terça-feira, 9 de junho de 2026
segunda-feira, 8 de junho de 2026
O distributismo e a liberdade
O capitalismo faz concentrar a propriedade nuns poucos através da monopolização do mercado e o socialismo faz o mesmo concentrando a propriedade no Estado. Na prática os dois sistemas acabam por controlar os recursos mais importantes do país, pelas mãos de meia dúzia de burocratas em representação dos interesses dos verdadeiros proprietários, sejam accionistas ou o público em geral, mas que naquele momento controlam os recursos em seu próprio benefício.
Além disso, ao concentrarem o poder económico, acabam por concentrar também o poder político e obter inúmeros benefícios e subsídios como temos visto nesta crise que nos assola. Metido entre o estado gigantesco e a corporação imponente, o indivíduo fica reduzido a uma situação de escravatura.
Embora se neguem a admitir que o poder vem da propriedade acumulada, estes sistemas pretendem criar liberdade concentrando capital, mas como este também concentra o poder, o que fica para as massas é o empobrecimento. Pelo contrário, o distributismo procura construir uma sociedade de homens e mulheres, proprietários livres e conscientes dos seus direitos, com os seus meios de defesa contra a centralização tanto do estado como das corporações.”
Retirado e adaptado de "Club Chesterton"
domingo, 7 de junho de 2026
sábado, 6 de junho de 2026
Sacerdote, quem és?
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Correio Real nº33
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Corpus Christi
quarta-feira, 3 de junho de 2026
A Monarquia Tradicional
Uma Monarquia que promova a união do Povo sem confusão; uma Monarquia que proporcione que caminhemos em conjunto e que haja harmonia tendo em consideração a individualidade de cada um.
Uma Monarquia Social que respeite e promova a interligação dos grupos intermédios em que a pessoa humana se realiza, a partir da Família e nas diferentes formas da sua funcionalidade; uma Monarquia em que a vitalidade do tecido social que vincula as pessoas sirva de limite ao poder político; uma Monarquia livre de um tirano ou de um monarca decorativo, incapaz de ter iniciativas; uma Monarquia em que também o Rei deve submeter-se à lei como todos os outros cidadãos e não ter privilégios de inviolabilidade ou imunidade.
Uma Monarquia hereditária que dê corpo à continuidade e ao progresso. Uma Monarquia em que o Rei terá de ter a dupla legitimidade, a de origem e a de exercício, ele confirmará com palavras e com obras o chamamento que recebeu pelo sangue.
Um dia far-se-á luz sobre os Portugueses!
Deus, Pátria e Rei
terça-feira, 2 de junho de 2026
Bosque Real do Marão - Assinatura do Protocolo
S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira visitou o Município de Amarante, onde foi recebido pelos Senhores Presidentes da Câmara Municipal, Dr. Jorge Ricardo e da Assembleia Municipal, Dr. Pedro Cunha, que apadrinhou o Protocolo Bosque Real do Marão.
O acto da assinatura do protocolo decorreu no Salão Nobre, da Câmara Municipal de Amarante, entidade parceira deste ambicioso projecto.
Enquanto ambientalista que é, e defensor do mundo rural, apadrinhou a celebração de um protocolo de apoio da Real Associação do Porto à Associação dos Baldios de Ansiães, tendo em vista a reflorestação de 9 ha (hectares) de terreno na Serra do Marão, e a criação de produtos endógenos a comercializar com a marca Bosque Real do Marão. Simbolicamente, com acção de S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança e dos presentes, foram plantadas 3 árvores autóctones distintas, nomeadamente, Carvalho, Castanheiro e Bétula, que simbolizam cada um dos Príncipes de Portugal, tendo sido descerrada uma placa evocativa do momento e deste projecto ambiental da Real Associação do Porto.
O Carvalho, que simboliza, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, é um símbolo universal de força, estabilidade, longevidade e sabedoria, além disso, é um importante habitat para diversas espécies de animais e plantas, pois a sua copa densa e seus galhos fornecem abrigo e alimento para várias criaturas, tornando-se um símbolo de generosidade e sustentabilidade.
A Bétula, dedicada a S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança, Duquesa de Coimbra, é considerada a "árvore da luz" e a "Dama da Floresta", pois significa renovação, novos começos e protecção.
O Castanheiro, que foi plantado, simboliza S.A. o Senhor D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, apresenta-se como resiliente e protector. O castanheiro na floresta é usado para favorecer a estabilidade, por este facto está associado para atrair prosperidade e fortalecer fertilidade.
Fonte: Monarquia Portuguesa