terça-feira, 23 de junho de 2026
24 de Junho de 1128: Batalha de São Mamede
segunda-feira, 22 de junho de 2026
PRIMEIRO PROTESTO DE D MIGUEL I NO EXILIO - 20 de Junho de 1834
«(…) Em consequencia dos acontecimentos que Me obrigaram a sair de Portugal e abandonar temporariamente o exercicio do Meu poder; a honra da Minha Pessoa, o interesse dos meus Vassallos e finalmente todos os motivos de justiça e de decoro exigem que Eu proteste, como por este faço, à face da Europa, a respeito dos sobreditos acontecimentos e contra quaesquer innovações que o governo que ora existe em Lisboa possa ter introduzido, ou para o futuro procurar introduzir contrarias às Leis fundamentaes do Reino.
D’esta exposição pode-se concluir que o Meu assentimento a todas as condições que Me foram impostas pelas forças preponderantes, confiadas nos generaes dos dois governos de presente existentes em Madrid e Lisboa, de accordo com duas grandes Potencias, foi da Minha parte um mero acto provisorio, com as vistas de salvar os Meus Vassallos de Portugal das desgraças que a justa resistencia que poderia ter feito, lhes não teria poupado, havendo sido surprehendido por um inesperado e indesculpavel ataque de uma Potencia amiga e alliada.
Por todos estes motivos tinha Eu firmemente resolvido, apenas tivesse liberdade de o praticar, como cumpria à Minha honra e dever, fazer constar a todas as Potencias da Europa a injustiça da aggressão contra Meus direitos e contra a Minha Pessoa; e protestar e declarar, como por este protesto e declaro, agora que me acho livre de coação, contra a capitulação de 26 de maio passado, que Me foi imposta pelo governo ora existente em Lisboa; auto que fui obrigado a assignar, a fim de evitar maiores desgraças e poupar o sangue de Meus Fieis Vassallos. Em consequencia do que deve considerar se a dita capitulação como nulla e de nenhum valor."
Génova, 20 de Junho de 1834.
D. Miguel I, Rei de Portugal.»
domingo, 21 de junho de 2026
Jantar comemorativo dos 35 anos da Real Associação de Viseu
S.A.R. o Duque de Bragança e S.A.I.R. Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, estiveram presentes no jantar comemorativo dos 35 anos da Real Associação de Viseu.
No jantar estiveram presentes o presidente da RAV, Eng. Amadeu Fernandes, e os seus dois últimos presidentes, o Dr. José de Morais de Sarmento Moniz e o Dr. Álvaro Barba de Meneses. Estiveram presentes mais de 80 associados e amigos.
sábado, 20 de junho de 2026
Beatas Irmãs: Teresa, Mafalda e Sancha
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Mais escândalos demo-republicanos
quinta-feira, 18 de junho de 2026
quarta-feira, 17 de junho de 2026
terça-feira, 16 de junho de 2026
Igualdade ou Desigualdade?
Vivemos num status em que os povos exigem igualdade que não passa de uma quimera, e se têm de contentar com a igualdade relativa: todos são iguais em face da lei.
A Revolução Francesa convenceu os povos que tinham vivido séculos e séculos em pura escravidão, confundindo propositadamente este termo com "hierarquia" e criando-lhes a esperança de um mundo de felicidade e igualdade.
No entanto nenhum povo que se deixou tomar pelos ideais revolucionários, ficou favorecido e todos continuam a ser vítimas daqueles que, com as suas astúcias, os tornam os alvos de todas as suas ambições e alimento das mais diversas tiranias.
Sempre os povos adoraram os homens com palavras bonitas, mas jamais e em qualquer lugar conseguiram o que lhes foi prometido. Desde tempos remotos que hipocritamente se repete que os homens são todos iguais, mas, cada vez mais, a desigualdade mais vil e repugnante cai de forma agressiva sobre a espécie humana.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
SAR O Senhor Dom Duarte de Bragança distinguido como Membro Honorário da APCA
SAR o Dom Duarte de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, foi anunciado como Membro Honorário da Associação das Comunidades Portuguesas na Ásia (APCA). A distinção surge em reconhecimento do seu trabalho de décadas na preservação do património histórico e cultural do mundo lusófono.
O papel activo de Dom Duarte de Bragança na defesa das comunidades luso-asiáticas — marcado por visitas frequentes, incentivos e doações de cariz cultural e religioso — foi um dos principais motivos para a atribuição do título. Na nota recebida, é ainda destacado o seu histórico apoio humanitário, com especial relevo para a luta pela autodeterminação de Timor-Leste, bem como o seu entusiasmo no processo que culminou na fundação da própria APCA.
Fonte: Monarquia Portuguesa
domingo, 14 de junho de 2026
O poderoso Lema de Santo António
Este é o original, em latim:
Fugite partes adversae!
Vicit Leo de tribu Juda,
Radix David! Alleluia!
Fugi forças inimigas!
Venceu o Leão da tribo de Judá,
A raiz de David! Aleluia!