30 de agosto de 2013

OBRIGADO BOMBEIROS DE PORTUGAL





Infernos por toda a parte.


Almoçava em Ponte da Barca quando vi, na televisão, as primeiras imagens de grande incêndio na vizinha Ponte de Lima. Mais tarde, passando neste concelho, na estrada que o liga a Barcelos, uma enorme nuvem de fumo obrigou-me a fechar o vidro do carro, tão intoxicante era o ar. E algumas reflexões foram feitas, ao lembrar o quanto esse inferno se tem alastrado por todo o país.
No antigamente as temperaturas não eram mais baixas, antes pelo contrário e o vento sempre por cá andou; então o porquê de este aumento desproporcional de fogos? e não me venham falar naquela coisa sempre repetida de que " havia, só que não eram publicitados ", porque testemunho que na região que abarco com os olhos eles mais, muito mais, que triplicaram.
Bem sei que, além de uma grande parte da população rural ter emigrado para as cidades, a que se manteve no campo deixou de limpar as matas, onde buscava a lenha para acender lareiras quer para cozinhar, quer para se aquecer no Inverno, mas acaso essa limpeza não deveria ser tomada como tarefa dos responsáveis estatais? Tantas e tantas vezes passo por clareiras onde no chão ficaram os ramos dos eucaliptos cortados, a caminho das fábricas de papel: não deveriam os proprietários ser obrigados a limpar o que sujaram, esses ramos que dentro de pouco tempo serão o alimento das chamas predadoras? E que dizer da extinção do cargo de guarda florestal, efectiva guardiã dos nossos recursos naturais ( substituída por um seu simulacro )?
E então no que se refere à incriminação dos que ateiam fogos, e respectivas penas!...

Nesse antigamente, quem se atrevia a lançar fogo fosse a que fosse? Sabia que seria tratado como o assassino que na realidade é.


Cristina Ribeiro


29 de agosto de 2013

Plus ultra



Para testemunhar a verdade da sua Terra, mandou Deus a geração nova. Para testemunhar a mesma verdade, praticando o acto de Inteligência que eu peço à geração nova para praticar, é que eu me confesso católico e monárquico. Confessando-me católico e monárquico, confesso o património civilizador da minha Raça e a parte que me cabe, dentro dele para o prolongar e enriquecer ainda mais. Preparemos os corações, saindo pela noite funda ao encontro da madrugada!


António Sardinha in «O Integralismo Lusitano» de Leão Ramos Ascensão.


Perder o latim

 
Nos últimos dias ribombou mais uma tempestade de verão, desta vez tendo a tormenta origem nas infaustas mortes de bombeiros e de um conhecido economista. De cabeça a escaldar pelas insolações balneares, chovem os insultos recheados de ameaças pouco veladas. Na senda do caminho capinado por Mário Soares, apela-se abertamente à violência e nada melhor existe para a consecução da mesma, senão a subida de patamar da intensidade dos apodos. Claro que o desfecho é imprevisível, mas tal como bastas vezes se escreveu neste blog, Portugal deveria ter em atenção factos pretéritos que nos conduziram a situações dramáticas.

A verdade é que no nosso país as instituições não funcionam ou quando o fazem, actuam de forma tímida ou envergonhada do próprio desempenho. Na Monarquia vizinha, apesar de todo o tipo de campanhas de bem identificados sectores da partidocracia e da finança, os representantes do Estado não hesitam em colocar-se na primeira linha do dever e sem temor falam à população, compartilham as preocupações e nos casos mais dramáticos, a dor de quem foi atingido pelo infortúnio. A Monarquia existe, é tudo.

Os insultos dirigidos a Cavaco Silva são ilegítimos e indecentes, até porque consta que o homem agiu de maneira a não dar brado. Uma vez mais, clamorosamente errou, não pode actuar desta forma. Na posição em que se encontra, o Chefe do Estado obrigatoriamente teria de participar no drama daqueles que viram os seus familiares desaparecerem por precisamente terem cumprido o dever. Cavaco Silva também tem os seus deveres a cumprir e entre estes está a solidariedade e o público reconhecimento do heroísmo. Titular de uma dispendiosíssima instituição do regime, deveria ter presidido às cerimónias evocativas dos falecidos bombeiros, até porque estas corporações de voluntários são a prova da abnegação de uma boa parte da sociedade civil, sempre ostensivamente ignorada por quem não pode nem tem autoridade moral para o fazer. Mais ainda, nesta época de incêndios, Cavaco Silva devia colocar-se no terreno, chamando a atenção para a necessidade da adopção de novas práticas que evitem os cataclísmicos fogos provocados pelo criminoso desleixo, falta de civismo, abandono territorial e péssima política de ordenamento. Embora Soares ou Sampaio jamais se tenham dado a tais fretes, o actual residente de Belém facilmente poderia marcar uma radical viragem, secundarizando o interesse pela plutocracia.

Em todas Monarquias europeias, faça sol ou faça chuva, sabemos onde infalivelmente estarão os representares da Coroa. Por cá, sempre avessos a novidades ou a "insuportáveis maçadas", os ansiosos belenenses nunca estão dispostos a aprenderem alguma coisa.

Por mais loquazes artifícios que encontrem, esta instituição está caduca. Não serve, nunca serviu.

* Graciosamente sugerimos aos assessores de Belém, a regular visita a este blog: nele existe profícua matéria acerca de como quotidiana e incansavelmente age um verdadeiro Chefe do Estado.


Fonte: Estado Sentido

28 de agosto de 2013

SAR, o Infante Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, foi crismado na Igreja da Encarnação





Foram crismados no passado dia 2 de Junho, na Igreja da Encarnação, em Lisboa, pelo Bispo Dom Joaquim Mendes, S.A.R. o Infante Dom Afonso de Bragança e S.A.S. a Infanta Dona Maria Francisca de Bragança. Tiveram como Padrinhos, respectivamente, D. Jorge de Herédia e D. Teresa de Herédia. S.A.R. a Duquesa de Bragança foi Madrinha de Crisma de Teresa Sande Lemos.








Fonte: Joana Dias Pereira / Créditos fotográficos: Paróquia da Encarnação
Publicado por: PPM Braga

27 de agosto de 2013

Obrigado, dr. Cunhal!

Devo à amabilidade de um médico amigo e vizinho a posse de um exemplar de O aborto, causas e soluções, tese de licenciatura apresentada por Álvaro Cunhal, em 1940, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Celebrando-se neste ano o centenário do nascimento do mítico secretário-geral do Partido Comunista Português, quero desde já associar-me a essa tão venturosa efeméride.
Três principais motivos justificam esta homenagem, que parece contradizer a minha condição de sacerdote católico.
O primeiro é de ordem familiar. Nessa publicação, Cunhal refere-se, em tom muito depreciativo, a um meu avô, também jurista e autor de O crime do aborto, obra contrária a todo e qualquer aborto, que já Santo Agostinho considerara "o mais abominável crime". Esclarecedora expressão que, por sinal, o Concílio Vaticano II fez também sua. Ora um ataque do líder histórico do PCP, por tão nobre razão é, para um crente cristão ou qualquer humanista, um elogio que, enquanto neto do dito precursor da defesa do direito à vida dos não-nascidos, não posso deixar de agradecer.
A segunda razão prende-se com uma reiterada afirmação do dr. Álvaro Cunhal: "O aborto é um mal. Nisto estão de acordo todos os escritores." Não satisfeito com esta condenação ética do aborto, o então finalista do curso de Direito afirmava ainda, peremptório: "o erro mais frequente dos que criticam a URSS é pensarem (por ignorância ou mentirem conscientemente) que as leis soviéticas consideram o aborto como um bem, defendendo-o e aconselhando-o. Nada mais errado." Mais ainda: o Conselho dos Comissários do Povo da finada URSS, por uma lei de 27 de Junho de 1937, "decidiu proibir a prática do aborto com excepção do aborto terapêutico, estabelecendo uma "crítica social" à mulher que o faça infringindo a lei e penas de prisão para os que o executem".
Sendo o aborto um mal, para Cunhal e, segundo ele, para "todos os escritores" que sobre este tema se pronunciaram, não faz portanto sentido defender um pretenso direito ao aborto, porque não há nenhum direito ao mal mas, quanto muito, algumas causas de exclusão da culpa por quem incorre nessa prática, em si mesma condenável.
Ainda mais curioso é que a lei soviética de 1937, não só proíbe a interrupção voluntária da gravidez, como impõe penas de prisão para a mulher que aborte! Um dos argumentos mais usados a favor do aborto livre é, precisamente, a necessidade de evitar a eventual prisão das grávidas que tivessem abortado. Pois bem, desiludam-se os que pensavam que essa lei repressiva, que urgia revogar, era mais um vestígio serôdio da legislação autoritária e machista do Estado Novo porque, na realidade, era uma das normas mais progressistas do nosso ordenamento jurídico, a julgar pela dita lei soviética que, já em 1937, exigia a "crítica social" das mulheres e "penas de prisão" para todas as que abortassem!
Por último, é muito de espantar que um aluno finalista de Direito, estando preso por ser comunista, apresente, numa faculdade da universidade estatal, uma tese em que não só faz a apologia do sistema soviético, como também defende abertamente a prática do que a legislação penal, então vigente, considerava um crime. E, não obstante o reduzido mérito científico do trabalho, o seu autor, por decisão, entre outros, do último chefe de Governo do anterior regime, obtém, como classificação global da licenciatura, a muito generosa nota de 16 valores!
Graças, portanto, ao dr. Cunhal, há que reconhecer que, não obstante o inegável e censurável carácter autoritário do antigo regime, havia também, ao contrário do que pretende uma certa historiografia moderna, alguma liberdade de opinião e de expressão nos meios universitários. Até porque, como se costuma dizer, contra factos não há argumentos.


P. Gonçalo Portocarrero de Almada


Fonte: Povo

Liberdade, democracia, pluralismo, objetivos permanentes



A política decorre na livre contenda de interesses e opiniões. Os conflitos expressam-se na discussão democrática. O nosso modo de viver é plural. No entanto, não é o pluralismo político que por si só resolverá os nossos problemas estruturais. Importa identificar coletivamente formas políticas comprovadas, que permitam uma democracia mais completa. Mas, sem uma representação do todo nacional que afirme a lógica da participação além da lógica do confronto, sem um órgão de acordo sobre objetivos permanentes, sempre nos encontraremos numa situação continuamente instável e fragmentada em que não amadurecem as políticas.


Pedro Furtado Correia


24 de agosto de 2013

SS. AA. RR., Os Duques de Bragança na corrida de homenagem ao Real Grupo de Moura


Os Duques de Bragança presidirão no próximo dia 13 de Setembro à corrida de toiros que se vai realizar na praça alentejana de Moura e onde se comemora o aniversário do Real Grupo de Forcados Amadores de Moura - o único em Portugal a que D. Duarte concedeu a designação de Real Grupo de Forcados.
A corrida é promovida pela empresa "Verdadeira Festa", de Vasco Durão e conta com a participação dos cavaleiros Rui Salvador, Filipe Gonçalves e João Moura Jr. na lide de toiros da afamada ganadaria de herdeiros de António Charrua, que já esteve ano obteve assinalável triunfo no Campo Pequeno. Pegam em solitário e na comemoração do seu aniversário, os forcados do Real Grupo de Moura.


23 de agosto de 2013

QUAL É O MELHOR MOMENTO PARA A MONARQUIA?



Esta é uma pergunta que me tem surgido no pensamento há já algum tempo, porque vejo muitas pessoas monárquicas a dizerem que devíamos esperar um momento melhor para propormos uma Monarquia aos Portugueses, ou que o Senhor Dom Duarte merecia ser Rei num melhor momento.

Mas qual é que é o melhor momento? Esse melhor momento vai alguma vez surgir, tendo em conta a realidade concreta em que estamos a viver?

Verdadeiramente, não concordo com essas pessoas. Talvez porque a minha concepção de Monarquia seja um bocado diferente. Eu sempre entendi a Causa Monárquica e a Monarquia como a solução para ajudar a resolver os problemas, muitos deles graves, de que o País padece. Esses problemas são, mais do que económicos, ou financeiros, ou sociais. Esses problemas são de valores, princípios, éticos! E estes problemas não se resolvem, nem com mudanças de governo, nem com eleições, nem com governos de iniciativa presidencial, etc. A resolução do problema centra-se na mudança que ambicionamos!

Entendo que Portugal precisa de se dotar de um Parlamentarismo em que os cidadãos mais do que elegerem partidos políticos, elejam pessoas e que possam removê-las do Parlamento se forem incapazes. Entendo que Portugal precisa de uma nova Constituição que consagre um Parlamentarismo Democrático encimado pela Instituição Real, verdadeira fonte de confiança, princípios, valores, e ética (a tal ética republicana!).

Entendo que a Monarquia Parlamentar e Democrática, sufragada pelos Cidadãos, irá instituir um novo Estado de Direito, com um Sistema Judicial que verdadeiramente seja justo e com o qual nenhum Cidadão, poderoso ou não julgue que pode estar acima da Lei!

Actualmente vivemos uma situação económico-social que se transformou num verdadeiro pesadelo! Pelo que, qual é o melhor momento para a Monarquia?

Neste momento, o que posso dizer da situação monárquica actual? Estamos mais aguerridos, do que estávamos há uns anos atrás. Melhorámos os nossos meios de comunicação, mas continuamos dependentes deles. Não estamos, de forma alguma, a marcar a agenda política, porque se o estivessemos verdadeiramente, os comentadores políticos, por exemplo, não estariam alguns a falar numa IV República Presidencialista! Ninguém na Imprensa escrita ou na televisão fala verdadeiramente na opção ou alternativa Monárquica! Como Monárquicos não devemos baixar os braços por causa disso. Estamos a crescer, mas ainda precisamos de trabalhar muito mais para sermos ouvidos e sobretudo para que nos levem mesmo a sério!

Esse trabalho faz-se não só na Net, mas também fomentando uma verdadeira militância junto da população.

Não temos o direito de exigir do nosso Rei seja o que for! O Rei não é um político. Não tem que assumir nada perante as câmaras de televisão. Não tem que propôr políticas públicas, quando o seu dever é o de representar e dar confiança aos Portugueses e aqui o Senhor Dom Duarte tem tido um trabalho notável! Como monárquicos não temos o direito de exigir ao Rei o que não queremos ou não nos apetece fazer! Precisamos de ser justos! Nós Monárquicos é que temos que lutar pela Monarquia, unidos, em torno da nossa Família Real.

A militância monárquica não se faz nos meios monárquicos. A militância monárquica faz-se junto da população. E esta, neste momento, está descontente; não acredita na classe política, tem dúvidas quanto ao futuro!

Do que estamos à espera?

Pelo que, voltando à questão inicial: Qual é o melhor momento para a Monarquia? É AGORA! Mas precisamos de trabalhar muito para isso, sempre com os pés bem assentes no chão! Que podemos lá chegar, não tenho dúvidas, mas temos que nos deixar de sonhos e actuar. Como disse há tempos é preciso CONCRETIZAR A MONARQUIA!


David Garcia

Um dos aspectos menos conhecidos da história da democracia (que começa na Monarquia)



22 de agosto de 2013

O cão católico


A história é bizarra, mas verdadeira e foi protagonizada por um capelão da comunidade portuguesa radicada no estrangeiro. Um dia, um seu paroquiano apresentou-se abatido e disse:
"Morreu o meu grande amigo: o meu cão!"

O sacerdote consolou o fiel, mas minimizando a perda, pois afinal seria fácil encontrar um novo exemplar da mesma raça. "É que eu vinha pedir ao Senhor Padre", aventurou-se o fiel enlutado, "se lhe fazia o funeral…"
O prior, sem meias medidas e com caridade, fez-lhe ver a improcedência da petição, dado que o animal, ao contrário do ser humano, não tem alma espiritual. "Mas", insistiu o paroquiano, "não poderia pelo menos rezar umas orações pelo finado?!"

Nova negativa porque, como é óbvio, só as almas humanas podem beneficiar com orações e sufrágios. "E o Senhor Padre acha que, por cinco mil dólares, alguma outra religião o fazia?" "Ó homem, já podia ter dito que o cão era católico!" Pouco católico era, sem dúvida, o padre que estava a levar longe de mais a sua devoção pelo dinheiro. A não ser que, como Santo António, que pregou aos peixes para ser ouvido pelos homens, assim procedesse para manter no redil o dono do cão, que à conta da recusa do funeral do animal ameaçava abandonar o rebanho.

Só o ser humano é imagem e semelhança do Criador, mas quem pode negar que os animais são também suas criaturas?! A Bíblia diz que até Deus gosta de brincar com eles, S. Francisco tinha-os por "irmãos" e Cristo chamou raposa a Herodes, pelo que não será ofensivo chamar animal a alguém… sobretudo se for um político do mesmo género!


Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada


Fonte: Povo

" Quo Vadis ", Portugal?



Por definição, um grande homem tem a capacidade de ver longe, de reflectir no possível, ainda que esse possível surja, de certa forma, como quase improbabilidade. Foi sobre essa " possibilidade ", ao tempo remota - estava-se em 1962 -, que meditou Henrique Barrilaro Ruas: o posicionamento de Portugal perante a Grande Europa.


" ( ... ) Temos de aparecer à « Europa » - seja ela a das pátrias ou a dos apátridas - com todo o peso da realidade histórica e sociológica que construímos. ( ... ) Trágico seria que nós Portugueses, nos dividíssemos por sua causa. O nosso dever maior é ainda construir Portugal.


Quando a Europa nos mostra o seu magnífico « prato de lentilhas » ( baixela de oiro, lentilhas bem adubadas), só temos de perguntar se para receber essa maravilha temos de negar-nos a nós próprios ".



O que esses grandes homens não podem prever é que o futuro pode reservar a essa " realidade histórica " vendilhões do calibre dos que haviam de surgir...


Cristina Ribeiro


21 de agosto de 2013

O Rei D.Carlos e a Rainha D.Amélia inauguraram o Sanatório Sousa Martins e o Hospital da Santa Casa da Misericórdia da Guarda

O Rei D.Carlos e a Rainha D.Amélia inauguraram o Sanatório Sousa Martins e o Hospital da Santa Casa da Misericórdia da Guarda.


As origens do Sanatório Sousa Martins remontam aos finais do século XIX, período em que Portugal começou uma luta organizada e metódica contra a doença da tuberculose. O envolvimento da sociedade científica e médica do pais no estudo da climoterapia surge somente depois da célebre expedição científica à Serra da Estrela organizada pela Sociedade de Geografia de Lisboa em 1881, na qual participaram diversos especialistas de diferentes áreas, destacando-se o médico Sousa Martins. A constatação da excelência do clima de altitude na cura da tuberculose, levou o eminente médico a propagandear os seus efeitos benéficos, no prólogo do livro “Quatro dias na Serra da Estrela”. do jornalista Emygdio Navarro, editado em 1884. Sousa Martins divulga, assim, publicamente e sob o aspecto científico, a especificidade do clima da Serra da Estrela. Mas a acção metódica e concertada na luta contra a tuberculose vai ser protagonizada pela Assistência Nacional aos Tuberculosos, criada em 1899, pelo empenhamento da Rainha D. Amélia, do seu médico D. António de Lencastre e de Sousa Martins.
Nos seis anos que se seguiram, a cidade da Guarda desenvolveu uma intensa actividade médica na luta contra a tuberculose, com o Dr. Lopo de Carvalho à frente. A Guarda foi “invadida” por doentes que, temporariamente, aqui residiam ou mesmo estabeleciam e fixavam residência, praticando assim a chamada cura livre – vivência em clima de montanha, sem acompanhamento médico regular ou outros cuidados.
Nos primeiros meses do ano de 1907 a cidade viveu tempos de expectativa. A 18 de Maio seria inaugurado o Sanatório Sousa Martins, o primeiro Sanatório da Assistência Nacional aos Tuberculosos, cuja cerimónia contará com a presença do Rei D. Carlos I e a Rainha D. Amélia.

sanatorio.jpg

Passados 100 anos recriaram-se os mesmos festejos da época, a chegada dos Reis à estação dos Caminhos de Ferro, dirigindo-se de seguida para a Igreja da Misericórdia onde se realizou um solene Te Deum e posteriormente para o Sanatório Sousa Martins, onde se efectuou a inauguração feita pela Rainha D. Amélia.


20 de agosto de 2013

IDEALIZADOR DO "BLOG MONARQUIA JÁ" É RECEBIDO PELO DUQUE DE BRAGANÇA EM LISBOA

Em 7 de Agosto de 2013, o idealizador do Blog Monarquia Já, Dionatan da Silveira Cunha, foi recebido pelo Chefe da Casa Real de Portugal, Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, em audiência privada na sede da Fundação Dom Manuel II, em Lisboa, Portugal.



O idealizador do Blog Monarquia Já é recebido pelo Duque de Bragança, de jure Rei de Portugal


Durante o encontro, entre outros assuntos, foram discutidos temas relacionados ao Brasil e Portugal, dentro da perspectiva monarquista no mundo actual, bem como assuntos históricos relacionados a Família Imperial do Brasil e a Família Real de Portugal, das quais S.A.R., o Senhor Dom Duarte é legítimo descendente.


19 de agosto de 2013

D. Sebastião, o rei casto


Sua alma cada vez mais se esmaltava de intenções formosas, e seu corpo vestia-se de castidade. Não deixava que nenhuma dama lhe tocasse, e quando passeava a cavalo pela Rua Nova, ou pelas betesgas da velha e mourisca Lisboa, jamais levantava os olhos para as donzelas que chegavam às ventanas ou curiosamente espreitavam por detrás das verdes adufas árabes.
Era que seu espírito, vivendo exclusivamente para o catolicismo e para a guerra, queria servir estas ideias com alma pura e corpo casto.
Uma manhã, na igreja de São Roque, confessado e comungado, recolheu-se todo em si, cabeça inclinada para o peito, em profunda absorção. Esteve assim muito tempo. Depois, ergueu a fronte, pôs firme os olhos num crucifixo alto e, entre grossas lágrimas, rogou com a alma inteira:
– Senhor, Vós que a tantos príncipes haveis concedido impérios e monarquias, concedei-me ser vosso capitão!
Eram três as suas orações diárias: – Que Deus o inflamasse no zelo da fé, que ele queria propagar pelo mundo; – que Deus o tornasse um ardido guerreiro; – que Deus o conservasse casto.
Ser casto! Para ele a castidade era uma graça física que o tornava forte, uma fortaleza que o fazia ledo. A castidade dilatava-lhe a alma, amando a todos – ao reino, à grei. Era uma pureza que, vivendo em si, marcava conceito nobre em todos os seus propósitos, lhe punha frescor no olhar e lhe brunia as faces com sorrisos brancos. Ser casto era vestir um arnês de candura.



Antero de Figueiredo in «D. Sebastião, Rei de Portugal».


D. Pedro V e seu irmão, o príncipe Luiz (futuro D. Luiz I) na Inglaterra no início dos anos 1850 com a Rainha Victoria



Esta foto mostra o rei D. Pedro V e seu irmão, o príncipe Luiz (futuro D. Luiz I) na Inglaterra no início dos anos 1850 com a Rainha Victoria do Reino Unido.


Fonte: A Monarquia Portuguesa


18 de agosto de 2013

Frases com Sentido.


Como viria, depois, a escrever Rui Ramos, D. Carlos era um rei diferente dos que actualmente quase só dão notícias para as revistas cor-de-rosa. Achava, bem, que não subira ao trono apenas para " reinar ".

No mesmo sentido escrevera já Henrique Barrilaro Ruas: 

                      " Como poucos soberanos dos tempos modernos, El-Rei D. Carlos teve a consciência muito clara do que é ser Rei. Condenado a uma existência puramente simbólica, o Rei guardava o carácter essencial da Realeza de sempre. ( ... ) Em El-Rei D. Carlos era muito viva a consciência da irmandade com todos os homens, sem distinções de classes ou de ideias......................................................................................

........................................... . E , no entanto, que alta figura a de El-Rei! Mostram-no aos olhos serenos da História documentos sem número, em que D. Carlos I se revela a corpo inteiro. « Um caso exemplar de Humanismo Português » - lhe chamou, certeiramente, o Dr. Carlos de Soveral. ( ... ) Chegada a hora das decisões extremas, o Rei não recua perante nenhuma responsabilidade. Quer a Constituição que ele seja irresponsável; D. Carlos I assume a plena responsabilidade [ que entende caber-lhe no exercício do governo da Nação ]. Incompreendido por quase todos os chefes monárquicos, El-Rei escolhe o caminho mais difícil - o caminho do poder pessoal. "


Cristina Ribeiro

Mandela, o outro


Não, não se trata do ex-presidente da África do Sul e Nobel da paz. Este Mandela, aliás Zico, é um cão. Um herói, como o Rim-Tim-Tim ou a Lassie?! Cães houve que, de facto, salvaram vidas, mas este é especial pelas piores razões: matou, em Beja, uma criança de 18 meses.

Dirão alguns que não há cães assassinos, porque o crime pressupõe a culpa, ou seja, consciência e vontade. É verdade, mas também se diz assassina a bala que mata um inocente, mesmo sendo mais inconsciente e involuntária do que um pitbull. Pretende-se agora reeducar o Zico, mas como poderá vir a ser bom um animal que, segundo os seus defensores, nunca foi mau?! Basta mudar-lhe o nome?!

Estranho modo de honrar um louvável líder pacifista! Se não é honroso para ninguém ter um animal com o seu nome, muito menos será ter um cão homicida como homónimo. Pretender-se-á, assim, homenagear o passado terrorista do outro Mandela?!

Entre os 77 794 signatários da petição contra o abate do pitbull haverá, decerto, boa gente, mas também quem se escandalize com esta indignação, sincera e dolorosa. Não importa, porque mais deve pesar, na consciência cívica, o valor inestimável da vida de uma criança. Não importa que ladre e morda uma malta enraivecida porque, em termos éticos, só há uma atitude digna: a defesa da dignidade e do valor da vida humana. Ainda que o preço a pagar seja o de ser tido, ao contrário de Zico, aliás Mandela, por um alvo a abater ou, como ele, a reeducar.

Infelizmente, este grito é tudo o que resta fazer por um bebé que um cão matou impunemente. Infelizmente, ante tamanho desrespeito por essa vida humana, esta é a única homenagem que se pode prestar aos seus pais, no mais profundo respeito pela sua imensa dor.

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada

Fonte: Povo

17 de agosto de 2013

Face ao progressivo desagregamento nacional, numa vertigem imparável,


a actualidade do manifesto da Junta do Integralismo Lusitano:

" Precisamos de restaurar Portugal na pureza das instituições que fizeram a sua glória e que provieram em linha recta do seu génio social e político. Se a sua vida se desnacionalizou, se deixou de ser bem portuguesa em algumas das suas mais belas manifestações do seu espírito, nas suas actuais maneiras e tendências, urge que o nacionalizemos , o reaportuguesemos, o reconduzamos à claridade do caminho por onde outrora seguiam seus passos, na firmeza tranquila de quem não conhece tortuosidades ou desvios. Façamos que Portugal se ponha de acordo consigo mesmo, que regresse à sua linha de evolução natural, marcada pelo íntimo sentido do seu melhor passado. ( ... )
Desta forma se compreende como é monárquica por conclusão uma aspiração de portuguesismo integral. "


Cristina Ribeiro


Serpa Quinhentista - 23 a 25 de Agosto


De 23 a 25 de Agosto
VI Feira Histórica e Tradicional


A 28 de Julho de 1513, faz agora cinco séculos, a vila de Serpa recebeu foral de D. Manuel I. O documento comprova o crescimento nessa altura das actividades económicas no concelho – agricultura, pastorícia, artesanato e comércio –, sendo a vila de Serpa uma importante praça militar do sistema de defesa da fronteira.

A 6ª Feira Histórica e Tradicional destaca o período Manuelino comemorando a entrega daquele documento régio aquela que foi considerada na altura uma das mais importantes vilas do Alentejo – Serpa era, no século de D. Manuel I, um dos mais importantes portos secos do reino e detinha uma aliança muito estreita com o rei.

Em 2013, ao cumprir-se o quinto centenário do foral novo de Serpa, a Câmara Municipal assinala a efeméride com diversas iniciativas e dedica a sua Feira Histórica e Tradicional à época manuelina.


16 de agosto de 2013

El-Rei



El-Rei. Um homem. Aquele que no mais alto cargo é o servo de todos porque não depende de ninguém. O único que não tem direito de voto. Ele é o escolhido que nunca escolhe. Dá-nos um Rei, pediam os judeus ao profeta Samuel, conscientes já das dificuldades de teocracia e a braços com a divisão infalível do poder religioso e do poder civil. Dá-nos um Rei. Um Rei para que evite a idolatria do chefe religioso, a tentação suprema da encarnação de Deus ou dos deuses no poder civil. Um homem cuja legitimidade no cargo é indiscutível como descendente e representante do fundador da Pátria. E como tal é digno, respeitável, natural, sem o agir, desastrado ou despótico, do “parvenu”, a violência do usurpador, a consciência tacanha do funcionário…

O Rei é a garantia de justiça e liberdade porque é o elo necessário, o selo de contrato entre as várias repúblicas, as múltiplas independências e autonomias que nele confiam o entrelaçar das suas relações de portugueses com portugueses.
 
O Rei é o homem no mais alto lugar, apenas um homem, carregado com todas as limitações humanas, a sua vulnerabilidade e a sua dignidade. É o contrário do tirano, o oposto desses demagógicos salvadores da Pátria que se erguem por cima do povo à força de pulso e de golpes.

Quem não se lembra quando nos visitou o tiranete socialista de um dos países do Leste¹, foi hospedado no Palácio Real de Queluz e o insólito (insólito?) aconteceu? Esse salvador da Pátria exigiu que os criados andassem de meias para não lhe perturbarem o sono… El-Rei D. Carlos (esse mesmo que um punhado de portugueses assassinou…) certa vez, ao entrar no Palácio à noite, descalçou as botas para passar sem ruído diante da porta do quarto do criado que estava doente, para não o acordar…

O Rei também é uma família. Com as suas alegrias e as suas tristezas, comuns a todas as famílias. Uma família que o envolve e o humaniza, salvando-o de ser uma imagem ou um super-homem...

O Rei não desilude porque não é nenhuma terna ilusão romântica nem aparece com o trunfo político desta ou daquela facção, desta ou daquela ocasião. Não precisa de velar ciosamente pela sua imagem, bem polida e engraxada, receoso das nódoas e do pó que sempre levanta o desvendar das imagens fabricadas…

A força do Rei só reside na fidelidade dos seus súbditos. É uma pessoa, não é o resultado de um escrutínio. Para que serve ser-se fiel à maioria? Pode ser aceite e acatada mas ser-lhe fiel?... Volúvel e inconstante, ela não vive de fidelidade mas de traições… O Rei é sereno e igual. A perduridade da Pátria.

Dizia-me alguém que eu era monárquica porque a monarquia apelava para o meu sentido estético. Não o nego. Também o sou por isso. Porque é mais bonito… Mas ser monárquico é, antes de mais, um acto de inteligência.

¹ Trata-se do então presidente da Roménia, Nicolae Ceaușescu

in "D. Sebastião e Eu" (págs. 23 e 24)

* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.


Teresa Maria Martins de Carvalho

15 de agosto de 2013

Da história do feminismo em Portugal

"O génio da liberdade alimenta-se mais dos nossos costumes que do vigor das nossas leis"
(José Joaquim Lopes Praça 1844 - 1920).


A propósito de um trabalho sobre a história do feminismo que tenho de momento em mãos, aqui vos deixo um pedaço da nossa história menos conhecida, talvez porque não serve os propósitos de propaganda que como se sabe tem de corresponder a uma narrativa estereotipada e linear.
A história das causas feministas em Portugal só por falta de “massa critica” não recua para muito antes do Portugal constitucional, e a parte mais conhecida cinge-se aos escritos e intervenções das (desiludidas) militantes republicanas do inicio de Século XX, Carolina Beatriz Angelo, Ana de Castro Osório e Maria Veleda. Mas acontece que pedido de concessão do direito de voto às mulhe­res foi oficialmente feito pela primeira vez em Portugal, no dia 22 de abril de 1822 por Domingos Borges de Barros (na imagem), na sessão das Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, quando o deputado representante da Baía, propôs que as mães de seis filhos legítimos (!) pudessem votar nas eleições.

Aqui partilho um pequeno excerto do discurso do tribuno mais tarde “nacionalizado” brasileiro: “Ninguém tem mais in­teresses e apego a um país do que aquele que possui nele mais caros objectos, e ninguém mais atendido deve ser de uma Nação do que aquele que mais lhe presta: a mãe que tem seus filhos em um país, é sem dúvida, quem mais interesse, e apego por ele tem; e ninguém dá mais a uma Nação do que quem lhe dá os cidadãos: sendo como são estes princípios de suma verdade, temos que à mãe de família se não deve negar o direito de votar naqueles que devem representar a Nação. Não têm as mulheres defeito algum que as prive daquele direito, e apesar do criminoso desleixo que muito de propósito tem havido em educá-las, por isso que o homem mui cioso de mandar, e temendo a superioridade das mulheres as tem conservado na ignorância, todavia não há talentos, ou virtudes em que elas não tenham rivalizado, e muitas vezes excedido aos homens;” (…) “A Nação portuguesa que tanto se tem distinguido, eu quisera que em si fizes­se sobressair o amor filial, e que nós não negássemos a nossas mães, o que concedemos aos nossos assalariados; nem levados de prejuízos, o duvidemos fazer pela novida­de que a preposição parece encerrar. No estado de New Jersey, nos sete primeiros anos da sua independência, as mulheres votaram nas eleições, e confessam os America­nos que votaram sempre muito bem, confessam que torna ainda mais pecaminosa a cabala, e o partido que fez alterar, sem razão mais que o repreensível ciúme e amor de mandar nos homens, aquele tão louvável arbítrio que tinham tomado homens justos, e conhecedores do cora­ção humano. Por todas estas razões concluo, que quando a todas as mulheres que tiverem os requisitos que a lei exigir não for concedido votar nas eleições, ao menos te­nham esse direito as mães de seis filhos legítimos.”
In A Concessão do Voto às Portuguesas - Breve Apontamento de Maria Reynolds de Souza, Colecção Fio de Ariana – CIG, Comissão para a Igualdade de Género 2006

 
João Távora


Assunção da Virgem Maria

14 de agosto de 2013

628º Aniversário da Batalha Real

Batalha de Aljubarrota



As forças em Aljubarrota (à esquerda, o dispositivo organizado por Nuno Álvares Pereira)


“Parece-nos haver dois tipos de nomina para a designação das batalhas em ambientes medievais e mesmo para além deste período cronológico. Um deles, o mais vulgar, é o da apropriação da toponímia do lugar onde se desenrolou a batalha. Assim, por exemplo, recordaremos nomes como Ourique, (…) ou Poitiers (1356) (…). Uma outra via, passa pelo baptismo dessas batalhas com nomes de natureza simbólico-religiosa. Versão mais erudita, mais entroncada, aliás, no quadro referencial de matriz helénica. É a este domínio que pertence a nossa Batalha Real, de 14 de Agosto de 1385, como foi designada longos anos por parte da cronística e do poder régio portugueses de há 500 e 400 anos atrás.


Batalha Real [por nela tomarem parte dois reis: D. João I e D. Juan I] foi, de facto, o nome por que a conheceram os seus contemporâneos, aqueles que a travaram e venceram. Batalha de Santa Maria da Vitória, foi a linha baptismal prosseguida no campo da sua significação religiosa e simbólica, num processo de apropriação da mesma ao culto mariano de tão significativa implantação em solo hispânico.”


GOMES, Saul António (2007), A Batalha Real 14 de Agosto de 1385, Fundação Batalha de Aljubarrota




O artigo reproduzido foi publicado no nº 187 da revista “Azimute” (Agosto-Setembro de 2009). Reproduz a comunicação do Tenente-Coronel Lemos no colóquio promovido pela Escola Prática de Infantaria sobre Nuno Álvares Pereira, patrono da Infantaria.


Fonte: Centro Cultural Nuno Álvares Pereira

13 de agosto de 2013

Documentário sobre S.M. A Rainha D.Amélia

Documentaire sur la reine Amélie de Portugal




Mardi 27 août 2013France 2 diffusera à 20h45 l’émission « Secrets d’histoire »consacrée à la reine Amélie, dernière reine de Portugal. Interviendront plusieurs historiens spécialisés dans l’histoire de la famille d’Orléans dont Xavier Dufestel etEric Mension-Rigau, professeur enseignant à la Sorbonne, des collectionneurs passionnés et la duchesse Diane de Cadaval, épouse du prince Charles-Philippe d’Orléans, auteur d’une biographie sur la belle-mère de la reine Amélie, la reine Maria Pia.
Marie Amélie, princesse d’Orléans est née à York House à Twickenham le 28 septembre 1865. Elle est la fille du prince Philippe, comte de Paris et de l’infante Maria Isabella d’Espagne. La princesse est l’arrière-petite-fille du roi Louis Philippe.
Le 22 mai 1886, elle épouse à Lisbonne le futur roi Carlos I de Portugal, fils du roi Luiz et de la reine Maria Pia, née princesse de Savoie. Devenus roi et reine de Portugalen 1889, le couple a eu trois enfants : Luiz (1887), Maria Ana (décédée à la naissance) etManoel (1889).
Le 1er février 1908, le carrosse royal est attaqué par deux hommes armés sur l’une des places principales de Lisbonne. Le roi Carlos et son fils le prince héritier Luiz sont assassinés. La reine parvient à protéger comme elle le peut avec son bouquet de fleurs son fils cadet le prince Manoel qui devient roi.
La révolution de 1910, chassera le jeune roi et sa mère la reine Amélie. Son engagement et son action en faveur des plus démunis au temps du règne de son époux, lui ont valu une popularité certaine et encore à ce jour un grand respect. La reine est revenue en visite au Portugal en 1945. Elle a perdu son fils le roi Manoel décédé sans postérité en 1932. La reine est décédée près de Versailles en 1951.

12 de agosto de 2013

Verdades inconvenientes


Por razões óbvias tudo se tenta para ignorar as intervenções fulcrais de SAR D. Duarte, Duque de Bragança. Os principais órgãos de comunicação social tudo fazem para afastar D. Duarte dos portugueses, aplicando técnicas de censura inqualificáveis e inaceitáveis bem à moda de antigamente. Se mais argumentos não houvesse para se confiar e admirar D. Duarte, aqui relembro alguns factos:

  • D. Duarte foi o responsável por Portugal e a ONU não se terem esquecido de Timor, destacando-se na organização de iniciativas e dando entrevistas sobre a situação dramática vivida naquela distante ilha, que foi nossa, nomeadamente através de uma entrevista dada por ele no jornal " O Independente";
  • Foi D. Duarte quem recebeu o Dalai Lama a pedido do governo português para não ofender a China. O Duque de Bragança acompanhou Sua santidade o Dalai Lama a Fátima e recebeu-o como se fosse ele o Chefe de Estado;
  • Foi Dom Duarte o primeiro a manifestar-se contra a construção de nove estádios de futebol, dizendo que Portugal precisava era de Hospitais e de escolas e não de estádios de futebol;
  • Foi D. Duarte quem nunca esqueceu a agricultura e que se bateu contra o abandono do interior do País;
  • Dom Duarte orgulha-se de ser português, não perde oportunidade de pôr o seu capote alentejano e de relembrar a sua infância em que almoçava em casa dos ciganos que acampavam na quinta próxima de onde vivia;
  • D. Duarte defendeu a pátria como piloto de helicópteros em Angola. Foi retirado de lá à pressa por Marcello Caetano pois já andava "envolvido" na criação de uma espécie de assembleia nacional em Angola; acções consideradas subversivas pelo governo de então;
  • No casamento de D. Duarte estiveram todas as casas reais (até o rei dos zulus!!), e toda a elite política portuguesa desde Mário Soares, na altura Presidente da República a Cavaco Silva, então Primeiro-Ministro;
  • D. Duarte ajudou a impedir a destruição das gravuras rupestres de Foz Côa e sempre se revelou um ecologista convicto ou não tivesse estudado agronomia e convivido intimamente com o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles com quem partilha convicções sobre o planeamento e sustentabilidade do território;
  • D. Duarte tem representado Portugal nas festividades e casamentos das casas reais europeias não deixando nunca que os interesses nacionais sejam esquecidos;
  • D. Duarte correu o risco de ir à Síria, já em guerra, a pedido do ministro dos negócios estrangeiros para tentar perceber o que lá se estava a passar!
  • D. Duarte corre o país de lés-a-lés, sem nunca ofender os republicanos socialistas e laicos, sendo recebido com grande carinho pelo Povo, principalmente nas câmaras comunistas (como ele próprio afirma);
  • D. Duarte disse com todas as letras na comunicação social que os impostos que o ex-ministro das finanças, Vitor Gaspar nos estava a impôr eram injustos e que o capitalismo selvagem é mortífero.

Paulo Selão


11 de agosto de 2013

O cerco.


       " D. João VI não foi o que se pode chamar um grande soberano, de quem seja lícito referir brilhantes proezas militares ou golpes audaciosos de administração, mas o que fez, o que conseguiu, e não foi afinal pouco, fê-lo e conseguiu-o pelo exercício combinado de dois predicados, que, cada um deles, denota superioridade: um de carácter, a bondade, o outro de inteligência, o  senso prático ou de governo - Cada um dos seus ministros governava por si e o Rei governava a todos "

Oliveira Lima, « D. João VI no Brasil »



A sua boa índole, bonomia e pusilanimidade terão levado os inimigos da monarquia tradicional, dominados já pelas seitas maçónicas - como se vê claramente nas " Instruções maçónicas do Grande Oriente Espanhol ao Grande Conselho de Portugal ", de 1823, publicadas na « Historischen Politischen Blatz », citada no livro de Artur Herchen « Dom Miguel I, König von Portugal » - a olhar D. João VI como alvo fácil, e chegaram até ao Rei infiltrando-se no ânimo do filho primogénito, D. Pedro: " A Revolução apoderava-se do Rei. Nobres, traidores à sua missão e ao seu dever, eram na Corte instrumentos da Revolução satânica " Alfredo Pimenta.



No livro « Erratas à História de Portugal, de D. João V a D. Miguel », de que é co-autor Rodrigues Cavalheiro, escreve João Ameal:

" Os monarcas tradicionais eram, pouco a pouco, reduzidos a meros figurantes inertes, a quem se punha um dilema categórico: ceder, era o primeiro passo no caminho da guilhotina, como para Luís XVI, dar batalha, era sujeitar-se, caso a sorte fosse adversa, ao exílio honroso, como aconteceria a um Carlos X e a um D. Miguel I ". Quando [ incentivado pelo duque de Palmela] o Rei regressou a Lisboa, " ficou prisioneiro. ( ... )  Ao recapitular os factos, não se contém um autor de bem provado liberalismo [ 6º Marquês de Lavradio, D. José de Almeida Corrêa de Sá ]: ' É deveras doloroso lembrar as medidas humilhantes que as Cortes tomaram por esta ocasião, e que foram devidas à influência das sociedades secretas; era evidente que se queria aniquilar [ na Constituição de 22 ] o poder real, deixando ao Rei apenas um simulacro de Majestade, sendo notória a tendência para a destruição da Realeza - decretava-se uma Constituição republicana para reger uma monarquia '

    Em resumo: D. João VI estava prisioneiro: - viera entregar os pulsos às algemas forjadas pelos « emancipadores » a soldo da maçonaria. "


Cristina Ribeiro

Soberania e Democracia são sinónimos de Monarquia


Quando os republicanos mais raivosos te chatearem, atira-lhes com esta.

Temos Rei e alguns Condes, um dia, havemos de ter Soberania!


Fonte: PPM Braga

10 de agosto de 2013

Memorial para Governo do Reino


Terey a Deos por fim de todas as minhas obras, e em todas ellas me lembrarey delle.
Em me deitando, e levantando, conta com elle muito particular.
Cuidar à noite, em que falley naquelle dia.
Trabalharey muito por dilatar a Fé.
Favorecerey muito as coisas da Igreja.
Armar todo o Reyno.
Defender alfayas, e delicias.
Fazer mercê a bons, castigar a máos.
Não crer levemente, e ouvir sempre ambas as partes.
Fazer justiça ao grande, e ao pequeno sem exceição de pessoa.
Tirar as onzenas.
Conquistar, e povoar a Índia, Brasil, Angola, e Mina.
Todo o que me fallar deshonestidades, castigallo rijamente.
Quando houver de fazer alguma cousa, comunicalla primeiro com Deos.
Reformar os costumes começando primeiro por mim no vestir, e comer.
Em negócios ter primeiro conta com o bem comum, e depois com os particulares.
Tirar alguns tributos, e buscar modo, com que Lisboa seja abastada.
As leys que fizer, mostrallas primeiro a homens de virtude e letras para que me apontem os inconvenientes, que tiverem.
Levar os súbditos por amor, em quanto poder; ser inteiro aos Grandes, humano aos pequenos.
As Commendas sirvão se a África.
Não ter junto de mim, senão homens tementes a Deos.
Devaçar dos Oficiais de Justiça, e Fazenda cada anno.
Escrever a todos os Prelados, que fação dizer Missas e Oraçoes por mim, e pedir Jubileo ao Papa.
Terey nos póstos do mar homens de confiança, e os que entrão, que não sejaõ suspeitos na Fé.
As cousas, que naõ entender bem, communicallas primeiro com quem me possa dar parecer desenganado.
Naõ dar, nem prometer nada, sem saber se he injustiça, ou mal feita.
Mostrar bom rostro, e agasalhado a todos.
Prover os cargos, e Officios em quem for para isso, e naõ por outros respeitos.
Naõ desmayar nas dificuldades, antes ter mayor fé, e confiança em Deos.
Tirar a cobiça.
Mostrar sempre animo liberal, e naõ aquanhado.
Gavar os homens, e cavalleiros, que tiveram bons procedimentos, diante de gente, e os que tiverem préstimo para à República, e mostrar aborrecimento às cousas a ella prejudiciaes.
Naõ dizer palavras, que escandalizem, mayormente quando estiver agastado.
Os meus Embaixadores andaraõ sempre vestidos à portugueza.
Em todas as cousas, que fizer, terey primeiro conta com a honra de Deos.
Serey pay dos pobres, e de quem naõ tem quem faça por elles.

El-Rei Dom Sebastião, Memorial para Governo do Reino, in «Nosografia de D. Sebastião» de Mário Saraiva.

Fonte: Acção Integral

Saíamos deste provecto e triste modelo


É já enfastiante o odor a bolor deste regime e, sobretudo, a profunda tristeza que nos faz submergir há 103 anos.

De facto não se pode pedir mais de um sistema provecto que foi concebido originariamente na Grécia antiga, antes de Cristo, portanto, e que foi contemporânea de Platão. O próprio filósofo, na sua penúltima carta, reconhecia o erro da república. Recauchutada no presente, a república, torna-se mesmo insuportavelmente lúgubre…conforme já é transversal a todos.

Arejem-se as mentalidades, mudem-se as vontades. (Re)Modernizar é a esperança, sejamos novamente progresso e inovação como fomos enquanto Monarquia. Sejamos hoje o futuro que fomos ontem em Monarquia. Devemos seguir o exemplo dos países mais evoluídos do mundo.

Tenhamos a coragem dos nossos avós e sejamos, uma vez mais, os primeiros dos primeiros voltando a Monarquia nesta Europa milenar…não pela força mas pela democracia.


PPA 

9 de agosto de 2013

A extinção dos machos


Não é preciso ressuscitar o machismo para nos opormos à dominante moda unissexo
O "Le Figaro Magazine" do passado dia 20 de Julho dedica a capa e os artigos centrais à crise da identidade masculina e questiona o estatuto do varão na sociedade moderna. Homens e mulheres parecem ter sido modernamente substituídos por uma categoria híbrida de seres humanos, indefinidos e equivalentes, em que já não se revê a clássica distinção dos sexos.
É verdade que em tempos se entendeu que seria másculo quem fosse bruto e insensível, até porque, como se dizia, os homens não choram. Um medricas era pela certa alguém com falta de virilidade. Pelo contrário, ser feminino era sinónimo de uma certa superficialidade - as coisas de mulheres eram, por regra, assuntos sem importância - e de um carácter sentimental e fútil. Molière até se permitiu troçar das femmes savantes à conta do ridículo que parecia ser então uma senhora erudita.
Na família, a distinção entre as virtudes femininas da fada do lar e as atitudes viris do chefe de família acentuavam, mais do que a igualdade essencial de mulheres e homens, a diferença social dos seus estatutos.
À mulher, esposa dedicada e extremosa mãe, pedia-se submissão ao marido, esmerada educação dos filhos e prudente administração doméstica. Não lhe ficava bem expressar opiniões políticas, nem se lhe consentia que discordasse do cônjuge, cuja autoridade devia sempre sublinhar. Muito menos se lhe permitiria qualquer devaneio extraconjugal, que, pelo contrário, se tolerava socialmente aos maridos, preservada alguma decência. Também não era bem visto que o pai levasse ao colo um filho, fosse fazer as compras domésticas ou se encarregasse da cozinha.
Ainda bem que muitas destas diferenças já se esbateram. Afinal os homens também choram e as suas lágrimas são, muitas vezes, expressão sincera da nobreza do seu carácter e não indício de pusilanimidade. As mulheres ganharam, a pulso, lugares de enorme responsabilidade no mundo laboral, dando exemplo de grande profissionalismo. A presença feminina é hoje do- minante em profissões que eram tradicionalmente masculinas, como por exemplo a medicina e a magistratura. Ninguém estranha que um homem cozinhe, aspire a casa ou vá ao supermercado. Também ninguém se escandaliza por ver uma mulher a guiar um táxi ou uma locomotiva, ser dirigente sindical ou discordar politicamente do cônjuge.
Não é preciso ressuscitar o machismo de outras eras, felizmente extinto, para nos opormos à dominante moda unissexo, que, à conta da ideologia do género e não só, parece ter perdido a noção da riqueza específica da feminilidade e da masculinidade. É de lamentar que em alguns países as mulheres não possam tirar a carta de condução, estudar numa universidade, apresentar-se de rosto descoberto ou disputar umas eleições políticas. Mas também não é aceitável a confusão dos géneros, que alguns ideólogos modernos propõem, certamente em nome do louvável princípio da igual dignidade dos dois sexos, mas na ignorância do inegável princípio antropológico da sua diferença e complementaridade.
Deus, quando criou o ser humano à sua imagem e semelhança, criou-o homem e mulher. E quando o Pai eterno enviou ao mundo o seu Filho deu-Lhe uma mãe, Maria, e um pai, José. Graças à feminilidade da donzela de Nazaré e à masculinidade do carpinteiro da casa e família de David, Jesus "crescia em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens". Graças à harmonia conjugada das salutares diferenças da "cheia de graça" e do varão "justo", Cristo não só é Deus perfeito, mas também perfeito homem.


Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada


Fonte: Povo

República ou monarquia?

Há algum tempo que me tenho questionado sobre o que Portugal realmente necessitaria e deparo-me com políticos que põem os interesses do seu partido à frente dos interesses nacionais.


A principal ideia do governo atual é cortar em tudo, e já que queremos cortar em tudo, que tal cortar o cargo de Presidente da República?

As monarquias não são coisas do passado, existem atualmente como no Reino Unido, Bélgica, Holanda, Espanha e por ai fora...e resultam, principalmente no Reino Unido que cria uma rede turística bastante ampla.

As monarquias representam uma grande poupança de eleições de 6 em 6 anos, depois ainda tem a vantagem de um Rei não deter qualquer cor partidária o que o faz mais imparcial.

Outra coisa que o fará na teoria mais eficiente e capacitado será a sua educação, porque crescerá para exercer aquele cargo, já para não falar do turismo que iria trazer a Portugal e pelo seu valor histórico.

Diogo Domingues Costa

Fonte: DN

8 de agosto de 2013

DOM JOÃO I, O MESTRE QUE APRENDEU A SER REI E REFEZ PORTUGAL


Ler AQUI e AQUI

O Diabo de 06 Agosto de 2013


Fonte: Família Real Portuguesa

Comemorações da Batalha de Aljubarrota - Porto de Mós

Comemorações da Batalha de Aljubarrota

"(...)No dia 14 de Agosto, logo pela manhã, o exército de D. João I ocupa uma posição fortíssima no terreno, escolhido na véspera por Nuno
Álvares Pereira. (...)
Para a Europa, a Batalha de Aljubarrota constituiu uma das batalhas mais importantes ocorridas em toda a época medieval.
Para Portugal, esta batalha, ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385, constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da sua História."
Fonte: Fundação da Batalha de Aljubarrota
É, precisamente, no dia 14 de Agosto que Porto de Mós comemora a Batalha que decorreu nas suas terras, mais concretamente em S. Jorge, há 628 anos atrás, marcando, para sempre a história de Portugal, permitindo-lhe assumir-se como uma nação independente e livre até aos dias de hoje!
A História merece ser regularmente relembrada e celebrada, por isso dia 14 de Agosto, a partir das 21h30 convidamo-lo a ir até ao Castelo de Porto de Mós e a viajar até à época medieval, ao som do grupo de folk "Pé na Terra".

Garantimos que não conseguirá ficar sentado e resistir a um "pé de dança" e a celebrar connosco.... afinal vencemos a Batalha e vencemo-la aqui!


7 de agosto de 2013

Fundação da Batalha de Aljubarrota comemora os 628 anos da Batalha Real

Quadro Vivo - A Promessa de D. João I, 14 de agosto, 14h30, Entrada Livre

Foi a 14 de Agosto de 1385 que as tropas portuguesas, lideradas por D. João I, derrotaram os castelhanos numa batalha que assegurou a independência do País. Tudo aconteceu no campo de São Jorge, em Porto de Mós, e a vitória levou o responsável régio a mandar construir o Mosteiro da Batalha, um episódio que vai agora ser recreado pela Fundação da Batalha de Aljubarrota, com uma encenação teatral.
A iniciativa decorrerá no próximo dia 14 de Agosto, a partir das 14h30, no Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, em São Jorge, Porto de Mós, e integra as comemorações dos 628 anos daquele confronto bélico, considerado pela fundação como “um dos momentos mais importantes e decisivos para Portugal, em termos de desenvolvimento histórico e político, e que marcou uma etapa decisiva da independência nacional contra Castela”.
Para Alexandre Patrício Gouveia, presidente da Fundação Batalha Aljubarrota, “esta data é um marco histórico do país que deve ser comemorado e lembrado por todos os portugueses”.


Aljubarrota Medieval / A BATALHA REAL - 10 a 15 de Agosto


quadros_vivos

Convidamo-lo a visitar Aljubarrota Medieval – A história ao Vivo! - de 10 a 15 de agosto, evocando a vitória na batalha que marcou o destino da nacionalidade, garantindo a independência.

As ruas estreitas, que caracterizam Aljubarrota, vestem-se a rigor para recordar os tempos medievais. Aqui, encontra tudo como dantes… tavernas com refeições medievais onde não faltarão iguarias da época, espaços de venda e exposição de produtos medievais, torneio de xadrez medieval, torneio de armas, acampamento medieval.

Domingo às 17h30 haverá uma RECRIAÇÃO DA BATALHA DE ALJUBARROTA, onde terá a oportunidade de descobrir um pouco mais da História de Portugal, vivendo-a no local que deu o nome à batalha ocorrida há 628 anos no Campo Militar de S. Jorge.

Pela vila passeiam-se cerca de 500 figurantes fixos e muitos mais flutuantes que por iniciativa própria se juntam a esta viagem no tempo.

Música, poesia, feiticeiras, cartomantes, banquetes e serões… foram inventadas muitas formas de passar o tempo, no tempo em que o tempo ainda não tinha ponteiros de horas, minutos e segundos.

Viaje no tempo connosco!