30 de novembro de 2013

O REI – O HOMEM DO LEME

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Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a Hora?
Fernando Pessoa, in “A Mensagem”, II – Os Avisos, Terceiro, 10/12/1928
Não podem, simplesmente, extrair os sonhos aos cidadãos e qualquer oportunidade de se realizarem doutra forma. Esse sonho tem um meio para se cumprir: a Monarquia!
Não se trata de uma maquinação, mas do ensejo de viver em Democracia de mérito e em Monarquia parlamentar, pelo que os monárquicos não podem continuar a ser tratados como se tratassem de um “clube clandestino”.
A Monarquia não pode ser apenas uma memória querida conservada em formol, pois o passado grandioso que o País teve, durante 771 anos, inspira-nos o desejo do regresso de outra. Não podemos continuar prisioneiros de um mundo acabado, atolados na adversidade, sem poder realizar outro fim.
A Monarquia será uma terapia de choque democrático, pois um Rei tem um imperativo ético claro: a defesa da Nação.
É preciso o sentido de Missão que só um Rei possui! No Rei a sociedade civil terá um farol e um Defensor – o célebre Vindex romano -, obtendo o Povo dessa forma um Paladino para poder afirmar os seus direitos.
Um Rei que será “um Homem de Princípios”, sereno mas temerário, inclinado para o respeito da Lei, probo e intelectualmente sincero, que cultive a afeição livre pelo Seu Povo, que por ser Rei lhe advém pela ordem e direito naturais e que têm como resultado imediato a admiração e confiança do último para com o primeiro!
Um Rei plantará a Árvore da Liberdade, pois teremos políticos mais sinceros, subsequentemente, um País mais livre! Mas essa é uma Alta Missão, não se pense que não será trabalho árduo!
Por isso, está na hora do Rei ser chamado a jogo no xadrez político nacional!
Mas ainda, um enorme conjunto de aspectos contribui para o benefício de ter um Rei como Chefe de Estado.
Continuando, um Rei é educado para essa função, uma vez que antes de ser o Soberano é o herdeiro presuntivo que é lapidado para adquirir todas as competências e conhecimentos sejam políticos, técnicos, científicos e culturais para que esteja devidamente apetrechado para desempenhar com o máximo de aptidão a sua função, que se assemelha a um ofício. Essa mestria não se adquire no hiato de tempo em que se anuncia uma candidatura presidencial e se é efectivamente eleito presidente; esses poucos meses são irrelevantes face à vantagem de quem, toda uma vida foi preparado para desempenhar a mais alta função de um País.
Também, que o Rei traduz a vontade nacional, sentindo com o Seu Povo, fazendo seus os problemas deste e transmitindo as suas ânsias aos políticos, não é menos importante. Sim, esse instrumento de conhecimento do Seu povo não é de somenos importância, pois provoca a confiança recíproca!
Depois a existência de um Rei acrescenta aos três poderes já procedentes do século XVIII – legislativo, executivo e judicial -, um quarto poder, o moderador exercido plena e livremente pelo Rei, que apesar de não governar, vela pelo funcionamento dos demais poderes. O artigo 71.º da Carta Constitucional de 1826 estatuía: “O Poder Moderador é a chave de toda a organização política e compete privativamente ao Rei, como Chefe supremo da Nação, para que incessantemente vele sobre a manutenção da independência, equilíbrio e harmonia dos mais Poderes Políticos”.
Há ainda, o argumento económico-financeiro cuja evidência já foi largamente explicada no nosso artigo “Contra Factos Monárquicos, não há argumentos republicanos”; mas só a jeito de aclaração: o Orçamento de 2013 da Casa Real de Espanha encolheu 2%, passando dos 8,43 milhões de euros para os 8,26 milhões de custo para o Tesouro Espanhol, o montante mais baixo desde 2007; enquanto em 2013, a verba destinada para o orçamento da Presidência da república portuguesa foi de 15.139.110 Euros. Assim a última custa a cada português 1,43 €, enquanto a Casa Real espanhola custa 17 cêntimos a cada espanhol. Já as Monarquias do Reino da Dinamarca e do Reino da Suécia têm cada uma o mesmo custo anual de 12 milhões de euros e no Luxemburgo a Família Grão-Ducal fica-se pelo custo de 8,7 milhões de euros anuais.
Depois há a grande vantagem moral do Rei, que, enquanto entidade real independente, não eleito, não representa qualquer partido político e seus sectários, podendo assim com o seu Poder Moderador acautelar a estabilidade dentro da multiplicidade politico-social do país, inibindo desta forma a perturbação política e, previsivelmente, a efervescência social. Acima de tramas partidárias, independente de um calendário político, o Rei terá a tranquilidade e a legitimidade para actuar como moderador entre as várias facções políticas ou demais grupos da sociedade civil.
Além do mais, a experiência confirmou o valor da Monarquia como uma fonte de travões e contrapesos contra políticos eleitos que poderiam procurar obter poderes maiores aos atribuídos pela Constituição e, assim, em último caso, como uma ressalva contra a ditadura.
O Rei será um marinheiro experiente que exerce como tal quando a ocasião requer: o Homem do Leme!
Fontes:
. Fernando Pessoa, in “A Mensagem”, II – Os Avisos, Terceiro, 10/12/1928
. Orçamento da Casa do Rei (Espanha)
. Orçamento de Estado 2013 (Portugal)
. Jornal espanhol “El Mundo”
Miguel Villas-Boas * Membro da Plataforma de Cidadania Monárquica
Fonte: Plataforma de Cidadania Monárquica

Reipública - uma ideia de que se fala

Algumas vozes internacionais começam a sugerir que Portugal poderia encarar o seu futuro, modificando o dispositivo de poderes de que dispõe. Num artigo do Economonitor, uma prestigiada publicação on line associada ao Projeto de Nouriel Roubini, um dos poucos economistas que previu e explicou com antecedência a Grande Recessão que se vive desde 2008, o consultor internacional Jaime Pozuelo-Monfort, autor de The Monfort Plan, refere que se deveria considerar um “outsider” como possível Chefe de Estado para garantir a independência do país face às imposições da troika aos partidos políticos portugueses.

The Republic’s King
Portugal is one of Europe’s oldest nations. It became a Kingdom when it split from the Kingdom of León in 1143. It has been a Republic since 1910. As in many other Republics there is a heir to the throne who claims to be the legitimate successor of the once upon a time King. Dom Duarte the Duke of Bragança is the Republic’s King to be.
The nineteenth century was also a time of agitation and revolts in Portugal. Portugal was a Kingdom during all of its history until the assassination of King Carlos I and his oldest son Luis Felipe on 1 February 1908. The assassination known as the Lisbon regicide was carefully planned and counted with the partial involvement of Carbonária, an anti-monarchy society allied with the Italian Carbonari. The assassinations put an end to the Monarchy which still survived until the 5 October 1910 Revolution when Portugal’s Republican Party successfully conducted a coup d’etat initiating a republican regime on the Iberian country which has remained ever since.
Similar changes in neighbouring Spain would take off in April 1931 when the Republican Parties obtained a majority in the municipal elections which triggered an exit from the country of King Alfonso XIII and the inauguration of the Spanish Second Republic on 14 April 1931.
Portugal remained a Republic during the rule of Antonio de Oliveira Salazar between 1932 and 1968, as Prime Minister of an authoritarian regime which he founded called Estado Novo. The death of Oliveira Salazar in 1970 and the final stages of the independence wars in Angola and Mozambique precipitated the fall of the dictatorial regime “Estado Novo” during the Carnation Revolution on 25 April 1974 and the transition to what is today the Portuguese democratic republican regime. Oliveira Salazar remains the greatest Portuguese today as per public support.
Portugal’s President of the Republic is chosen once every five years. The French used to choose their President once every seven years which they recently changed to five years in order to avoid cohabitation. A President of the Republic may hold its post for a maximum of ten years in Portugal and ailleurs.
However when the list of Presidents of the Republic is reviewed, Portugal shows very little choice. Most often a former Prime Minister runs for President of the Republic and gets elected. Would it be possible for an outsider to become President of the Republic, let’s say for instance for the late José Saramago or for coach José Mourinho (arguably Portugal’s best-known non-political individuals internationally)?
For instance out of Portugal’s four Presidents of the Republic inaugurated since the Carnation Revolution in 1975, two have previously been Prime Ministers, notably Mario Soares and the current President Anibal António Cavaco Silva.
About one out of three Portuguese supports the Monarchy today according to the Portuguese Casa Real. The only referendum that the Portuguese Constitution forbids is precisely that of republic vs. monarchy (Article 288: As leis de revisão constitucional terão de respeitar b) A forma republicana de governo). Today’s President of the Republic is not in dire straits. But Portugal and the political leadership in the country is in dire straits. The troika has stepped in and commands Portugal from Brussels and Washington. And the Portuguese remain afraid of Madrid’s centralism when Madrid has not shown any interest in Portugal in decades. To see it is to believe it.
Seen from abroad and particularly from Spain, Anibal António Cavaco Silva is an impeccable and intellectually gifted President of the Republic. Dr Cavaco Silva completed his Ph.D. in Economics from the University of York in the United Kingdom in 1973 and became Full Professor at Universidad Católica before being appointed President of the Republic. He is multilingual, contrary to any of the Prime Ministers inaugurated in Spain since Franco’s death (except for Leopoldo Calvo Sotelo who was not democratically elected but appointed in the aftermath of the 1981 coup d’etat). However Dr Cavaco Silva’s popularity is in free fall as it is that of many other Presidents and Premiers in the European Union including France’s François Hollande.
One hundred years after the Lisbon regicide of 1908, the Portuguese celebrated the anniversary with a gathering in Lisbon city center. Dom Duarte participated in an event with no official participation of the Portuguese Republic. The dilemma, the division moves on.
There is no doubt that Portugal is and should remain a Republic. But why wouldn’t a republic have a King? Reypública provides an answer to this dilemma, whether Dom Duarte who was born in 1945 or his 17-year oldest son Afonso could become King in our lifetime. To dream or not to dream, that is the question.
The Portuguese in the meantime will continue to be ruled by the troika from Brussels and Washington. José Manuel Durao Barroso, once Portugal’s Prime Minister and the ongoing President of the European Commission, continues to be the de-facto President although his residence is no longer Lisbon, but Brussels. Long live the King-to-be Dom Duarte de Bragança, whether he ascends to throne or not during his lifetime. If José Saramago was right we will see the Republic’s King taking over one day for the benefit of the Republic.


Fonte: IDP

29 de novembro de 2013

Debate com a presença de SAR Dom Duarte de Bragança: “RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA, LUSOFONIA E FUTURO”


CONVITE
DEBATE “RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA, LUSOFONIA E FUTURO”


O ISAG, em parceria com a Direcção Regional de Cultura do Norte, comemora a Restauração da Independência conquistada em 1640, realizando um Debate subordinado ao tema “RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA, LUSOFONIA E FUTURO” com a participação de Dom Duarte Pio de Bragança, Profº Doutor António Vilar e do General Garcia dos Santos, moderado pelo Diretor do Jornal Vida Económica, Dr. João Luis de Sousa.

A iniciativa terá lugar às 19H do dia 2 de dezembro de 2013, segunda-feira, no Auditório da Casa das Artes, na Rua Ruben A, no Campo Alegre, Porto.

Vimos pela presente convidar V.Exa a honrar-nos com a presença neste evento onde se fará uma reflexão sobre a temática, despertando uma maior consciência cívica sobre a Portugalidade e a necessidade de envolvimento dos cidadãos na vida social, cultural e económica do país, na defesa dos nossos interesses coletivos.



Fonte: PPM Braga

28 de novembro de 2013

COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO





Estimados amigos, 

Aproxima-se o 1º de Dezembro, e como tal, venho dar-vos conta sumariamente das actividades que, o Movimento 1º de Dezembro, vai promover e por que somos responsáveis, no quadro das Comemorações Oficiais do 1º de Dezembro, que se realizam, como habitualmente, sob os auspícios da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Infelizmente, este ano já não podemos comemorar a data enquanto feriado mas podemos e devemos comemorar a data com todo o seu significado. 

Eliminar este feriado nacional foi um mau passo, uma decisão irreflectida e um gesto insensato. Acredito que ainda podemos voltar atrás. O tempo vai dar-nos razão. 

Não há nenhuma justificação para extinguir do calendário oficial “o feriado dos feriados, o mais antigo dos feriados civis, o mais alto dos nossos feriados patrióticos: o feriado nacional do 1º de Dezembro, o dia maior de Portugal, em que comemoramos a nossa própria existência e continuidade como Nação livre.” 

Não conheço no mundo um só país, excepto estando sob ocupação estrangeira, que, tendo um feriado que celebra a sua independência nacional, o tenha abolido e riscado do mapa. 

Portugal foi o primeiro a fazê-lo. Por isso faz todo o sentido continuar a lutar para restaurar o feriado nacional de 1 de Dezembro! É fundamental não interromper a sua comemoração, “rasgando uma tradição mais que centenária, que guarda raízes populares fortíssimas”. 

“É verdade que somos mais antigos que 1640: vamos a caminho já de 900 anos. Mas, se guardamos os títulos do mais antigo dos Reinos ibéricos, do mais velho dos Estados da península e, nas fronteiras actuais, de mais antiga Nação da Europa, devemos esses títulos à liberdade reconquistada pela Restauração – senão teríamos acabado ali” (Discurso do deputado J. Ribeiro e Castro nas Cerimónias, no 1.º Dezembro, Restauradores). Precisamente por isso é que este feriado é condição sine qua non para comemorar os outros feriados civis. “Se não tivesse havido 1º de Dezembro, não havia 5 de Outubro, nem 25 de Abril, nem 1º de Maio. (...) como referiu, José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal – pois se não fossemos portugueses não comemoraríamos os outros feriados, não faria sentido (comemoraríamos outros, claro). 

Mas vamos ao mais importante neste momento. O programa das comemorações. 

Em anexo, envio apenas alguns destaques. 

Da parte do Movimento 1º de Dezembro, organizamos e promovemos os seguintes três eventos, para que, desde já, vos convidamos como portugueses:

- "Concerto de Portugal, da Restauração e da Independência Nacional" (estreia) - 30 de Novembro (sábado), às 18h45, no Salão Nobre da Associação Comercial de Lisboa, Rua das Portas de Santo Antão (defronte do Coliseu) | duração: cerca de 1 hora.

- "Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas" (2ª edição) - 1 de Dezembro (domingo), às 14h30, na Avenida da Liberdade/Praça dos Restauradores | duração: cerca de 2 horas. Já está assegurada a presença de bandas e grupos de todos os distritos do Continente, bem como de bombos, tambores e cantares alentejanos. 

A Phylarmónica Ançanense, da vila histórica de Ançã, concelho de Cantanhede, em representação do distrito de Coimbra, participará no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas comemorativo do 1º de Dezembro, no domingo, 1 de Dezembro de 2013, em Lisboa, na Avenida da Liberdade/Praça dos Restauradores. O convite, por parte da organização, para a representação distrital prende-se com o facto de ser tradição desta Banda sair à rua no 1.º de Dezembro, desde tempos imemoriais e tocar o hino da restauração – e por isso já fazer parte da história e identidade dessa filarmónica a participação na comemoração deste feriado e do seu simbolismo.

- "LiberTUNAS 2013" (estreia) - 1 de Dezembro (domingo), às 18h30, no Largo de S. Domingos (defronte do Palácio da Independência) | duração: 1 hora. Este festival de Tunas é organizado sob coordenação da Magna Tuna Apocaliscspiana. Além do evento central, em Lisboa, estamos a procurar replicá-lo em diferentes Academias, pelo país fora.

As celebrações no dia 1º de Dezembro, iniciam-se pelas 9h30 da manhã com o hastear das bandeiras no Palácio da Independência, seguindo-se Missa cantada na Igreja de S. Domingos (10h00) e a Homenagem aos Heróis da Restauração, junto ao obelisco da Praça dos Restauradores (11h30). 

Esta é uma data histórica para lembrar e homenagear os heróis e o acontecimento de relevo, de especial importância e simbologia na História do nosso país e dos portugueses. 

É um “marco simbólico da memória e da cidadania”, importante para a nossa consciência cívica e coesão social, até mesmo pelos direitos, deveres e memórias que encerra. 

Vamos assinalar este momento fundamental da nossa identidade, celebrar a nossa memória colectiva, a nossa afirmação como País e a nossa História, justamente, porque essa é uma forma de renovar a esperança e a confiança, de nos impulsionar para superarmos as dificuldades do presente e construirmos o futuro. 

No caso do nosso concelho, não é possível pensar nesta participação sem recordar a importância político-social da relevante figura histórica do cantanhedense D. António Luís de Menezes, 3.º Conde de Cantanhede e 1.º Marquês de Marialva, considerado como um dos mais importantes vultos da Restauração de 1640 (notabilizou-se no comando das tropas portuguesas nas batalhas das Linhas de Elvas e Montes Claros, que impediram a entrada dos exércitos castelhanos em território nacional). 

Este é mais um motivo que justifica plenamente, a nossa participação nestas celebrações e o nosso empenho na restauração do feriado nacional de 1 de Dezembro. 

No dia 1º de Dezembro, lá estaremos. Lá nos encontraremos… e, quiçá, noutros momentos importantes do programa. 

Bem hajam! 

Viva a Liberdade! 
Viva a Independência! 
Viva a Restauração! 
Viva Portugal! 

Aquele abraço amigo e patriótico, 

Pedro Cardoso 
Movimento 1º de Dezembro: www.facebook.com/1dezembro | www.1dezembro.pt






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A Sociedade Histórica da Independência de Portugal tem a honra de convidar V. Ex.ª para as Cerimónias Comemorativas do Dia 1.º de Dezembro de 2013, evocativo da Restauração da Independência de Portugal, a realizar em Lisboa, de acordo com o programa apresentado.

Dia 1 de Dezembro de 2013

09H30 – HASTEAR DAS BANDEIRAS
Palácio da Independência

10H00 – MISSA SOLENE DE ACÇÃO DE GRAÇAS
Igreja Paroquial de São Domingos

11H30 – HOMENAGEM AOS HERÓIS DA RESTAURAÇÃO
Praça dos Restauradores

12H30 – ASSINATURA DO LIVRO DE HONRA DA SOCIEDADE HISTÓRICA
Palácio da Independência

14H30 – DESFILE DE BANDAS (M1D)
Avenida da Liberdade

17H00 – RECONSTITUIÇÃO HISTÓRICA
Palácio da Independência

17H45 – ARRAIAL DA CONJURA
Largo de São Domingos

18H30 – LiberTUNAS (M1D)
Largo de São Domingos

27 de novembro de 2013

Visita de SAR, o Duque de Bragança à Igreja de "Saint James", em Twickenham, Inglaterra










Visita de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança à Igreja de "Saint James", em Twickenham, Inglaterra, intimamente ligada ao exílio de SS.MM. os Reis Dom Manuel II e Dona Augusta Vitória.


Fonte: Joana Dias Pereira / Créditos fotográficos: "Church of St James"
Publicado por: PPM Braga

26 de novembro de 2013

Jantar dos Conjurados das Reais Associações de Braga e Viana do Castelo



As Reais Associações de Braga e Viana do Castelo têm a honra de convidar V.ª Ex.ª para participar no “Jantar dos Conjurados” que terá lugar no dia 30 de Novembro de 2013, pelas 20h30m, no Restaurante Páteo das Figueiras, Gavião, Vila Nova de Famalicão.

O preço do jantar é 16,00 €.

As inscrições encontram-se limitadas à capacidade da sala pelo que deverão ser efectuadas com a maior brevidade possível, para o e-mail da Real Associação de Braga, sendo bastante a indicação do nome, ou nomes dos participantes e um telefone de contacto, acompanhadas do respectivo comprovativo de depósito ou transferência bancária para o nosso NIB 0036 0038 9910053873550, do Banco Montepio, impreterivelmente até ao dia 27 de Novembro.

Para mais informações contactar por favor a Real Associação de Braga, na pessoa do seu tesoureiro, Dr. Luís Guilherme da Fonseca, através do e-mail: guilherme@agvv.edu.pt, ou para os telemóveis dos Membros da Comissão Organizadora, Dr. João Afonso Machado e Dr. José Aníbal Marinho, respectivamente 926 963 274 e 961 623 905.

25 de novembro de 2013

14º ANIVERSÁRIO DE S. A. O INFANTE D. DINIS DE SANTA MARIA



Para o nosso Infante Bem-Amado pedimos a Deus que lhe dê longa Vida, Saúde, Sucesso, Felicidade e muito Amor.
Desejamos a S.A. O Infante Dom Dinis de Santa Maria que todos os dias o Seu Anjo da Guarda O proteja e guie.

VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!

24 de novembro de 2013

"ACHAR QUERIDO NÃO CHEGA"



O Banco do Bebé e CTT realizaram ontem a Conferência de Imprensa na Loja CTT de Picoas com a presença de S.A.R., a Duquesa de Bragança, Presidente da Assembleia Geral do Banco no lançamento da 2ª edição da campanha de Natal “Achar querido não chega…”, para angariação de bens como leite, fraldas, roupa e produtos de higiene.


A campanha permitirá à Associação dar continuidade ao trabalho desenvolvido até aqui e ao mesmo tempo satisfazer a procura crescente de pedidos de ajuda a crianças recém-nascidas de famílias carenciadas. De Janeiro a Novembro de 2013 o Banco do Bebé já apoiou 1.400 famílias com bebés e crianças entre os 0 meses e os 6 anos de idade e está a acompanhar em domicílio 66 bebés e respectivas famílias, números que revelam um aumento de 35% do número de famílias apoiadas nos últimos dois anos.
Qualquer pessoa que queira doar um destes bens para bebés de famílias carenciadas, tem a partir de hoje e até dia 19 de Janeiro de 2014, Embalagens Solidárias disponíveis em qualquer Loja CTT. Ajude-nos a ajudar.


















23 de novembro de 2013

Lisboa em Dallas



Isto diz muito acerca de quem hoje somos. É o dia da esperada cacofonia acerca do assassinato de Kennedy. Nos jornais, nas estações de televisão e nas redes sociais, não se fala noutra coisa senão no impossível deslindar da responsabilidade do crime. Tal não seria de estranhar, se em Portugal não persistisse a deliberada ocultação de um crime que há 105 anos para sempre mudou a história do nosso país, destruindo o regime constitucional e abrindo o caminho à subversão como forma de exercício do poder do Estado.

Existiram meia dúzia de cópias do Processo do Regicídio, tendo uma delas ido parar às boas mãos do Sr. Afonso Costa. Compreensivelmente, deu-se-lhe o esperado sumiço. Outra, provavelmente desaparecida aquando do estranho assalto à residência de Sua Majestade o Rei D. Manuel II, para sempre terá deixado de poder ser consultada. É possível ainda existir qualquer um dos remanescentes exemplares, seguramente guardado a sete chaves por quem julgue ter o dever de ocultar as responsabilidades criminais e políticas de conhecidos nomes que decoram ruas e praças deste país.

Como quer o sistema ser levado a sério, se passados três regimes desde a subversiva, violenta, ilegal e desastrosa destruição da Monarquia Constitucional, um Processo que já é parte da história - estando mortos todos os envolvidos no crime -, continua sem ser concluído?

A menos que algo exista que possa fazer perigar a segurança desta república, ou por isso mesmo, já é tempo de sabermos a verdade dos factos.

Nuno Castelo-Branco

SAR, DONA ISABEL DE BRAGANÇA E MANOEL DE OLIVEIRA AJUDAM CRIANÇAS DOENTES


Caras de 23 de Novembro de 2013

Fonte: Família Real Portuguesa

22 de novembro de 2013

47º ANIVERSÁRIO DE S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA




Neste dia abençoado por Deus,  desejamos  a Vossa Alteza Real longa Vida, Saúde, Paz, Amor e Alegria junto da Vossa Real Família, Bem-Amada por todos nós.
Que Deus A Guarde e lhe dê toda a força para vencer.

VIVA A RAINHA!
VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!

21 de novembro de 2013

Feira Seiscentista no Palácio da Independência


SAR, DONA ISABEL DE BRAGANÇA VISITOU AS TERMAS DAS TAIPAS


No dia 15 de Novembro, recebemos nas Termas das Taipas, a visita da Exma. Senhora Dona Isabel Inês de Castro Curvello de Herédia de Bragança que destacou a beleza do edifício termal das Taipas. A Taipas Termal presenteou Dona Isabel de Bragança com os recém lançados Sabonetes Termais.

20 de novembro de 2013

FILHAS DA NOBREZA SETECENTISTA NO MOSTEIRO DE AROUCA

Filhas da nobreza_capa - Cópia

Desde há vários anos que o Mosteiro de Arouca tem vindo a ser objecto de estudo por parte de vários investigadores no campo da História e da Arte. Um desses investigadores é o Dr. Afonso Veiga que acaba de acrescentar à lista de publicações suas, relacionadas não só com o Mosteiro de Arouca, mas também com a História local, mais um título. Trata-se de uma obra publicada pelo sector editorial da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda sobre “As filhas da nobreza setecentista no Mosteiro de Arouca”.

A obra com muito boa apresentação gráfica é prefaciada pelo Dr. Paulo Duarte de Almeida do Instituto de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto.

Ao longo desta obra, Afonso Veiga dá-nos a conhecer uma considerável lista de nomes de freiras (e seus ascendentes), oriundas da fidalguia, indicando as datas da sua entrada no Mosteiro de Arouca, do seu noviciado e profissão, bem como os cargos que aí desempenharam e as datas em que faleceram. Nalguns casos indica mesmo a respectiva sepultura onde jazem.

Para obter estes dados o autor serviu-se, além de outras fontes, da consulta do “Livro das Religiosas que professaram no Mosteiro de Arouca”, bem como do “Livro dos óbitos e das sepulturas do claustro e do capítulo” e ainda do “Livro das profissões”.

Além do prestígio e da riqueza que o Mosteiro de Arouca herdara do facto de nele ter vivido a filha de D.Sancho, a rainha Mafalda, a verdade é que ele era também muito procurado pelas “filhas da Nobreza” uma vez que o Mosteiro oferecia condições para uma esmerada educação que implicava instrução sobre leitura, gramática, música, etiquetas e lavores femininos.

Assim se compreende esta grande lista de “Filhas da Nobreza” que deram entrada no Mosteiro de Arouca e cujo estudo feito nesta obra constitui, sem dúvida alguma, mais um importante subsídio para se conhecer a história deste magnífico Mosteiro Cisterciense.

A obra encontra-se à venda na secretaria da Real Irmandade (Mosteiro de Arouca) e nas livrarias locais.

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA NO ADEUS A JORGE DE MELLO



"Foi um homem que fez muito por Portugal e que teve uma grande responsabilidade no desenvolvimento da nossa economia. Foi bastante perseguido e maltratado em certa época, como todos nós sabemos, mas já dizia Camões que nós alegramo-nos mais com a desgraça dos outros do que com o nosso próprio triunfo. A verdade é que Jorge de Mello manteve-se sempre fiel aos seus ideais", recordou S.A.R., O Duque de Bragança.

Lux de 18 de Novembro de 2013


Fonte: Família Real Portuguesa

18 de novembro de 2013

Jantar dos Conjurados 2013



No dia 30 de Novembro próximo decorrerá o tradicional Jantar dos Conjurados, desta feita nas instalações da Voz do Operário na Travessa de São Vicente nº 1, à Graça. Será volante e como sempre presidido por Suas Altezas Reais os Senhores Duques de Bragança, revertendo a margem da receita a favor da obra social desta instituição.


Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte lerá a habitual Mensagem aos Portugueses pelas 20.00hs, seguindo-se o jantar.


Este evento é aberto a todo os associados da Causa Real e aos seus convidados, assim como a todos aqueles que se queiram associar à evocação de uma data marcante da nossa História que assinala o Aniversário da Restauração da Independência de Portugal.


Estão abertas as inscrições na Sede da Causa Real em Lisboa n Praça Luís de Camões, 46 2º Dto 1200-243 Lisboa (ao Chiado), pelo Tel.: 213 428 115 ou pelo correio electrónico secretariado@reallisboa.pt


Os ingressos têm o valor de:
Adultos – 26,00€
Jovens – 16,00€ *

*Os primeiros 100 jovens até 25 anos de idade

17 de novembro de 2013

Importante descoberta para a história da Missão Portuguesa no Sião



Há quase três anos, nos trabalhos de investigação conducentes à publicação de Das Partes do Sião, comemorativa dos 500 anos de relações entre Portugal e a Tailândia, eu e António Vasconcelos de Saldanha estivemos por diversas ocasiões na Igreja da Conceição, em Bangkok, na companhia do Comandante Ing Saravut Dias, o saudoso chefe daquela cristandade luso-descendente. O motivo dessas visitas prendia-se com uma representação de Nossa Senhora da Conceição. Da história da imagem pouco se sabia, pelo que foi necessário recorrer ao cruzamento de testemunhos arquivísticos de diversa proveniência para reunir elementos sobre a sua origem. Em Paris, na biblioteca das Missions Étrangères, localizei cartas de padres franceses, datadas de meados do século XIX, que aludiam à sua existência acidentada. Depois, foi pedida peritagem ao Professor Pedro Dias, que nos ofereceu valiosa informação sobre a quase certa origem goesa da mesma. Pensamos, então, tratar-se da mais antiga imagem votiva portuguesa existente na Tailândia. Porém, recentemente, fui informado de nova como importante descoberta. Datada de finais do século XVII, mercê de peritagem agora realizada por uma equipa de restauradores franceses, a imagem de Nossa Senhora que se encontra presentemente na Igreja do Rosário, em Bangkok, vem engrossar o património de memória da cristandade portuguesa do Sião. Trazida da antiga capital, Ayutthaya, destruída pelos birmaneses em 1767, foi submetida ao longo dos séculos a múltiplos restauros e pintura, dezasseis segundo a equipa de restauro. O trabalho agora realizado restituiu-a à beleza primitiva, permitindo igualmente confirmar materiais, técnicas e antiguidade.






Surge de manifesto que o interesse da imagem não se limita à sua origem portuguesa. O Menino sustenta um globo da orbe terrena, significativamente inscrevendo as regiões do Oriente sob jurisdição apostólica do Real Padroado Português do Oriente antes da intrusão da Propaganda Fide e seus vicários apostólicos. Aos restauradores e artistas, o penhor do nosso agradecimento pelo amor, extrema paciência e maestria demonstrados ao longo da demorada operação.




Miguel Castelo-Branco

Fonte: Combustões

Para a explicitação do bem comum


A legitimidade da representação do todo nacional deve situar-se idealmente num plano mais profundo que o da facção e o da ambição. A resposta a esta procura, atestada por muitos séculos, comprovados os homens, é a hereditariedade. Além destes aspectos, soma-se também a preparação da pessoa do Rei para o desempenho de suas funções. Três das características fundamentais, intrínsecas e exclusivas do regime monárquico para a explicitação do bem comum.

Pedro Correia

16 de novembro de 2013

Emissões Base em Portugal

Emissão base é o termo dado às emissões de selos de tiragem ilimitada que se destinam ao uso corrente. Durante a monarquia, são emissões base em Portugal os selos emitidos nos reinados de D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís I, D. Carlos I e D. Manuel II que possuem as suas efígies:

  • Selo D. Maria II

  • Selo D. Pedro V (cabelos lisos)

  • Selo D. Pedro V (cabelos anelados)

  • Selo D. Luís
  • Selo D. Luís (fita curva)
  • Selo D. Luís (fita direita)
  • Selo D. Luís (perfil)
  • Selo D. Luís (frente)
  • Selo D. Carlos (Diogo Neto)

  • Selo D. Carlos (Mouchon)

  • Selo D. Manuel II
Além destes, podem considerar-se como emissões base os selos de 2 réis e 2,5 réis usados sobretudo para franquiar jornais.

Fonte: A Monarquia Portuguesa