quarta-feira, 3 de junho de 2026

A Monarquia Tradicional

Uma Monarquia que há-de levar ao Mundo os interesses espirituais da Cristandade; que por ser cristã será respeitada e admirada por todas as pessoas, mesmo as de outras crenças e convicções porque assegurará a todos os portugueses a igualdade perante a lei.

Uma Monarquia que promova a união do Povo sem confusão; uma Monarquia que proporcione que caminhemos em conjunto e que haja harmonia tendo em consideração a individualidade de cada um.

Uma Monarquia Social que respeite e promova a interligação dos grupos intermédios em que a pessoa humana se realiza, a partir da Família e nas diferentes formas da sua funcionalidade; uma Monarquia em que a vitalidade do tecido social que vincula as pessoas sirva de limite ao poder político; uma Monarquia livre de um tirano ou de um monarca decorativo, incapaz de ter iniciativas; uma Monarquia em que também o Rei deve submeter-se à lei como todos os outros cidadãos e não ter privilégios de inviolabilidade ou imunidade.

Uma Monarquia hereditária que dê corpo à continuidade e ao progresso. Uma Monarquia em que o Rei terá de ter a dupla legitimidade, a de origem e a de exercício, ele confirmará com palavras e com obras o chamamento que recebeu pelo sangue.

Um dia far-se-á luz sobre os Portugueses!

Deus, Pátria e Rei

terça-feira, 2 de junho de 2026

Bosque Real do Marão - Assinatura do Protocolo

S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira visitou o Município de Amarante, onde foi recebido pelos Senhores Presidentes da Câmara Municipal, Dr. Jorge Ricardo e da Assembleia Municipal, Dr. Pedro Cunha, que apadrinhou o Protocolo Bosque Real do Marão.

O acto da assinatura do protocolo decorreu no Salão Nobre, da Câmara Municipal de Amarante, entidade parceira deste ambicioso projecto.

Enquanto ambientalista que é, e defensor do mundo rural, apadrinhou a celebração de um protocolo de apoio da Real Associação do Porto à Associação dos Baldios de Ansiães, tendo em vista a reflorestação de 9 ha (hectares) de terreno na Serra do Marão, e a criação de produtos endógenos a comercializar com a marca Bosque Real do Marão. Simbolicamente, com acção de S.A.R. o Senhor  Dom Afonso de Bragança e dos presentes, foram plantadas 3 árvores autóctones distintas, nomeadamente, Carvalho, Castanheiro e Bétula, que simbolizam cada um dos Príncipes de Portugal, tendo sido descerrada uma placa evocativa do momento e deste projecto ambiental da Real Associação do Porto.

O Carvalho, que simboliza, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, é um símbolo universal de força, estabilidade, longevidade e sabedoria, além disso, é um importante habitat para diversas espécies de animais e plantas, pois a sua copa densa e seus galhos fornecem abrigo e alimento para várias criaturas, tornando-se um símbolo de generosidade e sustentabilidade.

A Bétula, dedicada a S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança, Duquesa de Coimbra, é considerada a "árvore da luz" e a "Dama da Floresta", pois significa renovação, novos começos e protecção.

O Castanheiro, que foi plantado, simboliza S.A. o Senhor D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, apresenta-se como resiliente e protector. O castanheiro na floresta é usado para favorecer a estabilidade, por este facto está associado para atrair prosperidade e fortalecer fertilidade.

Fonte: Monarquia Portuguesa

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Procissão do Corpo de Deus 2026


 A tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa, dia 4 de Junho, às 17h00, vai este ano mudar de percurso – iniciando e terminando na Sé Patriarcal – o novo trajecto inclui agora a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço).

Esta procissão – presidida pelo Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério – é “uma das mais antigas e importantes tradições religiosas da cidade, ocorrendo na quinta-feira da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo”, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Em relação aos últimos anos, as principais mudanças da tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa concentram-se “na zona de passagem pela Baixa, com um percurso alargado que introduz este ano uma passagem mais abrangente pela zona ribeirinha, incluindo a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço)”.

Segundo o responsável das celebrações do Corpo de Deus na Cidade de Lisboa, cónego Bruno Machado, numa carta, “a Procissão, por algumas ruas da Baixa da Cidade, é sempre um dos momentos altos, de importante oração e expressão da fé católica”.

A tradicional Procissão do Corpo de Deus, pelas ruas da Baixa da Cidade vai ter lugar na tarde do dia 4 de Junho, quinta-feira, a partir das 17h00, no Largo da Sé, terminando pelas 18h30, no mesmo local, com a bênção com o Santíssimo.

PERCURSO 2026

Sé Patriarcal de Lisboa, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Rua dos Condes de Monsanto, Praça da Figueira, Rua da Betesga, Praça D. Pedro IV, Rua do Ouro, Rua do Comércio, Praça do Município, Rua do Arsenal, Praça do Comércio, Rua dos Fanqueiros, Rua da Conceição, Largo da Madalena, Rua de Santo António da Sé, Largo da Sé

sábado, 30 de maio de 2026

ANSIEDADE METEOROLÓGICA

Num estudo revelado por um meio de contaminação social, que aliás é detentor de um polígrafo, que qual falsa virgem, só vislumbra as pequenas verdades que lhe interessam, indica que 56% dos afectados pela última grande tempestade, sofre de “ansiedade meteorológica elevada ou extrema”.
O termo é lisonjeiro para os novos arúspices climatéricos e ganha outro peso, quando proferido por um investigador de… Economia e gestão. A tragédia do homem é reduzida a mais ou menos dinheiro, seguros, ou à falta deles.
Que o dinheiro é o actual ídolo, não restam dúvidas: até o senhor Seguro garante que o problema, não é Portugal ser um país de idosos carente de uma urgente solução, mas a pressão que tal causa no SNS!! São pequenas tiradas a que nos devemos habituar neste seu mandato…
A indução em mentes perdidas e cretinizadas, que o Estado tudo previne, tudo resolve, que as alterações climatéricas são uma inevitabilidade, embora sem qualquer prova científica, provocadas pela D Maria, que em nome do progresso trocou sacos de pano, por plástico, ou pelo Sr António que, há 20 anos, cumpriu o seu sonho de ter um carro a combustão em nome da modernidade, leva ao estatal prazer, da “ansiedade meteorológica”, à desculpabilização de um Estado Liberal e democrático propositadamente medíocre e incompetente, escudado em burocracia e que nada mais oferece que uma mão cheia de nada.
Há pouco tempo, foi mencionada nesta página, a pronta intervenção do tão caluniado D João V, no catastrófico ano de 1745, com oferta de trigo aos agricultores afectados e na epidemia de 1723, onde providenciou roupas e subsistência à sofrida população de Lisboa, sem inquéritos, sem estudos prévios, sem necessárias candidaturas. E nem se fala, nas corporações, confrarias, municípios, que na plenitude do tão Católico princípio da subsidiariedade, socorriam os mais frágeis e os mais tocados pelos materiais fados.
O oceano que separa o actual pesadelo dos Estados de direito liberais, da clareza, justiça e caridade da Tradição Católica, é por demais gritante e evidente.
Aos meteorologicamente ansiosos, que se libertem desse fardo fictício. Entrem numa Igreja e rezem convicta e devotadamente. Surgirá então o auxílio.
Por Deus, Pátria e Rei!
Valentim Rodrigues

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Sodomia: um pecado que hoje em dia é louvado

A maldita sodomia sempre foi detestada por todos os que vivem de acordo com Deus. Nenhum pecado no mundo prende tanto a alma. Agitada por uma ânsia insaciável de prazer, a pessoa não obedece à razão, e sim ao delírio, pois a paixão desviada é próxima à loucura. 

Esse vício transtorna o intelecto, destrói a elevação e generosidade da alma, rebaixa a mente dos grandes pensamentos para os mais baixos, torna a pessoa preguiçosa, irascível, obstinada e endurecida, servil e relaxada, incapaz de qualquer coisa. 

Os seus adeptos tornam-se cegos, e enquanto os seus pensamentos deveriam elevar-se para coisas altas e grandes, são despedaçados e reduzidos a coisas vis, inúteis e pútridas, que nunca podem torná-los felizes. 

Da mesma forma que as pessoas virtuosas participam na glória de Deus em diversos graus, também no inferno alguns sofrem mais que outros. Quem viveu com esse vício da sodomia sofre mais do que os outros, pois este é o maior pecado.

São Bernardino de Siena (frade franciscano) in 'Le Prediche Volgari'

quinta-feira, 28 de maio de 2026

UM CINICO ARCO-IRIS


O facto em si não é importante, e nem mereceria, pela sua imoralidade, o mínimo reparo.

Contudo, a presença ou não, de um trapo multicolor no edifício de uma câmara municipal, gera como sempre os habituais jogos de alecrim e manjerona, usados e abusados pelas máfias partidárias, no habitual desviar de atenções de outros problemas, bem mais graves. Mas é a natureza plutocrática e absolutista do regime que a tal obriga.

Se uns clamam pela necessária neutralidade da Câmara e assim protestam pela deposição do trapo multicolor, logo se desculpam, envergonhados, ajoelhando perante os ignaros ditames do politicamente correcto, o eficaz censor imposto pelo liberalismo, superior a qualquer policia politica ou de costumes; os outros pela sua obrigatoriedade, em prol dos imortais princípios que conspurcaram as areias da nossa amada Pátria e no respeito por essa imposição antinatural a que chamam constituição, castrando uma liberdade, que na sua definição moderna, deixa de existir.

Por paradoxo, a defesa do pano multicolor é feita por marxistas, mascarados nos putrefactos mantos do progresso e modernismo, seguidores de uma ideologia baseada no dinheiro, no estricto cumprimento do pensamento de um ultrajante e diabólico individuo, cuja predileção estava em violar as empregadas domésticas, que alguns amigos, esses bem endinheirados, sustentavam.

Por isso, os motivos na defesa e imposição de pequenos grupos alienígenas e marginais da sociedade, nada tem a ver com imortais princípios, mas com pura demagogia usada em proveito próprio.

Pouco importa, que a sociedade seja lançada no espinhoso caminho de uma morte anunciada e até as tão louvadas maiorias se descartam sem mais demoras … Ah! Essas maiorias tão úteis e tão clamadas em períodos pré-eleitorais, são agora esconjuradas, perante o lucro fácil obtido no recurso à aberração.

É a lógica da partidocracia, que, de novo, se desnuda perante todos.

Impõe-se, por isso, o retomar da serenidade estival que a todos acolhia, no final de uma tarde; ao amoroso calor de uma fogueira, aconchegante guardadora de risos e conversas, ao desfraldar de bandeiras em campos raiados pelo sol, por amor a Deus, à Pátria e ao Rei!

Impõe-se o retomar do nosso génio!

Impõe-se Portugal!

Valentim Rodrigues

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Capitulo Geral e investidura da Real Irmandade da Ordem do Arcanjo São Miguel no Mosteiro de Alcobaça


S.A.R. o Duque de Bragança e o seu filho, S.A. o Duque do Porto, estiveram presentes no sábado passado no Capitulo Geral e investidura da Real Irmandade da Ordem do Arcanjo São Miguel, que reuniu Damas e Cavaleiros no Mosteiro  de Alcobaça. A Missa foi presidida pelo Bispo Emérito de São Tomé e Príncipe, D. Manuel António Mendes dos Santos, Capelão-Geral da Ordem, e contou com a presença de representantes das reais irmandades de 13 países, nomeadamente Estados Unidos da América, Espanha, Canadá e Brasil.

terça-feira, 26 de maio de 2026

República anti-portuguesa

Quanto mais se caminhou para a Democracia, mais se desorganizou Portugal. Por consequência, a lei a formular é esta: – a prosperidade da República está na razão inversa da prosperidade da Nação.
É preciso, portanto, cavar bem fundo o abismo que separa a República da Nacionalidade; porque, quanto mais a Nação se deixar dominar pela acção deletéria da República, mais a República aniquilará e esfacelará a Nação.
A República é um regime anti-nacional.

Caetano Beirão in «A lição da Democracia – Oitenta e oito anos de República em Portugal», 1922

Fonte: Veritatis

segunda-feira, 25 de maio de 2026

SAR O Duque de Bragança na inauguração da obra “Verdade, Voz e Paz”


S.A.R. o Duque de Bragança esteve presente na inauguração da obra “Verdade, Voz e Paz”, do escultor grego Nikos Floros, no passado dia 8 de Maio, na Basílica dos Mártires, em Lisboa. A cerimónia inserida no ciclo de actividades - Encontros com história, arte e património - promovida pela Academia ao Largo e igrejas do Chiado, contou com a presença da Embaixadora da Grécia, Konstantina Kamitsi.