sexta-feira, 29 de maio de 2026
Sodomia: um pecado que hoje em dia é louvado
quinta-feira, 28 de maio de 2026
UM CINICO ARCO-IRIS
Contudo, a presença ou não, de um trapo multicolor no edifício de uma câmara municipal, gera como sempre os habituais jogos de alecrim e manjerona, usados e abusados pelas máfias partidárias, no habitual desviar de atenções de outros problemas, bem mais graves. Mas é a natureza plutocrática e absolutista do regime que a tal obriga.
Se uns clamam pela necessária neutralidade da Câmara e assim protestam pela deposição do trapo multicolor, logo se desculpam, envergonhados, ajoelhando perante os ignaros ditames do politicamente correcto, o eficaz censor imposto pelo liberalismo, superior a qualquer policia politica ou de costumes; os outros pela sua obrigatoriedade, em prol dos imortais princípios que conspurcaram as areias da nossa amada Pátria e no respeito por essa imposição antinatural a que chamam constituição, castrando uma liberdade, que na sua definição moderna, deixa de existir.
Por paradoxo, a defesa do pano multicolor é feita por marxistas, mascarados nos putrefactos mantos do progresso e modernismo, seguidores de uma ideologia baseada no dinheiro, no estricto cumprimento do pensamento de um ultrajante e diabólico individuo, cuja predileção estava em violar as empregadas domésticas, que alguns amigos, esses bem endinheirados, sustentavam.
Por isso, os motivos na defesa e imposição de pequenos grupos alienígenas e marginais da sociedade, nada tem a ver com imortais princípios, mas com pura demagogia usada em proveito próprio.
Pouco importa, que a sociedade seja lançada no espinhoso caminho de uma morte anunciada e até as tão louvadas maiorias se descartam sem mais demoras … Ah! Essas maiorias tão úteis e tão clamadas em períodos pré-eleitorais, são agora esconjuradas, perante o lucro fácil obtido no recurso à aberração.
É a lógica da partidocracia, que, de novo, se desnuda perante todos.
Impõe-se, por isso, o retomar da serenidade estival que a todos acolhia, no final de uma tarde; ao amoroso calor de uma fogueira, aconchegante guardadora de risos e conversas, ao desfraldar de bandeiras em campos raiados pelo sol, por amor a Deus, à Pátria e ao Rei!
Impõe-se o retomar do nosso génio!
Impõe-se Portugal!
Valentim Rodrigues
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Capitulo Geral e investidura da Real Irmandade da Ordem do Arcanjo São Miguel no Mosteiro de Alcobaça
terça-feira, 26 de maio de 2026
República anti-portuguesa
segunda-feira, 25 de maio de 2026
SAR O Duque de Bragança na inauguração da obra “Verdade, Voz e Paz”
domingo, 24 de maio de 2026
O fogo do Pentecostes deve ser espalhado
Mas o Pentecostes Cristão não chama a atenção para o trovão e o relâmpago do Sinai. Ela só lembra que, 50 dias depois da Ressurreição de Nosso Salvador, o Espírito Santo desceu, sob a forma de línguas de fogo, sobre os Apóstolos unidos no Cenáculo. Esta não é mais a promulgação aterradora da Lei que acorrentou o povo hebreu em sua observância pelo medo de castigos; antes, é o dom da luz e da força que deve difundir a caridade de Deus em todo o mundo e, por essa caridade, a prática da lei evangélica.
Manter isso para si mesmo não é possível. Quem quer que guarde para si mesmo, tem apenas um pouquinho. Este fogo deseja ser comunicado, para ser espalhado. Quem possui em si mesmo sente a necessidade imperiosa de dar aos outros.
Traduzido por: Fr. Vicente Ferrer, T.O.P.
sábado, 23 de maio de 2026
Real Associação do Porto celebrou o 30º aniversário de SAR D. Afonso de Bragança no Clube de Leça
sexta-feira, 22 de maio de 2026
O PROBLEMA DA VINCULAÇÃO
Se o abandono dos Vínculos é sem dúvida uma das causas, não podemos esquecer a concentração de poder, as desamortizações e destruição da estrutura municipal, obra do Liberalismo doutrinário, primeiro com a imposição da “Monarquia” constitucional e depois, através da sua consequência lógica, a república.
Longe de intrincadas teorias e de “novas ordens mundiais” , o que estamos a assistir neste maravilhoso, científico e tão progressista sec XXI, mais não é que o resultado de 200 anos de revoluções liberais, que se resumem à destruição da família, dos seus meios naturais de previdência, para a ascenção do individuo, que ao não ser mais do que um elemento centrífugo e desagregador da sociedade, se torna assim a presa fácil e escravo obediente de um Estado centralizador, controlador e de poder ilimitado.
“ Não basta reconhecer que a célula fundamental da sociedade é a família, - e não o individuo.
Para que a família prospere e exerça com prestígio as suas funções salutares, é preciso assegurar-lhe com a indissolubilidade devida a necessária fixidez. Se em Portugal a lei anti-social do divórcio acabou por desorganizar a família, ela já estava há muito tempo condenada ao enfraquecimento e à ruina, desde que o velho sistema vincular cedeu de todo em todo ao regime da partilha forçada na herança, introduzido nas nossas instituições jurídicas pela Influência nefasta do código de Napoleão.
Não se compreende família estável, - família duradoira, sem a correspondente base económica, embora o não pense assim o individualismo excessivo da nossa legislação, que, a partir de 1834, raramente é digna de registo, debaixo de qualquer ponto de vista construtivo.
Acumularam-se destroços sobre destroços num país em que o delírio reformista atingiu o máximo da sua intensidade, dado o entusiasmo romântico daqueles que um dia se meteram a “regenerar-nos” em nome dos “Imortais Princípios”.
Nessa disposição de espírito, os Vínculos viram-se abolidos por uma política de ideias abstractas, mais com razões de sentimento do que com razões de inteligência. Ainda agora é o sentimento que os enegrece e repele, considerando neles uma violação dos sagrados direitos do individuo.
Olham-se como um privilégio odioso e não como um instituto de previdência e proteção. Manifesta-se evidentemente aqui uma ignorância global de quais sejam as vantagens sociais e morais do património vinculado (…).
As famílias antigas resistiam, e resistiam agarradas à terra, num consórcio admirável com a propriedade, que as fortificara e engrandecera. Isso importava consigo a ausência de certos males que a sociedade moderna padece. O absentismo não depauperava então a vida dos campos e as populações rurais, enraizadas no solo, não tomavam, com agora, o caminho dos centros urbanos, engrossando a hoste cada vez mais numerosa dos deserdados e dos descontentes. O êxodo para as cidades é hoje assustador, como assustador é o predomínio abusivo dos grandes tentaculares, - na imagem inolvidável de Verhaeren- , que sorvem tudo às províncias paralíticas: - braços, dinheiro e representação.
Por outro lado a família não consegue ultrapassar, intacta e forte mais que duas ou três gerações. Contribui para essa deficiência orgânica a partilha igual dos bens em matéria de sucessão, que os nossos civilistas copiaram servilmente do modelo francês(…).
(…) O localismo interessa-nos como condição basilar do revigoramento das pequenas autonomias municipais. As pequenas autonomias municipais não se verão , porém robustecidas, sem que as famílias, de que são compostas, se sintam presas à terra por todas as raízes da sua personalidade. O sistema vincular surge-nos, pois, como o único meio de lhes assegurar a estabilidade, já renovando a enfiteuse a favor das classes não possuidoras, já dando às abastanças consolidadas uma outra consistência, que, sem a imobilização de uma sua quota parte , nunca poderão atingir.
(…) Receia-se em Portugal, por amor à igualdade, que os Vínculos tragam uma regressão a tempos de imaginária e novelesca dureza. O Vinculo, para a quase unanimidade das opiniões, é sempre um monopólio detestável.
Puro engano! Quando outra coisa não seja, é seguramente uma “reserva económica”, que garante dos revezes da sorte um dos ramos da família. Inicialmente, não se imobilizava mais que a terça parte dos bens, que era dantes o quinhão livre para quem tivesse herdeiros obrigatórios. Hoje, pelas disposições legislativas da república, vai-se mais longe, - vai-se até metade da fortuna, com a diferença de que essa faculdade legal se volta, na maioria dos casos, contra os interesses familiares, enquanto no Vinculo, como instituição de previdência, só a família tinha que aproveitar.(…)”
(António Sardinha, Ao Ritmo da Ampulheta)
Por Deus, Pátria e Rei
Valentim Rodrigues
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Cerimónia de Investidura e Jantar da Real Irmandade da Ordem do Arcanjo São Miguel
S.A. a Duquesa de Coimbra e o Duque de Coimbra presidiram à Cerimónia de Investidura e ao Jantar da Real Irmandade da Ordem do Arcanjo São Miguel, da Arquidiocese dos Serviços Militares dos EUA, que se realizou em Filadélfia. Os Duques de Coimbra estiveram ainda presentes no Jantar dos Benfeitores da Associação Americana de Damas e Cavaleiros da Casa Real Portuguesa, que se realizou na mesma cidade americana.
Depois do Príncipe Herdeiro, S.A.R. D. Afonso de Bragança, Chanceler-Mor da Ordem, e do Infante D. Dinis, Duque do Porto e Chanceler da Ordem, presidirem as investiduras nos EUA, foi a vez da Infanta D. Maria Francisca, Duquesa de Coimbra e Vice-Chanceler da Ordem, presidir a uma cerimónia em representação de seu pai, S.A.R. D. Duarte, Duque de Bragança, Grão-Mestre da Ordem e Juiz Honorário da Real Irmandade.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Vivemos num estado servil
Tudo começou com o desmoronamento da sociedade orgânica tradicional por acção do Estado Liberal que instituiu a sociedade de massas dirigida por plutocratas ao serviço dos seus interesses. Vivemos num «Estado Servil», onde as liberdades política e económica não passam de um sonho.
É hora de rompermos com os paradigmas do neoliberalismo em que nos encontramos, como se estivéssemos num cativeiro.
G. K.