30 de junho de 2016

Festas da Rainha Santa Isabel - 2016



Na Igreja da Rainha Santa


Exposição da mão da Rainha Santa

De 1 a 13 de Julho (das 8.30 às 20.00H, excepto durante os actos litúrgicos)

Dias 1, 2 e 3 de Julho (às 21.30 h):

Tríduo preparatório com a Santa Missa ou Vésperas e pregação pelo Senhor D. Manuel Linda, Bispo das Forças Armadas.

Dia 4 de Julho:

8.00 h - Missa.
11.00 h - Missa da Solenidade de Santa Isabel presidida pelo Senhor Núncio Apostólico.
16.30 h - Missa Solene integrada nas cerimónias anuais da Real Ordem de Santa Isabel, com a participação da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e a presença de Suas Altezas Reais os Senhores Duques de Bragança, D. Duarte e D. Isabel.
18.30 h - II Vésperas.

Dia 7 de Julho (às 18.00 h):

Missa seguida da Procissão penitencial, que conduzirá a Veneranda Imagem da Rainha Santa Isabel para a Igreja do Mosteiro de Santa Cruz.. Chegada à Portagem pelas das 22H, onde haverá saudação pelo Senhor D. Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém, e cântico pelo Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, seguindo-se um espectáculo de pirotecnia.

Na Igreja de Santa Cruz


Dia 7 de Julho

Chegada da imagem pelas 23H

Dia 8 a 9 de Julho (das 8.00 h às 21.00 h)

Exposição da imagem na Igreja de Santa Cruz

Dia 8 de Julho

Missa às 8 h, 9 h, 10 h, 11 h e 17.30 h.

Dia 9 de Julho

Missa às 8 h, 9 h, 10 h e 11 h.
Missa às 18.00 h, seguida da Procissão Jubilar da Misericórdia que conduzirá a imagem da Rainha Santa da igreja de Santa Cruz para a Sé Nova.

Na Sé Nova


Dia 9 de Julho

Chegada da imagem pelas 21H

Dia 10 de Julho

Missa às 9 h e 11 h.
Missa Solene às 15.00 h presidida pelo Senhor D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, seguida de Procissão Solene.
À chegada ao Templo da Rainha Santa, no adro, haverá breve alocução pelo Senhor Bispo de Coimbra e bênção com o Santo Lenho.
Mais informação sobre as procissões em:




28 de junho de 2016

Para que serve esta república?!

A pergunta pode não ocorrer a muitos portugueses, iludidos com outras explicações, incapazes de relacionar o regime que têm com a pouca vergonha que se passa, mas esse é o estado a que chegámos e não por acaso. Tal incapacidade é o fruto programado de três repúblicas que já levamos, diferentes na forma, não na substância.

Chegou agora a vez da Caixa Geral de Depósitos! Foi assaltada, serviram-se dela para satisfazer as necessidades da nomenclatura, a lista de devedores (dívidas eternas) que já se conhece não deixa dúvidas a ninguém. Os contribuintes vão ter que pagar mais um desvario. Imparidades, dizem eles! A parte positiva, se é que há alguma parte positiva na desgraça, é que cai por terra o mito e argumento (comunista) da banca nacionalizada. E já agora todos os mitos e argumentos em favor da bondade do serviço público sobre o serviço privado. Sim, estou a falar da ‘escola pública’, da ‘saúde pública’, dos ‘transportes públicos’, etc. As aspas têm a ver com a propaganda associada a tais expressões. Mas como eu dizia, em república, aquela bondade ainda está por provar. E já lá vão muitos séculos. As coisas pioram e tornam-se mais confusas quando estamos a falar de um país onde é muito difícil separar o público do privado! Tal é a promiscuidade e o compadrio!

Mas adiante. Reformulemos então a pergunta que tem, penso eu, uma resposta imediata: - esta república serve apenas os interesses da sua nomenclatura. Se por acaso contempla outros, é por coincidência ou por necessidade estrita de se manter no poder. Sobre a nomenclatura, o que a ciência política nos diz é mais ou menos o seguinte: - trata-se de uma inevitável excrescência de qualquer revolução, produto da mesma, e que no começo julga servir a comunidade, e como tal é aceite, mas depois acaba a servir-se a si e aos seus. Isto também é inevitável

À pergunta porque é que em monarquia não é assim?! Ou melhor, porque é que em monarquia não é possível assaltar o estado e a partir daí construir uma teia de cumplicidades semelhante a um polvo, a resposta é fácil e não me canso de a repetir: - Porque existe o Rei, por natureza livre e independente, e não pertencendo a qualquer grupo só ele está em condições de defender a república dela própria. Ele pode ser um melhor ou pior chefe de estado, mas nunca será o chefe de uma corporação de interesses. Sejam eles claros ou ocultos. E isso faz toda a diferença num país e no comportamento cívico da respectiva comunidade.


Saudações monárquicas



Fonte: Interregno

26 de junho de 2016

Família Real Portuguesa presente no Casamento da Princesa Alix de Ligne e do Conde Guillaume de Dampierre

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La duchesse de Bragance avec deux de ses enfants Afonso, prince de Beira et la princesse Maria Francisca

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Les mariés avec en arrière-plan le château de Beloeil

25 de junho de 2016

Há 115 Anos – Os Reis Na Madeira

Reis Madeira


Suas Majestades Fidelíssimas os Reis de Portugal D. Carlos I e D. Amélia visitaram a Madeira há 115 anos.
Às 7 horas do dia 22 de Junho de 1901, os Reis de Portugal Dom Carlos I e Dona Amélia chegam à Ilha de Porto Santo. Inserida numa viagem aos Arquipélagos Atlânticos, pela primeira vez um Rei de Portugal visitava as Ilhas da Madeira e dos Açores.
Os Reis de Portugal haviam partido dia 20 de Junho a bordo do Cruzador D. Carlos, escoltados pelos navios da mesma classe São Gabriel e D. Amélia. Exactamente por causa da viagem real, um mês antes, o Príncipe Real Dom Luís Filipe, 22.º Duque de Bragança, em Sessão Real das Cortes reunidas ambas as Câmaras, perante os Pares do Reino e os Deputados da Nação havia jurado a Constituição Política do Reino de Portugal tornando-se assim, aos 14 anos, SAR o 5.º Príncipe Real de Portugal e Herdeiro Presuntivo do Trono.
Em pouco tempo os cruzadores com SS.MM.FF. El-Rei Dom Carlos I de Portugal e a Rainha D. Amélia, alcançaram o Yacht Amélia, onde seguia a Casa Militar do Rei, e um paquete com uma comitiva de 164 pessoas, entre eles muitos jornalistas, que haviam deixado o porto de Lisboa a 18 desse mês.
Não havia na Coroa Portuguesa mais bonita jóia que a Madeira e foi ela o Capítulo Primeiro dos Descobrimentos Portugueses, quando lá chegaram, os cavaleiros à Ordem do Infante, Gonçalves Zarco e Tristão Vaz.
Recebidos os cumprimentos das entidades oficiais Suas Majestades partiram para o Funchal onde aportaram às 14 horas desse dia 22 de Junho de 1901 e o Povo acorreu a ver o casal régio que saudou com manifestações de enorme afeição. A Monarquia é uma instituição que comporta uma carga simbólica sem paralelo; com admiração, o Povo reconhece o valor que ele julga o melhor e o mais poderoso da Nação: o Rei.
Os Reis na Madeira
Seguiu-se um Te-Deum na Sé da capital da Ilha e um Jantar de Gala no Paço. Nos restantes dias, dos 3 que duraria a estada na Madeira, Suas Majestades visitariam a Câmara municipal, a Quinta da Vigia, diversas exposições e presidiriam a um Baile de Gala seguido de fogo-de-artifício – que já nessa altura era cartão-de-visita do Jardim do Atlântico. Dia 25, depois de uma missa campal, de um passeio na Choupana e de uma escalada ao Pico do Infante, os Reis de Portugal partiriam para Santa Maria.
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Numa carta enviada da Ilha da Madeira a Rainha Senhora Dona Amélia, mostrando-se comovidíssima, escreveria:
‘Pela primeira vez a avistei agora e sei que nunca mais a esquecerei o deslumbramento dos meus olhos perante aquele panorama. Chamem-lhe pérola dos mares mas não há comparações que digam tamanha formosura. (…) Nada mais lhe direi da beleza desta ilha, tantas vezes descrita.’
Com entusiasmo, ovações e Vivas aos Reis!, o povo delirava com a presença das pessoas reais e mostrava-o nesse o grito nacional de Povo fiel à instituição real e à independência da Monarquia Portuguesa e do Reino de Portugal.
Miguel Villas-Boas

23 de junho de 2016

HOMENAGEM AOS COMBATENTES

HOMENAGEM AOS COMBATENTES – XXIII ENCONTRO NACIONAL
 10/06/2016



“Estes homens, nos tempos de lutas e de crises,
tomam as velhas armas da Pátria, e vão, dormindo mal,
com marchas terríveis, à neve, à chuva, ao frio,
nos calores pesados, combater e morrer longe
dos filhos e das mães, sem ventura, esquecidos,
para que nós conservemos o nosso descanso
opulento.
Estes homens são o povo, e são os que nos defendem”.
Acabo de ler um trecho de “O Povo”, de Eça de Queiroz.

Bom dia a todos.

Os meus agradecimentos por me dispensarem uns minutos da vossa atenção.
A Constituição da República Portuguesa (CR), apesar de ser a mais extensa que tivemos, desde 1822, não encontrou espaço nos seus 296 artigos e sete revisões, para referir uma única vez a palavra “Nação”- a Nação dos Portugueses.

Já relativamente à palavra “Pátria”, a Constituição é mais pródiga: invoca-a, nada mais, nada menos, do que uma vez, mais concretamente no seu artigo 276, e cito “A defesa da Pátria é direito e dever fundamental de todos os portugueses”!

É sabido que a defesa da Pátria não se faz apenas de armas na mão; essa defesa pode e deve, estender-se a todas as áreas da actividade humana.
Mas convém não esquecer que a defesa armada é o último argumento, que se faz em extremo e pode implicar o sacrifício de bens, sangue e vida.
E, ao ter-se abandonado o Serviço Militar Obrigatório, parece que a defesa da Pátria – esse dever e direito fundamental, segundo a Constituição, ficou direito de todos e dever só de alguns…

A Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas, por sua vez, continua omissa sobre a “Nação”, mas já fala duas vezes em Pátria; no seu artigo 9º repete a fórmula da Constituição; e no Art.º 22 afirma perentoriamente que, “será assegurada de forma permanente a preparação do País, designadamente das Forças Armadas para a defesa da Pátria” (atenção, eu só estou a dizer o que está lá escrito, não confundir com o que se tem feito…).

Ora haver Nação sem Pátria é curto; mas haver Pátria sem Nação, é impossível!…

Porém, não havendo aparentemente, Nação, o Estado, que é justamente a Nação politicamente organizada, representará, então, quem ou o quê?
Ora se o Estado não representar a Nação, não pode sentir a Pátria como sua, tão pouco a entender.

Portugal é, todavia, uma Nação coesa, seguramente desde o tempo do esclarecido Rei, o Senhor D. Dinis; com as mais antigas fronteiras estáveis do mundo, mau grado o esbulho pendente de Olivença; formou um Estado Nacional Português, desde o tempo do preclaro Rei, Senhor D. João II e ganhou consciência que era uma Pátria, senão antes, garantidamente, depois de Camões ter escrito os Lusíadas!

E Camões – que também foi um combatente - não se esqueceu de, neles, referir a Nação – fê-lo, até, por sete vezes – e não foi avaro em relação à Pátria já que a evoca em 35 ocasiões!
E a obra de Luís Vaz – cuja morte neste dia também evocamos - foi-lhe tão superior e transcendente, que ele próprio se enganou ao dizer, pressentindo o fim, que “morria com a Pátria”, antevendo a ocupação castelhana.

O certo é que, a Nação que já era Pátria, sobreviveu aos 60 anos da Coroa Dual Filipina e passou a viver de vida própria, qual fénix renascida!

O que atrás se disse representa, pois, a dissonância existente entre o Estado e a Nação, que é a razão por que nós nos reunimos aqui, desde há cerca de 25 anos, a comemorar o Dia de Portugal, honrando os combatentes, enquanto as figuras que ocupam transitoriamente as cadeiras do Poder – Poder que está hoje, maioritariamente, fora do país – estão sempre noutro lado. E quanto aos combatentes por norma, aos costumes dizem nada.

Essa é também a razão pela qual as Forças Armadas só voltaram a integrar as comemorações oficiais do feriado nacional, há 10 anos, depois delas terem estado arredadas cerca de três décadas.

E caros compatriotas aqui presentes, não somos nós que estamos mal; “eles” é que se afastaram do trilho certo. Do trilho do Dever, da Honra, do Patriotismo, do amor a Portugal.

                                                                         *****

Esta cerimónia, singela mas muito digna, realizou-se sempre sem se pedir um ceitil que fosse, ao Estado e junto a um monumento, em memória dos combatentes, em que nada se pediu, também, ao Estado – aliás, em várias alturas, teve que ser construído com a oposição desse mesmo Estado.

                                                                          *****

Parece que a frase, entre muitas, célebre, do grande português e militar, que foi o Tenente- Coronel Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, de que “Portugal é obra de soldados” passou a estar na moda.
Mas estando ou não, na moda, essa frase foi sempre uma realidade, pois sem soldados – isto é, sem combatentes – não haveria território, a tal “nesga de terra debruada de mar”, no dizer de Torga; não haveria população; não haveria matriz cultural; não haveria segurança, não haveria Justiça, não haveria Bem-Estar, não haveria liberdade.

E quem permitiu e fez isto? Pois foram os soldados, os combatentes, o tal povo, do Eça.
Onde se devem individualizar as mães e as mulheres, pois foram elas que sempre aguentaram a rectaguarda!

Por isso todos nós devemos estar orgulhosos dos nossos combatentes; de quem disse “pronto”, quando chegou a hora; quem lutou quando foi preciso lutar; quem não virou a cara aos sacrifícios; quem não desertou do combate ou, pior ainda, quem traiu a terra que lhe serviu de berço, a terra dos seus pais.
Porque, desgraçadamente, desses sempre os houve e ainda há.

Também deles falam “os Lusíadas” e não há estátuas, nomes de ruas, séries de televisão, condecorações, prémios, branqueamento da História, etc., que possa apagar essa realidade da memória colectiva da Nação.
Pelo menos enquanto restar um português com algum saber, vergonha na cara, coluna direita e bem - querer na alma!

                                                                    *****

Caros compatriotas, o combate não terminou com aqueles que hoje homenageamos e desenganem-se aqueles que julgam que não teremos de guerrear, novamente, ou que o terrorismo é apenas uma expressão de lunáticos contemporâneos, já que a sua origem remonta ao século XI, ao “velho da montanha” e à seita dos hashashin e, modernamente, em termos de terrorismo de Estado, à Revolução Francesa de 1789.

Temos que nos preparar para os combates do futuro.

Os nossos antepassados não andaram a trabalhar, a lutar, a edificar e a expandir o nosso país, desde 1128, para agora estarmos a alienar ao desbarato, a nossa soberania, a nossa nacionalidade, a nossa cultura (onde a língua tem um lugar de destaque), as nossas gentes, o nosso património e a nossa terra.

Para ficarmos escravos de dívidas perpétuas e enredados em leis alheias, iberismos serôdios ou federalismos espúrios; sermos, eventualmente, submersos por vagas de estranhos, cujas matrizes culturais não estejamos aptos a integrar, sem perdermos a nossa; e a caminhar para, a breve trecho, não haver um Km2 de território em mãos portuguesas.

E, outrossim, por nos estarmos a suicidar colectivamente, por via de excesso de emigração, imigração, leis de naturalização erradas, quebra demográfica gravíssima e corrupção galopante.

Finalmente para sermos reféns de organizações sem rosto oficial, de carácter internacionalista e mais ao menos secretas ou discretas, que ninguém elegeu e que transformam, só por si, a Democracia e a Justiça, numa ficção.

E em vez das cinco Quinas passarmos a ter como símbolo o “Deus Mamon”.

Temos de olhar à nossa volta, acordar e reagir!

É que, como disse o tão mal citado Fernando Pessoa, “só existem Nações, não existe Humanidade”.

Caros compatriotas, esta cerimónia destina-se à exaltação da memória dos combatentes, nossos antepassados ou contemporâneos, mas destina-se também, aos que hoje vivem e a quem compete receber e passar o testemunho.

Pois deles é o futuro e, por isso, a quem compete refletir sobre o exemplo dos que caíram ou se sacrificaram no campo, que tem de ser da Honra, enquanto as imperfeições da natureza humana não permitem a erradicação da guerra e outras imoralidades, na eterna luta entre o Bem e o Mal.

Devemos, deste modo, curvar-nos, reverentes e obrigados, junto aos nomes daqueles que estão gravados nos muros deste memorial, que combateram nas últimas das centenas de campanhas ultramarinas que realizámos nos últimos seis séculos (não foram seis décadas…), fazendo jus ao Padre António Vieira que um dia disse que “Deus deu aos portugueses um berço estreito para nascer e o mundo inteiro para morrer”.

Evoco em nome de todos, aquele cujo nome figurou primeiro neste local: o do Subchefe da polícia Aniceto do Rosário, morto em combate, que na iminência de um ataque dos indianos disse ao Governador, “Parta V. Exª descansado que eu não deixarei ficar mal a bandeira portuguesa”.

E não posso deixar de dizer, com todas as fibras do meu ser, que eles lutaram bem, competente e vitoriosamente, numa guerra justa, em termos humanos e que, infelizmente terminou de forma trágica e não merecida.

Nesta luta fizemos frente à maior campanha montada a nível global e mundial, contra a Nação dos Portugueses, desde a Guerra da Restauração.
Nela chegámos a manter 230.000 homens em pé de guerra, em quatro continentes e três oceanos, a combater durante 14 anos, em três teatros de operações enormes, distantes entre si e a então Metrópole – que era a base logística principal – por milhares de quilómetros, sem fazer uso de alianças militares e sem generais ou almirantes importados, o que já não sucedia desde Alcácer-Quibir.

Usufruindo de uma logística notável – basta comparar com o que se passou com a nossa participação na I Guerra Mundial – que já não conseguíamos montar tão bem, desde que enviámos a terceira Armada, à Índia, comandada pelo João da Nova, em 1501!

Abro um parêntesis para destacar a Marinha Mercante, neste esforço logístico, sem a qual não poderíamos ter reagido rapidamente nem sustentado tão longo período de operações.
Hoje, dos 70.000 navios mercantes existentes no mundo, apenas uma dezena são de armadores portugueses e ostentam o pavilhão nacional. Nem meio batalhão conseguem transportar…
Nesta campanha só não conseguimos resistir à miserável invasão de Goa, Damão e Diu, pela União Indiana, em 1961, pela enorme desproporção de forças em presença e pela usual hipocrisia das relações internacionais. Mesmo assim ainda conseguimos pô-la em sentido durante mais de 10 anos – não foi coisa de somenos.
Nova Deli usou o “direito da força” mas nunca teve a força do Direito, nem da Razão!

Toda esta acção, a todos os títulos magnífica, não encontra paralelo em nenhuma campanha contemporânea, mas foi apenas corolário daquilo que o escritor americano, James Michener, disse de nós e cito: “Nesses anos quando um soldado português desembarcava de um dos barcos da sua nação para servir num forte de Moçambique, ou em Malaca, ou nos estreitos de Java, já previa, durante o seu tempo de serviço, três cercos, durante os quais comeria erva e beberia urina. Estes defensores portugueses contribuíram para uma das mais corajosas resistências da História do Mundo”.    

A estes se devem juntar todos aqueles e seus descendentes, que desde a tarde de S. Mamede, acompanharam o nosso pai, Afonso Henriques, e têm mantido o seu legado até aos dias de hoje.
Lembrar o seu exemplo e preservar a sua memória, é tarefa ingente de todos os bons portugueses, pois tal deixou de ser feito na escola, na generalidade dos “média” e quase desapareceu do discurso político a não ser em frases de circunstância, ditas sem convicção.

Em 1582, esse grande patriota que foi Ciprião Figueiredo de Vasconcellos, Governador das Ilhas dos Açores, escreveu ao monarca Habsburgo, que reinava em Madrid e atirou-lhe, “Antes morrer livres que em paz sujeitos” e logo acrescentou, “nem eu darei aos moradores destas ilhas outro conselho, porque um morrer bem é viver perpetuamente”.

Afirmamos hoje, o mesmo, com Esperança e acrisolada Fé, em que consigamos manter a estamina necessária para preservar a nossa terra, Portugal, livre e independente.

Lembro que um combatente só dá baixa para a cova!

Caros compatriotas, vou terminar com a melhor homenagem que podemos fazer a quem combateu e, porventura, morreu na defesa da terra dos nossos antepassados, e por tudo o que tal representa, incluindo o de que o seu sacrifício não possa ser considerado em vão.

Vamos todos em conjunto e em uníssono, darmos um grande e empolgante viva a Portugal.

Viva Portugal.

Viva Portugal!

                                                                       João José Brandão Ferreira
                                                                                   Oficial Piloto Aviador

Fonte: O Adamastor

22 de junho de 2016

SAR, D. Duarte Pio de Bragança esteve presente na Cerimónia de Relançamento do Canal TV Fátima



A TV Fátima é a nova aposta que dois empreendedores do Porto, Pedro Pinto e Paulo Cunha, estão a fazer nos media.
Simbolicamente feita num dia 13 (de Junho), a cerimónia de relançamento do canal de TV na web reuniu cerca de uma centena de responsáveis de instituições, empresários e amigos em Fátima, para lhes apresentar o novo site e os conteúdos do canal.
A TV Fátima está de volta, agora com mais conteúdo, dinamismo e proximidade, para levar Fátima ao mundo.



Fonte: TV Fátima

21 de junho de 2016

Castelo de Almourol, vai acolher a primeira edição da “Festa Templária Almourol”, entre 24 e 26 de Junho



PROGRAMA

Dia 24 de Junho | Sexta-feira

19h00 | 22h00 – Festival de Cozinha Medieval, Restaurantes Aderentes
21h00 – Palestra “Almourol na estratégia medieval de defesa do Tejo. Breve Interpretação”, com a presença do Prof. Dr.º António Balcão Vicente, membro da OSMTH, Auditório do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha

Dia 25 de Junho | Sábado

10h00 – Abertura Oficial da Festa Templária Almourol 2016, Castelo de Almourol
10h00 – Hastear da Bandeira Templária, Castelo de Almourol
10h00 – Instalação da Milícia Templária, Ilha
10h00 – Cortejo de Abertura, Margem Castelo de Almourol
10h00 | 22h00 – Acampamento Templário; Mesa Pedagógica de Armas; Treinos dos Homens de Armas, Ilha
10h00 | 22h00 – Vida na Idade Média, Ilha
10h00 | 23h00 – Personagens Históricas, Castelo de Almourol (Ilha e Margem)
10h00 | 23h00 – Feira de Artesanato e Tasquinhas, Margem Castelo de Almourol
12h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
12h00 | 15h00 – Festival de Cozinha Medieval, Restaurantes Aderentes*
15h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
17h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
19h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
19h00 | 23h00 – Festival de Cozinha Medieval, Restaurantes Aderentes*
21h00 – Dramatização – Vida na Taberna, Margem Castelo de Almourol
22h00 – Espetáculo de fogo de dragão – Lenda da Moura, Escadas de acesso ao cais

Dia 26 de Junho | Domingo

08h00 – Caminhada “No rasto dos templários”, Local de Encontro: Centro Cultural e Desportivo Limeirense
10h00 | 22h00 – Acampamento Templário; Mesa Pedagógica de Armas; Treinos dos Homens de Armas, Ilha
10h00 | 22h00 – Vida na Idade Média, Ateliers de ofícios da Época, Ilha
10h00 | 23h00 – Personagens Históricas, Castelo de Almourol (Ilha e Margem)
10h00 | 23h00 – Feira de Artesanato e Tasquinhas, Margem Castelo de Almourol
12h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
12h00 | 15h00 – Festival de Cozinha Medieval, Restaurantes Aderentes*
15h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
17h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
19h00 – Danças Medievais, Margem Castelo de Almourol
19h00 | 23h00 – Festival de Cozinha Medieval, Restaurantes Aderentes*
21h00 – Dramatização – Vida na Taberna, Margem Castelo de Almourol
22h00 – Cortejo de Encerramento seguido de Arrear da Bandeira Templária, Castelo de Almourol

*Restaurantes Aderentes: Paprika & Açafrão; Ribeirinho; Tasquinha da Aringa; Soltejo; Almourol; Bar do Castelo; Recanto da Barquinha; O Trindade

Fonte: Rádio Hertz

20 de junho de 2016

Beatas Teresa, Sancha e Mafalda



As três Beatas Teresa, Sancha e Mafalda, também chamadas de Raínhas Santas,eram filhas de D. Sancho I (netas de Afonso Henriques).
Nascidas e criadas na Corte, acabaram todas por abraçar a vida religiosa,apesar de duas delas terem chegado a casar.
As suas muitas obras de misericórdia e piedade, levaram a que fossem reconhecidas pelo Povo que, devotamente, lhes dedicou culto desde muito cedo.
Teresa e Sancha são Beatificadas pelo Papa Clemente XI, a 13 de Dezembro de 1705, pela Bula Sollicitudo Pastoralis Offici, celebrando-as Igreja nos dias 17 de Junho e 11 de Abril, respectivamente.
Mafalda é Beatificada pelo Papa Pio VI em Março de 1792 e a sua Festa é no dia 2 de Maio.
B e a t a  T e r e s a  (1177-1250)
Casou com Afonso IX de Leão e teve três filhos (Sancha, Dulce e Fernando), mas o casamento foi considerado nulo por consaguinidade. D. Afonso casa de novo com Berengária de Castela e tem cinco filhos, mas este casamento é considerado nulo pelo mesmo motivo que o anterior.
D. Afonso acaba por declarar guerra ao Rei de Portugal sustentado em supostos direitos decorrentes do casamento desfeito e D. Teresa regressa então a Portugal e recolhe-se no Lorvão onde existia já um convento beneditino que, no ano de 1200, esta reforma numa Abadia Cisterciense e onde toma o hábito. Esta comunidade chegará a ter mais de trezentas freiras.
À morte de D. Afonso, em 1230, abre-se a disputa entre os filhos dos seus dois casamentos, até porque D. Afonso havia deserdado o filho primogénito do segundo casamento e legado o Reino às duas Filhas de Teresa.
D. Teresa intervém nesta disputa e permite que Fernando III de Castela assuma o Trono de Leão.Esta não é aliás a única querela dinástica em que Teresa tem um papel relevante; nos últimos anos da sua vida, foi a sua intervenção que põs um fim nas contendas entre seus sobrinhos D. Sancho II e D. Afonso III.
B e a t a  S a n c h a  (1180-1229)
Assim que toma posse da Vila de Alenquer que seu Pai lhe legou, funda aí dois conventos  – um Dominicano e outro Franciscano- revelando a sua devoção e especial protecção pelas ordens mendicantes. Manda também edificar a primitiva  Igreja do Redondo.
Em 1210, funda em Celas (Coimbra) o Mosteiro de Santa Maria de de Celas da ordem de Cister, o qual segundo a lenda, foi a concretização de um sonho de criança.
D. Sancha, nesta ocasião, mandou vir religiosas de uma pequena comunidade já existente no Lorvão e em Alenquer que tomou sob a sua protecção, com a intenção de fundar uma comunidade monástica. No início, o número de religiosas não ultrapassava uma dezena, mas no séc. XVI ultrapassava já uma centena.
É em Celas que D. Sancha toma o hábito e vive uma vida de austeridade e oração àté à morte a 13 de Março de 1229. D. Teresa, manda então transladar o corpo da Irmã para Lorvão e toma sob sua protecção a Comunidade de Celas.
B e a t a   M a f a l d a  (1195-1256)
D. Sancho I entrega a educação desta sua Filha a D. Urraca, uma das filhas de Egas Moniz, confirmando a confiança que seu Pai depositava nesta família.
D. Mafalda chega a casar com Henrique I de Castela, em 1215, mas o facto deste ser ainda menor e de ter morrido prematuramente, acarreta a dissolução do matrimónio não consumado.
Pela morte de seu Pai Mafalda deveria receber a Vila e Castelo de Seia e Mosteiro de Bouças assim como todos os rendimentos respectivos. Também herdou o direto de usar o título de Raínha enquanto detivesse o Castelo.
Este facto gerou uma contenda com o seu Irmão Afonso II, que temia a divisão do teritório e um enfraquecimento do seu poder, situação que só foi resolvida com Sancho II, em 1223, o qual concede às Tias os rendimentos deixados por seu Pai na condição de que abdiquem dos títulos de Rainha.
Também Mafalda escolheu o recolhimento do Claustro e adaptou o mosteiro  beneditino de Arouca para a Ordem de Cister, onde se consagra e vive até à morte. O seu corpo incurrupto ainda lá se encontra sepultado, sendo a Beata Mafalda padroeira de Arouca (a Raínha Santa integra mesmo o Brasão da Vila de Arouca).
As obras da Igreja serão o destino da totalidade dos seus bens, abrangendo não apenas o Mosteiro de Arouca mas vários outros Mosteiros, assim como as Sés do Porto e Lamego e ainda várias Ordens religiosas.
Ficou conhecida pela sua generosidade e despreendimento e pela atenção ao próximo.
Fonte: Canónigos

19 de junho de 2016

Viagem ao futuro: Portugal em 2066

Depois das eleições legislativas, em que o índice de abstenção ultrapassou os 90%, hoje, 18 de junho de 2066, tomou posse o novo governo constitucional. Muito embora os partidos mais votados tenham sido o progressista e o conservador, cada um com cerca de 20% dos votos, ambos foram incapazes de formar governo, ao contrário da coligação Bloque Animal, constituída pelo Bloque de Extrema Esquerda – antigamente denominado Bloco de Esquerda mas que, para evitar um masculino claramente machista e sexista, alterou o seu nome para Bloque – e o partido dos animais, que conseguiu um resultado histórico, graças ao seu slogan: Não sejas besta e vota no partido dos animais!
As duas forças políticas que, separadamente, perderam as eleições por poucochinho, mas que juntas são agora a nova maioria parlamentar, repartiram entre si as diversas pastas ministeriais, sendo de salientar a criação do ministério dos Assuntos Animais que, segundo comentário do porta-voz do governo, é mesmo bestial. Mas há mais novidades, como a Secretaria de Estado dos Vegetais, a Direcção Geral dos Moluscos, para além do SNAPSC, ou seja, o Serviço Nacional de Apoio Psico-Social às Cagarras, com sede nas Ilhas Desertas.
A nova ministra da Saúde, do Bloque, já adiantou que vai alterar de imediato o nome do Hospital de Santa Maria, não só porque a denominação religiosa é escandalosamente ofensiva para os não cristãos e contrária à laicidade do Estado, mas também porque a dita Santa Maria estaria implicada no caso Espírito Santo, um dos maiores escândalos financeiros de princípios do século. Com efeito, segundo informações confirmadas pelo DIAP e pela PJ, o filho de Santa Maria não o era do seu marido, São José – também ele dono de um hospital público na capital, cujo nome deverá ser igualmente alterado, muito em breve – mas do Espírito Santo (não se sabendo contudo se do bom ou do mau). Aliás, seria precisamente por saber que seu pai era, em sentido próprio, o DDT, ou seja, o “dono disto tudo”, que o filho de Maria teria tido veleidades messiânicas, que não se chegaram a concretizar por ter morrido ainda novo, deixando viúva uma tal Maria Madalena e filhos que vão aparecendo paulatinamente, em geral à razão de um ou dois por ano, sobretudo por altura da festa do solstício do inverno, que substituiu o Natal, entretanto interdito, embora se permitam os presépios, desde que tenham apenas o burro e a vaca.
A propósito ainda da saúde, vai ser em breve inaugurado, em Coimbra, o novo Matadouro Municipal, nas instalações dos antigos hospitais universitários. Como foi devidamente explicado, no novo matadouro já não se cometerá a barbaridade de executar animais não humanos, limitando-se portanto, por imperativos éticos, a eutanasiar pessoas.
O novo parlamento acaba de constituir a centésima quarta comissão parlamentar sobre o caso Camarate, a terceira mais antiga da Assembleia da República, logo depois da que investiga a extinção dos dinossauros e da que está encarregue do livro branco do terramoto de 1755. Recorde-se que a anterior comissão, sobre o referido desastre aéreo, tinha concluído que o acidente se tinha ficado a dever a um pássaro, que obstruiu um dos motores, provocando a queda da aeronave. Como o partido dos animais não aceitou a injusta e ofensiva incriminação de um animal não humano nessa tragédia, votou contra o correspondente relatório e exigiu a constituição de uma nova comissão, em que também estarão presentes, pela primeira vez, animais, para evitar que a sua dignidade possa ser, de novo, posta em causa.
De Bruxelas, chega a notícia mais esperada nestes últimos meses: foi finalmente homologado, por todos os países membros, excepto o Reino Unido, o acordo que estabelece as medidas padrão do corta-unhas europeu! Como se esperava, a Grã-Bretanha, que defendia outro sistema de medição, com unidades tradicionais como o casco e a unha, anunciou que, depois deste gravíssimo revés, vai referendar a sua permanência na União. Regularizado, por fim, o corta-unhas europeu, é provável que, proximamente, os países membros se ocupem da questão menor dos refugiados.
Uma boa notícia para os defensores da vida: proibiu-se a interrupção da gravidez de qualquer fêmea cuja espécie esteja em vias de extinção, o que, obviamente, não é o caso dos humanos. Aliás, foi denunciado às autoridades competentes um animal racional de sexo feminino, que quis fazer passar a sua cria por um lince ibérico, para assim poder gozar dos benefícios previstos na lei para esta espécie protegida.
Às escolas católicas – que só podem existir se, num raio não inferior a 500 Kms, não houver qualquer escola estatal – proibiu-se, por ser manifestamente animalofóbico, o mitológico relato bíblico que atribui a uma inocente serpente não só a encarnação do mal diabólico, como também a tentação que provocou o pecado original.
A Assembleia da República também reconheceu aos animais não racionais todos os direitos humanos. O respectivo acasalamento já foi equiparado, em termos legais, ao casamento civil, com direito de adopção plena de animais humanos. Com efeito, uma recente sentença do Tribunal Constitucional declarou que, se os animais racionais podem ter um animal irracional, o princípio constitucional da igualdade obriga a que também os animais irracionais possam adoptar um animal racional. Segundo o Correio da Tarde, dois caracóis, que convivem há já vários anos com um octogenário animal racional, poderiam ser os primeiros a ter um humano como animal de estimação.

Fonte: Observador

18 de junho de 2016

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança visitou a Festa do Vizinho no Jardim das Amoreiras

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No passado dia 3 de Junho a Real Associação de Lisboa esteve representada com um espaço de exposição na “Festa do Vizinho” que decorreu no Jardim das Amoreiras entre as 12,00hs e as 22,00hs.

S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança marcou presença com uma visita a esta festa promovida pela “Associação Boa Vizinhança” com o apoio da Junta de Freguesia de Santo António, contando com a presença do seu Presidente Dr. Vasco Morgado, estiveram também presentes o Sr. Vereador Gonçalves Pereira e um adjunto do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Nesta festa juntaram-se os mais diversos expositores e bancas de diferentes produtos e actividades, com as presenças das instituições desta área de Lisboa, de entidades do terceiro sector, além dos mais variados tipos de animação (musical, artes circenses, poesia etc.).
Veja aqui uma detalhada reportagem fotográfica

17 de junho de 2016

DUQUE DE BRAGANÇA VISITOU O MUSEU DO ALVARINHO E DEPOSITOU COROA DE FLORES NO MONUMENTO DOS ANTIGOS COMBATENTES



Nesta passagem por Monção, que engloba a presença na abertura oficial do Ponte do Mouro Medieval, pelas 15h00, SAR, D. Duarte Pio de Bragança deu os parabéns à autarquia monçanense pelo excelente trabalho na valorização do património construído no concelho.
Destacou também a paixão e coragem dos agricultores/viticultores monçanenses: “ Nas últimas décadas, a agricultura tem sido muito maltratada, contudo, em Monção, tem havia uma enorme vontade em promover os seus recursos endógenos, entre os quais, o vinho Alvarinho. Um acto de paixão e de grande coragem”.



















16 de junho de 2016

Visita ao Palácio de Xabregas - Real Associação de Lisboa

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A Real Associação de Lisboa promove já no  próximo  dia 18 de Junho, pelas 10:30 uma visita ao Palácio de Xabregas (Rua de Xabregas nº 40 em Lisboa)no âmbito dos Roteiros Reais, rubrica que visa proporcionar aos nossos associados visitas culturais a lugares e monumentos de interesse histórico, arquitectónico e artístico pouco acessíveis ao público.
Desconhecido da maior parte dos Lisboetas, o Palácio de Xabregas foi residência de figuras ímpares da história de Portugal, e palco de acontecimentos que definiram o que somos hoje como Nação. Construído por Tristão da Cunha, primeiro Vice-Rei da Índia, foi também residência da Rainha-viúva D. Leonor, mulher de D. João II. No séc. XVII foi, com o Palácio Almada, uma das mais importantes casas de conjura, nas vésperas da Restauração da Independência em 1640. Já no século XIX viveu aqui um dos mais importantes generais da resistência às Invasões Francesas, o primeiro Marquês de Olhão. A visita a este Palácio vai-nos permitir ficar a conhecer todas estas páginas da nossa história, mas também descobrir uma imponente residência setecentista decorada com elementos hoje considerados únicos pela história de Arte, desde a azulejaria barroca até à pintura mural de Pillement.
Esta visita, que será guiada pelo nosso associado Joel Moedas Miguel tem lugares limitados e um custo de € 10,00 por pessoa. Para esclarecimentos e inscrições contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 8115 ou presencialmente na nossa Sede.
Contamos com a sua presença!