represente mais do que interesse partidários, que represente a Pátria no seu todo, e sobretudo, um projecto nacional que começou, no caso português há 900 anos atrás com o nosso primeiro Rei.

E é de facto, no Trono, na Coroa, que está a maior aliança proveniente da História, com a qual o povo pode contar. Um Rei tem um compromisso único: com a Nação e o seu sucesso em todas as frentes. Não se preocupa com sondagens, pois não vai ser eleito, não vai concorrer a nada, porque já é aquilo que a História quis que ele fosse, o melhor aliado do povo.

É deste Aliado de peso que nós Portugueses precisamos, para garantir não só a nossa Democracia, mas a Dignidade do Serviço ao bem comum e também aqui, a Instituição Real impõe pela autoridade da História, o respeito devido.

Assim, e só assim, o Rei é o nosso melhor aliado!


David Garcia


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