31 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO!


Novo ano ou ano novo?


É da praxe que, ao finalizar Dezembro, se façam contas ao ano transacto. Jornais, rádios e televisões fazem as suas selecções dos eventos e das personagens que, no seu entender, mais marcaram os últimos doze meses. Essas sínteses, sobretudo quando incidem sobre os factos mais dramáticos, ressumam um travo amargo sobre o desarranjo do mundo e a nossa impotência para o consertar.

Também no âmbito das nações e das famílias se procura fazer um apanhado das mais marcantes datas do nosso passado colectivo recente, nacional e familiar. Estes factos, embora mais prosaicos, como nos são mais próximos, são também os que mais nos tocam, porque acontecidos na nossa terra ou família.

É verdade que a doença da vizinha nos afecta mais do que uma tragédia asiática, mas é natural que, não podendo prestar a todos a mesma atenção, nos centremos naqueles que, por estarem mais perto, são o nosso próximo mais próximo. Só por seu intermédio se pode chegar, afinal, ao todo universal. Um amor a todos, que o não seja a alguém, não é caridade, mas uma vã utopia filantrópica.

A nível individual, este tempo de final de ano também convida a uma mais profunda reflexão. Nada se altera, contudo, porque a terminação do ano se modifica: só há verdadeira mudança se houver uma autêntica conversão pessoal. Acreditar que o novo ano é mesmo um ano novo é mera superstição: só a realidade de um novo coração pode renovar a vida e o mundo.

Ninguém pode, sozinho, mudar todo o mundo, mas há algo que todos podemos e devemos mudar: a nossa vida. Se cada um der, agora, esse salto de qualidade, teremos em 2014 famílias mais felizes, um país renovado e um mundo melhor!

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Fonte: I online

28 de dezembro de 2013

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança orador de honra numa tertúlia promovida pelo Embaixador da Hungria



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Magyar borral kívántak boldog karácsonyt a portugál királyi ház fejének


Egy szekszárdi Ó vörös cuvéevel – Dúzsi Tamás pincészetéből –, kívántak boldog karácsonyt a portugál királyi ház fejének a hétvégén megrendezett királyi borkóstolón, melyet a lisszaboni magyar követség dísztermében tartottak.

A rendezvényt Konkoly Norbert nagykövet nyitotta meg, majd Senhor Dom Duarte de Bragança, a portugál királyi család feje mondta el köszöntő beszédét, ahol a családi tradíciókról beszélt. Ezt követően ifjabb Dúzsi Tamás portugálul mutatta be a szekszárdi pincészetüket és boraikat.
– Fenséges! – mondta a portugál királyi ház feje, amikor megkóstolta a Dúzsi pincészet borait.

Az eseményen, mely rendkívül jó hangulatban telt, mind az étkek, mind a borok egymással harmóniában voltak, részt vettek a sajtó és szállodák képviselői, illetve a legjelentősebb portugál lapok képviselői is. A magyar nagykövetségen a Dúzsi borok mellett még a tokaji nedűket kóstolhatták meg a meghívott vendégek, melyekhez a Zalai kisiparosok sajtjaiból, a Mayer Ottó féle bivaly kolbászból és a magyar libamájas szendvicsekből válogathattak.


Fonte: TEOL

SAR, O Senhor Dom Duarte de Bragança convidado para uma Prova de Vinhos Real na Embaixada da Hungria

Királyi borkóstoló, Uma prova de vinhos Real






Fenséges! - Ezt mondta tegnap Dom Duarte de Braganca, a portugál királyi ház feje, amikor megkóstolta nálunk a Dúzsi pincészet borait. Ezúttal is egyetértünk vele! :)

“Majestoso!” – Dom Duarte de Bragança ontem na Embaixada depois de provar os vinhos húngaros da Adega Dúzsi. Estamos de acordo! :)

27 de dezembro de 2013

Apresentação Oficial da TV Monarquia Portuguesa




Apresentação da TV Monarquia Portuguesa que ocorreu na passado dia 21 de Dezembro de 2013 em Coimbra.

SAR, O Senhor Dom Duarte de Bragança no Almoço de Conjura do Principado da Beira, em Coimbra

S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança




Diogo Tomás, presidente da Juventude Monárquica Portuguesa




S.A.R. Dom Duarte de Bragança ladeado pelos presidentes das Reais Associações de Viseu e da Beira Litoral, Álvaro de Meneses e Fábio Reis respectivamente.




O trio maravilha da TV Monarquia Portuguesa: José Bastos, José António Moreira e César Braia.


Joaquim Costa e Nora, presidente da Real Associação de Coimbra


O melhor câmara men do Mundo! Hugo Pinto, da TV Monarquia Portuguesa.




O Discurso do Rei


Fonte: PPM Braga

26 de dezembro de 2013

SS. AA. RR., Os Duques de Bragança em Vila Viçosa nas Comemorações do 8 de Dezembro

 

 A Igreja Católica celebrou no dia 8 de Dezembro o dia da Imaculada Conceição. Uma festa que se situa no início do ano litúrgico, Tempo do Advento, iluminando o caminho da Igreja rumo ao Natal do Senhor.

A grande peregrinação anual ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição, neste dia de Solenidades da Imaculada, Padroeira de Portugal, tendo-se realizado a Eucaristia às 11h presidida pelo Arcebispo de Évora, D. José Alves, e pelas 15h a procissão pelas ruas de Vila Viçosa em honra de Nossa Senhora. Um ato de fé que contou com a participação de várias confrarias e irmandades, D. Isabel de Herédia de Bragança, centenas de cavaleiros vindos de Estremoz, peregrinos vindos de vários pontos do país, em busca das bênçãos da Mãe da Igreja, milhares de pessoas encheram as ruas de Vila Viçosa, registando-se um maior número de crentes neste ano, que se deslocaram ao magnífico Santuário da Padroeira de Portugal.












22 de dezembro de 2013

A (des)graça do Natal


Não nos deixemos iludir pela publicidade: o Natal foi um desastre! Sim, uma vergonha! Não foi, de modo algum, aquela festa bonitinha que comercialmente nos querem impingir. Se há algum acontecimento histórico que tem sido falsificado na sua realidade factual esse é, sem dúvida, o nascimento de Cristo, há mais de dois mil anos. 

Os habitantes de Belém não foram nada acolhedores. Apesar da hospitalidade ser tão prezada entre os orientais, não houve quem desse guarida à Mãe de Jesus, ninguém que se compadecesse daquela jovem mulher prestes a dar à luz o seu Filho. Não há uma única porta que se abra aos rogos de Maria, às súplicas de José, aos vagidos, ainda imperceptíveis, do Menino que está para nascer. Ninguém se comove, nem sequer na hospedaria, onde era suposto haver algum recanto onde pudessem descansar, mas onde também não há lugar para eles. 

Também não parece que os parentes de Maria se tenham portado da melhor forma. Por ocasião do nascimento de João Baptista, o filho de Zacarias e de Isabel, Maria fez uma longa viagem para acompanhar esta sua prima no final da sua gravidez e durante o nascimento do seu filho. Mas agora, quando é o Filho de Maria que está para nascer, Isabel e Zacarias não estão a seu lado, apesar de saberem que vai ser dado à luz o tão desejado Messias. 

Se é para Belém de Judá que se dirige o jovem casal, é precisamente porque José era da casa e família de David, aí sediada. Contudo, nenhum dos seus familiares – e muitos deveria haver na zona – o recebe em sua casa, nem apoia a sua mulher, naquela dramática circunstância. Por isso, o Filho de David nasce num palheiro, tal qual um sem-abrigo. 

Também a prestação de Deus foi, pelo menos, discutível. Permitiu um édito de César Augusto, que impôs o recenseamento de cada família, no lugar de onde era oriunda a sua estirpe. E foi esta ordem imperial que obrigou à deslocação de Maria e José, nas vésperas do nascimento de Jesus. Será que Deus, na sua omnipotente providência, não poderia ter evitado tão infeliz coincidência? Afinal, que mal teria vindo ao mundo se o édito tivesse sido um pouco antes, ou o nascimento ligeiramente mais tarde, de forma a que os dois factos não ocorressem em datas tão próximas?! 

Não satisfeito com esta surpreendente falta de previsão, Deus permite a existência de Herodes que, temeroso de que o recém-nascido possa fazer perigar o seu trono, obriga-O, bem como a seus pais, a uma longa e penosa viagem para o Egipto, onde se exilam e onde não consta que aquela desventurada família tivesse morada ou meios de subsistência. Como estrangeiros, estariam equiparados aos escravos e, como tais, teriam que aceitar todas as humilhações e os piores trabalhos. 

Mas as desgraças natalícias não ficam por aí. Quando, depois, o rei Herodes se dá conta de que aqueles que o deveriam levar até ao verdadeiro Rei dos Judeus o não fazem, decide, em desespero de causa, mandar assassinar todas as crianças, nascidas em Belém, com menos de dois anos de idade. 

Que desastre, o Natal! E é este horror, tingido com o sangue dos inocentes e a imensa dor das suas famílias, que a Igreja e o mundo insistem em recordar?! É esta desgraça que, festivamente, celebramos todos os anos, no dia 25 de Dezembro?! Que sentido tem a recordação de um tão infeliz acontecimento, que melhor seria esquecer do que comemorar?! 

Sim, no Natal tudo correu mal. Mas essas são apenas as linhas tortas pelas quais o Pai do Céu escreve direito, porque «todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus» (Rm 8, 28). Com efeito, mais importante do que todas essas desgraças é a graça que Deus nos enviou, abençoando-nos no amor de Maria e José e, sobretudo, entregando-Se-nos no sorriso de um bebé. 

Feliz Natal!

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada

Fonte: Povo

19 de dezembro de 2013

E eles continuam por aí.



Em texto de Rodrigues Cavalheiro, « História Parcial e História Verdadeira », mais uma vez deparo com a criminosa aliança maçónica entre pseudo monárquicos e republicanos. Diz este antigo professor de História dos Liceus Camões e Gil Vicente: " Nunca é demais acentuar que não foi apenas contra o passado distante, pretendendo deformá-lo e diminuí-lo a seu bel-prazer, que se encarniçou o ódio vesgo do liberalismo monárquico e republicano e da sua mentora máxima, a Maçonaria.Também em relação a épocas mais próximas, essa acção corrosiva e consciente se desenvolveu diligentemente contra factos e contra figuras que aos interesses da ideologia revolucionária da execrada seita não convinha que passassem à posteridade".

Alude, evidentemente, às figuras de D. Carlos e do " seu último e fiel Presidente do Conselho " que foram objecto de feroz e persistente campanha difamatória, " em deterioração histórica ", falsificadora da verdade.
É essa verdade, ainda hoje não reposta, em mentira monstruosa, que há que restituir, apontando o dedo aos seus criminosos autores, que deixaram entre nós semente venenosa, a qual tem livremente germinado sem qualquer oposição.

Cristina Ribeiro

O sonho que falta



O grande e incontornável problema das esquerdas e direitas de hoje: há cifras, há contas, mas não há ideias. O drama de Portugal resume-se a isso: não há uma ideia, um partido de ideias, um sonho para o futuro. Está o país derrancado na contemplação do vazio. Há quem pretenda preencher o vazio com ruído, protestos, indignações. Contudo, falta a ideia que provoque o repicar dos sinos do coração, que ajunte e exprima colectivamente a vontade desta gente em não desaparecer do palco da história. Falta a unidade que não se discute, falta o Nós que restitua a coragem, a segurança e a vontade de viver. Falta, em suma, um Rei a Portugal.


Miguel Castelo-Branco


Fonte: Combustões

18 de dezembro de 2013

A História como Herança


É sabido que Sua Alteza Real, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro do Trono de Portugal, Rei de jure de Portugal, é descendente directo de El-Rei Dom Afonso Henriques, fundador do Reino. É sabido que, por isso mesmo, descendente da maioria dos Reis de Portugal, pois rigorosamente sabemos que não é de todos! Sim, sabemos disto tudo.
Mas que significado tem ser-se descendente do primeiro Rei de Portugal e de tanta Ilustre Gente que atravessou gerações e gerações para que chegássemos ao presente?
Não se trata apenas de se ser descendente de personalidades que fundaram e expandiram Portugal, trata-se do significado intrínseco da existência de Portugal como Nação emancipada ao Reino de Leão e Castela, no tempo de Dom Afonso Henriques e posteriormente com a Restauração, em relação a Espanha unificada. Ter a História como Herança, é um acumular de experiência histórica riquíssimo, tanto para o bem, como para o mal. É um facto, que nem toda a História da Monarquia Portuguesa foi brilhante. Portugal sofreu sérios desastres nacionais também nesse tempo. E no entanto, foi o período mais extraordinário de toda a nossa História. Portugal fundou-se na Monarquia, expandiu-se, consolidou-se, projectou a Lusofonia, e os alicerces fundamentais de um Estado de Direito, em Monarquia. Foram 8 séculos de venturas e desventuras, mas como digo, um imenso acumular de experiência, à qual, os Portugueses devem recorrer, para aprender a resolver os seus problemas actuais com elevação e sentido cívico.
Vivemos dias atrozes, de enorme angústia. Na nossa História, passámos inúmeras vezes por situações semelhantes ou ainda piores, e no entanto, os nossos antepassados, foram capazes de se unirem e de erguerem-se, muitas vezes, procurando soluções que, na maioria dos casos, nos trouxeram dias melhores.
Uma Nação com estes séculos de História, como Portugal, é bem mais do que um simples adjectivo (República Portuguesa); tendo a História como Herança, trata-se de um Reino que se quer restaurado, reerguido, para proveito da res publica dos Portugueses.
Muitos Povos, com uma História tão ou mais antiga que a nossa, foram capazes de manter uma tradição secular, ligada à Instituição Real. Outros, actualmente, estão a pensar seriamente em restaurar suas Monarquias. Numa época, como a que estamos a viver, com um sentimento de esgotamento e sem perspectivas quanto ao nosso futuro, é tempo de uma nova Aclamação, aquela que nos trará o Herdeiro da nossa História, para a Chefia do Estado, e será a melhor garantia do nosso futuro.
Ter uma Monarquia, não é apenas uma questão de Hereditariedade. Aliás é bom recordar que todos nós somos uma consequência de uma Hereditariedade! Não se trata de ter uma Família Real a liderar o País. Trata-se de ter uma visão a longo prazo, e pensar que ter um Rei, uma Rainha e uns Infantes Herdeiros, será a partir do presente, preparar o futuro. A Monarquia garante, além da Democracia, estabilidade, responsabilidade, patriotismo, sentido de Estado, transparência na política, e repito mais uma vez, uma res publica com futuro garantido. Se desde o século XVI, os nossos Reis eram considerados os Protectores da República, então seguramente, teremos na Instituição Real, a melhor protecção do nosso bem comum. Chamemos pois o Herdeiro da História. Chamemos pois Aquele que tem a História como Herança. Aclamemos, pois, Dom Duarte de Bragança!

17 de dezembro de 2013

DUQUES DE BRAGANÇA - Mostram com orgulho os filhos já crescidos



Uma vez mais cumpriu-se a tradição. Como todos os anos na noite de 30 de Novembro, véspera do Dia da Restauração, realizou-se o Jantar dos Conjurados. Desta vez, o local escolhido foi a Voz do Operário, na Graça, em Lisboa. A chegada dos duques de Bragança ao local, decorado com muitas bandeiras monárquicas, foi um autêntico motivo de festa.


Para esta noite de especial significado para a dinastia de Bragança e para Portugal (uma vez que assinala a data do fim do Domínio Filipino em 1640),D. Duarte Pio e D. Isabel fizeram questão de levar os três filhos, que acabaram por ser também eles o centro das atenções.


Visivelmente orgulhosos dos infantes, os duques mostraram a todos os monárquicos como os filhos já estão crescidos. O príncipe Afonso de Santa Maria, de 17 anos, a infanta Maria Francisca, de 16, e infante Dinis, duque do Porto, de 14, mostraram-se muito sorridentes.


Depois do discurso do duque (que falou sobre o estado do País e o futuro de Portugal), seguiu-se uma prolongada ovação. Entre palmas, muitos monárquicos gritavam: “Viva o rei”! O cumprimento à família foi outro momento emocionante, com todos os presentes a quererem cumprimentar os duques e os infantes.


Após o jantar, que consistia em sopa, arroz de pato e salada, com pastéis de nata para sobremesa, acompanhados de vinho, a noite contou ainda com a presença de um grupo folclore. A duquesa e os três filhos fizeram questão de participar.


Mais tarde, o espaço transformou-se numa espécie de discoteca, com direito a DJ, ao som de êxitos dos anos 60, 70 e 80, mas também alguns actuais como o Não Me toca de Anselmo Ralph que agradou aos mais jovens que dançaram com os infantes.





Fonte: VIP

16 de dezembro de 2013

MONARQUIA com Sistema Representativo

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Numa verdadeira Casa da Democracia não pode faltar representatividade.
Ora, porque é que os deputados não são eleitos por círculos uninominais?
O presente sistema eleitoral em que os círculos eleitorais correspondem à organização administrativa, não permite aos cidadãos-eleitores elegerem os seus representantes, pois os deputados são escolhidos pelos partidos. Os deputados eleitos pelos actuais 22 Círculos Eleitorais – no continente correspondem actualmente aos distritos, e mais dois círculos nas Regiões Autónomas, e ainda um para os cidadãos portugueses residentes na Europa e outro para os que residentes fora da Europa – representam quem?
O actual sistema proporcional, de círculos plurinominais e do domínio de listas partidárias, é um sistema representativo em que não existe uma relação entre o deputado e o eleitor, e, consequentemente, onde as ânsias verdadeiras das gentes são relegadas para um plano secundário e permutadas pelas conveniências das agendas próprias dos deputados e dos partidos políticos, assim como dos lobbies instalados. É necessário um sistema que permita a escolha dos deputados pelos eleitores, e não exclusivamente pelos partidos, como actualmente.
Tão só com os Círculos Uninominais, o cidadão pode exercer a sua escolha em função de figuras que reconhece e que pode responsabilizar, se for esse o caso.
A eleição dos deputados para o Parlamento deve assentar num sistema de eleição individual, por método maioritário e por meio de círculos eleitorais uninominais.
Com o actual sistema proporcional, a maneira de organizar as actuais listas partidárias cria uma espécie de blindagem, fazendo dos deputados meros representantes dos partidos e não dos eleitores e, em último grau, do Povo. Este sistema que vigora actualmente, preserva a primazia do Estado, assemelhando-se ao velho Estado-Polícia, em que o bem do cidadão, por imposição do Ius Imperium, cedia perante os interesses do Estado.
Distinto, é o sistema dos círculos uninominais que amplia o papel democrático do deputado eleito tornando-o em real representante de toda a comunidade do seu círculo eleitoral, imputando-lhe uma responsabilidade individual perante os seus eleitores correspondentes.
Além do mais, o círculo uninominal cria vagas para candidaturas independentes locais muito relevante para despertar a participação activa de todos os cidadãos na política livre da partidocracia, e, das conveniências salinadas dos partidos políticos tradicionais. Reforçaria, Tal-qualmente, a fiscalização dos que seriam, verdadeiramente, legítimos representantes do Povo. Seria esta uma forma de aproximar o Povo do Parlamento, instituição hoje completamente depreciada aos olhos da população em geral.
Desta forma, seria um avanço de mérito, implementar a eleição dos deputados ao Parlamento por método maioritário e por meio de círculos eleitorais uninominais.
Os cidadãos, também, não têm um mecanismo legal para depor governantes que prejudiquem o País!
O regime político afastou-se tanto da vontade e dos interesses dos cidadãos, que se lhes aparenta completamente alheio.
É necessário, uma verdadeira comunicação entre os cidadãos e aqueles que são eleitos para os representarem. Não se podem continuar cativo de um mundo gasto, embarrancados na imutabilidade, sem poder realizar outro caminho.
É, também, por isso que a Monarquia será uma terapia de choque democrático.
Atente-se o exemplo do Sistema Eleitoral na Monarquia Constitucional Parlamentar Britânica no qual para a eleição dos Membros do Parlamento se estabelece um sistema de eleição individual, por método maioritário e por meio de círculos eleitorais uninominais. E, consequentemente, todos os cidadãos britânicos têm o direito tradicional de pedir para serem recebidos pelos seus Membros do Parlamento, encontro que se verifica no ornamentado Salão Central (Central Lobby). Hoje, nenhum cidadão pode requerer o mesmo no nosso País!
Ora aí está um exemplo de Monarquia de Democracia meritória que queremos ver implementado no nosso País!
Viv’á Monarquia! Viva Portugal!

Miguel Villas-Boas

13 de dezembro de 2013

Presença de SAR D. Duarte, Duque de Bragança no debate “RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA, LUSOFONIA E FUTURO”


Recepção a S.A.R. Dom Duarte de Bragança pelos alunos do ISAG.


Visita de S.A.R. Dom Duarte de Bragança às instalações do ISAG.








Recepção a S.A.R. Dom Duarte de Bragança pela Direcção do ISAG.


Eng.º Abílio da Cunha Vilaça


O Conselho de Direcção, Dr. Joaquim Alberto Hierro Lopes (presidente), Prof. Doutora Elvira Pacheco Vieira e Eng. Abílio da Cunha Vilaça (vogais).


S.A.R. Dom Duarte Duque de Bragança com o Presidente do ISAG Senhor Vitor Costa.




Os populares monárquicos Luiz Correa de Sá e António Moniz Palme.


S.A.R. Dom Duarte de Bragança com a Dr.ª Ana Maria Príncipe, Assessora do Presidente da Conselho de Administração do Hospital São João.


César Braia e Fábio Reis - a TV Monarquia Portuguesa marcou presença no evento.


Debate subordinado ao tema “RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA, LUSOFONIA E FUTURO”.


Debate com S.A.R. Dom Duarte Duque de Bragança e Prof. Doutor António Vilar, moderado por Eng.º Abílio da Cunha Vilaça.




S.A.R. O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança


Prof. Doutor António Vilar




MINIATUNA – Tuna Feminina do ISAG






Taisag - Tuna Académica do ISAG


SAR Dom Duarte de Bragança com a Miniatuna


Fonte: PPM Braga