sábado, 25 de julho de 2026
São Tiago, Mata-Mouros
sexta-feira, 24 de julho de 2026
SAR A Duquesa de Bragança e SA D. Dinis de Bragança na noite de bailado - “Marcelino Sambé & Convidados”
S.A.R. a Duquesa de Bragança e S.A. o Duque do Porto estiveram presentes, no passado sábado, numa noite de bailado - “Marcelino Sambé & Convidados” - nos jardins do Valverde Sintra Palácio de Seteais.
O espectáculo foi protagonizado por Marcelino Sambé, bailarino principal do Royal Ballet de Londres, e um dos nomes mais destacados da dança internacional da sua geração.
O bailado foi seguido de um Jantar no Restaurante Marialva do Palácio de Seteais, inspirado no menu servido aquando da inauguração do Palácio de Seteais como hotel, em 1955.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Um Rei Não Toma Partido
A Monarquia não é uma ideologia, os partidos são ideológicos!
O Rei não toma partido, não é de nenhum partido! ‘Partido é uma parte, sê inteiro’, escreveu Agostinho da Silva; ora inteiro só um Rei, pois um monarca não tem partido nem toma partido, pois é supra-partidário. Assim, o único partido do Rei é o interesse nacional. O Rei é português por inteiro.
Por muito marcante que, por vezes, possam ser a personalidade e carácter de um presidente, existe uma falha original na chefatura de estado republicana, que melhor não podia ser descrita do que como fez Ramalho Ortigão:
‘Um Rei é Presidente de todos os cidadãos. Um Presidente é apenas o Rei dos seus correligionários’.
Assim só um Rei será o “defensor do equilíbrio da Nação”, como foi estatuído nas Cortes de 1211.
Miguel Villas-Boas
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Cerimónia de inauguração da exposição comemorativa dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
S.A.R. o Duque de Bragança esteve presente ontem na cerimónia de inauguração da exposição comemorativa dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que se realizou no Campus XXI, em Lisboa.
A cerimónia organizada pela Secretaria Geral do Governo contou com a presença do Ministro de Estado e Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, o Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, a Secretária Executiva da CPLP, Maria de Fátima Jardim, a Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros, Ana Xavier, o Secretário Geral do Governo e o Secretário Geral Adjunto, António Vicente e Joaquim Biancard Cruz, o Presidente da Imprensa Nacional da casa da Moeda Nuno Sampaio, entre outros convidados.
terça-feira, 21 de julho de 2026
segunda-feira, 20 de julho de 2026
8 anos de traição aos Católicos Chineses
domingo, 19 de julho de 2026
CRITICA XXI . NÚMERO 15 . PRIMAVERA 2026
Este número 15 da Crítica XXI, referente à Primavera de 2026, abre com um artigo de Jaime Nogueira Pinto, “Os Iliberais de há 100 anos”, que historia a vaga de movimentos e regimes iliberais que, nos anos vinte, surgiram na Europa em resposta à crise do parlamentarismo liberal e à ameaça comunista. Nele sublinha a importância de distinguir estes autoritarismos nacionais-conservadores do fascismo italiano e do nacional-socialismo alemão.
Também numa linha de História do pensamento e dos movimentos políticos, Miguel Morgado, em “O Fascismo nasceu na Sabóia? O pensamento político de Joseph de Maistre”, argumentando contra Isaiah Berlin, que aponta De Maistre como “fascista”, esclarece a diferença abissal entre o anti-liberalismo e anti-democratismo de Joseph de Maistre, – um católico contra-revolucionário e tradicionalista – e o pensamento e instituições do Fascismo, ideologia e movimento que pertence à chamada “direita revolucionária”.
“Tu que fumas” é um ensaio de Carlos Maria Bobone que, a propósito do “vício” do tabaco e da sua interdição e condenações globais, faz uma reflexão sobre as sociedades contemporâneas e a determinação ético-legal, dos seus interditos e das suas liberdades.
Em “Preste João das Índias — Entre a profecia e a geopolítica“, José Cortez de Lobão ocupa-se da resenha histórica e literária de um velho mito cristão europeu – o Preste João – muito familiar às narrativas da expansão portuguesa. Vinda das profundas da Idade Média, a narrativa sobre um Reino de um Rei cristão no Oriente, que resistira às forças do Islão e queria aliar-se com a Europa cristã contra os muçulmanos, é muito comum na história da Expansão Portuguesa. Nos tempos de D. João II e D. Manuel I, os extraordinários viajantes e nossos compatriotas, Afonso de Paiva e Pêro da Covilhã, para lá viajaram. E Covilhã lá ficou e morreu na corte da Etiópia.
Em “Churchill e os Socialismos”, Nuno Sanches de Baena Ennes aborda a figura de Winston Churchill na perspectiva dos seus anos de formação política e no papel que o confronto com “os socialismos” acabou por ter na formação dos seus valores de conservadorismo liberal. Foi na Índia, no seu serviço militar como jovem oficial, que Churchill se entusiasmou e dedicou à leitura e à cultura, desde a Origem das Espécies de Darwin que o familiarizou e entusiasmou pelo “darwinismo social”, até ao clássico inglês de Gibbon da História de Roma e da Decadência do Império Romano. Depois veio a paixão pela História de Inglaterra e a descoberta da harmonia do “mistério britânico”, a harmonia entre Tradição e Modernidade.
No centenário do 28 de Maio, evocando a revolução militar de há um século (piedosa e intencionalmente esquecida no presente), Rui Ramos parte em “ A Revolução do 28 de Maio de 1926 e as origens do Salazarismo” para uma análise do papel dos militares na origem e vigência do Estado Novo. E conclui que o sucesso da revolução de Maio esteve, paradoxalmente, no papel central dos militares na formação e no apoio ao Estado Novo e em se terem afastado do exercício directo do poder. Mas também em se terem mantido como os garantes – unidos e na sombra. E quando deixaram de o apoiar, o regime caiu.
Na habitual secção final de “Notas Críticas”, Eurico de Barros e Jaime Nogueira Pinto fazem a crítica de dois filmes políticos recentes: Projecto Global de Ivo M. Ferreira, sobre o terrorismo das FP-25 de Abril, e Lavagante, de Mário Barroso. O primeiro é uma obra política e moralmente ambígua sobre um grupo terrorista de extrema-esquerda, que existiu, contra a ideia de que só há terroristas na extrema-direita. Lavagante é uma história mais composta sobre o Estado Novo, com Pides “ feios, porcos e maus” e oposicionistas esclarecidos e bondosos.
Miguel Freitas da Costa faz uma recensão crítica ao livro de José Luís Andrade, Breve História do 28 de Maio e da Ditadura Militar, uma obra de síntese, muito interessante e importante no centenário do movimento militar.
A finalizar, mais uma recensão de Eurico de Barros, Fanfulla, de Hugo Pratt e Mino Milani) e outra de Miguel Freitas da Costa, Um Português na China, de André Macedo.
DIRECÇÃO JAIME NOGUEIRA PINTO E RUI RAMOS
Fonte: Critica XXI
sábado, 18 de julho de 2026
Presidencialistas são republicanos monarquizados
sexta-feira, 17 de julho de 2026
O Estado liberal
O secularismo avançou até às novas correntes de pensamento – o laicismo, o naturalismo liberal, o socialismo, o fascismo – e contra esta nova ordem, pensada e concretizada pela maçonaria, como ela mesmo assumiu, combateu a Igreja Católica.
A razão deixou de ser um juízo equilibrado, para se tornar uma crítica ousada.
Desenvolve-se uma política sem Direito divino, uma religião sem mistério, uma moral sem dogmas.
A consciência europeia entra em crise, talvez a mais importante na história das ideias. À civilização alicerçada na ideia do dever – deveres para com Deus e com o Rei – a nova ordem contrapõe uma nova civilização construída na ideia do direito – direitos da consciência individual, direitos da crítica, direitos da razão, direitos do homem e do cidadão.
quinta-feira, 16 de julho de 2026
A promessa de Nossa Senhora do Carmo
Clicar aqui para saber como receber e usar o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo
in Evangelho Quotidiano