31 de maio de 2016

FESTA DO DIA DO VIZINHO NO JARDIM DAS AMOREIRAS



Na próxima sexta-feira dia 3 de Junho a Real Associação de Lisboa estará representada com um espaço de exposição na “Festa do Vizinho” que decorre no Jardim das Amoreiras entre as 12,00hs e as 22,00hs.

S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança pelas 18,30 marcará presença com uma visita a esta festa promovida pela “Associação Boa Vizinhança” com o apoio da Junta de Freguesia de Santo António e onde se juntam os mais diversos expositores e bancas de diferentes produtos e actividades, com as presenças das instituições desta área de Lisboa, de entidades do terceiro sector, além dos mais variados tipos de animação (musical, artes circenses, poesia etc.).

Desafiamos os nossos associados a visitar este espaço e a nossa banca, apoiando assim esta louvável iniciativa que pretende promover a importância dos vizinhos e das boas relações de vizinhança, apoiando ainda uma IPPS desta comunidade, a Fundação Jorbalán.

Junte-se a nós nesta iniciativa, Não falte!


Fonte: Família Real Portuguesa




30 de maio de 2016

Quando a Ciência crê em milagres…

Para o crente, o milagre é, de certo modo, irrelevante, porque, como sabe que tudo é, de algum modo, milagre, não o espanta que algumas coisas o sejam de uma forma mais espectacular.

Há muito boa gente que pensa que isto dos milagres é mais um artifício clerical para enganar as pessoas simples e as convencer a aderir à supersticiosa religião dos dogmas, dos mistérios e de outras indecentes superstições. Nada mais falso, até porque não é a Igreja, mas sim a ciência, quem acredita em milagres, porque a noção de facto extraordinário decorre da comprovação científica da inexplicável anormalidade de um fenómeno que, por contrariar as leis que regem a realidade, tem que ser forçosamente atribuído a uma intervenção sobrenatural. Só quem conhece, com rigor, as leis a que obedecem os fenómenos naturais pode, portanto, ajuizar uma tal excepção, pelo que a noção de milagre, mais do que religiosa, é essencialmente científica.
Não só o milagre é, por definição, um facto apenas constatável cientificamente como, para um crente, é um acontecimento dispensável. Com efeito, para um fiel, tão milagroso é o nascimento do sol todos os dias como seria, porventura, o seu não aparecimento porque, por força da sua própria fé, acredita que todas as coisas têm, como sua última causa, Deus, a quem tanto dá que o sol descreva todos os dias a mesma órbita ou que, para variar, dela se distancie. Para o crente, o milagre é, de certo modo, irrelevante, porque, como sabe que tudo é, de algum modo, milagre, não o espanta que algumas coisas o sejam de uma forma mais espectacular.
História breve de um milagre recente: no dia de Natal de 2013, o pároco do santuário de S. Jacek, na diocese de Legnica, na Polónia, inadvertidamente deixou cair ao chão uma partícula consagrada, ou seja, uma sagrada hóstia. Segundo a fé cristã, depois da consagração, o pão converte-se no corpo de Cristo, presente real e verdadeiramente na Eucaristia, muito embora a aparência de pão se mantenha inalterada. Como essa presença divina se conserva enquanto se mantiverem as características do pão, quando uma hóstia não pode, por qualquer motivo, ser consumida é colocada num recipiente com água, dentro do sacrário porque, enquanto não se dissolver completamente, a presença de Cristo, segundo a doutrina católica, também se mantém.
Ora aconteceu que, passada mais de uma semana, a dita hóstia, em vez de se dissolver na água, o que costuma acontecer passados dois dias, evidenciava uma coloração sanguínea, que de modo algum podia ser atribuída ao líquido, que era apenas água. Informado o bispo da diocese, tomou este a decisão de ceder, para investigação, algumas amostras daquela hóstia, a uma professora de medicina e a um histopatologista, que fizeram a recolha, sabendo portanto a sua proveniência. Mas os restantes investigadores que, depois, analisaram a hóstia e sobre ela se pronunciaram, desconheciam a sua origem. A conclusão de uns e outros foi unânime: “Na imagem histopatológica descobriu-se que os fragmentos do tecido contêm partes fragmentadas de músculo estriado. O conjunto da amostra é muito semelhante ao músculo cardíaco, com as alterações que acompanham muitas vezes a agonia. Os estudos genéticos indicam a origem humana do tecido”.
No mesmo sentido se expressou, em conferência de imprensa, a 12 de Abril de 2016, a prof. Bárbara Engel, cardiologista, que também declarou que a coloração da hóstia não se pode cientificamente explicar pela eventual acção de bactérias. Depois de realizados estes exames pelos investigadores da Universidade de Breslávia, os mesmos foram repetidos por peritos da Universidade da Pomerânia, em Szczecin, também na Polónia, cujo veredicto foi coincidente: as fibras correspondem a tecidos do miocárdio e aquilo que as envolve é tecido conjuntivo.
Também chamaram a atenção dos estudiosos outras incongruências científicas. O tecido observado apresentava as características exclusivas das fibras não necróticas, ou seja, era um tecido ainda vivo, e mostrava sinais de espasmos rápidos do músculo cardíaco, típicos da fase extrema que precede a morte, a agonia. Por outro lado, tendo a hóstia permanecido uma semana dentro de água, deveria apresentar os efeitos próprios de um organismo que sofreu um processo de autólise, isto é, a autodestruição provocada por acção das enzimas intracelulares, o que, contudo, não aconteceu. Mais ainda, depois de secado naturalmente, o fragmento de cor sanguínea manteve, desde então, o seu aspecto, apesar de não ter sido estabilizado ou conservado a uma temperatura especial. “Isto significa – segundo o parecer do prof. Stanislaw Sulkowski, da Faculdade de Medicina da Universidade de Bialystok – que, se se atribuísse a uma bactéria, o material se teria desintegrado, fragmentado e mudado de aspecto. Qualquer cultura microbiana, ainda que colocada no material mais limpo possível, depois de uma semana tem um aspecto completamente diferente”.
Embora a Igreja seja, por princípio, céptica em relação a milagres ou outros fenómenos sobrenaturais, até porque, nestas coisas, geralmente o que parece extraordinário raramente o é, não pode contudo deixar de neles crer, quando é a evidência científica que os impõe. O milagre é isso mesmo: uma constatação científica que a Igreja se limita a acatar e não uma imposição da Igreja de algo que, por se opor às leis científicas, é contrário à ciência e à razão. A fé cristã é racional: quem não acredita nos milagres que a ciência prova, opõe-se à razão e à ciência e, portanto, à fé. É essa atitude anticientífica que está na base de um certo ateísmo militante e irracional, que alguns confundem com a verdadeira fé. Foi a essa falsa fé que Dostoievsky aludiu quando, referindo-se aos seus conterrâneos, disse que alguns tinham tanta fé que até eram ateus!

Fonte: Observador

29 de maio de 2016

Há 90 Anos Acabava a 1.ª República

O Golpe 28 de Maio de 1926


A lúgubre noite de pesadelo que foi a sanguinolenta 1.ª República acabaria a 28 de Maio de 1926 com o Golpe de Estado iniciado, em Braga, pelo general Gomes da Gosta e por Mendes Cabeçadas, sendo instituída uma ditadura militar que viria a dar origem ao Estado Novo.
O País nunca tinha recuperado do Regicídio e a subsequente revolução que implantou o despotismo nada esclarecido da República Velha sacrificaria o Povo atirando-o para miséria, reprimiria os grevistas com os Capacetes de Aço, coarctaria a imprensa pelo ‘visado pela censura’, lançaria os monárquicos para o Limoeiro depois de ‘julgados’ pelos Tribunais Políticos, desterraria o Patriarca de Lisboa, prenderia e assassinaria padres, assaltaria centros católicos no Porto, ergueria a forca caudina em Campolide para os condenados monárquicos, suspenderia as garantias, e, imolaria toda uma geração de jovens, em holocausto, no altar da Guerra a que chamaram Grande, talvez pela mortandade que provocou, e que custaria a vida de entre Europa e África a 7.500 militares portugueses. Ao todo só em La Lys morreram 1.643 militares portugueses do Corpo Expedicionário e os que não foram mortos ou feitos prisioneiros retiraram desorganizadamente para a retaguarda feita de trincheiras podres de lama e sangue. 200 mil Portugueses foram mobilizados e combateram na Europa e em África, mais de 55.000 no Corpo Expedicionário Português na Flandres. Ao todo, reitere-se, 7.500 soldados portugueses perderam a sua vida e 14.062 foram de alguma forma vítimas da Iª Guerra Mundial, seja como mortos, feridos ou prisioneiros. Além destas baixas foram desmedidos os custos sociais e económicos que tiveram consequências extremas para a capacidade nacional, e, os objectivos que levaram os responsáveis políticos da 1ª República a empurrar a juventude para a guerra saíram gorados em toda a linha.
Fernando Pessoa, em 1919, conseguiu, como ninguém, contar a tragédia em forma de verso:
Anda o Povo a passar fome
E quem o mandou para a França
Não tem barriga para o que come
Nem mãos para o que alcança.

Os ladrões já não andam na estrada,
Moram na pele dos ministros.

Não é português quem come
À custa do português pobre.

Nasceram aqui porque tinham
Que nascer em qualquer parte.

Ninguém odiava o alemão.
Mais se odiava o francês.
Deram-nos uma espada para a mão
E uma grilheta para os pés.

Podiam vender negócios
Sem vender a nossa pele.

É inglesa a constituição,
E a república é francesa.
É de estrangeiros a Nação,
Só a desgraça é (que é) portuguesa.

Venderam Portugal
Para ter dinheiro em notas.
Meteram-nos na guerra a mal
Só para termos derrotas.

Não nos davam de comer,
Nós é que éramos a comida,
Para eles poderem viver
Que lhes estorvava a nossa vida?

Metade foi para a guerra,
Metade morreu de fome,
Quem morre, cobre-o de terra.
Quem se afoga, o mar o some.

A 1.ª República ou República Velha (5/10/1910 – 28/06/1926) foi, também, um período em que a política interna se destacou negativamente pela deliquescência, pelo sistema do partido único, o que em último grau comprovou a impossibilidade de subsistência, por defeito natural, do regímen republicano que foi marcado pela falta de prestígio e enfraquecido por incompetência e impreparação técnica e política, escândalos de corrupção, lutas intestinas, violência, perseguições, censura, nepotismo, favorecimento, privilégio, despesismo, sem que os criminosos que sobraçavam as pastas do poder ministerial assumissem as responsabilidades pelos próprios erros e ilicitude. Afonso Costa, Ministro da Justiça do governo provisório não eleito de 5 de Outubro de 1910, anula as derradeiras eleições do constitucionalismo Monárquico e no programa político de 29 de Agosto de 1911, anuncia o partido republicano como o partido único da República. Aliou-se no governo à família Rodrigues, com Rodrigo a ministro e Daniel como governador civil de Lisboa, a dupla que fomenta a formiga branca. Segundo João Chagas,  a sua obra política é sempre dirigida contra alguma coisa ou contra alguém. Para Machado Santos,  o líder militar da revolução: ‘o mais audaz, o mais inepto e o mais imoral de todos os tiranos.’ Enfim, apenas um daqueles que Antero de Quental, classificou de ‘garotos’ e de ‘raça pérfida’.
Pode ler-se num excerto d’O Jornal, em 1915, da autoria de Fernando Pessoa que descreveu o estado das coisas republicano:
‘A situação de Portugal, proclamada a República, é a de uma multidão amorfa de pobres-diabos, governada por uma minoria violenta de malandros e de comilões. O constitucionalismo republicano, para o descrever com brandura, foi uma orgia lenta de bandidos estúpidos’
Por isso, o Coup… a Revolução se fez sem um tiro, só com um desembainhar de espadas aclamado pelo Povo.
A República Velha foi, portanto, nas palavras do historiador Douglas L. Wheeler a parteira do mais longo sistema europeu de sobrevivência autoritária’.
Entretanto, no que respeita a repúblicas os republicanos, como têm dificuldade em acertar, já vão em três.
Miguel Villas-Boas

28 de maio de 2016

Feira Quinhentista em Torres Novas



Pelo sétimo ano consecutivo, as Memórias da História dão lugar à recriação dos mais importantes momentos do passado de Torres Novas. Este ano, de 2 a 5 de Junho, sob o tema «D. Jaime de Lencastre – no tempo das confrarias», o centro histórico da cidade recua até ao século XVI numa feira quinhentista.
Filho de D. Jorge de Lencastre, marquês de Torres Novas e duque de Coimbra, D. Jaime de Lencastre era neto bastardo de D. João II. Ilustre figura da Casa de Aveiro, que tinha o paço junto a Sant’Iago, Jaime de Lencastre foi padroeiro das quatro paróquias de Torres Novas e exerceu cargos eclesiásticos de relevância junto da corte de D. João III.
Estamos na época dos Descobrimentos, surgia a Inquisição, era o tempo das confrarias, já antigas, e da fundação das primeiras misericórdias. Reinaram D. Manuel I e D. João III. O reino teve prosperidade, consequência das viagens marítimas e das riquezas de África, do Oriente e do Novo Mundo.
A vila vive uma grande agitação com a chegada do novo prior, D. Jaime de Lencastre, futuro bispo de Ceuta. Funda-se o convento do Espírito Santo e anunciam-se novos templos, no rossio do Carrascal erguer-se-á depois um novo convento. Os homens bons do concelho fundam a Misericórdia, reunindo os bens das sete confrarias da vila (Santa Maria do Vale, Santa Maria dos Anjos, S. Pedro, S. Bento, de Jesus, do Salvador e de S. Brás), facto bem revelador da forte rede de coesão social de então. Torres Novas agita-se com a passagem de peregrinos e com a chegada do visitador, que castiga quem vive à margem das normas e vigia os costumes. O povo resiste, divertindo-se com os autos e farsas de António Prestes, dramaturgo torrejano da escola vicentina.
É este o contexto histórico que está na base da edição de 2016 das MH. Através de momentos de recriação, actividades lúdicas, performances musicais e teatrais, será criado um verdadeiro ambiente quinhentista que permitirá uma viagem no tempo repleta de magia, de diversão e de experiências inesquecíveis.
Experienciar a vida quotidiana da época, empunhar espadas na praça d’armas, viver num acampamento militar, cozinhar com os ingredientes e utensílios de antigamente e provar as iguarias nas muitas bodegas do recinto, ou entrar no submundo dos mendigos, doentes e prostitutas são apenas algumas das vivências que lhe propomos para estes quatro dias.
E é para esta viagem a um universo de cores, sons, cheiros e sabores de uma época longínqua que o queremos convidar. Venha viver e experimentar o quotidiano quinhentista no coração de Torres Novas!

27 de maio de 2016

O Rei Dá O Exemplo

Dom Luís I Citação


‘O meu posto de honra é ao lado da Nação. Hei-de cumprir os meus deveres, que o amor das instituições e a lealdade à Pátria me impõem.’ – El-Rei Dom Luís I de Portugal
O Rei dedicar-se-á exclusivamente à Sua Nação, não procurará sofregamente aumentar a dose de pão diário sem olhar a meios. O Rei especializa-se na defesa do bem da coisa comum e dos interesses da Nação. Lembremos o ‘Princípio’ de Tomás de Kempis segundo o qual os maus hábitos podem ser eficazmente combatidos por outros que lhes sejam contrários. Um costume mau é vencido por um costume bom.
O Rei como um livro aberto – em qualquer parte aberta do livro –, sem nunca ser toldado pela sombra da dúvida, orientará todos pela virtude e pela força do Seu exemplo. Não pensará unicamente em si e no presente pois o Seu trabalho aproveitará às gerações futuras. A Coroa visará a consecução do interesse público e não do interesse individual. Assim, o Rei será o dínamo da sociedade.
Miguel Villas-Boas

26 de maio de 2016

Visita à Antiga Ribeira das Naus - Real Associação de Lisboa



No próximo dia 4 de Junho, pelas 10:30, terá lugar uma visita guiada à Antiga Ribeira das Naus com passagem pela Casa da Balança, Bica de D. Miguel I, Capela de São Roque e Dique da Ribeira das Naus.

Esta visita organizada pelo Núcleo Sul do Tejo que decorre no âmbito da rubrica Roteiros Reais da Real Associação de Lisboa será guiada pelo Sr. Comandante José António Rocha e Abreu, tem lugares limitados e um custo de € 5,00 por pessoa. Para esclarecimentos e inscrições contacte-nos para secretariado@reallisboa.pt , pelo telefone 21 342 8115 ou presencialmente na nossa Sede. 

Corpo e Sangue de Cristo

25 de maio de 2016

837 Anos da Bula Manifestis Probatum

Rei Fundador


Em 23 de Maio de 1179, o Papa Alexandre III, através da Bula Manifestis Probatum, reconhece como ‘Rex Portucalensis’– Rei de Portugal – El-Rei Dom Afonso Henriques, então com 70 anos de idade e 51 de governação (pois Portugal tinha ganho a sua Independência e soberania enquanto Estado no 5 de Outubro de 1143).
Na Bula acima referida, o Papa ao aceitar que Dom Afonso Henriques lhe preste vassalagem directa, reconhece não só, definitivamente, a independência do Reino de Portugal, como o Rei de Portugal fica livre de prestar vassalagem ao Rei de Leão e Castela, Imperador de toda a Espanha, porque nenhum vassalo podia ter dois senhores directos.
‘Alexandre III Bispo de Roma e Servo de Deus, ao Caríssimo Afonso, Ilustre Rei dos Portugueses, e aos seus herdeiros, para sempre.
Com claros argumentos está provado que tu, intrépido extirpador dos inimigos do Nome de Cristo e diligente propagador da Fé Cristã, pelo esforço da guerra e por acções de cavalaria, tens prestado multíssimos serviços à tua Mãe, a Sacrossanta Igreja, como bom filho e Príncipe católico, assim deixando aos vindouros nome digno de memória e exemplo a imitar. Deve a Santa Sé amara com sincero afecto os que a Providência Divina escolheu para governo e salvação do Povo, sendo tu Afonso, pessoa ornada de prudência, particularmente dotada de justiça e idónea para reger o Povo. Por isso tomamos a tua pessoa sob a protecção de S. Pedro e nossa e concedemos e confirmamos o teu domínio sobre o Reino de Portugal, com inteiras honras de Reino e com a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que arrancares aos muçulmanos.
Alexander Episcopus’
Estava, assim, reconhecido Dom Afonso I Henriques como Rei de Portugal, o Seu direito às conquistas e estabelecida a independência do Reino sob a protecção de Roma.

Miguel Villas-Boas

24 de maio de 2016

Corpo de Deus na Sé de Lisboa e nas ruas da Baixa



No dia 26 de Maio, Quinta-feira, a Sé Patriarcal de Lisboa acolhe, às 11h30, a celebração da Eucaristia na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, popularmente conhecida como “Corpo de Deus”, presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente.  
Após a celebração, haverá, entre as 13h00 e as 16h00, um momento de adoração do Santíssimo Sacramento. A partir das 17h00, decorre a Solene Procissão do Corpo de Deus, que vai percorrer diversas ruas da cidade de Lisboa e que termina, pelas 18h30, no Largo da Sé, com a tradicional bênção.


23 de maio de 2016

SS. AA. RR., Os Duques de Bragança na apresentação do livro “Os Conjurados de 1640”

CHARLES-PHILIPPE D’ORLÉANS APRESENTA ROMANCE HISTÓRICO A PLATEIA ILUSTRE




“Os Conjurados de 1640” é o título deste segundo livro de Charles-Philippe, um romance histórico, apresentado há dias no Palácio da Independência, em Lisboa.


Charles-Philippe d’Orléans, marido de Diana de Ca­daval, lançou o seu segundo livro. Os Conjurados de 1640 é um romance histórico que conta um dos episódios mais marcantes da independência portuguesa. Não foi, por isso, feito de ânimo leve. “Este livro demorou muito tempo, quase três anos, a escrever. Uma vez selecionado o tema, li 21 livros em diferentes línguas para conhecer bem o clima e o ambiente do século XVII e da invasão espanhola”, explica o autor, salvaguardando: “Não foram três anos de trabalho intenso. Este livro não retirou tempo nem à família nem ao trabalho.” Ainda assim, não esconde que o apoio da mulher foi fundamental: “Foi uma aventura a dois, porque eu preciso do apoio da família, da motivação, da inspiração, da ajuda. Costumo dizer que por detrás de todo o escritor há uma grande mulher. E eu tenho a sorte de ter a Diana, que me ajuda muito.” A duquesa de Cadaval confirma que se sente orgulhosa do marido:“Eu sou uma inspiração para ele no dia-a-dia, em tudo! Somos uma equipa muito boa.”
Orgulhoso estava também o primo, D. Duarte Pio de Bragança, um dos oradores de serviço na apresentação do livro, que aconteceu no Palácio da Independência, em Lisboa. O duque de Bragança aproveitou a oportunidade para elogiar o romance histórico enquanto instrumento de aprendizagem e criticou o sistema de ensino actual. “Este livro está muito bem escrito, transmite bem o espírito da época. Acredito que tem uma grande utilidade e que pode substituir o ensino, porque actualmente ninguém percebe nada da História de Portugal que é ensinada. É preciso que os programas sejam alterados”, defendeu. A esposa, D. Isabel de Bragança, partilha a opinião do marido, sobretudo porque os três filhos do casal estudam actualmente no país. “Hoje é só decorar, decorar e depois não fica nada lá dentro. Acredito que os romances históricos ajudem a sedimentar o que é dado nas aulas. Em relação aos meus filhos, como nós estamos a falar sempre um bocadinho dos temas, eles vão aprendendo”, sorri. Mas garante que isso não é sinónimo de terem sempre boas notas.





Fonte: Caras

22 de maio de 2016

A oposição e as causas fracturantes

Os democratas com ideais humanistas podem confiar nos partidos do centro quando o que agora é governo se aliou à extrema-esquerda, e o líder da oposição foi cúmplice na aprovação de leis antinaturais?

No passado dia 13 de Maio, o parlamento, para festejar o 99º aniversário da primeira aparição mariana em Fátima, aprovou dois projectos de lei provocatoriamente anticristãos: o que autoriza a gestação de substituição, vulgo ‘barrigas de aluguer’; e o que permite, a todas as mulheres, o acesso à procriação medicamente assistida. Só se se acreditar nas agoirentas premonições que os supersticiosos associam à data, se logra explicar a dupla maldição que, naquela sexta-feira 13, se abateu sobre Portugal.
As principais vítimas são, como sempre, as crianças que, a partir de agora, poderão ser concebidas numa ‘barriga de aluguer’, ou obrigadas a coabitar só com a mãe – outra mulher nunca será sua mãe, porque mãe há só uma – e sem pai, ao contrário do que é natural e necessário para o seu saudável desenvolvimento psíquico e emocional.
Não é de estranhar que as ‘barrigas de aluguer’ tenham sido aprovadas com os votos do partido que, embora tendo perdido, por poucochinho, as eleições legislativas, é governo, e com os votos da extrema-esquerda, com excepção dos comunistas – honra lhes seja feita. Mas é lamentável que essa medida tenha contado também com 24 votos, entre os quais os do presidente e de vários vice-presidentes, do partido que ganhou, por poucochinho, as eleições, mas está na oposição. É verdade que o seu grupo parlamentar lhes dera liberdade de voto, mas com a indicação óbvia de reprovarem ambas propostas.
Quanto à procriação medicamente assistida, a contribuição do mesmo partido foi também decisiva para a sua aprovação: 16 votos. Desta vez – vá lá! – o presidente do partido seguiu a orientação do seu grupo parlamentar e não votou a favor, mas não assim alguns vice-presidentes, que votaram com o partido do governo e a extrema-esquerda.
Não é a primeira vez que o maior partido nacional age deste modo incoerente e irresponsável, em termos políticos e éticos, em relação às ‘causas fracturantes’, que o são porque, efectivamente, fracturam as famílias, os partidos (que não em vão o são) e o país. O mesmo tinha acontecido quando, já nesta legislatura, a maioria de esquerda aboliu as taxas moderadoras do aborto e aprovou a co-adopção por uniões do mesmo sexo.
O esquema é sempre o mesmo: alguém avança com uma questão fracturante, invariavelmente apresentada como sendo de inadiável urgência, e o maior partido esconde-se atrás do ‘nim’. Ou seja: faz que sim – como agora, com as barrigas de aluguer – mas diz que não, como disse a direcção do grupo parlamentar.
Mas, para que serve um partido que não toma partido?! Para que serve a oposição, se não faz oposição?! Para que serve a direcção do grupo parlamentar, se o presidente e vice-presidentes do partido são os primeiros a não seguirem as suas indicações?! Se cada deputado vota como lhe dá na real gana, quem defende os mais pobres e necessitados, como são, em ambos os casos, as crianças condenadas a ser inquilinas de uma barriga de aluguer, ou a não ter pai?! Como pode não ficar defraudado quem votou no partido para que seja governo ou, pelo menos, oposição, se afinal não é uma coisa nem a outra?!
É escandalosa a demissão do principal partido político em relação às questões éticas. De facto, quando o tema é politicamente relevante para o partido – pense-se numa moção de confiança ou de censura ao governo, ou na votação do orçamento geral do Estado – não tem qualquer escrúpulo em impor a férrea disciplina de voto, sob a ameaça de um processo disciplinar que pode levar à expulsão. Só se concede liberdade de voto quando a questão é, para a lógica partidária, menor. Isto é como quem diz: nas coisas importantes, o partido decide; mas, no resto, cada um faça o que quiser. Ou seja, para o maior partido político, as questões éticas não têm, pelos vistos, nenhuma importância.
Quando está em causa o interesse partidário, o maior partido político não brinca em serviço, mas se é uma questão de interesse nacional, como a vida, o casamento ou a família, o partido demite-se da sua responsabilidade política e ética de fazer oposição e, com a desculpa da liberdade das consciências, desinteressa-se da questão.
Mas há um eleitorado que preza mais os valores humanistas do que as questões mesquinhas que entretêm a Europa, que se propõe, para breve, regulamentar o uso das torradeiras; ou os Estados Unidos da América, cujo presidente acaba de decidir a que casas de banho devem ir os transexuais, como aqui recentemente referiu Helena Matos, em mais um dos seus brilhantes artigos. Há cada vez mais cidadãos que não se revêm no amoralismo oportunista de quem, incapaz de se opor, com lucidez e firmeza, à extrema-esquerda, acaba por ser, na prática, subserviente em relação à sua agenda radical.
A efusiva saudação de uma deputada social-democrata, que votou a favor das barrigas de aluguer, à dirigente do Bloco, lembrava o beijo de Judas. Com efeito, que pensar de um jogador que faz o jogo da equipa contrária?! Ou de um soldado que combate pelo inimigo?! Leal não parece e, em política, o que parece, é.
Os democratas portugueses que têm ideais humanistas já não confiam nos partidos do centro porque, o que agora é governo, aliou-se à extrema-esquerda; e o líder da oposição é seu cúmplice na aprovação de leis antinaturais. Aos milhares de cidadãos decepcionados com os dois principais partidos, quase só restam duas alternativas: apostar nos grupos políticos mais radicais ou alhear-se da situação.
Não é preciso ser profeta para vaticinar que, se tudo continuar assim, no nosso país acontecerá o que é já uma realidade noutros Estados europeus: as forças políticas moderadas darão lugar a partidos extremistas e a uma crescente abstenção, o que não é, certamente, nada bom para a democracia, nem para Portugal.

Fonte: Observador

21 de maio de 2016

Há 158 Anos Chegava D. Estefânia

Lisboa D. Estefânea em 18 de Maio de 1858 12 horas


Às 12 horas do dia 18 de Maio de 1858, a princesa Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen (o ramo católico da família real de Hohenzollern) chegava a Lisboa para contrair matrimónio com Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Pedro V de Portugal. D. Pedro V, casa-se com a sua alma gémea, mas o feliz casamento é abruptamente ceifado no ano seguinte pela morte da Rainha Dona Estefânia, vítima de difteria.

D. Estefânia


Sendo a saúde pública um dos interesses do casal real, Dom Pedro V, correspondendo à vontade da mulher, fundou o hospital público D. Estefânia, assim como diversas outras instituições de caridade.

20 de maio de 2016

VISITA DE S.A.R., DOM DUARTE À GEORGIA



Tbilisi, 15th May, 2016.

His Royal Highness Prince Davit, Crown Prince and Head of the Royal House of Georgia hosted a birthday Dinner in honour of his visiting Royal guest, His Royal Highness Dom Duarte Pio, The Duke of Braganza and Head of the Royal House of Portugal.  The Duke of Braganza was on a visit to Tbilisi, capital of the State of Georgia.

Accompanied by HRH The Crown Prince of Georgia, and friends, Dom Duarte Pio of Portugal was treated to a superb banquet of traditional Georgian gastronomy and wine, which he very much enjoyed.

Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael was born on 15 May 1945 in Bern, Switzerland, as the first of three sons of Duarte Nuno, Duke of Braganza, and Maria Francisca of Orléans-Braganza. His father was the grandson of King Miguel I, while his mother was a great-granddaughter of King Pedro IV (Emperor Pedro I of Brazil), who was King Miguel I's older brother. Through his father, he is a member of the Miguelist branch of the House of Braganza. Duarte Pio's godparents were Pope Pius XII, Queen Amélie (the mother of King Manuel II, the last monarch of Portugal) and his great-aunt Infanta Adelgundes, Duchess of Guimarães.  

The Royal Houses of Braganza (Portugal) and Bagration Mukhrani of Georgia (Georgia) have excellent and strong ties, which recently resulted in a visit by HRH Prince Davit, to HRH The Duke of Braganza in Portugal, and an exchange of honors between the two Royal Houses.  




The Royal Family of Serbia


18 de maio de 2016

Panamá Papers e a Monarquia, um bom argumento para acabar com a República

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron publicou suas declarações fiscais, onde se diz que os rendimentos no exterior foram declarados de forma adequada. Esta foi a reação do primeiro-ministro David Cameron sobre as alegações de corrupção na sociedade britânica, quando seu nome foi encontrado na chamada Lista Panamá.
Em Portugal o caso é multiplicável por vários factores de 10 , 2 Tb de informação parecem ser divulgados a conta-gotas e a velocidade reduziu substâncialmente quando o caso chegou aos proprietários de alguns meios de comunicação. De alguma forma parece haver algum pudor em divulgar aquilo que a população já conhece há muito tempo: a corrupção é o estado natural da República Portuguesa.
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“Nos últimos anos, vários foram os casos de justiça que envolvem criação, pagamentos ou outra relação com empresas offshores. Muitos deles ainda estão em investigação. A revelação dos Panama Papers cruza-se com alguns dos processos mais mediáticos da justiça portuguesa, desde a Operação Marquês à investigação Monte BrancoVistos Gold, mas também os casos montados a partir dos bancos portugueses que colapsaram: BPN, BPP e BES.
Vários arguidos ou suspeitos nestas acções aparecem referenciados nos Panama Papers, divulgados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ), uma revelação que em Portugal tem sido feita peloExpresso e pela TVI. Ricardo Salgado, Helder Bataglia e João Rendeiro são apenas três exemplos.” in Público
É este um  bom ” argumento para a restauração da monarquia “como afirmou  Anton Bakov.
O caso é que no ” Panamá papers” não há qualquer monarca europeu moderno. Somente políticos, ministros e presidentes , em outras palavras, estas personalidades que estão mais predispostas à corrupção .

17 de maio de 2016

Monarquia & Renovação

The Kings Portugal Monarchy


Toda a sequência dos homens durante o decurso de tantos séculos deve ser considerada como um só homem que subsiste e apreende continuamente’, defendeu Pascal.
Essa ‘Continuidade’ é um dos argumentos que mais qualifica a Monarquia, pois evita as tempestades que podem surgir com uma mudança que ponha tudo em causa e gere instabilidade política e social. A Monarquia evita a ruptura! Na Monarquia não há uma nova ordem que institui uma oposição à ordem anterior, mas uma diferença que qualifica, sem ser radical, mas, também, sem ser igual; existe uma remodelação histórica, um novo sentimento que impulsiona a Nação: não corta com o passado, mas também, não se distancia da vanguarda. É mesmo assim, o novo Rei arreiga-se ao que é estável e fixo proporcionando equilíbrio, mas tenta compreender as metamorfoses da sociedade e o continuo fluxo do desenvolvimento. Não fica atolado, não cristaliza para seu conforto e segurança – ficando inoperante -; evolui, manejando lucidamente a mudança para proveito do Povo e do Estado. O Rei responde ao apelo dos novos tempos, escuta o bom senso,  vislumbra os acontecimentos e faz a transição, a passagem do tempo do velho Rei para o tempo do novo Rei.
A sucessão hereditária não é um óbice à Democracia: o princípio monárquico não prevalece sobre o democrático, mas, ao invés, ainda potencia mais o segundo uma vez que a sucessão hereditária garante uma legitimidade que é a independência face ao poder político que nenhum outro chefe de Estado possui. A Monarquia não provoca oposição insanável entre um Chefe de Estado e governo, assim como não sequestra o Rei como instrumento político de um governo da sua área ideológica.
George W. F. Hegel na sua obra, de 1820, “Elementos da Filosofia do Direito” deu uma fundamentação lógica à Monarquia concertante com a evolução da teoria política contemporânea e da visão cristã da lei natural: um Monarca constitucional, com poderes limitados, cuja função é personificar o carácter nacional e dar continuidade constitucional. Foi essa ideia propedêutica que se desenvolveu nas Monarquias Constitucionais na Europa e no Japão cuja dinâmica de sucessiva procura de melhoramento ofereceu à doutrina de Hegel um enorme campo de irradiação.
Continuando com este argumento que qualifica a sucessão hereditária: só um Rei permite uma evolução – sem quebrar a linha – na chefia do Estado, fruto da substituição geracional. Como, facilmente, se verifica a um presidente advém outro da mesma geração e idade próxima e emérita prosseguindo normalmente, mesmo que de facções ideológicas diversas, a mesma linha de pensamento e acção: cortar fitas e distribuir comendas. Já a um Rei sucede um Rei, que até à hora da sucessão foi um Príncipe herdeiro, de uma geração diferente, educado no seu tempo e nas novas ideias da sociedade. O Príncipe hereditário é, assim, preparado para Reinar na altura certa, compreendendo as mudanças da sociedade, pois viveu-as – a conjuntura é a sua! Existe, de facto, uma verdadeira regeneração. Sem deslocamento de óptica, o novo Rei, é fruto de um longo trabalho de preparação técnica e cultural para assimilar e interiorizar a Sua Nação que encarnará e representará como mais ninguém poderia. O novo Rei não enterra o passado, mas antes lança mão dos bons exemplos dos seus antepassados, adapta-os e ajusta-os à nova realidade. Apesar de acompanhar sempre os tempos, procura manter um percurso lógico sem desprezar a experiência e a lição dos antecessores. A Monarquia é o melhor modelo adaptado a cada época.
Como assinalou o historiador francês Jacques Bainville:
‘A Monarquia é o mais maleável dos regimes, o mais pronto a se renovar, aquele que tem menos medo das ideias e o que menos se encerra na rotina.’
Miguel Villas-Boas

16 de maio de 2016

As Monarquias Constitucionais têm maior capacidade de crescimento económico

Parece um slogan comercial, mas existe evidência neste sentido. Tim Besley da London School of Economics , ex membro da comissão de política monetária do Banco de Inglaterra e o terceiro mais respeitado economista do RU tem um novo estudo com Marta Reynal-Querol na Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona ,“A Lógica da Regra hereditária: Teoria e Evidência”  no qual é demonstrado que passar de um líder não-hereditário para um líder hereditário, aumenta a média de crescimento económico anual do país em 1,03 pontos percentuais por ano, mas apenas quando o governante hereditário está sujeito a algumas restrições no Poder.

'I invested in a completely new economic system for the country, but the instructions are in japanese.'

“liderança hereditária tem sido uma característica importante da paisagem política ao longo da história. Este artigo argumenta que ele pode desempenhar um papel na melhoria do desempenho económico quando melhora incentivos inter-temporais. Nós usámos uma amostra de líderes entre 1848 e 2004, para demonstrar que o crescimento económico é maior em sistemas políticos com os líderes hereditários, mas apenas quando as restrições executivas são fracas.
Esta descoberta é espelhada nos resultados das políticas que afectam o crescimento. Há também evidências de que dinastias terminam quando o desempenho económico dos líderes é pobre sugerindo que regra hereditária é tolerada apenas quando há benefícios políticos. Finalmente vamo-nos concentrar no caso da monarquia onde encontramos, utilizando a regra do primogénito como instrumento para a sucessão monárquica, que os monarcas aumentam o crescimento.”
Ou seja: Monarquias hereditárias com elevada restrição legal (Monarquias Constitucionais) têm maior capacidade de decisão política do que outros sistemas , incluindo democracias, ditadores não-hereditárias, e monarcas hereditários fracos, e isso se reflecte num maior crescimento económico.
Publicado por: o manto do rei

15 de maio de 2016

71º ANIVERSÁRIO DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA


SUA ALTEZA REAL o Mui Excelso, Augusto e Sereníssimo Senhor Dom Duarte Pio Nuno João Miguel Henrique Pedro Gabriel Rafael, por sucessão do seu Augusto Pai, Sua Alteza Real o Príncipe Dom Duarte Nuno (1907-1976) e do seu primo, de Gloriosa Memória, El-Rei o Senhor Dom Manuel II(1889-1932), O Desventurado, e por virtude do presente interregno, 9º Príncipe Real de Portugal,25º duque de Bragança, 22º duque  de Guimarães, 20º duque de Barcelos, 24º marquês de Vila Viçosa, 32º conde de Barcelos, 29º conde de Ourém, 26º conde de Arraiolos, 26º conde de Neiva, 26º conde de Faria e 22º conde de Guimarães. O terceiro de seu nome como representante dos reis de Portugal [D. Duarte (III)]. Grão-Mestre da Ordem de Nossa Senhora de Vila Viçosa, Bailio Grã-Cruz da Ordem Soberana de Malta, engenheiro agrónomo, oficial aviador da Força Aérea Portuguesa, nasceu na embaixada portuguesa em Berna a 15 de Maio de 1945. 
Casou a 13 de Maio de 1995, com a Senhora Dona Isabel de Herédia, e é pai de:
Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, nascido a 25 de Março de 1996 e baptizado em Braga a 1 de Junho de 1996,
Dona Maria Francisca nascida a 3 de Março de 1997 e baptizada em Vila Viçosa em 31 de Maio de 1997
Dom Dinis nascido a 25 de Novembro de 1999 e baptizado no Porto em 19 de Fevereiro de 2000.casou em 1995 com D. Isabel Inês de Castro Curvello de Herédia.



Hoje, S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio de Bragança celebra o seu aniversário.

Os nossos desejos de que esta data seja abençoada por Deus, que a repita por muitos e longos anos na companhia da Família que ama e que a todos nos enche de alegria.

Que Deus O ajude a fazer da Pátria o Reino que todos sonhamos.


VIVA O REI!

VIVA PORTUGAL!