12 de agosto de 2013

Verdades inconvenientes


Por razões óbvias tudo se tenta para ignorar as intervenções fulcrais de SAR D. Duarte, Duque de Bragança. Os principais órgãos de comunicação social tudo fazem para afastar D. Duarte dos portugueses, aplicando técnicas de censura inqualificáveis e inaceitáveis bem à moda de antigamente. Se mais argumentos não houvesse para se confiar e admirar D. Duarte, aqui relembro alguns factos:

  • D. Duarte foi o responsável por Portugal e a ONU não se terem esquecido de Timor, destacando-se na organização de iniciativas e dando entrevistas sobre a situação dramática vivida naquela distante ilha, que foi nossa, nomeadamente através de uma entrevista dada por ele no jornal " O Independente";
  • Foi D. Duarte quem recebeu o Dalai Lama a pedido do governo português para não ofender a China. O Duque de Bragança acompanhou Sua santidade o Dalai Lama a Fátima e recebeu-o como se fosse ele o Chefe de Estado;
  • Foi Dom Duarte o primeiro a manifestar-se contra a construção de nove estádios de futebol, dizendo que Portugal precisava era de Hospitais e de escolas e não de estádios de futebol;
  • Foi D. Duarte quem nunca esqueceu a agricultura e que se bateu contra o abandono do interior do País;
  • Dom Duarte orgulha-se de ser português, não perde oportunidade de pôr o seu capote alentejano e de relembrar a sua infância em que almoçava em casa dos ciganos que acampavam na quinta próxima de onde vivia;
  • D. Duarte defendeu a pátria como piloto de helicópteros em Angola. Foi retirado de lá à pressa por Marcello Caetano pois já andava "envolvido" na criação de uma espécie de assembleia nacional em Angola; acções consideradas subversivas pelo governo de então;
  • No casamento de D. Duarte estiveram todas as casas reais (até o rei dos zulus!!), e toda a elite política portuguesa desde Mário Soares, na altura Presidente da República a Cavaco Silva, então Primeiro-Ministro;
  • D. Duarte ajudou a impedir a destruição das gravuras rupestres de Foz Côa e sempre se revelou um ecologista convicto ou não tivesse estudado agronomia e convivido intimamente com o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles com quem partilha convicções sobre o planeamento e sustentabilidade do território;
  • D. Duarte tem representado Portugal nas festividades e casamentos das casas reais europeias não deixando nunca que os interesses nacionais sejam esquecidos;
  • D. Duarte correu o risco de ir à Síria, já em guerra, a pedido do ministro dos negócios estrangeiros para tentar perceber o que lá se estava a passar!
  • D. Duarte corre o país de lés-a-lés, sem nunca ofender os republicanos socialistas e laicos, sendo recebido com grande carinho pelo Povo, principalmente nas câmaras comunistas (como ele próprio afirma);
  • D. Duarte disse com todas as letras na comunicação social que os impostos que o ex-ministro das finanças, Vitor Gaspar nos estava a impôr eram injustos e que o capitalismo selvagem é mortífero.

Paulo Selão


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