quinta-feira, 2 de abril de 2026
Quinta-Feira Santa: Instituição da Eucaristia
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Quarta-Feira Santa: Judas Iscariotes trai Nosso Senhor
Vais-lhe oferecer a Cristo mundos? Oh! que ignorância! Se quando lhe davas um mundo, lhe tiraras uma alma, logo o tinhas de joelhos a teus pés. Assim aconteceu. Quando Judas estava na Ceia, já o diabo estava em Judas: Cum jam diabolus misisset in cor ut traderet eum Judas. – Vendo Cristo que o demónio lhe levava aquela alma, põe-se de joelhos aos pés de Judas, para lhos lavar, e para o converter. Senhor meu, reparai no que fazeis: não vedes que o demónio está assentado no coração de Judas?
Não vedes que em Judas está revestido o demónio, e vós mesmo o dissestes: Unus ex vobis diabolus est? – Pois, será bem que Cristo esteja ajoelhado aos pés do demónio? Cristo ajoelhado aos pés de Judas, assombro é, pasmo é; mas Cristo ajoelhado, Cristo de joelhos diante do diabo? Sim. Quando lhe oferecia o mundo, não o pôde conseguir; tanto que lhe quis levar uma alma, logo o teve a seus pés. Para que acabemos de entender os homens cegos, que vale mais a alma de cada um de nós que todo um mundo.
As coisas estimam-se e avaliam-se pelo que custam. Que lhe custou a Cristo uma alma, e que lhe custou o mundo? O mundo custou-lhe uma palavra: Ipse dixit, et facta sunt - uma alma custou-lhe a vida, e o sangue todo. Pois, se o mundo custa uma só palavra de Deus, e a alma custa todo o sangue de Deus, julgai se vale mais uma alma que todo o mundo. Assim o julga Cristo, e assim o não pode deixar de confessar o mesmo demónio. E só nós somos tão baixos estimadores das nossas almas, que lhas vendemos pelo preço que vós sabeis.
Pe. António Vieira in Sermão do Primeiro Domingo da Quaresma (1653)
terça-feira, 31 de março de 2026
A Eternidade da Pátria
Só as famílias fortes e duradoiras fazem fortes as nações. A Terra de Portugal é o sagrado património de avoenga da Família Portuguesa: conservemo-lo inalienável, intangível e eterno se quisermos que eterna seja também a nossa Pátria.”
Adriano Xavier Cordeiro
segunda-feira, 30 de março de 2026
28 de Março: São João de Capistrano
domingo, 29 de março de 2026
Semana Santa, a semana mais importante do ano
sábado, 28 de março de 2026
Entrevista de SAR Dom Afonso de Bragança à revista "Sábado"
O futuro rei de Portugal (sem trono) faz 30 anos! mas não vai fazer grandes festas por respeito às tragédias que afectaram o país. O sucessor de SAR D. Duarte Pio, herdeiro do trono de Portugal, é apaixonado pelo mar, pratica vela, surf e mergulho e não tem namorada.
Esta quarta-feira, 25, é dia de festa em casa dos Duques de Bragança. SAR D. Afonso, o primogénito de SS. AA. RR. D. Duarte e D. Isabel, faz 30 anos. Mas apesar de ser uma idade marcante, o príncipe da Beira não vai fazer grandes comemorações. “Este ano, tendo em conta todos os desastres que aconteceram em Portugal, não me faz sentido organizar uma grande festa. Haverá certamente outras oportunidades”, revela à SÁBADO.
Quando o referem como “um dos solteiros mais cobiçados da realeza”, o também Duque de Barcelos diz que encara isso “com humor e naturalidade”: “Não dou grande importância. Até porque, nas revistas de social, já me ‘casaram’ com várias pessoas”. Mas acha “lisonjeiro” quando lhe dizem que é parecido com D. Pedro II, o último imperador do Brasil. “Como descendo dele através da minha avó materna, é natural que tenha herdado alguns traços. Existe até uma fotografia curiosa que circula nas redes sociais em que aparecemos ambos de perfil e onde se notam de facto algumas semelhanças”, explica.
O principal papel de um herdeiro de uma casa real é garantir descendência, mas D. Afonso assume que ainda não será para já: “O casamento é algo importante na vida de qualquer pessoa. Acredito, no entanto, que essas decisões devem surgir no momento certo e de forma natural. Por agora, continuo a minha vida de solteiro”. O pai, SAR D. Duarte, de 80 anos, casou-se com SAR D. Isabel de Herédia aos 49.
Talvez por desde que nasceu estar a ser preparado para suceder ao pai como chefe da Casa Real Portuguesa, o discreto D. Afonso é dos três irmãos (D. Maria Francisca e D. Dinis), o mais reservado. Embora tenha cada vez mais uma vida pública, evita a exposição e concordou falar com a SÁBADO por e-mail. Mas o que tem andado a fazer e quais os projectos de D. Afonso, que é o primeiro na linha de sucessão ao trono de Portugal? Depois de ter frequentado o St. Julian’s, em Carcavelos, e a The Oratory School, em Inglaterra (um colégio interno católico com uma forte componente de formação militar), o príncipe da Beira, licenciou-se em Ciências Políticas e Relações Internacionais, na Universidade Católica. Apaixonado pelo mar e pela biologia marinha, escolheu o mestrado em Direito e Economia do Mar e prepara-se agora para defender a tese sobre protecção do meio marinho em Portugal.
Sem protocolos
No ano passado, D. Afonso conta que esteve envolvido num projecto de circum-navegação pela Antárctida, promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul: “Foi uma expedição marítima que durou cerca de três meses, em que tive a oportunidade de visitar várias estações científicas, estudar a fauna local e conhecer cientistas e biólogos de várias partes do mundo”. Ao mesmo tempo, diz que está a desenvolver um trabalho com a Marinha na área do Direito e Economia do Mar, “em matérias relacionadas com o ordenamento do espaço marítimo, actividades marítimas, projectos e instrumentos de gestão e fiscalização”. Paralelamente, conta que tem colaborado em “projectos ligados ao património familiar, à cultura e a iniciativas associativas, nomeadamente na nossa casa em Sintra, que estará parcialmente aberta a visitas num futuro próximo”.
Praticante de vela desde pequeno, D. Afonso também é adepto de outros desportos aquáticos, como surf, mergulho e caça submarina. Pela forte ligação ao mar, diz ter como referências alguns monarcas portugueses: “D. João II, pela forma como impulsionou as descobertas que permitiram a expansão do império português, e o Rei D. Carlos, que promoveu várias campanhas de oceanografia com o objectivo de desenvolver o conhecimento científico sobre o Atlântico”.
O filho mais velho do herdeiro do trono de Portugal passou pelos três ramos das Forças Armadas, que afirma ter sido uma “experiência extraordinária”, e onde construiu “boas amizades”. Uma das vantagens de ser membro da realeza em Portugal é poder fazer uma vida normal, sem ter de obedecer a protocolos rígidos ou andar com guarda-costas. D. Afonso – que não é muito activo nas redes sociais – costuma fazer “programas simples” com o seu grupo de amigos: “Gostamos de explorar o interior do país e também vamos muito para a Caparica ou para o Algarve”. Visitam museus, vão a concertos e ao cinema – Hamnet foi o último filme que viu e que considera “muito bem interpretado”.
Como futuro Chefe da Casa Real portuguesa, SAR D. Afonso tem acompanhado cada vez mais o pai e representado a Casa Real com maior frequência, o que diz ser um “trabalho intenso, embora muitas vezes discreto”. Uma das últimas viagens que fizeram foi ao Bangladesh, a convite da Fundação London Tea Exchange, em Novembro.
Fonte: Sábado
sexta-feira, 27 de março de 2026
quinta-feira, 26 de março de 2026
Economia e sacrifício
quarta-feira, 25 de março de 2026
A importância Universal do dia 25 de Março
30º Aniversário de SAR, O Senhor D. Afonso de Bragança, Príncipe da Beira
S.A.R. o Senhor D. Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Bragança nasceu no dia 25 de Março de 1996 em Lisboa. É o filho mais velho dos Duques de Bragança. Como herdeiro de seu pai tem o título de Príncipe da Beira. D. Afonso, foi baptizado na Sé Catedral de Braga no dia 1 de Junho de 1996, numa cerimónia celebrada pelo Arcebispo de Braga, D. Eurico Dias Nogueira. Teve como padrinhos, D. Afonso de Herédia, irmão da Duquesa de Bragança e a Princesa Elena Sofia de Bourbon Duas-Sicilias. No dia seguinte, foi Consagrado à Senhora da Oliveira, na Igreja de Santa Maria da Oliveira, em Guimarães, cerimónia celebrada por Monsenhor José Pinto de Carvalho.
No ensino pré-universitário, o Princípe da Beira estudou na Escola St. Julian’s, no Colégio Planalto, em Lisboa, e na The Oratory School, uma escola pública católica em Inglaterra. Obteve uma licenciatura em Ciências Políticas e Relações Internacionais na Universidade Católica Portuguesa, e está a terminar o seu mestrado em Economia do Mar, na Universidade Nova de Lisboa.
No seu percurso, o Princípe da Beira ingressou nos Bombeiros Voluntários de Lisboa, tendo participado em algumas importantes acções no terreno (o Infante D. Afonso, Duque do Porto, foi Comandante Honorário da mesma brigada). Posteriormente, realizou um período de treino nas Forças Armadas Portuguesas, tendo passado por todos os ramos (Exército, Força Aérea e Marinha).
Em termos profissionais, D. Afonso realizou estágios na Câmara de Comércio Luso- Americana, na EDP e na Accenture. Actualmente, está a viver em Genebra e trabalha numa importante casa de gestão de activos, a Pury Pictet Turrenttini.
No dia 21 de Junho de 2014, O Princípe da Beira foi investido como Cavaleiro Grã-Cruz de Honra e Devoção na Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta. Posteriormente, em Julho de 2014, o Duque de Castro concedeu ao Princípe a Grã-Cruz de Justiça da Sacra e Militar Ordem Constantiniana de São Jorge.
No dia 9 de Novembro de 2014, S.A.R. o Senhor D. Afonso e S.A. a Senhora D. Maria Francisca foram admitidos como irmãos de Honra na Real Irmandade da Santa Cruz e Passos da Graça.
O Princípe da Beira é ainda Cavaleiro Grã-Cruz da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e da Real Ordem do Arcanjo São Miguel, as duas ordens dinásticas da Casa Real Portuguesa.
Em consequência do prestígio que a Família Real tem em Timor, o Princípe D. Afonso foi nomeado Liurai honorário em Setembro de 2014. A cerimónia decorreu durante uma visita dos Duques de Bragança para participarem na segunda sessão do Senado da Associação Liurais (que representa os descendentes dos reis tribais da ilha).
O Príncípe da Beira é também o patrono do Prémio Príncipe da Beira. Este prémio científico para Ciências Biomédicas foi criado para ajudar, motivar e desenvolver jovens cientistas, com menos de 40 anos e a estudar biomedicina, com o vencedor a obter reconhecimento nacional e internacional e um prémio monetário.
VIVA PORTUGAL!