30 de novembro de 2014

Convite para a apresentação do livro "TIOLOGIAS - Os sobrinhos de Deus e outros textos"


Vergonha nacional

Os políticos devem ter competência técnica mas, sobretudo, idoneidade moral.

Portugal está estupefacto com o facto do ex-primeiro-ministro se encontrar detido e a aguardar julgamento num estabelecimento prisional. É um caso judicial, que competirá às autoridades competentes resolver, mas com uma inegável transcendência histórica e moral.
Não obstante tratar-se da 'Operação Marquês', nem sequer o de Pombal recebeu um tal tratamento quando, por morte de D. José I, foi demitido e desterrado para longe da corte. Mesmo na atribulada história da república, rica em episódios rocambolesco – um governo houve que, por ser chefiado por um homónimo do romancista francês, passou à história como os miseráveis de Victor Hugo … – não consta nada semelhante a este episódio. Tanto mais bizarro quanto, ainda há pouco, se alvitrava o nome do anterior chefe do governo para a grã-cruz da Ordem de Cristo …
Os meios de comunicação social reagiram ao inédito acontecimento com compreensível excitação. Primeiro, foram as câmaras de televisão a registarem imagens da viatura que transportava o ex-primeiro-ministro, entretanto detido, imediatamente depois da sua chegada de Paris. Depois, as fugidias imagens do alegado suspeito, ao chegar e partir, de carro, do campus da justiça. Por último, o seu perfil carregado, entrevisto pelas frinchas de uma janela da alfacinha domus iustitiae que, por ironia do destino, foi pelo próprio inaugurada, quando presidia ao governo.
A notícia, insolitamente escandalosa, suscitou comentários de todo o tipo: desde os que lamentaram o espectáculo montado à volta do caso, até aos profetas da última hora, que agora dizem que desde sempre previram este infausto desfecho. Muitas foram as vozes que se ergueram para o condenarem, mas também houve quem saísse em sua defesa ou, pelo menos, dele se compadecesse.
Abundam as análises forenses, políticas e sociológicas, mas pouco se tem dito do aspecto moral que é, afinal, o essencial. Com efeito, a relevância penal decorre do carácter eticamente reprovável dos actos supostamente praticados. Pode alguém, mais por via de excepção, incorrer em responsabilidade criminal sem culpa moral, nomeadamente por infringir, inconsciente e involuntariamente, normas vigentes. Contudo, a natureza dos factos agora em apreço e que, em sede própria, haverá que provar, indiciam uma crassa imoralidade.
Na literatura cristã medieval, é recorrente o apelo à formação moral do príncipe. Maquiavel subverteu a moralidade pública quando a subordinou a razões de eficácia política. Alguns dos estadistas contemporâneos parecem corresponder a este perfil, sobretudo quando, desprezando os valores morais, tudo reduzem à lógica do poder. Em nome do laicismo, desfizeram-se dos princípios cristãos, mas estes limites, embora entendidos como entraves confessionais ao exercício do poder, eram, afinal, as garantias que defendiam a sociedade da corrupção e da ambição dos aventureiros sem escrúpulos.
A arte da governação deve ser exercida em prol do bem comum e desempenhada por homens bons. Só quem, na sua vida pessoal e social, provou a sua idoneidade moral, deve obter, pelo sufrágio, a confiança do eleitorado. Como disse Francisco Sá Carneiro, «a política sem risco é uma chatice e sem ética é uma vergonha».
É excessivo o rigor puritano dos que, para destruir um possível candidato, são capazes de desenterrar uma sua insignificante veleidade pueril, há muito ultrapassada, mas paga-se cara a temeridade de eleger, para cargos públicos de grande responsabilidade, quem não deu suficientes provas de sabedoria, prudência e honestidade. Não basta calibrar a competência técnica dos políticos: há que avaliar principalmente o seu carácter moral.
Este caso não é apenas um escândalo político, social ou mediático. A ser judicialmente confirmada esta suspeita, será mais grave do que a desonra de uma pessoa, de um partido, de uma ideologia ou de um regime. Mesmo os que são alheios ao regime, à ideologia, ao partido e à pessoa em causa, não podem deixar de sentir esta vergonha como própria. Infelizmente, esta infâmia é de todos nós, porque mancha o bom nome de Portugal.

OBSERVADOR | 2014.11.29

Fonte: Povo

29 de novembro de 2014

REAL ASSOCIAÇÃO DE VISEU CELEBRA A RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

CONVITE 
No dia 1 de Dezembro venha comemorar o Dia da Restauração. 

É, como bem sabe, uma data muito importante para os Portugueses e que os Monárquicos, muito especialmente, celebram. 

O Senhor Dom Miguel de Bragança vem expressamente para nos acompanhar na homenagem aos Restauradores e a esta data de grande significado histórico. 

Acompanhe-nos também. 

Sabemos que para si, estar presente nesta comemoração, é um imperativo de Alma, marcado pelas convicções e valores em que acredita. 

Não precisamos de grandes eventos para aparecermos. Basta-nos dizer não à indiferença e à ausência. Basta-nos dizer sim, estarei presente! 

VIVA O 1º DE DEZEMBRO!! VIVA PORTUGAL !! 

Pela Direcção da Real Associação Viseu 

Álvaro Meneses 

27 de novembro de 2014

SIM, Há Uma Solução: A MONARQUIA!

Foto: SIM, Há Uma Solução: A MONARQUIA!
É notório que o regime republicano já não merece junto dos portugueses o mérito que os seus regimentares reclamam. Como fazer alguém feliz, tudo fazendo para sua infelicidade?!
Hoje, no actual Estado das Coisas republicano, o exercício do poder – rico em subentendidos -, depende de condições múltiplas que escapam ao nosso [cidadão comum] domínio. Ignoramos em que se estriba esse desempenho que mistura intenções e recursos; qual o móbil e o motivo que inspira os actuais políticos; que lobbies contribuem para a produção de listas partidárias; escolhas em concursos públicos; produção legislativa; avenças do Estado; nomeações para cargos superiores da administração pública, etc. No entanto não podem impedir-nos de procurar a resposta, nem de lhes dirigir uma “severa advertência!” para que se desfaça essa “mistura” que não presta homenagem à virtude republicana que incessantemente propagandeiam.
Ora como, muito bem, lembrou Eça de Queiroz, «em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações», pelo que mais necessário, mesmo imperioso, se torna uma figura independente que arbitre as forças partidárias.
O génio da força é estar em relação com as outras forças, mas evitando os contra-sensos, interpretando vontades e sendo reconhecido como o mais «poderoso» para poder gerar consenso – claro que não dominar, mas criar. Todas as forças políticas se afirmam na sua diferença, pelo que o Chefe de Estado não pode ser tendencialmente igual a uma dessas forças. Tem que haver uma figura, papel que só pode ser desempenhado por um Rei, que tenha uma perspectiva geral, abstracta, livre, perdendo de vista o próprio interesse; que tenha uma visão da razão com certeza imediata do que é o melhor para o Estado e não para uma das forças em conflito aberto. O Rei tem a faculdade permanente de possuir os conhecimentos indispensáveis para solucionar os problemas e para, pela mediação, convidar os demais a juntarem-se-lhe para a reflexão necessária, levá-los a reconsiderar os seus motivos e guiá-los à obtenção de um consenso que gere essas mesmas soluções para os problemas imediatos – que não raras vezes dependem totalmente do entendimento para serem dirimidos. E depois, só uma voz neutral tem segurança suficiente para se fazer ouvir, advertir e, em consequência, alcançar, dessa discussão entre contrários, o fim desejado: o bem comum.
Essa liberdade é “o mais” do Rei!
Sim, há uma Solução: a MONARQUIA!

by Miguel Villas-Boas - Plataforma de Cidadania Monárquica


É notório que o regime republicano já não merece junto dos portugueses o mérito que os seus regimentares reclamam. Como fazer alguém feliz, tudo fazendo para sua infelicidade?!

Hoje, no actual Estado das Coisas republicano, o exercício do poder – rico em subentendidos -, depende de condições múltiplas que escapam ao nosso [cidadão comum] domínio. Ignoramos em que se estriba esse desempenho que mistura intenções e recursos; qual o móbil e o motivo que inspira os actuais políticos; que lobbies contribuem para a produção de listas partidárias; escolhas em concursos públicos; produção legislativa; avenças do Estado; nomeações para cargos superiores da administração pública, etc. No entanto não podem impedir-nos de procurar a resposta, nem de lhes dirigir uma “severa advertência!” para que se desfaça essa “mistura” que não presta homenagem à virtude republicana que incessantemente propagandeiam.

Ora como, muito bem, lembrou Eça de Queiroz, «em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações», pelo que mais necessário, mesmo imperioso, se torna uma figura independente que arbitre as forças partidárias.

O génio da força é estar em relação com as outras forças, mas evitando os contra-sensos, interpretando vontades e sendo reconhecido como o mais «poderoso» para poder gerar consenso – claro que não dominar, mas criar. Todas as forças políticas se afirmam na sua diferença, pelo que o Chefe de Estado não pode ser tendencialmente igual a uma dessas forças. Tem que haver uma figura, papel que só pode ser desempenhado por um Rei, que tenha uma perspectiva geral, abstracta, livre, perdendo de vista o próprio interesse; que tenha uma visão da razão com certeza imediata do que é o melhor para o Estado e não para uma das forças em conflito aberto. O Rei tem a faculdade permanente de possuir os conhecimentos indispensáveis para solucionar os problemas e para, pela mediação, convidar os demais a juntarem-se-lhe para a reflexão necessária, levá-los a reconsiderar os seus motivos e guiá-los à obtenção de um consenso que gere essas mesmas soluções para os problemas imediatos – que não raras vezes dependem totalmente do entendimento para serem dirimidos. E depois, só uma voz neutral tem segurança suficiente para se fazer ouvir, advertir e, em consequência, alcançar, dessa discussão entre contrários, o fim desejado: o bem comum.

Essa liberdade é “o mais” do Rei!

Sim, há uma Solução: a MONARQUIA!

Miguel Villas-Boas 

26 de novembro de 2014

Por fim, toda a verdade sobre Jesus Cristo!

Depois do Jesus casado, é agora a vez do Jesus papá … e vem aí o vovô Jesus!

É fatal como o destino: de tempos a tempos, invariavelmente, descobre-se um raríssimo manuscrito do século I, com revelações bombásticas sobre Jesus Cristo; um novo heterónimo de Fernando Pessoa, encontrado pela mulher a dias, ao limpar a fecundíssima arca do autor da Mensagem; e um post-it no frigorífico, autografado pelo Nobel português, que dá depois azo a uma volumosa obra póstuma, original e inédita.
Este parece ser o caso do sensacional livro que o Sunday Times anunciou, com grande destaque, e que tem por autores Barrie Wilson, professor de estudos religiosos da Universidade de York, em Toronto, no Canadá, e Simcha Jocabovici, escritor e jornalista israelo-canadiano. Ao que parece, esta promissora obra acaba de chegar às nossas livrarias,just in time para o Natal.
Esta nova versão «histórica» de Cristo é, convenhamos, pouco original pois, contrariando a tradição evangélica de Jesus celibatário, ascético demais para os gostos modernos, copia Dan Brown, o romancista casamenteiro que patrocinou o enlace matrimonial do filho de Nossa Senhora com Maria Madalena.
A novidade está agora nos dois filhos havidos desse casamento. Não sei se se trata de dois rapazes, de duas raparigas ou de um de cada, ou seja, aquilo que antes se chamava, muito burguesmente, um casalinho. Também não sei se esta inesperada geração do Messias e da sua putativa mulher, sem ofensa, tem alguma coisa a ver com a bonificação que, em sede de IRS, é agora dada às famílias, por cada filho a seu cargo. É que, como é sabido, as coisas não estão fáceis para ninguém …
Se um Jesus casado já contradizia a verdade histórica dos Evangelhos e dos mais sérios e científicos estudos biográficos sobre Cristo, de que é principal referência o Jesus de Nazaré, em três volumes, de Bento XVI, este Jesus papá, provavelmente de pantufas, embora menos atraente do que o revolucionário Che Guevara, augura promissora continuidade num próximo episódio, digno de fazer concorrência ao Pai Natal: o vovô Jesus.
O novo livro baseia-se, ao que consta, num «Evangelho perdido» que, a bem dizer, é infeliz até no título porque, se depois foi encontrado, dever-se-ia chamar o «O Evangelho perdido e achado», não vá o leitor ficar, também ele, perdido. Ou então apelidar-se, tal como o filho mais novo da conhecida parábola, «O Evangelho pródigo», que o é, aliás, em inverosímeis disparates.
É de estranhar a co-autoria de um jornalista israelo-canadiano. Um jornalista é, em princípio, um cronista da actualidade, não um historiador de acontecimentos de há dois mil anos. E, já agora, porque se afirma israelo-canadiano? Quanto ao canadiano, tudo bem, mas a precedente referência parece indiciar o seu alinhamento ideológico com a política de Israel e, nesse sentido, contrário ao Cristianismo e à sua presença na Terra Santa. Se assim for, esta obra mais não é do que uma expressão pseudocientífica dessa mesma beligerância.
Entre nós, outro artesão do mesmo ofício, famoso pelas suas piscadelas de olho à teologia, deu a Jesus alguns irmãos, todos igualmente filhos de Maria, à qual atribuiu várias imaculadas conceições (?!), por ignorar que um tal privilégio respeita à concepção da própria virgem e não à sua maternidade, que foi única e exclusivamente de Jesus. É o que dá, quando alguém se mete a fazer ciência teológica e nem sequer sabe as verdades mais elementares do catecismo …
A banalidade destas «descobertas», que de científico nada têm, tem contudo uma vantagem porque, quanto mais insistem na aparente vulgaridade de Cristo, mais adensam o seu mistério. De facto, se Jesus de Nazaré era, apenas, um homem comum, carpinteiro de profissão, casado e pai de dois filhos, como explicar que, mais de dois mil anos depois, o seu nome e a sua mensagem suscitem tanta aversão – a religião cristã é, actualmente, a mais perseguida no mundo – e, sobretudo, tanto amor?!

P. Gonçalo Portocarrero de Almada
OBSERVADOR | 14/11/2014

Fonte: Povo

25 de novembro de 2014

15º ANIVERSÁRIO DE S. A. O INFANTE D. DINIS DE SANTA MARIA



SUA ALTEZA SERENÍSSIMA O INFANTE Dom Dinis de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael Francisco João, 4º duque do Porto, nasceu a 25 de Novembro de 1999.

Para o nosso Infante Bem-Amado, que hoje celebra o seu aniversário, pedimos a Deus que lhe dê longa Vida, Saúde, Sucesso, Felicidade e muito Amor e desejamos que todos os dias o Seu Anjo da Guarda O proteja e guie.

VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!

24 de novembro de 2014

Dia 104 – Do asco

Bem tentou a carteira impedir-me por todos os meios de escrever esta crónica. Usou de argumentação científica, literária, abusou de golpes baixos, enfim, o costume. Que já todos escreveram sobre o mesmo, que é repetitivo, que nunca terás a força de um verdadeiro escritor, que não conseguirás atingir as almas.

Não sei. Não quero saber. Sai-me das entranhas, esta. Das más. Aquelas que nos viram as tripas. Que nos nauseiam e nos tiram o sono. A alguns, claro, e tenho a pouca sorte de ser um deles. Deixei de ver televisão, mas sempre me chegam notícias pela Internet e sinto asco, asco e mais asco. As náuseas que não tive na gravidez. Deve ser castigo.

Há anos que vemos, lemos e sabemos das promíscuas vizinhanças, ou melhor, da partilha de cama e mesa (com roupa lavada) entre poderes económicos e políticos e das amancebações (não existe a palavra, paciência, inventei) com empresas de advogados. Sem pudores nem remorsos.

Tudo tem um preço e cada vez mais baixo. Não existe país, não existe Nação, não existe Língua, existe uma oportunidade de negócio. A prostituição de uma Pátria. Vendem-se os pais, os avós, a língua, a terra, o património, a História a troco de um passaporte, um prato de lentilhas, um honoris causa, uma condecoração. 

Honras a quem traiu, vendeu, sabujou, calou. Calúnias a quem resiste. Chegamos a pensar que estamos sós, que estamos doidos, apontam-nos como ultrapassados por não percebermos a utilidade (traduza-se por dinheiro nos bolsos) da coisa. Estranham não cedermos ao marketingbem delineado da pertença a um qualquer suposto bem maior.

Roubar, mentir, vender-se, vender outrem, vender património ao deus-dará, delapidá-lo, descaracterizá-lo, cometer genocídio de todos quantos vivem fora do centro do poder, passaram a ser os mandamentos deste mundo a que não quero pertencer.

O asco não se resume a este canto. É vírus bem mais potente que qualquer Ébola. Assistimos a igual ou parecido (embora pareça sempre pior aqui, porque nem a justiça funciona) por todo o Mundo. 

A guerra, a corrupção, a violência, a violência gratuita, os negócios com a guerra, os negócios com as riquezas das Nações dos outros, as perseguições, os abjectos usos de crianças nas podridões de sociedades sem consciência.

Passei a vida a dizer à filha “com o mal dos outros posso eu bem”, ou “se X se atirasse a um poço também se atirava?”… a propósito do eterno argumento infantil de que os outros também fazem, ou podem, ou fosse o que fosse. Mantenho o argumento. Gosto de dormir tranquila. Infelizmente, dormir tranquilo, para muitos, é dormir abraçadinho à ganância e tomar o pequeno-almoço com ela, porque pagou.

Assusta. Conseguimos antever um futuro, não o que desejámos, mas o imposto por obscuros tempos. Uma coutada de alguém. Em rigor, negamos, mas até já somos.

Pensei em fugir. Ir para outro canto, bem longe. Mas este canto é também meu, foi dos meus, herdei deles uma visão muito própria do que somos. Porque hei-de fugir? Porque não ficar e resistir? Porque não acreditar que somos mais do que marionetas?

O melhor comprimido para a náusea provocada pelo asco são os pequenos momentos, no dia-a-dia, que nos fazem acreditar haver ainda gente boa e sã, apesar da visão diariamente imposta de inúmeras montanhas que nos atrofiam e nos parecem inultrapassáveis.

Nem que seja por um. Portugal tem oitocentos e setenta e um anos. Só precisa de quem o continue a amar. Um amor vindo das entranhas. Das boas.



Leonor Martins de Carvalho


23 de novembro de 2014

MONARQUIA - A Cura para os Males Ré Publicanos!

Foto: MONARQUIA - A Cura para os Males Ré Publicanos!
Como escreveu Hegel, “Um homem cai, uma nação enfraquece…”
Portugal só foi grande em Monarquia e na república ficou reduzido, por defeito de regime, a um simples protectorado e os portugueses a meros contribuintes. O decorrer dos anos só tem acentuado as contradições do regime.
Os partidos republicanos com o seu clubismo e caciquismo mergulharam as instituições do Estado numa agonia profunda; assinaram os pactos e os contratos da nossa desdita; e a todo custo, enclausurados numa redoma de privilégios, tentam manter o status quo e mascarar a má qualidade do produto que “vendem” em tempos de eleições. Manifestamente responsáveis pela situação do País, nunca estiveram à altura das enormes responsabilidades que assumiram sem qualquer preparação. Os políticos republicanos não passam de criaturas de carácter corrompido. A sua prática de vida tem por única direcção a conveniência. Os políticos são um caso acabado de cépticos sem sentido de missão que procuram enriquecer. Não há, hoje, princípio que por eles não seja escarnecido.
- Ó vós, na linda Casa do Povo: escada, porta, rua, estrada!
De facto, em política deixou de haver - se alguma vez o houve em tempos republicanos – sentido de missão. Há uma desqualificação da classe política. O regime coloca os seus próprios apaniguados nos lugares onde devia estar sentado o mérito. O “tu dás, eu recebo!”, não pode continuar. Tiram tudo para eles enquanto subministram o cidadão comum. 
“Ministros da república, da justiça, da guerra, do estado, do mar, da terra: vedes as obrigações que se descarregam sobre o vosso cuidado, vedes o peso, que carrega sobre vossas consciências, vedes as desatenções do governo, vedes as injustiças, vedes os roubos, vedes os descaminhos, vedes os enredos, vedes as dilações, vedes os subornos, vedes os respeitos, vedes as potências dos grandes e as vexações dos pequenos, vedes as lágrimas dos pobres, os clamores e os gemidos de todos? Ou o vedes ou o não vedes. Se o vedes, como o não remediais? E se o não remediais, como o vedes? Estais cegos.” - parece que nos podemos socorrer desta prédica do Padre António Vieira in “História do Futuro”, porque assenta como uma luva.
Também já não há neste regímen uma força viva e operante!
Não há mais hipótese de actuar dentro do corrente sistema! Não é possível navegar nas mesmas águas! Não faltam culpados, mas sobram inocentes. Mantê-los, pois, faz tanto sentido como um ciclista de cartola!
É necessário que o exercício do poder deixe de ser equívoco e passe a ser realizado de acordo, não só com o mínimo ético – que aliás já nem isso é -, mas, ainda mais além, que se identifique com a moral. Não se deve separar nem opor Moral e Política, uma vez que o bem-ser regula sempre o bem-fazer. É necessário apagar a diferença que existe actualmente entre eles. Não pode subsistir o Poder pelo Poder, com a frustração da Moral, mas sim unir-se os dois conceitos, para se alcançar o soberano bem da Nação.
É PRECISO UMA MONARQUIA CONSTITUCIONAL COM UM REI, INDEPENDENTE E MORAL, E UM PARLAMENTO DE MÉRITO!

Autor: Miguel Villas-Boas - Plataforma de Cidadania Monárquica


Como escreveu Hegel, “Um homem cai, uma nação enfraquece…”
Portugal só foi grande em Monarquia e na república ficou reduzido, por defeito de regime, a um simples protectorado e os portugueses a meros contribuintes. O decorrer dos anos só tem acentuado as contradições do regime.

Os partidos republicanos com o seu clubismo e caciquismo mergulharam as instituições do Estado numa agonia profunda; assinaram os pactos e os contratos da nossa desdita; e a todo custo, enclausurados numa redoma de privilégios, tentam manter o status quo e mascarar a má qualidade do produto que “vendem” em tempos de eleições. Manifestamente responsáveis pela situação do País, nunca estiveram à altura das enormes responsabilidades que assumiram sem qualquer preparação. Os políticos republicanos não passam de criaturas de carácter corrompido. A sua prática de vida tem por única direcção a conveniência. Os políticos são um caso acabado de cépticos sem sentido de missão que procuram enriquecer. Não há, hoje, princípio que por eles não seja escarnecido.

- Ó vós, na linda Casa do Povo: escada, porta, rua, estrada!
De facto, em política deixou de haver - se alguma vez o houve em tempos republicanos – sentido de missão. Há uma desqualificação da classe política. O regime coloca os seus próprios apaniguados nos lugares onde devia estar sentado o mérito. O “tu dás, eu recebo!”, não pode continuar. Tiram tudo para eles enquanto subministram o cidadão comum. 

“Ministros da república, da justiça, da guerra, do estado, do mar, da terra: vedes as obrigações que se descarregam sobre o vosso cuidado, vedes o peso, que carrega sobre vossas consciências, vedes as desatenções do governo, vedes as injustiças, vedes os roubos, vedes os descaminhos, vedes os enredos, vedes as dilações, vedes os subornos, vedes os respeitos, vedes as potências dos grandes e as vexações dos pequenos, vedes as lágrimas dos pobres, os clamores e os gemidos de todos? Ou o vedes ou o não vedes. Se o vedes, como o não remediais? E se o não remediais, como o vedes? Estais cegos.” - parece que nos podemos socorrer desta prédica do Padre António Vieira in “História do Futuro”, porque assenta como uma luva.

Também já não há neste regímen uma força viva e operante!

Não há mais hipótese de actuar dentro do corrente sistema! Não é possível navegar nas mesmas águas! Não faltam culpados, mas sobram inocentes. Mantê-los, pois, faz tanto sentido como um ciclista de cartola!

É necessário que o exercício do poder deixe de ser equívoco e passe a ser realizado de acordo, não só com o mínimo ético – que aliás já nem isso é -, mas, ainda mais além, que se identifique com a moral. Não se deve separar nem opor Moral e Política, uma vez que o bem-ser regula sempre o bem-fazer. É necessário apagar a diferença que existe actualmente entre eles. Não pode subsistir o Poder pelo Poder, com a frustração da Moral, mas sim unir-se os dois conceitos, para se alcançar o soberano bem da Nação.

É PRECISO UMA MONARQUIA CONSTITUCIONAL COM UM REI, INDEPENDENTE E MORAL, E UM PARLAMENTO DE MÉRITO!

Miguel Villas-Boas 

22 de novembro de 2014

48º ANIVERSÁRIO DE S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA



S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança nasceu em Lisboa em 22 de Novembro de 1966. 

Até 1976 viveu entre Portugal e Angola e estudou no Colégio das Doroteias.

Em 1976 a sua família mudou-se para o Brasil. Estudou então em S.Paulo, no Colégio de S. Luís, da Companhia de Jesus, até 1988.

Licenciou-se em Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas em 1990. 

Nesse ano regressou a Portugal e iniciou a sua actividade profissional numa empresa financeira, a BMF - Sociedade de Gestão de Patrimónios, S.A. onde esteve até 1995.


Em 13 de Maio de 1995 casou com S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, tendo três filhos: os Príncipes Dom Afonso de Santa Maria, Dona Maria Francisca e Dom Dinis.

Desde 1995 a Senhora Dona Isabel tem realizado colóquios e conferências em vários países. É patrona de algumas instituições, de entre as quais:

· Refúgio Aboim Ascensão - Faro
· Ajuda ao Recém Nascido
· Trissomia 21
· Associação Portuguesa de Miastenia Grave e Doenças Neuro-Musculares
· Ajuda de Berço
· Os Francisquinhos

S.A.R, a Senhora Duquesa de Bragança é Grã-Mestra da Real Ordem de Sta Isabel, Grã-Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Dama Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta.


Neste dia abençoado por Deus, a Real Associação do Médio Tejo deseja a Vossa Majestade longa Vida, Saúde, Paz, Amor e Alegria junto da Vossa Real Família, Bem-Amada por todos nós.
Que Deus A Guarde e Ilumine.

VIVA A NOSSA RAINHA!
VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!

21 de novembro de 2014

Índice de Prosperidade de 2014

Foto: Este gráfico ilustra de forma clara a notícia publicada abaixo.

Apesar da preponderância das monarquias ocidentais nos lugares cimeiros do Índice de Prosperidade, não se pode afirmar que uma mudança de regime por si só poria Portugal entre estes países. Seria aliás uma atitude da pior demagogia, digna do Republicanismo mais primário. 

O gráfico comprova apenas a compatibilidade do regime monárquico com os mais elevados níveis de prosperidade, tal como nos casos da democracia, da liberdade, da transparência e do desenvolvimento humano (ver gráficos nesta página - não deixa de ser uma coincidência que merece melhor análise!), não obstante a insistência contra os factos do Republicanismo mais primário.... 

Da lista de 142 países, apenas 12 (8,5%) são monarquias ocidentais e 11 destes (92%) estão entre os 20 países mais prósperos. De realçar que há três repúblicas no "Top 10". Há sempre excepções!


O Índice de Prosperidade de 2014, do Legatum Institute, que relaciona indicadores relacionados com o rendimento e com o bem estar das populações, reforça a liderança dos países com chefia de estado monárquica.
A Noruega lidera o ranking.

Apesar da preponderância das monarquias ocidentais nos lugares cimeiros do Índice de Prosperidade, não se pode afirmar que uma mudança de regime por si só poria Portugal entre estes países. Seria aliás uma atitude da pior demagogia, digna do Republicanismo mais primário.

O gráfico comprova apenas a compatibilidade do regime monárquico com os mais elevados níveis de prosperidade, tal como nos casos da democracia, da liberdade, da transparência e do desenvolvimento humano, não obstante a insistência contra os factos do Republicanismo mais primário....

Da lista de 142 países, apenas 12 (8,5%) são monarquias ocidentais e 11 destes (92%) estão entre os 20 países mais prósperos. De realçar que há três repúblicas no "Top 10". Há sempre excepções!

Fonte: Causa Real

20 de novembro de 2014

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança nas Celebrações de São Carlos Borromeo


A Real Comissão de Portugal, presidida por S.A.R. o Infante Dom Miguel de Bragança, Duque de Viseu, Presidente de Honra da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, mandou celebrar Missa no dia 4 de Novembro, dia de São Carlos Borromeo, na Basílica de Nossa Senhora dos Mártires, em Lisboa, a que presidiu o Reverendíssimo Cónego Armando Duarte, Capelão desta Ordem.

A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta esteve representada pelo Secretário do Conselho, Dr. João Pedro de Campos Henriques, e pelo Dr. João Freire de Andrade.

Assistiu também à Santa Missa, na qualidade de Grão-Mestre da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, S.A.R. o Sr. D. Duarte de Bragança, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa e Presidente de Honra da nossa Assembleia.

A Festa Litúrgica de São Carlos Borromeo é assinalada todos os anos por se tratar do onomástico do Grão-Mestre, S.A.R. o Infante D. Carlos de Borbón-Duas Sicílias, Duque de Calábria, que este ano comemora o 50.º aniversário da sua elevação ao Grão-Magistério.

Estiveram presentes diversos Cavaleiros da Ordem Soberana e Militar de Malta igualmente Cavaleiros da S.M. Ordem Constantiniana de São Jorge, como é o caso de S.E. o Embaixador Miguel de Polignac, do Conde do Rio Grande, do Eng. António de Mattos e Silva e do Dr. Lourenço Correia de Matos.



19 de novembro de 2014

Torre de menagem do Castelo de Beja entra em colapso

A íncuria de um regime que prefere construir castelos no ar do que preservar o legado de gerações.A Torre de menagem de Beja foi encerrada por perigo de colapso dos varandins, uma situação que já era conhecida desde 2010, vem pôr a nu o total desinteresse nos elementos que definem a identidade nacional.O castelo de Beja sobreviveu a invasões e guerras durante séculos não irá sobreviver à República das bananas.

O historiador e museólogo Leonel Borrela, que se deslocou esta manhã para observar o que se passava,afirmou que a parte da estrutura que ruiu é precisamente aquela “onde as pessoas se posicionam para observar e fotografar Beja”.

Persiste o perigo de derrocada de mais elementos do balcão, os chamados “cachorros” (pedras que suportam o balcão), admitiu Borrela, depois da observação que fez no local. A torre de menagem do castelo de Beja é um dos poucos monumento que sobreviveu intacto desde a sua construção ,ao tempo de D. Fernando, e é a torre de menagem mais alta da Península Ibérica.

Beja 37


Uma derrocada no balcão que ladeia a mais alta torre de menagem da Península Ibérica abriu uma nova ferida no mais emblemático monumento da cidade de Beja, precisamente aquele que mais fascina os artesãos e os poetas populares e eruditos alentejanos.

Na quinta-feira, ao final da tarde, blocos de pedra que pesam centenas de quilos caíram sobre as muralhas que ladeiam a torre de menagem e a entrada para esta que está aberta ao público até às 16 horas: o aluimento deu-se às 17h15.”Ouvi um estrondo que parecia um trovão mais forte”, conta Luís Camacho, que na altura da derrocada estacionava a sua viatura numa das ruas que ladeiam a torre de menagem do castelo de Beja.

Ainda sem saber o que passava, Luís Camacho reparou que um grupo de pessoas no meio de um forte alarido apontavam de braços esticados para o alto da torre. “Reparei que faltava ali qualquer coisa” observa o homem, que mora perto do castelo: a esquina do balcão, que envolve a fortificação a uma altura de cerca de 30 metros, tinha desaparecido.

A desolação era patente. “O meu castelinho está a cair”, lamentava-se Gertrudes Ameixial.

Estava consumada a maior derrocada das últimas décadas no Castelo de Beja, o que contraria a posição assumida pela Direcção Regional da Cultura do Alentejo, quando em 2010 e na sequência do aluimento de uma pedra no balcão dos matacães, o mesmo onde se registou a derrocada de ontem, “não identificou, aparentemente, situações de perigo imediato ou de ruína iminente”.

Como medida de precaução, as subidas ao alto da torre de menagem foram interditadas, uma decisão que terá evitado que a queda de parte do balcão arrastasse consigo pessoas.

O executivo da Câmara Municipal foi alertado do que se estava a passar e de imediato mandou isolar a área afectada pela queda das pedras numa zona de intensa circulação de pessoas e viaturas, sobretudo em dias de mercado ao ar livre, aos sábados.

O município de Beja adianta que já comunicou o ocorrido “às entidades competentes, nomeadamente à Direcção Regional de Cultura do Alentejo, que está a acompanhar a situação”.

Fonte: O manto do Rei

18 de novembro de 2014

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança nas Comemorações dos 500 anos de Foral de Vieira do Minho

A Câmara Municipal de Vieira do Minho comemorou ontem, 15 de novembro de 2014, 500 anos da outorga do Foral pelo Rei D. Manuel I. Foi um momento de aproximação da população Vieirense com sua história e identidade local do concelho.

O programa comemorativo, que contou com a presença de D. Duarte de Bragança, actual herdeiro da Casa Real Portuguesa.

As actividades iniciaram-se pelas 9h00 com animação de rua e desfile das Bandas Filarmónicas de Vieira do Minho e Vilarchão, seguindo-se o acto solene, com o hastear de bandeiras em frente aos Paços do Concelho com Guarda de Honra dos Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho e interpretação do Hino Nacional tocado pela Banda Filarmónica de Vilarchão e Banda Filarmónica de Vieira do Minho e cantado pelo Coro da Universidade Sénior.

A Cerimónia Solene decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho e contou com as intervenções da Presidente da Assembleia Municipal, Drª Neli Pereira, do Presidente da Câmara Municipal, Engº António Cardoso, de D. Duarte Bragança.

A cerimónia terminou com a atribuição do prémio ao vencedor do concurso “Pintar Vieira”. Esta celebração ficou também marcada pela inauguração um monumento evocativo dos 500 anos de Foral.







































































17 de novembro de 2014

Jantar dos Conjurados 2014 - Ponte de Lima


As Reais Associações de Viana do Castelo, Braga e Porto convidam V.ª Ex.ª a participar no “Jantar dos Conjurados” que terá lugar no dia 29 de Novembro de 2014, pelas 20h00m, no Restaurante Fátima Amorim, na freguesia da Correlhã, Ponte de Lima, no qual o Prof. Dr. Pedro Vilas Boas Tavares, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, fará uma intervenção sobre o tema "Para uma releitura dos «papéis» justificativos da Restauração".

O preço do jantar é 18,00 €.

As inscrições encontram-se limitadas à capacidade da sala pelo que deverão ser efectuadas com a maior brevidade possível, para o e-mail da Real Associação de Viana do Castelo, ou para o Fax n.º 258 743 840, sendo bastante a indicação do nome, ou nomes dos participantes e um telefone de contacto, acompanhadas do respectivo comprovativo de depósito ou transferência bancária para o nosso NIB 0045 1427 4002 6139 2424 7, da Caixa de Crédito Agrícola, impreterivelmente até ao dia 26 de Novembro.

Localização:
O Restaurante “Fátima Amorim”, situa-se no lugar de Pereira, Correlhã, 4990-306 Ponte de Lima.
Na estrada N203, direcção Ponte de Lima-Viana do Castelo (por Darque), situa-se à direita da faixa de rodagem, entre a Bombas de Gasolina da BP e da Esso (que estão do lado esquerdo), próximo da Escola EB23 da Correlhã.

Se vem pela auto-estrada A3 (Porto - Valença), sair em Ponte de Lima. Na primeira rotunda seguir em direcção a Ponte de Lima centro, em continuação seguir as placas que indicam Braga, até encontrar uma rotunda (que é a terceira após sair da A3, e onde deverá visualizar o hipermercado Intermarché em frente à sua esquerda e em frente à sua direita o hipermercado Minipreço) e vira à direita (se virar à esquerda segue na estrada N.º 201 em direcção a para Braga, se seguir em frente entra nos acessos às referidas superfícies comerciais), até encontrar nova rotunda, onde deverá virar à esquerda e entrar na estrada N203, direcção Ponte de Lima-Viana do Castelo (por Darque),

Se vem pela SCUT A28 (Porto - Viana do Castelo), após atravessar a ponte sobre o Rio Lima em Viana do Castelo, continuar em frente e entrar na A27 (Viana do Castelo - Ponte de Lima), sair em Arcozelo/Ponte de Lima (Saída 4), em direcção ao centro da localidade, atravessar a ponte nova, na primeira rotunda vira à direita, em direcção a Barcelos, Viana do Castelo (Darque) pela Estrada Nacional N203.

Coordenadas GPS:

Latitude: 41º 44' 41,006
Longitude: 8º 36' 34,125

Lugar de Pereira – Correlhã
4990-306 Ponte de Lima
Tel.: 258 944 081

Para mais informações contactar por favor a Real Associação de Viana do Castelo, através do e-mail: real.associacao.viana@gmail.com, ou para os telemóveis dos Presidentes da Direcção, das Reais Associações de Viana do Castelo e Braga, respectivamente Dr. José Aníbal Marinho, 961 318 001 e Dr. Gonçalo Pimenta de Castro 919 932 154.

16 de novembro de 2014

MONARQUIAS, REPÚBLICAS E DINHEIROS

Foto: MONARQUIAS, REPÚBLICAS E DINHEIROS
‘Tempus fugit! – o Tempo foge!’, já lá dizia o axioma romano. É bem verdade, uma vez que este ano de 2014 não tardará em chegar ao fim, pelo que se torna necessário rever e comparar os ‘Orçamentos de Funcionamento’ das Casas Reais e das Presidências das repúblicas europeias, porque não só o tempo voa como, também, acontece o mesmo com o dinheiro dos contribuintes.
Quando se enunciam as vantagens do sistema de governo monárquico comparativamente com o modelo republicano, não se pode olvidar o argumento económico-financeiro, pois fazendo a análise comparativa entre os gastos das Chefaturas de Estado dos dois regimes, o de república constitucional unitária e o modelo de democracia parlamentar sob forma de Monarquia Constitucional, o último sistema resulta claramente vencedor. 
Sem dificuldade, no plano financeiro, demonstra-se que as repúblicas são muito mais pródigas que as Monarquias – bem mais economizadas.
Comparada com as repúblicas e os seus chefes de Estado, a realeza é relativamente modesta. Os tempos difíceis que se vivem um pouco por todo o lado têm feito com que as casas reais da Europa adoptem uma postura de contenção económica. Além disso, são os próprios Reis, chefes de Estado dos seus países que exigem que a Monarquia siga os princípios da transparência e que se modernize.
O cerimonial é limitado ao básico e não há demonstrações extravagantes. A pompa tradicional é evidente apenas em ocasiões muito especiais, como visitas de chefes de estado estrangeiros, casamentos reais, aniversários importantes e datas comemorativas – porque o Povo assim o espera e porque, como demonstraremos abaixo, esse cerimonial trás vantagens financeiras claras e evidentes.
Em 2014 o orçamento da Casa Real de Espanha é de 7,7 milhões de euros – menos 2% relativamente ao exercício orçamental de 2013. S.M. o Rei Don Juan Carlos I, antes de abdicar, auferiu um salário anual de 220 mil euros; a Rainha 130 mil (45%/salário Rei); o Príncipe das Astúrias, Don Felipe ganhava 100 mil euros/ano; a princesa das Astúrias, Dona Letizia 35% do salário do Rei, isto é, 77 mil euros – menos de metade do que receberia como Pivô da TVE; por fim a Infanta Elena tinha um salário de 25 mil euros/ano.
Com a Abdicação do Rei Don Juan Carlos I e a Proclamação do novo Soberano El-Rey Don Filipe VI, esses cortes mantêm-se e os novos soberanos passaram a auferir a verba antes destinada a Don Juan Carlos e Doña Sofia, que passam a auferir bastante menos do que anteriormente; Doña Leonor, a nova Princesa das Astúrias só auferirá o seu salário a partir dos 18 anos e a Infanta Elena perdeu o vencimento. 
Por cá, o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa para 2014 é de 14,683 milhões de euros. Assim, da acareação entre o Orçamento de Funcionamento da Casa Real Espanhola e o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa chega-se à seguinte conclusão: a primeira custa quase metade da segunda.
O território português tem uma área territorial de 92.090 km2 com uma população de 10.487.289 de habitantes. Já o Reino de Espanha tem uma área de 504.030 km2 e possui uma população de 47.265.321 habitantes. Mensurem-se as dimensões dos dois Países e do número de habitantes e retirem-se as devidas conclusões: a presidência da república Portuguesa tem um custo por cada Português de 1,40 euros, enquanto a Casa Real espanhola tem uma incidência sobre cada Espanhol de 0,16 euros.
Já as Monarquias do Reino da Dinamarca e do Reino da Suécia têm cada uma o mesmo custo anual de 12 milhões de euros e no Luxemburgo a Família Grão-Ducal fica-se pelo custo de 8,7 milhões de euros anuais. A Monarquia belga custa 13,7 milhões de euros ao erário público do País, mas, mesmo assim, o novo Rei já ordenou que houvesse uma significativa redução de despesas da Casa Real, pelo que vai começar a ser feita uma indagação para verem onde pode ser cortada mais verba.
Na Monarquia Britânica, em 2014 o Orçamento da Família Real Inglesa será de 42 milhões de euros.
Fazendo a síntese histórica do financiamento da Monarquia Inglesa, antes de 1760, o monarca britânico custeava todas as despesas oficiais com as receitas do seu património, compreendendo os lucros das Propriedades da Coroa. Todavia, o Rei Jorge III, anuiu em entregar essas receitas da Coroa em troca da Lista Civil, acordo que subsiste até aos dias de hoje. Desta forma, o Monarca continua dono e senhorio das Propriedades da Coroa, mas não pode vendê-las; os imóveis passam por sucessão de um Soberano para outro.
Nos nossos dias, os lucros obtidos com as Propriedades da Coroa excedem largamente a Lista Civil e as ajudas de custo da Rainha: no exercício financeiro de 2003-2004, as Propriedades da Coroa produziram mais de £ 170 milhões para o Tesouro, enquanto o financiamento parlamentar da Rainha foi inferior a 40 milhões de libras. Não podemos também esquecer que a Família Real Britânica traz retorno financeiro ao seu País: o nascimento do Príncipe George de Cambridge teve um impacto na economia do Reino Unido - uma vez que estimulou as receitas do turismo com os hotéis de Londres a ficarem esgotados, lembranças, indústria têxtil, e, festividades - de mais de 303 milhões de euros; além disso, as visitas do público ao Palácio de Buckingham geram anualmente, com o pagamento das entradas e a venda de merchandising, uma receita de mais de 50 milhões de libras; também, acontecimentos, como o Trooping The Color, a Abertura do Ano Parlamentar e os Casamentos Reais, originaram enormes receitas entre recordações e turismo. Assim nestes 3 últimos anos de Casamento de William e Kate, Jubileu da Rainha Isabel II e Nascimento e Baptizado Real, estima-se que a Família Real Inglesa deu um retorno financeiro de mais de 6 mil milhões de euros ao Reino Unido.
Assim, relativamente à Lista Civil – como se chama ao orçamento real - da Monarquia britânica, há um Superavit do Input em relação ao Output.
Num breve relance comparativo da Monarquia Britânica, com Países da mesma dimensão internacional, a presidência da república francesa gasta 112 milhões de Euros por ano e a italiana 228 milhões, para já não referir os 1.400 milhões do orçamento de funcionamento presidencial norte-americano, uma vez que sempre foi uma república e, fazendo parte doutra equação, como tal não se coloca aqui a questão.
Parece claro, que, também, neste plano – o financeiro – resulta uma clara vantagem do regímen da Monarquia Constitucional sob o sistema de governo republicano.
Chame-se, pois, O REI! 

by Miguel Villas-Boas - Plataforma de Cidadania Monárquica


‘Tempus fugit! – o Tempo foge!’, já lá dizia o axioma romano. É bem verdade, uma vez que este ano de 2014 não tardará em chegar ao fim, pelo que se torna necessário rever e comparar os ‘Orçamentos de Funcionamento’ das Casas Reais e das Presidências das repúblicas europeias, porque não só o tempo voa como, também, acontece o mesmo com o dinheiro dos contribuintes.

Quando se enunciam as vantagens do sistema de governo monárquico comparativamente com o modelo republicano, não se pode olvidar o argumento económico-financeiro, pois fazendo a análise comparativa entre os gastos das Chefaturas de Estado dos dois regimes, o de república constitucional unitária e o modelo de democracia parlamentar sob forma de Monarquia Constitucional, o último sistema resulta claramente vencedor.

Sem dificuldade, no plano financeiro, demonstra-se que as repúblicas são muito mais pródigas que as Monarquias – bem mais economizadas.

Comparada com as repúblicas e os seus chefes de Estado, a realeza é relativamente modesta. Os tempos difíceis que se vivem um pouco por todo o lado têm feito com que as casas reais da Europa adoptem uma postura de contenção económica. Além disso, são os próprios Reis, chefes de Estado dos seus países que exigem que a Monarquia siga os princípios da transparência e que se modernize.
O cerimonial é limitado ao básico e não há demonstrações extravagantes. A pompa tradicional é evidente apenas em ocasiões muito especiais, como visitas de chefes de estado estrangeiros, casamentos reais, aniversários importantes e datas comemorativas – porque o Povo assim o espera e porque, como demonstraremos abaixo, esse cerimonial trás vantagens financeiras claras e evidentes.

Em 2014 o orçamento da Casa Real de Espanha é de 7,7 milhões de euros – menos 2% relativamente ao exercício orçamental de 2013. S.M. o Rei Don Juan Carlos I, antes de abdicar, auferiu um salário anual de 220 mil euros; a Rainha 130 mil (45%/salário Rei); o Príncipe das Astúrias, Don Felipe ganhava 100 mil euros/ano; a princesa das Astúrias, Dona Letizia 35% do salário do Rei, isto é, 77 mil euros – menos de metade do que receberia como Pivô da TVE; por fim a Infanta Elena tinha um salário de 25 mil euros/ano.

Com a Abdicação do Rei Don Juan Carlos I e a Proclamação do novo Soberano El-Rey Don Filipe VI, esses cortes mantêm-se e os novos soberanos passaram a auferir a verba antes destinada a Don Juan Carlos e Doña Sofia, que passam a auferir bastante menos do que anteriormente; Doña Leonor, a nova Princesa das Astúrias só auferirá o seu salário a partir dos 18 anos e a Infanta Elena perdeu o vencimento.

Por cá, o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa para 2014 é de 14,683 milhões de euros. Assim, da acareação entre o Orçamento de Funcionamento da Casa Real Espanhola e o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa chega-se à seguinte conclusão: a primeira custa quase metade da segunda.

O território português tem uma área territorial de 92.090 km2 com uma população de 10.487.289 de habitantes. Já o Reino de Espanha tem uma área de 504.030 km2 e possui uma população de 47.265.321 habitantes. Mensurem-se as dimensões dos dois Países e do número de habitantes e retirem-se as devidas conclusões: a presidência da república Portuguesa tem um custo por cada Português de 1,40 euros, enquanto a Casa Real espanhola tem uma incidência sobre cada Espanhol de 0,16 euros.

Já as Monarquias do Reino da Dinamarca e do Reino da Suécia têm cada uma o mesmo custo anual de 12 milhões de euros e no Luxemburgo a Família Grão-Ducal fica-se pelo custo de 8,7 milhões de euros anuais. A Monarquia belga custa 13,7 milhões de euros ao erário público do País, mas, mesmo assim, o novo Rei já ordenou que houvesse uma significativa redução de despesas da Casa Real, pelo que vai começar a ser feita uma indagação para verem onde pode ser cortada mais verba.

Na Monarquia Britânica, em 2014 o Orçamento da Família Real Inglesa será de 42 milhões de euros.
Fazendo a síntese histórica do financiamento da Monarquia Inglesa, antes de 1760, o monarca britânico custeava todas as despesas oficiais com as receitas do seu património, compreendendo os lucros das Propriedades da Coroa. Todavia, o Rei Jorge III, anuiu em entregar essas receitas da Coroa em troca da Lista Civil, acordo que subsiste até aos dias de hoje. Desta forma, o Monarca continua dono e senhorio das Propriedades da Coroa, mas não pode vendê-las; os imóveis passam por sucessão de um Soberano para outro.

Nos nossos dias, os lucros obtidos com as Propriedades da Coroa excedem largamente a Lista Civil e as ajudas de custo da Rainha: no exercício financeiro de 2003-2004, as Propriedades da Coroa produziram mais de £ 170 milhões para o Tesouro, enquanto o financiamento parlamentar da Rainha foi inferior a 40 milhões de libras. Não podemos também esquecer que a Família Real Britânica traz retorno financeiro ao seu País: o nascimento do Príncipe George de Cambridge teve um impacto na economia do Reino Unido - uma vez que estimulou as receitas do turismo com os hotéis de Londres a ficarem esgotados, lembranças, indústria têxtil, e, festividades - de mais de 303 milhões de euros; além disso, as visitas do público ao Palácio de Buckingham geram anualmente, com o pagamento das entradas e a venda de merchandising, uma receita de mais de 50 milhões de libras; também, acontecimentos, como o Trooping The Color, a Abertura do Ano Parlamentar e os Casamentos Reais, originaram enormes receitas entre recordações e turismo. Assim nestes 3 últimos anos de Casamento de William e Kate, Jubileu da Rainha Isabel II e Nascimento e Baptizado Real, estima-se que a Família Real Inglesa deu um retorno financeiro de mais de 6 mil milhões de euros ao Reino Unido.

Assim, relativamente à Lista Civil – como se chama ao orçamento real - da Monarquia britânica, há um Superavit do Input em relação ao Output.

Num breve relance comparativo da Monarquia Britânica, com Países da mesma dimensão internacional, a presidência da república francesa gasta 112 milhões de Euros por ano e a italiana 228 milhões, para já não referir os 1.400 milhões do orçamento de funcionamento presidencial norte-americano, uma vez que sempre foi uma república e, fazendo parte doutra equação, como tal não se coloca aqui a questão.

Parece claro, que, também, neste plano – o financeiro – resulta uma clara vantagem do regímen da Monarquia Constitucional sob o sistema de governo republicano.

Chame-se, pois, O REI!

by Miguel Villas-Boas 

Fonte: Plataforma de Cidadania Monárquica

15 de novembro de 2014

SAR, O DUQUE DE BRAGANÇA PARTICIPOU NO I CONGRESSO INTERNACIONAL DE MUSEOLOGIA MILITAR


S.A.R. o Duque de Bragança participou, como membro da Comissão de Honra, no I Congresso Internacional de Museologia Militar, que teve lugar no Auditório da Academia Militar, na Amadora, entre 24 e 26 de Setembro deste ano. O Congresso teve o apoio da Fundação Dom Manuel II.












Publicado por: PPM Braga
Fonte: Museologia Militar / Joana Dias Pereira