sexta-feira, 5 de junho de 2026
Correio Real nº33
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Corpus Christi
quarta-feira, 3 de junho de 2026
A Monarquia Tradicional
Uma Monarquia que promova a união do Povo sem confusão; uma Monarquia que proporcione que caminhemos em conjunto e que haja harmonia tendo em consideração a individualidade de cada um.
Uma Monarquia Social que respeite e promova a interligação dos grupos intermédios em que a pessoa humana se realiza, a partir da Família e nas diferentes formas da sua funcionalidade; uma Monarquia em que a vitalidade do tecido social que vincula as pessoas sirva de limite ao poder político; uma Monarquia livre de um tirano ou de um monarca decorativo, incapaz de ter iniciativas; uma Monarquia em que também o Rei deve submeter-se à lei como todos os outros cidadãos e não ter privilégios de inviolabilidade ou imunidade.
Uma Monarquia hereditária que dê corpo à continuidade e ao progresso. Uma Monarquia em que o Rei terá de ter a dupla legitimidade, a de origem e a de exercício, ele confirmará com palavras e com obras o chamamento que recebeu pelo sangue.
Um dia far-se-á luz sobre os Portugueses!
Deus, Pátria e Rei
terça-feira, 2 de junho de 2026
Bosque Real do Marão - Assinatura do Protocolo
S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira visitou o Município de Amarante, onde foi recebido pelos Senhores Presidentes da Câmara Municipal, Dr. Jorge Ricardo e da Assembleia Municipal, Dr. Pedro Cunha, que apadrinhou o Protocolo Bosque Real do Marão.
O acto da assinatura do protocolo decorreu no Salão Nobre, da Câmara Municipal de Amarante, entidade parceira deste ambicioso projecto.
Enquanto ambientalista que é, e defensor do mundo rural, apadrinhou a celebração de um protocolo de apoio da Real Associação do Porto à Associação dos Baldios de Ansiães, tendo em vista a reflorestação de 9 ha (hectares) de terreno na Serra do Marão, e a criação de produtos endógenos a comercializar com a marca Bosque Real do Marão. Simbolicamente, com acção de S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança e dos presentes, foram plantadas 3 árvores autóctones distintas, nomeadamente, Carvalho, Castanheiro e Bétula, que simbolizam cada um dos Príncipes de Portugal, tendo sido descerrada uma placa evocativa do momento e deste projecto ambiental da Real Associação do Porto.
O Carvalho, que simboliza, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, é um símbolo universal de força, estabilidade, longevidade e sabedoria, além disso, é um importante habitat para diversas espécies de animais e plantas, pois a sua copa densa e seus galhos fornecem abrigo e alimento para várias criaturas, tornando-se um símbolo de generosidade e sustentabilidade.
A Bétula, dedicada a S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança, Duquesa de Coimbra, é considerada a "árvore da luz" e a "Dama da Floresta", pois significa renovação, novos começos e protecção.
O Castanheiro, que foi plantado, simboliza S.A. o Senhor D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, apresenta-se como resiliente e protector. O castanheiro na floresta é usado para favorecer a estabilidade, por este facto está associado para atrair prosperidade e fortalecer fertilidade.
Fonte: Monarquia Portuguesa
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Procissão do Corpo de Deus 2026
domingo, 31 de maio de 2026
sábado, 30 de maio de 2026
ANSIEDADE METEOROLÓGICA
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Sodomia: um pecado que hoje em dia é louvado
quinta-feira, 28 de maio de 2026
UM CINICO ARCO-IRIS
Contudo, a presença ou não, de um trapo multicolor no edifício de uma câmara municipal, gera como sempre os habituais jogos de alecrim e manjerona, usados e abusados pelas máfias partidárias, no habitual desviar de atenções de outros problemas, bem mais graves. Mas é a natureza plutocrática e absolutista do regime que a tal obriga.
Se uns clamam pela necessária neutralidade da Câmara e assim protestam pela deposição do trapo multicolor, logo se desculpam, envergonhados, ajoelhando perante os ignaros ditames do politicamente correcto, o eficaz censor imposto pelo liberalismo, superior a qualquer policia politica ou de costumes; os outros pela sua obrigatoriedade, em prol dos imortais princípios que conspurcaram as areias da nossa amada Pátria e no respeito por essa imposição antinatural a que chamam constituição, castrando uma liberdade, que na sua definição moderna, deixa de existir.
Por paradoxo, a defesa do pano multicolor é feita por marxistas, mascarados nos putrefactos mantos do progresso e modernismo, seguidores de uma ideologia baseada no dinheiro, no estricto cumprimento do pensamento de um ultrajante e diabólico individuo, cuja predileção estava em violar as empregadas domésticas, que alguns amigos, esses bem endinheirados, sustentavam.
Por isso, os motivos na defesa e imposição de pequenos grupos alienígenas e marginais da sociedade, nada tem a ver com imortais princípios, mas com pura demagogia usada em proveito próprio.
Pouco importa, que a sociedade seja lançada no espinhoso caminho de uma morte anunciada e até as tão louvadas maiorias se descartam sem mais demoras … Ah! Essas maiorias tão úteis e tão clamadas em períodos pré-eleitorais, são agora esconjuradas, perante o lucro fácil obtido no recurso à aberração.
É a lógica da partidocracia, que, de novo, se desnuda perante todos.
Impõe-se, por isso, o retomar da serenidade estival que a todos acolhia, no final de uma tarde; ao amoroso calor de uma fogueira, aconchegante guardadora de risos e conversas, ao desfraldar de bandeiras em campos raiados pelo sol, por amor a Deus, à Pátria e ao Rei!
Impõe-se o retomar do nosso génio!
Impõe-se Portugal!
Valentim Rodrigues