quarta-feira, 18 de março de 2026

SAR O Duque de Bragança na sessão de lançamento do livro «No Terramoto de 1975»

S.A.R. o Duque de Bragança esteve presente na sessão de lançamento do livro «No Terramoto de 1975», de Tomás A. Moreira, que decorreu no dia 10 de Março, na Livraria Buchholz, e que contou com a apresentação do historiador Rui Ramos.

Em pleno PREC, mais de mil trabalhadores da Molaflex manifestam-se pacificamente em frente ao quartel-general. Não querem causar tumultos nem estão contra o 25 de Abril; apenas pedem que os militares lhes expliquem a situação do patrão. São atacados e agredidos por militantes revolucionários, que os acusam de serem fascistas; vários trabalhadores são detidos pelos militares. Esta foi, no Portugal democrático, a primeira manifestação de rua em prol de um patrão e abalou a opinião pública.



terça-feira, 17 de março de 2026

O monopólio estatal do ensino


“Se a educação dos filhos é um direito natural e intangível da família, as pessoas associadas a esta obra educativa, mestres e dirigentes dos institutos escolares, são mandatários e representantes dos pais.

E como a escola tem essencialmente uma função educativa, escolher uma determinada escola significa preferir uma certa forma de educação escolar informada de especiais princípios pedagógicos, morais e religiosos.
Decorre daí um primeiro e fundamental aspecto da liberdade escolar: a livre escolha da escola por parte dos pais. Os direitos da família são anteriores e superiores aos do Estado e da comunidade política que se constitui pela união de famílias existentes antes dele.

Não reivindicamos o direito de educar somente para os pais católicos, aos adeptos de qualquer crença e mesmo às famílias pagãs assiste-lhes igualmente com fundamento nas razões apontadas.

O monopólio estatal do ensino é um violento atentado às prerrogativas insuprimíveis da família. “

Vicente Scherer no Discurso do Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre no 11º aniversário de Sagração Episcopal “Sobre a orientação do Ensino Nacional e a Escola Privada”. Fev. de 1958

segunda-feira, 16 de março de 2026

Israel: distinções necessárias

Para se poder compreender bem o que foi feito, convém antes de mais estabelecer uma distinção relativamente ao povo Judeu. «Israel» pode entender-se em dois sentidos:

1. O «Israel espiritual», povo de Deus do Antigo Testamento até ao tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo. A sua missão era preparar a vinda do Messias, em quem encontraria o seu aperfeiçoamento.
Deste «Israel» é continuação a Igreja de Jesus Cristo, única herdeira legítima e exclusiva do seu património e missão sagrados.

2. O «Israel carnal», que materializou, carnalizou, a promessa de Deus e a própria noção do Messias, e que, por conseguinte, prevaricou, rejeitando-O na Sua primeira Vinda.
Neste «Israel carnal» podemos distinguir, por sua vez, duas outras realidades:

a) O povo Judeu depois de Cristo, povo chamado à conversão e ao baptismo, como todos os demais povos, mas com maior urgência e com uma dilecção particular por causa do seu património único, e com maior cuidado por causa da sua rebelião e do seu património actual.

b) O Judaísmo talmúdico: a religião actual dos Judeus, aquela que não só rejeitou o Messias e cometeu o Deicídio, mas que também persegue o Seu Corpo Místico, a Igreja, como usurpadora do seu património sagrado.

Os Judeus talmúdicos seguem o Talmude: interpretação rabínica da Lei Mosaica e código civil judaico.

A Igreja honra o «Israel espiritual», pois dá-lhe continuidade e é a sua herdeira.

A Igreja ama o «Israel carnal» chamado à conversão; procura os filhos desse povo como aos seus filhos mais velhos, rebeldes mas ainda amados.

A Igreja defende a sua própria razão de ser e os seus direitos contra as pretensões do Judaísmo talmúdico, contra o seu ódio e as suas perseguições.

Pe. Juan Carlos Ceriani in «El Deicidio», 5 de Março de 2011


Fonte: Veritatis

quinta-feira, 12 de março de 2026

Sessão Evocativa dos 200 anos da morte do Rei D. João VI


S.A.R. o Príncipe da Beira, S.A.R. a Duquesa de Bragança e S.A. o Duque do Porto estiveram presentes na Sessão Evocativa dos 200 anos da morte do Rei D. João VI, que se realizou no Grémio Literário, em Lisboa.  Na sessão estiveram também S.A.I.R. D. Rafael de Orleans e Bragança, Principe Imperial do Brasil, e sua irmã, a Princesa D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança. A Sessão teve como oradores o Chefe de Estado Maior do Exército, o General Eduardo Mendes Ferrão, o General Alexandre de Sousa Pinto, o Embaixador do Brasil, Dr. Raimundo Carreiro, os Prof. Doutores Ibsen Noronha e Lourenço Pereira Coutinho, para além do Príncipe da Beira e do Príncipe Imperial do Brasil. Foi ainda apresentado o livro “D. João VI e o Direito no Brasil. Os bens da alma na legislação joanina (1808-1822)”, da autoria de Ibsen Noronha e publicada pela editora Caminhos Romanos.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Novena a São José, Padroeiro da Igreja Universal

— 1º dia —
S. José, Pai Nutrício de Jesus

Amabilíssimo São José, que tivestes a honra de alimentar, educar e abraçar o Messias, a Quem tantos profetas e reis desejaram ver e não viram: obtende-me, com o perdão das minhas culpas, a graça da oração humilde e confiante que tudo alcança de Deus. Acolhei com bondade paternal os pedidos que vos faço nesta Novena e apresentai-os a Jesus que se dignou de obedecer-vos na Terra. Ámen.

Rogai por nós, São José, Pai Nutrício de Jesus.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Para todos os dias:

Oremos! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protector, mereçamos tê-lo no Céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Ámen.

— 2º dia —
S. José, Esposo da Mãe de Deus

São José, castíssimo Esposo da Mãe de Deus e Guarda fiel da sua virgindade: obtende-me por Maria a pureza do corpo e da alma e a vitória em todas as tentações e dificuldades. Recomendo–vos também os esposos cristãos para que unidos com sincero amor e fortalecidos pela graça se amparem mutuamente nos sofrimentos e tribulações da vida. Ámen.

Rogai por nós São José, Esposo da Mãe de Deus:
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 

Oremos! ...
— 3º dia —
S. José, Chefe da Sagrada Família

Glorioso São José, que gozastes durante tantos anos da presença e filial afeição de Jesus, a Quem tivestes a dita de alimentar e vestir, juntamente com vossa Santíssima Esposa: eu vos suplico me alcanceis o dom inefável de sempre viver em união com Deus pela graça santificante. Obtende também para os pais cristãos a graça do fiel cumprimento dos seus graves deveres de educadores e, aos filhos o respeito e a obediência segundo o exemplo do Menino Jesus. Ámen.

Rogai por nós, São José Chefe da Sagrada Família
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...
— 4º dia —
S. José, Exemplo de Fidelidade

Fidelíssimo São José, que nos destes tão belo exemplo no fiel cumprimento de vossos deveres de Protector da Santíssima Virgem e de Pai Nutrício do Redentor: rogo-vos me obtenhais a graça de imitar o vosso exemplo na fidelidade a todos os deveres do meu estado de vida. Ajudai-me a ser fiel nas coisas pequenas para o ser também nas grandes. Alcançai essa mesma graça para todos os que me são caros nesta vida, a fim de chegarmos a gozar no Céu o prémio prometido aos que forem fiéis até a morte. Ámen.

Rogai por nós, São José, Exemplo de Fidelidade;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...
— 5º dia —
S. José, Espelho de Paciência

Bondoso São José que suportastes com heróica paciência as provações e adversidades na viagem a Belém, na fuga para o Egipto e durante a vida oculta em Nazaré e me destes o exemplo de admirável conformidade com a vontade de Deus: obtende-me a virtude da paciência nas dificuldades de cada dia. Alcançai também invencível paciência a todos que suportam pesadas cruzes, a fim de que se unam sempre mais a Jesus, divino modelo de mansidão e paciência. Ámen.

Rogai por nós São José, Espelho de Paciência:
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...
— 6º dia —
S. José, Modelo dos Operários

Humilde São José, que, vivendo em pobreza. dignificastes a vossa profissão pelo trabalho constante e vos sentistes feliz em servir a Jesus e Maria com o fruto de vossos suores: alcançai-me amor ao trabalho, que me foi imposto como dever de estado, procurando cumprir nisto sempre a vontade de Deus. Protegei os lares dos trabalhadores contra as influências nefastas dos inimigos de Cristo e da Santa Igreja. Obtende-lhes a graça de santificarem o seu trabalho pela recta intenção em tudo conformados com os desígnios da Divina Providência. Ámen.

Rogai por nós, São José, Modelo dos Operários;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...
— 7º dia —
S. José, Protector da Santa Igreja

Glorioso Patriarca São José, Protector e Padroeiro da Igreja Universal : obtende-me a graça de amar a Igreja como Mãe e de a honrar como verdadeiro discípulo de Cristo. Rogo-vos que veleis sobre o Seu Corpo Místico, como outrora velastes sobre Jesus e Maria. Protegei o Santo Padre e os Bispos, os Sacerdotes e os Religiosos. Alcançai-lhes santidade de vida e eficácia no apostolado. Guardai a inocência da infância a castidade da juventude a honestidade do lar, o ordem e paz da Sociedade. Ámen.

Rogai por nós, São José, Protector da Santa Igreja; 
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...
— 8º dia —
S. José, Esperança dos Enfermos

Compassivo São José, esperança dos doentes e necessitados: valei me em todas as enfermidades e tribulações alcançando-me plena conformidade com os admiráveis desígnios de Deus. Obtende-me também para mim e para todos, pelos quais rezo nesta Novena, a cura das enfermidades espirituais que são as paixões desordenadas, fraquezas, faltas e pecados e protegei-nos contra as tentações do inimigo da nossa salvação. Ámen.

Rogai por nós, São José, Esperança dos Enfermos; 
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...
— 9º dia —
S. José, Padroeiro dos Moribundos

Ditoso São José que, morrendo nos braços de Jesus e Maria, partistes deste mundo ornado de Virtudes e enriquecido de méritos: Assisti-me na hora suprema e decisiva da minha vida contra os ataques do poder infernal. Obtende-me a graça de morrer confortado com os santos Sacramentos, necessários para a minha salvação. Tendo compaixão de todos os agonizantes. alcançando-lhes a graça da salvação por intermédio de Maria, vossa Santíssima Esposa. Ámen.

Rogai por nós, São José, Padroeiro dos Moribundos
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Oremos! ...

Pode acrescentar-se todos os dias:

Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: Louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena (fazer o pedido).   

Eu escolho-vos como meu especial Protector. Sêde, depois de Jesus e Maria, a minha consolação nesta Terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, na graça de Nosso Senhor. Ámen.

 Fonte: Senza Pagare

terça-feira, 10 de março de 2026

Portugal Nunca teve Uma Mulher Presidente… Mas Já Teve Duas Rainhas Soberanas: D. Maria I e D. Maria II


 D. Maria I (Lisboa, 17 de Dezembro de 1734 – Rio de Janeiro, 20 de Março de 1816)

O primeiro acto de Dona Maria I, a primeira mulher Rainha de Portugal, foi ordenar a libertação massiva dos presos que, despótica e arbitrariamente, o Secretário de Estado do Rei D. José I, Sebastião José de Carvalho e Mello, vulgo Marquês de Pombal, no seu consulado, tinha enviado para o cárcere injustamente. O Povo deu a este acto o nome de Ressurreição”, assim eufemisticamente apelidado, porque foram soltos milhares de indivíduos que haviam sido encarcerados – há tanto tempo que ninguém acreditava que ainda estivessem vivos – no projecto de consolidação do poder pessoal do Marquês, que entretanto se demitiu. A este acto da Rainha seguiram-se inúmeras manifestações de júbilo popular que se prolongou ao longo de dias até à Aclamação (1777) da novel Rainha de Portugal, a primeira Soberana. Com D. Maria I, a Piedosa, a primeira mulher Rainha Soberana de Portugal, restabelece-se a Monarquia de Tradição Portuguesa segundo o qual o poder era entregue ao Rei para governar de acordo com o bem comum, não sendo nunca um poder pessoal, extirpado de qualquer forma de absolutismo, mas uma posição de prerrogativa com a obrigação de servir, governando com Justiça, sendo do ofício do Monarca manter os direitos e interesses de cada um dos súbditos e o bem comum do Reino de Portugal com a promulgação das competentes Leis justas. Com Sua Majestade Fidelíssima A Rainha Dona Maria I de Portugal, verifica-se o regresso da vocação de serviço da Monarquia Portuguesa em que o Monarca aceita que o seu poder é limitado pelas Leis Fundamentais do Reino, expressas nas Actas das Cortes de Lamego, que apesar de serem apócrifas, se tornaram na Lei Fundamental do Reino, uma vez que o seu teor jurídico é aquele que correspondia ao Costume, e por isso se tratam da codificação do direito da Monarquia Portuguesa:
‘Estas são as Leis da herança do nosso Reino: boas são, justas são, queremos que valham por nós, e por nossos descendentes, que depois vierem.’
D. Maria I, apelidada de “a Piedosa”, foi a Rainha de Portugal e Algarves de 1777 até 1815, e também Rainha do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves a partir do final de 1815 até sua morte, em 20 de março de 1816, Rio de Janeiro, para onde havia partido com as invasões francesas; 1792, D. Maria I havia sido substituída na governação pelo filho D. João (VI), que se tornou Regente quando a mãe começou a mostrar sinais de demência.


 D. Maria II (Rio de Janeiro, 4 de Abril de 1819 – Lisboa, 15 de Novembro de 1853),

apelidada de “a Educadora” e “a Boa Mãe”, foi a Rainha de Portugal e Algarves em dois períodos diferentes, primeiro de 1826 até ser deposta em 1828 por seu tio El-Rei Dom Miguel I, e depois da Guerra Civil que a colocou novamente no Trono de Portugal de 1834 até sua morte, em Lisboa, a 15 de Novembro de 1853.
Era filha do Regente, em Seu nome, D. Pedro, Duque de Bragança e 1.º Imperador do Brasil e da Arquiduquesa Dona Leopoldina da Áustria.
D. Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança (1819-1853) nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, e, enquanto jovem, era loira, de pele muito fina e clara, de olhos azuis como a mãe austríaca e um retrato da elegância.
Aos 7 anos de idade o pai, D. Pedro, abdicou a seu favor e assim Dona Maria da Glória acaba por ascender ao Trono de Portugal com apenas 15 anos. Deveria ter casado com seu tio El-Rei D. Miguel I, com quem chegou a celebrar os esponsais, casando por palavras futuras, em 1827, mas apesar do tio Dom Miguel, de boa vontade jurar a Carta Constitucional outorgada pelo irmão, o Senhor Dom Miguel acaba por ser Aclamado Rei, pelo que uma Guerra Civil passa a opor o chefe do partido Liberal o Regente D. Pedro e o Rei tradicionalista, nunca se vindo a concretizar o matrimónio entre tio e sobrinha.
Como Dona Maria II foi a 31.ª Rainha de Portugal e dos Algarves e teve um reinado difícil marcado não só pela Guerra Civil, assim como pela revolta militar dos Marechais e pelas revoltas populares da Maria da Fonte e da Patuleia.
Casou a 26 de Janeiro de 1835 com o príncipe Augusto Carlos Eugénio Napoleão de Beauharnais, que morreria em 28 de Março de 1835 de difteria, no Paço Real das Necessidades, em Lisboa. Viúva, Dona Maria II de Portugal casou, em segundas núpcias, com o Príncipe Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gotha (Rei Consorte como Fernando II), em 9 de Abril de 1836, com quem viveu uma conhecida felicidade conjugal. As gestações sucessivas, somada à subsequente obesidade, levaram os médicos a alertarem a Rainha sobre os graves riscos que corria em continuar a engravidar. Alheia aos avisos, Dona Maria II replicava: “Se morrer, morro no meu posto”. Em 15 de Novembro de 1853, treze horas após o início do trabalho de parto do seu 11.º filho, Dona Maria II morreu, aos 34 anos de idade, de parto distrófico. Jaz sepultada no Panteão dos Bragança no Mosteiro de S. Vicente de Fora.
A Soberana Portuguesa foi mãe de, entre outros, d’El-Rei Dom Pedro V e do Rei Dom Luís I.

Miguel Villas-Boas

segunda-feira, 9 de março de 2026

SAR, O Senhor Duque de Bragança na entrega da Medalha de Ouro do Real Circolo ao Dr. Vítor Escudero

A Delegação Portuguesa do Real Circolo Francesco II di Borbone celebrou o seu 4º aniversário. São quatro anos de atividade ininterrupta, guiados pelos pilares que a define: a cultura, a caridade e a espiritualidade.

O Arquitecto Segismundo Ramires Pinto assumiu as funções de Delegado em Portugal, abraçando a missão de dar continuidade ao crescimento da Delegação.
O Dr. Vítor Escudero, fundador desta Real Delegação e primeiro Delegado, foi nomeado Delegado-emérito. Num gesto de elevado reconhecimento, foi-lhe atribuída a Medalha de Ouro do Real Circolo pelo Presidente Dr. Paolo Rivelli.
A entrega desta distinção coube ao Presidente de Honra, Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte de Bragança, Duque de Bragança.