sexta-feira, 13 de março de 2026
quinta-feira, 12 de março de 2026
Sessão Evocativa dos 200 anos da morte do Rei D. João VI
S.A.R. o Príncipe da Beira, S.A.R. a Duquesa de Bragança e S.A. o Duque do Porto estiveram presentes na Sessão Evocativa dos 200 anos da morte do Rei D. João VI, que se realizou no Grémio Literário, em Lisboa. Na sessão estiveram também S.A.I.R. D. Rafael de Orleans e Bragança, Principe Imperial do Brasil, e sua irmã, a Princesa D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança. A Sessão teve como oradores o Chefe de Estado Maior do Exército, o General Eduardo Mendes Ferrão, o General Alexandre de Sousa Pinto, o Embaixador do Brasil, Dr. Raimundo Carreiro, os Prof. Doutores Ibsen Noronha e Lourenço Pereira Coutinho, para além do Príncipe da Beira e do Príncipe Imperial do Brasil. Foi ainda apresentado o livro “D. João VI e o Direito no Brasil. Os bens da alma na legislação joanina (1808-1822)”, da autoria de Ibsen Noronha e publicada pela editora Caminhos Romanos.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Novena a São José, Padroeiro da Igreja Universal
— 1º dia —
S. José, Pai Nutrício de Jesus
Amabilíssimo São José, que tivestes a honra de alimentar, educar e abraçar o Messias, a Quem tantos profetas e reis desejaram ver e não viram: obtende-me, com o perdão das minhas culpas, a graça da oração humilde e confiante que tudo alcança de Deus. Acolhei com bondade paternal os pedidos que vos faço nesta Novena e apresentai-os a Jesus que se dignou de obedecer-vos na Terra. Ámen.
Rogai por nós, São José, Pai Nutrício de Jesus.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Para todos os dias:
Oremos! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protector, mereçamos tê-lo no Céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Ámen.
— 2º dia —
S. José, Esposo da Mãe de Deus
São José, castíssimo Esposo da Mãe de Deus e Guarda fiel da sua virgindade: obtende-me por Maria a pureza do corpo e da alma e a vitória em todas as tentações e dificuldades. Recomendo–vos também os esposos cristãos para que unidos com sincero amor e fortalecidos pela graça se amparem mutuamente nos sofrimentos e tribulações da vida. Ámen.
Rogai por nós São José, Esposo da Mãe de Deus:
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 3º dia —
S. José, Chefe da Sagrada Família
Glorioso São José, que gozastes durante tantos anos da presença e filial afeição de Jesus, a Quem tivestes a dita de alimentar e vestir, juntamente com vossa Santíssima Esposa: eu vos suplico me alcanceis o dom inefável de sempre viver em união com Deus pela graça santificante. Obtende também para os pais cristãos a graça do fiel cumprimento dos seus graves deveres de educadores e, aos filhos o respeito e a obediência segundo o exemplo do Menino Jesus. Ámen.
Rogai por nós, São José Chefe da Sagrada Família
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 4º dia —
S. José, Exemplo de Fidelidade
Fidelíssimo São José, que nos destes tão belo exemplo no fiel cumprimento de vossos deveres de Protector da Santíssima Virgem e de Pai Nutrício do Redentor: rogo-vos me obtenhais a graça de imitar o vosso exemplo na fidelidade a todos os deveres do meu estado de vida. Ajudai-me a ser fiel nas coisas pequenas para o ser também nas grandes. Alcançai essa mesma graça para todos os que me são caros nesta vida, a fim de chegarmos a gozar no Céu o prémio prometido aos que forem fiéis até a morte. Ámen.
Rogai por nós, São José, Exemplo de Fidelidade;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 5º dia —
S. José, Espelho de Paciência
Bondoso São José que suportastes com heróica paciência as provações e adversidades na viagem a Belém, na fuga para o Egipto e durante a vida oculta em Nazaré e me destes o exemplo de admirável conformidade com a vontade de Deus: obtende-me a virtude da paciência nas dificuldades de cada dia. Alcançai também invencível paciência a todos que suportam pesadas cruzes, a fim de que se unam sempre mais a Jesus, divino modelo de mansidão e paciência. Ámen.
Rogai por nós São José, Espelho de Paciência:
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 6º dia —
S. José, Modelo dos Operários
Humilde São José, que, vivendo em pobreza. dignificastes a vossa profissão pelo trabalho constante e vos sentistes feliz em servir a Jesus e Maria com o fruto de vossos suores: alcançai-me amor ao trabalho, que me foi imposto como dever de estado, procurando cumprir nisto sempre a vontade de Deus. Protegei os lares dos trabalhadores contra as influências nefastas dos inimigos de Cristo e da Santa Igreja. Obtende-lhes a graça de santificarem o seu trabalho pela recta intenção em tudo conformados com os desígnios da Divina Providência. Ámen.
Rogai por nós, São José, Modelo dos Operários;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 7º dia —
S. José, Protector da Santa Igreja
Glorioso Patriarca São José, Protector e Padroeiro da Igreja Universal : obtende-me a graça de amar a Igreja como Mãe e de a honrar como verdadeiro discípulo de Cristo. Rogo-vos que veleis sobre o Seu Corpo Místico, como outrora velastes sobre Jesus e Maria. Protegei o Santo Padre e os Bispos, os Sacerdotes e os Religiosos. Alcançai-lhes santidade de vida e eficácia no apostolado. Guardai a inocência da infância a castidade da juventude a honestidade do lar, o ordem e paz da Sociedade. Ámen.
Rogai por nós, São José, Protector da Santa Igreja;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 8º dia —
S. José, Esperança dos Enfermos
Compassivo São José, esperança dos doentes e necessitados: valei me em todas as enfermidades e tribulações alcançando-me plena conformidade com os admiráveis desígnios de Deus. Obtende-me também para mim e para todos, pelos quais rezo nesta Novena, a cura das enfermidades espirituais que são as paixões desordenadas, fraquezas, faltas e pecados e protegei-nos contra as tentações do inimigo da nossa salvação. Ámen.
Rogai por nós, São José, Esperança dos Enfermos;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
— 9º dia —
S. José, Padroeiro dos Moribundos
Ditoso São José que, morrendo nos braços de Jesus e Maria, partistes deste mundo ornado de Virtudes e enriquecido de méritos: Assisti-me na hora suprema e decisiva da minha vida contra os ataques do poder infernal. Obtende-me a graça de morrer confortado com os santos Sacramentos, necessários para a minha salvação. Tendo compaixão de todos os agonizantes. alcançando-lhes a graça da salvação por intermédio de Maria, vossa Santíssima Esposa. Ámen.
Rogai por nós, São José, Padroeiro dos Moribundos
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos! ...
Pode acrescentar-se todos os dias:
Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: Louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena (fazer o pedido).
Eu escolho-vos como meu especial Protector. Sêde, depois de Jesus e Maria, a minha consolação nesta Terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, na graça de Nosso Senhor. Ámen.
Fonte: Senza Pagare
terça-feira, 10 de março de 2026
Portugal Nunca teve Uma Mulher Presidente… Mas Já Teve Duas Rainhas Soberanas: D. Maria I e D. Maria II
• D. Maria I (Lisboa, 17 de Dezembro de 1734 – Rio de Janeiro, 20 de Março de 1816)
O primeiro acto de Dona Maria I, a primeira mulher Rainha de Portugal, foi ordenar a libertação massiva dos presos que, despótica e arbitrariamente, o Secretário de Estado do Rei D. José I, Sebastião José de Carvalho e Mello, vulgo Marquês de Pombal, no seu consulado, tinha enviado para o cárcere injustamente. O Povo deu a este acto o nome de Ressurreição”, assim eufemisticamente apelidado, porque foram soltos milhares de indivíduos que haviam sido encarcerados – há tanto tempo que ninguém acreditava que ainda estivessem vivos – no projecto de consolidação do poder pessoal do Marquês, que entretanto se demitiu. A este acto da Rainha seguiram-se inúmeras manifestações de júbilo popular que se prolongou ao longo de dias até à Aclamação (1777) da novel Rainha de Portugal, a primeira Soberana. Com D. Maria I, a Piedosa, a primeira mulher Rainha Soberana de Portugal, restabelece-se a Monarquia de Tradição Portuguesa segundo o qual o poder era entregue ao Rei para governar de acordo com o bem comum, não sendo nunca um poder pessoal, extirpado de qualquer forma de absolutismo, mas uma posição de prerrogativa com a obrigação de servir, governando com Justiça, sendo do ofício do Monarca manter os direitos e interesses de cada um dos súbditos e o bem comum do Reino de Portugal com a promulgação das competentes Leis justas. Com Sua Majestade Fidelíssima A Rainha Dona Maria I de Portugal, verifica-se o regresso da vocação de serviço da Monarquia Portuguesa em que o Monarca aceita que o seu poder é limitado pelas Leis Fundamentais do Reino, expressas nas Actas das Cortes de Lamego, que apesar de serem apócrifas, se tornaram na Lei Fundamental do Reino, uma vez que o seu teor jurídico é aquele que correspondia ao Costume, e por isso se tratam da codificação do direito da Monarquia Portuguesa:
‘Estas são as Leis da herança do nosso Reino: boas são, justas são, queremos que valham por nós, e por nossos descendentes, que depois vierem.’
D. Maria I, apelidada de “a Piedosa”, foi a Rainha de Portugal e Algarves de 1777 até 1815, e também Rainha do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves a partir do final de 1815 até sua morte, em 20 de março de 1816, Rio de Janeiro, para onde havia partido com as invasões francesas; 1792, D. Maria I havia sido substituída na governação pelo filho D. João (VI), que se tornou Regente quando a mãe começou a mostrar sinais de demência.
• D. Maria II (Rio de Janeiro, 4 de Abril de 1819 – Lisboa, 15 de Novembro de 1853),
apelidada de “a Educadora” e “a Boa Mãe”, foi a Rainha de Portugal e Algarves em dois períodos diferentes, primeiro de 1826 até ser deposta em 1828 por seu tio El-Rei Dom Miguel I, e depois da Guerra Civil que a colocou novamente no Trono de Portugal de 1834 até sua morte, em Lisboa, a 15 de Novembro de 1853.
Era filha do Regente, em Seu nome, D. Pedro, Duque de Bragança e 1.º Imperador do Brasil e da Arquiduquesa Dona Leopoldina da Áustria.
D. Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança (1819-1853) nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, e, enquanto jovem, era loira, de pele muito fina e clara, de olhos azuis como a mãe austríaca e um retrato da elegância.
Aos 7 anos de idade o pai, D. Pedro, abdicou a seu favor e assim Dona Maria da Glória acaba por ascender ao Trono de Portugal com apenas 15 anos. Deveria ter casado com seu tio El-Rei D. Miguel I, com quem chegou a celebrar os esponsais, casando por palavras futuras, em 1827, mas apesar do tio Dom Miguel, de boa vontade jurar a Carta Constitucional outorgada pelo irmão, o Senhor Dom Miguel acaba por ser Aclamado Rei, pelo que uma Guerra Civil passa a opor o chefe do partido Liberal o Regente D. Pedro e o Rei tradicionalista, nunca se vindo a concretizar o matrimónio entre tio e sobrinha.
Como Dona Maria II foi a 31.ª Rainha de Portugal e dos Algarves e teve um reinado difícil marcado não só pela Guerra Civil, assim como pela revolta militar dos Marechais e pelas revoltas populares da Maria da Fonte e da Patuleia.
Casou a 26 de Janeiro de 1835 com o príncipe Augusto Carlos Eugénio Napoleão de Beauharnais, que morreria em 28 de Março de 1835 de difteria, no Paço Real das Necessidades, em Lisboa. Viúva, Dona Maria II de Portugal casou, em segundas núpcias, com o Príncipe Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gotha (Rei Consorte como Fernando II), em 9 de Abril de 1836, com quem viveu uma conhecida felicidade conjugal. As gestações sucessivas, somada à subsequente obesidade, levaram os médicos a alertarem a Rainha sobre os graves riscos que corria em continuar a engravidar. Alheia aos avisos, Dona Maria II replicava: “Se morrer, morro no meu posto”. Em 15 de Novembro de 1853, treze horas após o início do trabalho de parto do seu 11.º filho, Dona Maria II morreu, aos 34 anos de idade, de parto distrófico. Jaz sepultada no Panteão dos Bragança no Mosteiro de S. Vicente de Fora.
A Soberana Portuguesa foi mãe de, entre outros, d’El-Rei Dom Pedro V e do Rei Dom Luís I.
Era filha do Regente, em Seu nome, D. Pedro, Duque de Bragança e 1.º Imperador do Brasil e da Arquiduquesa Dona Leopoldina da Áustria.
D. Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança (1819-1853) nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, e, enquanto jovem, era loira, de pele muito fina e clara, de olhos azuis como a mãe austríaca e um retrato da elegância.
Aos 7 anos de idade o pai, D. Pedro, abdicou a seu favor e assim Dona Maria da Glória acaba por ascender ao Trono de Portugal com apenas 15 anos. Deveria ter casado com seu tio El-Rei D. Miguel I, com quem chegou a celebrar os esponsais, casando por palavras futuras, em 1827, mas apesar do tio Dom Miguel, de boa vontade jurar a Carta Constitucional outorgada pelo irmão, o Senhor Dom Miguel acaba por ser Aclamado Rei, pelo que uma Guerra Civil passa a opor o chefe do partido Liberal o Regente D. Pedro e o Rei tradicionalista, nunca se vindo a concretizar o matrimónio entre tio e sobrinha.
Como Dona Maria II foi a 31.ª Rainha de Portugal e dos Algarves e teve um reinado difícil marcado não só pela Guerra Civil, assim como pela revolta militar dos Marechais e pelas revoltas populares da Maria da Fonte e da Patuleia.
Casou a 26 de Janeiro de 1835 com o príncipe Augusto Carlos Eugénio Napoleão de Beauharnais, que morreria em 28 de Março de 1835 de difteria, no Paço Real das Necessidades, em Lisboa. Viúva, Dona Maria II de Portugal casou, em segundas núpcias, com o Príncipe Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gotha (Rei Consorte como Fernando II), em 9 de Abril de 1836, com quem viveu uma conhecida felicidade conjugal. As gestações sucessivas, somada à subsequente obesidade, levaram os médicos a alertarem a Rainha sobre os graves riscos que corria em continuar a engravidar. Alheia aos avisos, Dona Maria II replicava: “Se morrer, morro no meu posto”. Em 15 de Novembro de 1853, treze horas após o início do trabalho de parto do seu 11.º filho, Dona Maria II morreu, aos 34 anos de idade, de parto distrófico. Jaz sepultada no Panteão dos Bragança no Mosteiro de S. Vicente de Fora.
A Soberana Portuguesa foi mãe de, entre outros, d’El-Rei Dom Pedro V e do Rei Dom Luís I.
Miguel Villas-Boas
segunda-feira, 9 de março de 2026
SAR, O Senhor Duque de Bragança na entrega da Medalha de Ouro do Real Circolo ao Dr. Vítor Escudero
A Delegação Portuguesa do Real Circolo Francesco II di Borbone celebrou o seu 4º aniversário. São quatro anos de atividade ininterrupta, guiados pelos pilares que a define: a cultura, a caridade e a espiritualidade.
O Arquitecto Segismundo Ramires Pinto assumiu as funções de Delegado em Portugal, abraçando a missão de dar continuidade ao crescimento da Delegação.
O Dr. Vítor Escudero, fundador desta Real Delegação e primeiro Delegado, foi nomeado Delegado-emérito. Num gesto de elevado reconhecimento, foi-lhe atribuída a Medalha de Ouro do Real Circolo pelo Presidente Dr. Paolo Rivelli.
A entrega desta distinção coube ao Presidente de Honra, Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte de Bragança, Duque de Bragança.
domingo, 8 de março de 2026
sábado, 7 de março de 2026
O Fim da Civilização Ocidental
As “democracias” que temos assentam em princípios que não correspondem à evidência dos axiomas e têm como máximas frases como “o poder nasce da vontade geral e não reconhece outra origem ou título”; “a vontade geral identifica-se com a opinião pública num determinado momento”; “o voto de todos os cidadãos tem o mesmo valor”, “ a opinião expressa-se nos nomes dos candidatos dos partidos e slogans eleitorais; “os partidos e os seus media são os artífices dessa opinião”.
Perante isto não poderemos prever outro fim que não seja o de sermos governados pelas técnicas de publicidade, de influência e de condicionamento.
A democracia liberal, legitimada pelas massas, representa a linha que, ao ser passada, nos atira para fora da verdade e para um reino que, por aclamação popular, conseguiu menosprezar a religião, criar o império da mentira e acabar com a autoridade, mas instituiu um reino de opinião e de povo.
“A sociedade aberta”, a dos “direitos humanos” ignorou a procura da verdade que é o primeiro e principal dos direitos do homem, esqueceu-se que a Civilização Ocidental nasceu de uma fé e foi construída sobre normas e valores morais bem definidos.
Fonte: Causa Tradicionalista
sexta-feira, 6 de março de 2026
Março, mês de São José
Março é tradicionalmente um mês dedicado a São José, cuja festa se celebra no dia 19. Deixamos aqui uma oração escrita pelo Papa Leão XIII, que vale a pena rezar todos os dias durante este mês:
A Vós, São José, recorremos na nossa tribulação, e depois de ter implorado o auxílio de vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos também o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus Cristo conquistou com o Seu sangue, e nos socorras, em nossas necessidades, com o vosso auxílio e poder.
Protegei, ó guarda providente da Divina Família, a linhagem eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício que arruína o mundo. Assisti-nos propício do alto do Céu, ó nosso fortíssimo Protector, na luta contra o poder das trevas; e, assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, defendei a Santa Igreja de Deus contra as ciladas dos seus inimigos e contra toda a adversidade.
Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, afim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, piedosamente morrer e obter no Céu a eterna bem-aventurança. Amén
Fonte: Senza Pagare
quinta-feira, 5 de março de 2026
Municipalismo - o caminho para a Monarquia Representativa
A Monarquia em que o Rei reina e governa, com o seu poder limitado pelas assembleias onde estão os representantes dos grupos sociais naturais – a Monarquia da Realeza e das Cortes Gerais – é a única Monarquia Representativa.
É estritamente necessário exigir poder económico e político para os municípios livres, pois são estes que configuram a Monarquia Tradicional, onde existe o pleno e livre exercício da soberania social em toda a hierarquia das pessoas colectivas e classes e é o garante das verdadeiras liberdades, contra todos os totalitarismos e centralismos.
O municipalismo é o único caminho para a verdadeira democracia, a democracia foral e municipal é a primeira ligação da ordem social e política, pois a harmonia das sociedades vem da forma como a sociedade total, comandada pelo poder supremo do Estado, é composta por diversas sociedades políticas menores, pois a sociedade geral não é uma congregação de indivíduos, mas um conjunto de Famílias.
A vocação natural e social do homem deu origem à Família, ao município, à região e à Nação. A vida do Estado não aparece de forma meteórica, nasce de um processo gradual, o Estado é só uma das inúmeras espécies possíveis de sociedade, poderemos chamar-lhe a maior das sociedades.
Fonte: Causa Tradicionalista
quarta-feira, 4 de março de 2026
Democratizar e Democrático
Democratizar – Largo tempo se tem passado sem se poder compreender que coisa significasse positivamente esta palavra republicana no idioma novo. Julgou-se, ao princípio, que teria alguma relação com o que antigamente se chamava formar um governo popular. Porém, que loucura! A experiência mostrou imediatamente quão errada era esta ideia, e o engano nascia principalmente da mudança de significado na palavra Povo. Quando vimos democratizar aos Estados mais democráticos da Europa, compreendemos que democratizar um Estado, no moderno idioma, não quer dizer outra coisa que denegrir e abater o Governo que existia, seja ele qual for; esbulhar dele os homens de bem, que mandavam; pôr em seu lugar, ou tolos, ou ímpios e bandidos; formar destes o Povo, e ao verdadeiro Povo escravizá-lo; roubar quanto haja de precioso; e aniquilar a Religião, especialmente a Católica; sem se esquecer um só instante de despojar e oprimir seus Ministros, etc. etc. É por este modo, que hão sido constante e invariavelmente democratizadas a Flandres, a Holanda, Milão, Bolonha, Modena, Ferrara, etc. etc. Desta explicação se deduz naturalmente a inteligência de muitos Vocábulos derivativos, como
Democrático – Que pela activa significa ateu, ladrão, assassino, colocado no mando e governo; e pela passiva, a parte honrada e religiosa de uma Nação ultrajada e oprimida, tiranizada e roubada por bandidos, ateus e assassinos.
D. Frei Fortunato de São Boaventura in «Novo Vocabulário Filosófico-Democrático, indispensável para todos os que desejem entender a nova língua revolucionária», Nº 2, 1831
Fonte: Veritatis
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