sábado, 31 de janeiro de 2026

Príncipe Real D. Luís Filipe – A Grandeza Que Nos Roubaram


Príncipe Real D. Luís Filipe de Bragança

(n. 21/03/1887 – m. assassinado 01/02/1908)

‘Como nós nos não podemos aperceber do movimento da Terra, por nela estarmos, o Príncipe Real [Dom Luís Filipe] não se apercebia de que Portugal, para vir a ser Grande, até o tinha a Ele’!

– António Carlos Coelho V.B. Vasconcellos Porto, Ministro da Guerra D’El-Rei D. Carlos I (1908) in ‘A Marcha Para O Renascimento – El-Rei D. Carlos e o seu Reinado’ sobre SAR O Senhor Dom Luís Filipe de Bragança, 5.º Príncipe Real de Portugal, 4.º Príncipe da Beira e 22.º Duque de Bragança

Fonte: Plataforma de Cidadania Monárquica

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

MISSA DE SUFRÁGIO POR EL-REI D.CARLOS I E PELO PRÍNCIPE REAL D.LUIZ FILIPE - Coimbra

A Real Associação de Coimbra informa que no próximo Domingo, dia 1 de Fevereiro, pelas 19,00 horas, será celebrada na Igreja do Centro Pastoral Irmã Lúcia, ao Loreto, em Coimbra, Missa de Sufrágio por Sua Majestade, El-Rei Dom Carlos I, e Sua Alteza Real, o Príncipe Real Dom Luiz Filipe.


Convidam-se todos os Portugueses a estarem presentes neste piedoso acto em memória do Soberano e do Herdeiro da Coroa de Portugal.

Que Deus guarde Portugal e a Família Real!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Da importância da abstenção

A elevada taxa de abstenção nas eleições presidenciais de 18 de Janeiro, que atingiu 48%, revela uma preocupante falta de adesão dos portugueses ao modelo de Chefia de Estado vigente. Acrescente-se ainda que mais de 3% dos votos foram brancos ou nulos, indicando que a maioria dos cidadãos não se sente representada por este sistema, onde o Chefe de Estado é tradicionalmente escolhido entre líderes partidários. Estes números não surgem do nada, reflectem uma tendência de distanciamento crescente entre eleitores e instituições políticas nacionais.

Pela minha parte estou vivamente empenhado que o número de votos brancos e nulos suba substancialmente na segunda volta, reforçando e explicitando essa posição passiva.

No entanto não coloco as expectativas demasiado altas, pois sei que demasiada gente vive inebriada na contenda eleitoral do próximo dia 8. É natural, pois há décadas que se habituaram ao nosso sistema político que tudo reduz a disputas sectárias entre “nós e eles”. Nasceram e cresceram na guerra fratricida entre “direita” vs “esquerda”, um jogo viciante que entre nós tudo envenena, um jogo fácil a que tantos portugueses reduzem a sua participação cívica nos destinos da Pátria, perpetuando a fractura social que desincentiva o envolvimento dos cidadãos nas causas públicas. Curiosamente, é nos países mais desenvolvidos, onde não se perde tempo com esta coisa de eleições presidenciais, que a população mais intervém, através dos organismos e instituições dos seus países. Por exemplo, na Suécia e na Noruega, onde não há eleições presidenciais, a participação cívica é incentivada por meio de conselhos locais e associações comunitárias, resultando em níveis de envolvimento superiores a 70% segundo dados da OCDE.

Talvez fosse conveniente promover debates públicos sobre modelos diferentes de Chefia de Estado e colocar à consideração popular reformas que permitam outra solução.

Torna-se necessário enviar um sinal, a coerência é um assunto importante.

João Távora


Fonte: Real Associação de Lisboa

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Missa de sufrágio pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos e de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luiz Filipe - Porto

Estimados Associados e amigos,
Uma vez mais, na passagem de mais um ano sobre o trágico regicídio, a Real Associação do Porto cumpre o doloroso dever de mandar celebrar uma missa de sufrágio pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos e de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luiz Filipe, no próximo dia 1 de Fevereiro (Domingo), pelas 19:00, na Igreja de São João da Foz, Porto.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Soluções e desilusões

Tenho uma profunda aversão a revoluções. Na minha experiência pessoal, presenciei uma revolução e toda a instabilidade que dela resultou, quase originando um regime ainda mais opressivo do que o Estado Novo. A História mostra que este é um padrão recorrente: sem recorrer ao exemplo extremo da Revolução Francesa, basta recordar o impacto negativo da acção revolucionária do Marquês de Pombal, das revoluções liberais e da consequente guerra civil, culminando décadas depois na revolução republicana. Na minha família correm histórias terríveis sobre todos esses períodos conturbados.

Analisando o último caso, é evidente que a revolução republicana prosperou, sobretudo nas duas últimas décadas da monarquia, graças a uma estratégia populista e nacionalista implacável aplicada nos meios urbanos, alimentando sistematicamente o ressentimento e provocando emoções básicas, como o medo e a revolta. O contexto português favorecia este cenário: incapacidade de reformar instituições e processos leva invariavelmente a mudanças abruptas, frequentemente violentas, que acabam por manter tudo igual ou, por vezes, agravar os erros e os vícios, apenas trocando clientelas e mascarando as instituições. Assim aconteceu no final da monarquia: a propaganda republicana explorava a miséria do povo, atacava duramente o rei, acusava os jesuítas de raptarem crianças e os padres de manterem o povo no obscurantismo. Os muitos jornais populares amplificavam denúncias contra as velhas elites e a Igreja, promovendo rancores e ideias nacionalistas.

Em reacção à humilhação da crise do Mapa Cor de Rosa, um dos momentos mais baixos do constitucionalismo monárquico, os republicanos criaram uma Comissão de Subscrição Nacional para financiar a aquisição de um navio de guerra, com o objectivo de enfrentar o Império Britânico – uma ideia inusitada! Os muitos jornais republicanos que circulavam, tal como hoje acontece nas “redes sociais”, difundiam mentiras sobre a Família Real, usando termos insultuosos para se referirem a Dom Carlos, como “déspota insensível”, “parasita do erário” ou “inimigo do povo”, reforçando uma imagem negativa da Casa Real. A Rainha D. Amélia era alvo de críticas pelos seus supostos gastos e vida privada promíscua (imagine-se!), enquanto se explorava a Questão dos Adiantamentos, polémica sobre despesas de representação da Coroa sempre muito acima do orçamentado, valor que nunca fora actualizado desde o reinado de D. João VI, sendo o défice coberto por “adiantamentos” autorizados por um ministro, sem aprovação do Parlamento. Curiosamente, tudo isto acontecia num dos países mais livres da Europa, que, mesmo assim, não era dos mais pobres. O populismo é receita de sucesso por cá.

Todos sabemos como terminou esse processo. Como afirmava recentemente Pedro Gomes Sanches, “as sociedades avançam quando as suas elites são responsáveis; colapsam quando enlouquecem, se infantilizam ou se demitem”. Esta tendência é visível em vários países e, em particular, em Portugal, que considero um ecossistema especialmente vulnerável à histeria e à irracionalidade.

Como podemos alterar o rumo dos acontecimentos sem que tudo descambe numa completa ingovernabilidade? Ao contrário do que muitos pensam, nem tudo está errado no nosso país. Grande parte das nossas elites, mesmo que por vezes afastadas da realidade, não deve ser menosprezada – pelo contrário, merece ser valorizada. Muitos avanços importantes foram alcançados desde o 25 de Abril; foram décadas valiosas para aprendermos a viver em liberdade. Aprendemos lentamente, é certo. Já o século XIX parece ter sido um tempo perdido, se olharmos para o desfecho de 5 de Outubro.

Quanto a mim, enquanto monárquico, sinto-me desobrigado de legitimar com o meu voto uma Chefia de Estado que nos foi imposta à força, uma fórmula na qual não acredito. Assim evito desilusões. No próximo dia 8 de Fevereiro, data de nascimento do meu saudoso pai, terei o privilégio de escapar a um grande dilema anulando o meu voto. Mas continuarei a empenhar-me sem descanso por um país que se desenvolva aprazível para lá das inevitáveis divisões e dos conflitos. Um lugar onde os meus netos possam crescer, de forma prospera e cristã.

João Távora


Fonte: Real Associação de Lisboa

domingo, 25 de janeiro de 2026

Patriarcas da Terra Santa contra o "Sionismo Cristão"


Os Patriarcas e Chefes das Igrejas na Terra Santa afirmam perante os fiéis e perante o Mundo que o rebanho de Cristo nesta terra está confiado às Igrejas Apostólicas, que têm suportado o seu ministério sagrado ao longo dos séculos com devoção inabalável.

Actividades recentes levadas a cabo por indivíduos locais que promovem ideologias nocivas, como o sionismo cristão, extraviam o público, semeiam confusão e prejudicam a unidade do nosso rebanho. Estas empreendimentos têm encontrado favor junto de certos actores políticos em Israel e para além, que procuram impor uma agenda política que poderá lesar a presença cristã na Terra Santa e no Médio Oriente.

A Sagrada Escritura ensina-nos que «nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros» (Rom 12, 5). Pretender uma autoridade fora da comunhão da Igreja é ferir a unidade dos fiéis e sobrecarregar a missão pastoral confiada às Igrejas históricas precisamente na terra onde o nosso Senhor viveu, ensinou, padeceu e ressuscitou dos mortos.

Os Patriarcas e Chefes das Igrejas tomam ainda nota, com preocupação, que estes indivíduos têm sido acolhidos a nível oficial, tanto local como internacionalmente. Tais acções constituem uma intromissão na vida interna das Igrejas e um desrespeito pela responsabilidade pastoral confiada aos Patriarcas e Chefes das Igrejas em Jerusalém.

Os Patriarcas e Chefes das Igrejas em Jerusalém reiteram que só eles representam as Igrejas e o seu rebanho em matérias relativas à vida religiosa, comunitária e pastoral dos cristãos na Terra Santa.

Que o Senhor, Pastor e Guardião das almas, conceda sabedoria para a protecção do Seu povo e a salvaguarda do Seu testemunho nesta terra sagrada.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

O Pensamento Intemporal D’El-Rei D. Pedro V

‘Se os governos quiserem hoje ser úteis à sociedade, se eles não quiserem adiantar a época do terrível cataclismo que espera um estado de coisas factício em que o dolo e imoralidade e o ludibrio do povo ocupa uma parte tão considerável, eles terão que olhar mais pelo povo que padecia em silêncio sem se queixar porque já nem mesmo se sabe queixar.’
 
Dom Pedro V de Portugal | Escritos d’El Rei D. Pedro V


quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Missa de sufrágio por o Rei D. Carlos I e o Príncipe D. Luís Filipe - Lisboa

Uma vez mais a Real Associação de Lisboa cumpre o doloroso dever de mandar celebrar uma missa de sufrágio pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos e de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luiz Filipe, no próximo dia 1 de Fevereiro (Domingo), pelas 19:00, na Igreja de São Vicente de Fora, com a Celebração Eucarística a cargo do Reverendo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada. 

Como é da tradição, terminada a Missa terá lugar a romagem ao Panteão Real, onde Suas Altezas Reais deporão uma coroa de flores junto aos túmulos reais. A cerimónia encerrará com uma sessão de cumprimentos, junto à sacristia

Para mais esclarecimentos contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 213 428 115 ou presencialmente na nossa sede de segunda a sexta-feira das 14:00hs às 17:00hs. 

Muito importante será a presença de todos nesta afirmação de lealdade à Instituição Real.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

21 de Janeiro de 2026 - Celebração dos 470 anos do Breve do Papa Paulo IV, que aprovou o culto litúrgico à Rainha Santa Isabel em todo o Reino de Portugal

 


A Confraria da Rainha Santa Isabel pretende assinalar os 470 anos do Breve pontifício, do Papa Paulo IV, que aprovou o culto litúrgico à Rainha Santa Isabel em todo o Reino de Portugal., comemorando esta efeméride, dia 21 de Janeiro.

 

Contexto histórico

O Papa Paulo IV, a pedido de D. João III e após uma marcante procissão real em 1554, estendeu o culto litúrgico à Rainha Santa Isabel ( Santa Isabel de Portugal) a todo o reino português em 1556, com um Breve papal, oficializando a sua veneração e promovendo a sua devoção popular em Portugal, um passo crucial antes da sua canonização.

  • Procissão Real: Em 1554, a Rainha Catarina de Áustria organizou uma grande procissão ao túmulo da beata em Coimbra, coincidindo com o nascimento do futuro D. Sebastião, o que impulsionou a devoção.
  • Pedido Real: O sucesso desta manifestação levou D. João III a pedir à Santa Sé a aprovação do culto para todo o reino.
  • Decreto Papal: Em resposta, o Papa Paulo IV emitiu um Breve em 1556, autorizando e confirmando o culto à Rainha Santa Isabel em todo o Reino de Portugal.
  • Impacto: Este acto papal foi fundamental para a disseminação e consolidação da devoção à Rainha Santa Isabel em Portugal, tornando-a uma das santas mais populares do país, culminando na sua canonização solene pelo Papa Urbano VIII em 1625. 

 

Neste ano, dadas as profundas obras de restauro que estão a ser realizadas na Igreja da Rainha Santa Isabel, que envolvem a instalação de andaimes em parte significativa da igreja, o programa da evocação desta efeméride será estritamente religioso.

Assim, está previsto o seguinte programa:

No dia 21 de Janeiro, às 18h00, na Igreja da Rainha Santa Isabel, em Coimbra, celebrar-se-á Missa de acção de graças pela exemplar vida acontecida de Santa Isabel de Portugal.

  

Mantêm-se as celebrações religiosas habituais na Igreja da Rainha Santa Isabel.

Com os melhores cumprimentos,

Pel'A Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel,

Joaquim Costa e Nora

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

O puritanismo da Lei Seca


Há 106 anos, nos Estados Unidos, entrava em vigor a “Lei Seca”, isto é a proibição da produção, venda, transporte, importação e exportação de bebidas alcoólicas. Esta lei é um reflexo da influência de certas correntes protestantes que não conseguem ver a justa medida das coisas e por isso vêem o mal onde ele não existe.

Beber um copo de vinho ou uma cerveja, à refeição por exemplo, não é errado, a não ser que se tenha feito algum voto de não consumir bebidas alcoólicas ou que aquela bebida influencie decisivamente a pessoa a perder a recta razão.

O abuso do álcool traz consequências graves para a própria pessoa e para o bem-comum. Mas esse abuso combate-se com a educação, desde pequeno, na virtude da temperança, que neste caso nos ajuda a decidir o que comer e beber na justa medida, e não tudo o que nos aparece à frente.

Claro que vai existir sempre quem se recuse a fazer o esforço de ser virtuoso, e enfie pela goela abaixo qualquer coisa que tenha o menor (ou o maior) teor alcoólico. Mas é impossível acabar com isso por decreto. É caso para dizer: “bêbados sempre os tereis”.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Das Ordens de Cristo, Avis e Santiago


Em Dezembro de 1551, através da Bula «Praeclara charissimi in Christo», S.S. o Papa Júlio III concedeu in perpetuum o grão-mestrado das Ordens Militares de Cristo, Avis e Santiago aos Reis de Portugal, na pessoa de El-Rei D. João III. Pelo que, nem o Presidente dos republicanos, nem nenhum Monarca estrangeiro, pode reclamar para si tal dignidade e legitimidade, que é própria do Rei de Portugal.


Fonte: Veritatis

sábado, 17 de janeiro de 2026

As leis injustas não são leis...

Só a pessoa pode ser sujeito de direitos e deveres, não a natureza, logo não pode falar-se de direitos humanos universais, mas de direitos concretos de cada pessoa. O direito natural cria uma ordem relativa à natureza humana que se impõe como um conjunto de deveres às pessoas, por isso, os Mandamentos da Lei de Deus se formulam como deveres e não como direitos, deveres da pessoa no que diz respeito à natureza.
Conforme a doutrina clássica católica, as leis injustas não são leis, são violência e força. É um dever lutar contra elas, revogá-las e mudar o sistema que as emana. É fundamental denunciar o sistema e não cair na armadilha da mera objecção de consciência que é aquilo que justifica a inacção perante o mal cometido pelo próximo, é o abandono da luta para se conseguir leis justas, tranquiliza-se a nossa consciência, mas não se questionam tais leis e não se põe em causa o sistema que as gera.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Uma breve história da violência budista contra os cristãos

Cruzadas! Queimas de bruxas! Inquisição! Sacerdotes pedófilos! Já ouvi tudo isto antes. Todo o católico ouviu.

Realidade Histórica

Contudo, se se conhece a realidade por detrás destes eventos históricos, aprende-se depressa que há mais hype da Lenda Negra, histeria ateísta e ignorância secularista do que realidade histórica nestas acusações. Pior ainda, aqueles que usam estas palavras contra os católicos enganaram-se a si próprios, pensando que nós recuamos de horror à sua menção, como um vampiro perante uma tigela de sopa de alho. Apesar de si mesmos, os ignoratti (i. é, os ignorantes da história) e os aliterati (i. é, os que esperam proteger a sua ignorância da história recusando ler livros de história) agraciam-nos com uma grande bênção ― eles nada sabem sobre estes eventos para além das mentiras de Dan Brown.

Inquisição Espanhola

Na realidade, só 3.000 pessoas morreram na Inquisição Espanhola, e nenhuma delas às mãos de sacerdotes católicos. Em vez disso, a tortura e as execuções eram tratadas por funcionários seculares a trabalhar para o governo espanhol. Na verdade, a maior parte dos inquisidores eram leigos a estudar para advogados seculares e a esperança de avançar nas suas carreiras.

Sacerdotes Pedófilos

Sacerdotes pedófilos? Mesmo um é um horror, mas, graças a Deus, só 0,004 por cento dos sacerdotes católicos nos últimos 70 anos foram correctamente acusados de pedofilia.

Causas das Guerras

Religião a principal causa de guerras? De modo nenhum. A Enciclopédia da Guerra de Gordon Martel diz que só 7 por cento das guerras foram travadas por razões religiosas. Isso significa que o secularismo e os dedicados a ele são responsáveis por 93 por cento das guerras.

Mortes por Não-Crentes

Quanto ao disparate sobre quem matou o maior número de pessoas, os “vencedores” são os não-crentes. O ateu Mao Zedong matou 80 milhões de pessoas com a ajuda dos seus assistentes ateus. O ateu Estaline matou outros 20 milhões de pessoas, maioritariamente deixando-os morrer de fome. O jihadista mais mau que o mundo alguma vez conheceu, Tamerlão, só matou 17 milhões de pessoas na sua vida. No total, os ateus mataram 275 milhões de pessoas nos últimos dois séculos, incluindo lançar o primeiro genocídio da Era Moderna ― o Massacre Vendeano ― contra católicos não-combatentes ― homens, mulheres, crianças, idosos e inválidos.

Mito Budista Pacífico

Mas o facto mais estúpido, pernicioso e risível nas mãos desajeitadas de ateus fundamentalistas intelectualmente deficientes é o mito de que os budistas são o povo mais pacífico do mundo. A actual atenção mediática ao genocídio/limpeza étnica contra os Rohingya pelos pacíficos budistas da Birmânia tem andado há muitos anos. A violência é orquestrada pelo monge budista U Wirathu ― o homem que os editores da revista Time em 2013 identificaram na capa com a headline, “A Cara do Terror Budista”. Foi este monge gentil quem comparou os muçulmanos à carpa africana ― uma espécie invasora ― insistindo que eles são inerentemente violentos, propensos a reproduzir-se depressa, e querem comer os da própria espécie.

Violência Budista em Sri Lanka

Recordemos também os igualmente pacíficos budistas do Bodu Bala Sena ou Força de Poder Budista (BBS) do Sri Lanka, que massacram cristãos e muçulmanos. O monge pacifista-chefe, Galagoda Aththe Gnanasara Thero, fala do seu budismo em termos de raça, alegando que os não-budistas (i. é, cristãos) são racialmente inferiores e alvos válidos para extermínio.

Budismo Violento Histórico

Mas argumenta-se entre os ignorantes que este budismo violento é uma perturbação moderna. Nada poderia estar mais longe da verdade. O príncipe Ashoka (272-232 a. C.), tendo adoptado o budismo, lançou o *putsch* militar/massacre da maior parte do subcontinente indiano, criando o primeiro império budista do mundo. Sem entrar em pormenores gore, poucos são tão estúpidos que pensem que o príncipe estava a libertar alguém pacificamente. O sangue de 100.000 soldados e civis mancha as mãos deste devoto e pacífico budista.

Budistas Japoneses na II Guerra Mundial

Recorde-se também que muitos dos japoneses que atacaram Pearl Harbor eram budistas, assim como os gentis, pacíficos e amantes da paz cientistas budistas que comandaram a Unidade 731 e os outros centros de investigação bio-química/campos de extermínio em que civis e POWs americanos, chineses, filipinos e coreanos foram torturados e submetidos a experiências médicas. Budistas também capitaneavam e tripulavam os navios da morte japoneses onde POWs aliados foram similarmente torturados até à morte.

Samurai Zen

Mas apesar dos livros de história estarem repletos de budistas e da sua violência, os anticristãos erguem-nos como o paradigma do “amor e compaixão”. Parece que se esqueceram que os samurais japoneses eram todos devotos do Zen Budismo ― a permutação mais “pacífica” do budismo pacífico. Mas os samurais dificilmente eram pacifistas ― eram guerreiros sedentos de sangue que matavam por ordem, se o preço fosse o certo.

Vítimas Católicas

Mas de todas as vítimas da violência budista nos últimos 500 anos, foram os católicos que sofreram o pior. O imperador vietnamita do século XVI Minh Mạng impôs grandes restrições ao catolicismo, condenando-o como uma “doutrina heterodoxa” simplesmente porque os católicos se aliaram a Duyệt, o seu rival ao trono. Minh Mạng emitiu um édito imperial que forçava todos os missionários a parar a evangelização e, uma vez Duyệt morto, ordenou a humilhação póstuma dele, a profanação do seu túmulo, a execução de 16 parentes católicos e as prisões dos seus colegas católicos. Mais de 300.000 cristãos morreram nas várias perseguições resultantes. Os 117 santos proclamados representam os muitos mártires desconhecidos.

Perseguições na Coreia

Os católicos coreanos não se saíram melhor contra os budistas. Houve quatro grandes perseguições lideradas por budistas na península coreana ― a Perseguição Ki-hae de 1839, a Perseguição Pyong-o de 1846, a Perseguição Pyong-in de 1866 e a actual opressão comunista. Antes dos horrores cometidos por ateus comunistas na Coreia do Norte, onde os católicos foram efectivamente exterminados nesse país, a perseguição anterior teve lugar em 1866, na qual 50 por cento de todos os católicos foram mortos.

Isso ascende a aproximadamente 10.000 católicos mortos às mãos de budistas coreanos ao longo de 100 anos. De todos estes mártires, 79 foram beatificados em 1925 e 24 mais em 1968. Todos juntos, 103 mártires foram canonizados pelo Papa S. João Paulo II a 6 de Maio de 1984. Ademais, o Papa Francisco beatificou Paulo Yun Ji Chung e 123 dos seus companheiros em Agosto de 2014. Actualmente, a Coreia tem o quarto maior número de santos no mundo católico.

Mártires no Japão

Os 26 Mártires Católicos do Japão foram crucificados pelos budistas de mente aberta nesse país a 5 de Fevereiro de 1597 em Nagasaki. Ao longo de um período de 15 anos, a perseguição continuou esporadicamente. Entre 1617 e 1632, 205 missionários e cristãos nativos foram executados pela sua fé. São conhecidos colectivamente como os 205 Mártires Católicos do Japão. O ensino cristão desintegrou-se até à chegada de missionários ocidentais no século XIX.

Os 16 Mártires do Japão (1633–1637) eram um grupo de missionários da Província Filipina da Ordem Dominicana que foram massacrados por recusarem negar Cristo. Os 188 Mártires do Japão (1603-1639) eram leigos e sacerdotes religiosos mortos porque acreditavam no Príncipe da Paz. Foram beatificados a 24 de Novembro de 2008 pelo Papa Bento XVI. Os Mártires Recoletos Agostinhos (1632) eram dois agostinhos espanhóis chegados ao Japão de Manila para evangelizar os japoneses. As autoridades budistas japonesas pacíficas descobriram e caçaram-nos. Foram presos e martirizados a 11 de Dezembro de 1632.

Rebelião Shimabara

Contudo, estes benditos mártires não são o número total de cristãos mortos às mãos de budistas japoneses. Os nomes da maior parte deles só são conhecidos por Deus. Por exemplo, em 1637 d. C., uma das piores perseguições da história cristã teve lugar na Rebelião de Shimabara. O líder era um devoto samurai católico de 15 anos chamado Amakusa Shiro Tokisada. Tokugawa Iemitsu, o pacífico shogun budista, queria erradicar o cristianismo e os cristãos do Japão e lançou um cerco de um ano a 40.000 católicos entrincheirados no Castelo de Hara. Perderam a guerra e todos os 40.000 foram torturados e crucificados. Felizmente, havia tantos budistas presentes no Japão, senão as coisas teriam corrido muito mal para os católicos ali.

Outros Mártires Asiáticos

Os Mártires de Songkhon foram massacrados pelo governo budista xenófobo da Tailândia a 16-26 de Dezembro de 1940. Foram beatificados pelo Papa S. João Paulo II a 22 de Outubro de 1989. Outras perseguições no reino produziram ainda mais mártires. Os Santos Mártires da China, também conhecidos como S. Agostinho Zhao Rong e os seus 119 companheiros, eram 87 católicos chineses e 33 missionários ocidentais, martirizados entre meados do século XVII até 1930 d. C. Adicionalmente, 30.000 convertidos chineses morreram na Rebelião dos Boxers quando budistas xenófobos massacraram missionários cristãos e outros estrangeiros.

A 15 de Janeiro de 1648, os manchus anticristãos invadiram a região de Fujian e torturaram e mataram o sacerdote dominicano S. Francisco Fernández de Capillas enquanto ele rezava o Rosário. É considerado o protomártir da China. Incontáveis outros cristãos foram massacrados desde então, incluindo cinco missionários espanhóis no século XVIII (1715–1747) como resultado das manobras do imperador budista Yongzheng e do seu sucessor, o imperador Qianlong.

Em 1748 d. C., dois bispos dominicanos e 4 sacerdotes foram mortos neste período, incluindo: Bispo Pedro Sanz, Bispo Francisco Serrano, Joaquim Royo, João Alcober e Francisco Diaz. No início do século XIX, mais 25 cristãos foram martirizados. Os Mártires de Shanxi (9 de Julho de 1900, também conhecido como Massacre de Taiyuan) eram frades franciscanos que incluíam dois bispos: S. Gregório Grassi e Francisco Fogolla. Os Mártires do Hunan do Sul eram mais 100 frades franciscanos e irmãs religiosas e vários salesianos mortos a 25 de Fevereiro de 1930 em Li-Thau-Tseul.

Os comunistas ateus são a mais recente permutação de ódio contra cristãos na China. Isto tem sido ininterrupto desde 1950 com o eclodir da Guerra da Coreia. O número total de mártires católicos na China é difícil de contar, mas uma estimativa é de aproximadamente 2-3 milhões nos últimos 500 anos.

Dalai Lama e Tibete

Mas e os Dalai Lamas? Até os pacíficos líderes xenófobos da escola Gelug ou “Chapéu Amarelo” do budismo tibetano têm sangue cristão nas mãos. O 13.º Dalai Lama ordenou aos seus monges massacrarem 500 famílias católicas tibetanas e arrasarem igrejas, orfanatos, escolas e hospitais em Março de 1905.

Resposta aos Críticos

Quando apresento esta informação a pessoas que têm uma visão Disney do budismo, elas insistem depressa que o número de cristãos mortos por budistas é incomparável ao número de budistas mortos por cristãos. Contudo, quando perguntadas pela fonte desta informação, elas caem apenas em disparate reaquecido da Lenda Negra, onde, magicamente, os sentimentos são de alguma forma mais importantes que os factos. As minhas recomendações de que leiam livros em vez de mentirem ao longo de uma conversa nunca caem bem a esta malta.

Angelo Stagnaro in National Catholic Register

 

Fonte: Senza Pagare

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Temos aquilo que merecemos (já vos tinha dito)

 "Sabemos, por instinto, que isto não chega. Que é preciso haver alguém. Um agente. Um procurador. Alguém que, em nome do “nós”, esteja diante dos outros. Um “nós” feito dos que estão vivos, dos que estão mortos e dos que ainda estão para vir. Exactamente onde todo o acto político devia começar. Na obrigação para com quem não pode responder.

Antigamente isso resolvia-se de forma simples. Havia um Rei. Morria o Rei, vinha o filho. Como antes dele viera o pai. Assunto encerrado. Não porque os reis fossem virtuosos por definição, mas porque a ideia de legitimidade traz consigo uma força que nenhuma eleição para Presidente da República consegue reproduzir."
 
Manuel Fúria, Revista Visão "A questão da Questão Monárquica" 09.01.26


A campanha para as eleições presidenciais está mais acesa do que nunca, destacando-se pela imprevisibilidade do resultado, algo pouco comum nas últimas décadas. O clima de competição acirra a vaidade dos candidatos, pois trata-se de uma eleição uninominal, onde cada um luta pela sua própria figura. Este contexto tem proporcionado um espectáculo pouco edificante, especialmente se considerarmos que o cargo em disputa é o de Chefe de Estado, cuja função deveria ser representar toda a nação. Para qualquer observador atento, esta realidade deveria causar perplexidade. Dir-me-ão os leitores que me repito, e eu dou-lhes razão: é inevitável passados tantos anos e várias eleições presidenciais que me repita, facto que só comprova a minha coerência.  

O que distingue esta eleição das anteriores é a intensidade do confronto, resultado do elevado número de candidaturas que se encontram empatadas nas sondagens. Apesar dos conflitos e das acusações mútuas, há a convicção de que, com o tempo, tudo será esquecido e o eleito acabará por ser visto como “presidente de todos os portugueses”. A população, por sua vez, tende a conformar-se, desde que a sua rotina permaneça inalterada “a vida como habitualmente”, perpetuando o sentimento de marasmo que parece adiar continuamente o desenvolvimento do país. Este conformismo só é possível porque (ainda) não existe um problema de nacionalidade: o território, as fronteiras e a língua estão há muito estabelecidas – estamos solidamente incrustados no ocidente da Europa, e do mar que um dia foi porta para o mundo, ainda aproveitamos a vista. A religião, um factor em tempos de estabilização social, veio perdendo importância na definição da identidade. E não foi por culpa dos árabes, paquistaneses ou hindus, muito menos por culpa dos brasileiros ou africanos.

Não sei se é sorte ou maldição o país (todos nós) em que nascemos. Só os portugueses para aguentar e pactuar com a mais chocante falta de institucionalismo que foi a marca de Marcelo Rebelo de Sousa. Marcelo esforçou-se por todo o mandato a provar-nos que o seu cargo era inútil, uma supérflua redundância, a querer-se um igual aos outros, com as liberdades de todos, fosse a mudar de roupa em público na Baia de Cascais ou a debitar banalidades e inconfidências entre copos de ginjinhas perante o embaraço dos compatriotas. Mas o que não precisamos certamente é de um Chefe de Estado que se reclame progressista, reaccionário, socialista ou liberal. O país dispensa um chefe de facção disposto a envergonhar-nos com ideologias a promessas de amanhãs que cantam.

Falta ainda à sociedade portuguesa a consciência do poder individual que cada de nós possui para ser protagonista da própria vida, agindo com generosidade e ambição. Não é sensato depositar esperança em “homens providenciais” que se reclamam capazes de transformar o país ou libertar a economia a partir de Belém ou de São Bento. Esse papel deveria caber a cada português, consciente da sua liberdade e responsabilidade. Só uma rede de comunidades autónomas e empreendedoras, famílias, concelhos e cidades, com organismos intermédios feitos por homens livres e comprometidos, seria merecedora de um Estado verdadeiramente neutral.

João Távora


Fonte: Real Associação de Lisboa

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

SAR, O Senhor Duque de Bragança na cerimónia que marcou os 872 anos do foral da Vila de Sintra


S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança esteve nos Paços do Concelho de Sintra, a convite do seu presidente, Marco de Almeida, numa cerimónia que marcou os 872 anos do foral da Vila de Sintra, concedido pelo Rei D. Afonso Henriques. Durante a cerimónia, o Senhor D. Duarte teve acesso ao foral e, posteriormente discutiu algumas iniciativas com o presidente da Câmara Municipal de Sintra para desenvolver num futuro próximo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Duques de Coimbra no IV Jantar de Reis

Foi com a sala lotada que decorreu num restaurante de Lisboa o IV Jantar de Reis, momento anual de convívio entre os associados da Real Associação de Lisboa, que este ano foi apadrinhado pelos Duques de Coimbra, D. Maria Francisca e Duarte de Sousa Araújo Martins. Foi um privilégio para os comensais escutarem o convidado especial, o Pe. Gonçalo que fez uma prelecção sobre o Natal na História e nas lendas, destrinçando o que é histórico (e evangélico) do que que carece de fundamento bíblico e científico no nascimento de Cristo.
Esta foi, sem dúvida, uma ocasião memorável e enriquecedora de partilha entre todos os presentes.


domingo, 11 de janeiro de 2026

Centenas de "Sacerdotes" Anglicanos Converteram-se ao Catolicismo

Os Bispos católicos ficaram surpreendidos com a dimensão do êxodo, motivado, em parte, pela ordenação de mulheres na Igreja de Inglaterra.

Várias centenas de "sacerdotes" e mais de uma dúzia de "bispos" abandonaram o anglicanismo para se converterem ao catolicismo nas últimas três décadas, num 'surto' impulsionado em parte pela decisão de permitir a ordenação de mulheres na "Igreja" de Inglaterra, segundo um estudo recente.

Os números são “muito maiores do que a maioria das pessoas imaginaria”, afirmaram os analistas, constatando que quase um terço de todos os sacerdotes católicos ordenados em Inglaterra e no País de Gales desde 1992 são convertidos provenientes do anglicanismo.

Os investigadores afirmaram que os dados surpreenderam até os próprios Bispos católicos, que não se haviam apercebido da verdadeira dimensão das conversões.

Desde 1992 — o ano em que o Sínodo Geral da "Igreja" de Inglaterra votou a favor de permitir o acesso das mulheres ao sacerdócio — cerca de 700 "sacerdotes" anglicanos e membros de ordens religiosas anglicanas de Inglaterra, País de Gales e Escócia tornaram-se católicos.

Também houve 16 "bispos" anglicanos que fizeram a transição, muitas vezes após a reforma.

in complicitclergy.com


sábado, 10 de janeiro de 2026

SAR, D. Afonso de Bragança na tradicional Festa do Bolo Rei Gigante em Pombal


No Dia de Reis, S.A.R. o Príncipe da Beira, D. Afonso de Bragança, foi o convidado de honra na tradicional Festa do Bolo Rei Gigante em Pombal!

O convite partiu do Presidente da Câmara Municipal de Pombal e da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Pedro Pimpão, e o evento decorreu no Largo do Cardal, com um bolo impressionante confecionado por várias pastelarias locais: PombalDoce Padaria e Pastelaria, Filinata Pastelaria, Padaria Pastelaria Moderna de Pombal, Flor & Lidia - Pastelaria Ilhense, Padaria dos Vicentes e a Sicopão.

Milhares de pessoas encheram o espaço para celebrar esta tradição natalícia, num momento de grande confraternização!