quinta-feira, 15 de outubro de 2026
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
terça-feira, 13 de outubro de 2026
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
SAR O Duque de Bragança na entrega do Prémio de Mérito Duque de Bragança
Sua Alteza Real o Duque de Bragança, esteve na Universidade Católica Portuguesa para a entrega do Prémio de Mérito Duque de Bragança, uma distinção destinada a reconhecer a excelência académica e o mérito dos estudantes da Faculdade de Medicina.
A iniciativa traduz o compromisso de valorizar o esforço, a dedicação e a excelência dos jovens que se distinguem no seu percurso académico, incentivando-os a colocar o conhecimento e a sua formação ao serviço da sociedade.
A atribuição deste prémio representa também uma forma de aproximar a tradição e os valores da Casa Real Portuguesa das novas gerações, reconhecendo na educação, no mérito e na responsabilidade pessoal alguns dos pilares fundamentais para a construção do futuro.
Foi com particular satisfação que o Duque de Bragança participou nesta cerimónia, felicitando todos aqueles que, através do seu trabalho e dedicação, contribuem diariamente para uma Universidade de excelência.
domingo, 11 de outubro de 2026
sábado, 10 de outubro de 2026
Duque de Bragança na inauguração da exposição "D. Manuel II e a última viagem Real"
No passado dia 6 de Outubro, a Igreja da Misericórdia da Ericeira acolheu a inauguração da exposição "D. Manuel II e a última viagem Real", assinalando a reabertura do renovado Arquivo-Museu da instituição. Organizado com o apoio do Núcleo do Oeste da Real Associação de Lisboa, o evento contou com a presença de S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, acompanhado por D. Francisco e D. Teresa de Bragança Van Uden.
A sessão incluiu uma conferência proferida pelo Provedor João Pedro da Silva Henriques Gil, Pedro Avillez, António Eduardo Pereira Coutinho Barbosa e pelo curador João Caramês Simões. Focada na biografia do monarca e na importância histórica da Ericeira — de onde a Família Real partiu para o exílio a 5 de Outubro de 1910 —, a mostra exibe peças cedidas por empréstimo, como a maquete do iate Amélia do Museu de Marinha, além de fotografias e vídeos inéditos em Portugal que retratam o seu reinado e o quotidiano em Inglaterra.
A exposição estará patente ao público durante os próximos meses no renovado espaço museológico.
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
O povo é soberano...
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
A necessidade de resistir
Alexander Soljenitsin
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Lepanto: quando Nossa Senhora derrotou o Império Otomano
terça-feira, 6 de outubro de 2026
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
5 de Outubro de 1143 – Independência de Portugal
Em 5 de Outubro de 1143 foi realizada a Conferência de Zamora, na cidade leonesa homónima.
Tratou-se de uma conferência de paz organizada pelo Arcebispo de Braga Dom João Peculiar e que teve como intervenientes Dom Afonso Henriques e o seu primo D. Afonso VII de Leão e Castela, sob os auspícios do enviado papal, o Cardeal Guido de Vivo.
Desta Reunião, vulgarmente conhecida por Tratado de Zamora, resultou a INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL!
De facto e de direito, Portugal faz 875 anos e como tal não começou há 108 anos, isso foi a república portuguesa! Antes, durante 771 anos existiu o Reino de Portugal e dos Algarves. Portugal, País forjado à espadada e valentia por Reis e heróis extraordinários. O Reino de Portugal e depois, também, dos Algarves, e depois, também, d’Aquém e d’Além-Mar, com o seu desejo oceânico fruiu o Mundo e esses tempos de Glória de Portugal, não podem ser encarados como meras recordações, ecos ensurdecidos, pois em Monarquia ultrapassamos sempre as crises: granjeamos a Nação Portucalense, expulsamos os sarracenos, sobrevivemos à ocupação castelhana, às Invasões Napoleónicas com a sua política de delapidação e terra-queimada, sobrevivemos a Ultimatos e guerrilhas
Por isso, hoje, 5 de Outubro, os Monárquicos, e os Portugueses em geral, celebram o nascimento do Reino de Portugal, em 1143.
Neste Acordo de Zamora, ficou assente que Afonso VII de Castela e Leão concordava com a transformação do Condado Portucalense em Reino de Portugal com Dom Afonso Henriques com o título de ‘Rex Portucalensis’– Rei de Portugal, embora continuasse, apesar do reconhecimento da Independência, como vassalo do Rei de Castela e Leão, que se intitulava Imperador da Hispânia. Porém, caso único entre todos os Reis da Ibéria, Dom Afonso Henriques nunca prestou essa vassalagem. A partir desta data, Dom Afonso Henriques passou a enviar ao Papa remissórias declarando-se vassalo lígio e comprometendo-se a enviar anualmente uma determinada quantia em ouro, pelo que, em 1179, o Papa Alexandre III, através da Bula Manifestis Probatum, reconheceu Dom Afonso Henriques como Rex.
Alexandre Herculano escreveu que “o imperador reconheceu o título de rei que seu primo tomara, e que este recebeu dele o senhorio de Astorga, considerando-se por essa tenência seu vassalo. Não é menos provável que, ainda como rei de Portugal ficasse numa espécie de dependência política de Afonso VII, o imperador das Espanhas ou de toda a Espanha, como ele se intitulava nos seus diplomas”. Todavia, na Bula acima referida, o Papa ao aceitar que Dom Afonso Henriques lhe preste vassalagem directa, reconhece não só, definitivamente, a independência do Reino de Portugal, como o Rei de Portugal fica livre de prestar vassalagem ao Rei de Leão e Castela, imperador de toda a Espanha, porque nenhum vassalo podia ter dois senhores directos.
Viv’ó Rei! Viv’á Monarquia!
VIVA PORTUGAL Independente e Soberano!
Miguel Villas-Boas
domingo, 4 de outubro de 2026
São Francisco de Assis
sábado, 3 de outubro de 2026
SAR O Duque de Bragança em entrevista ao podcast Geração 40
Entrevista concedida por S.A.R. o Duque de Bragança ao jornalista Júlio Isidro, no âmbito do podcast Geração 40.
SAR D. Duarte Pio de Bragança nasceu no exílio, mas construiu em Portugal uma vida marcada pela tradição, pelo serviço militar e pela defesa de causas como a autodeterminação de Timor e a protecção do ambiente. Este é o seu percurso, contado na primeira pessoa no Geração 40, podcast de Júlio Isidro.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
883.º ANIVERSÁRIO DE PORTUGAL em Coimbra - 5 de Outubro, às 11h00 - Na Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra
883.º ANIVERSÁRIO DE PORTUGAL
EM 5 DE OUTUBRO DE 1143 NASCEU PORTUGAL!
É em 5 de Outubro de 1143, com o Tratado de Zamora e na presença do Legado Pontifício, Cardeal Guido de Vico, que D. Afonso VII de Leão reconhece a existência de um novo Estado, PORTUGAL.
Esta declaração de PORTUGAL como REINO INDEPENDENTE infelizmente não é comemorada oficialmente no próprio País.
PORTUGAL deve ser o único País do Mundo que não celebra oficialmente a data da sua INDEPENDÊNCIA.
A REAL ASSOCIAÇÃO DE COIMBRA tem comemorado todos os anos, em cada dia “5 de OUTUBRO”, o ANIVERSÁRIO da FUNDAÇÃO da NACIONALIDADE, mandando celebrar no Mosteiro de SANTA CRUZ, em Coimbra, MISSA sufragando a alma de D. Afonso Henriques e dos seus descendentes e prestando homenagem junto ao túmulo do Rei Fundador.
Neste ano de 2026, a Missa celebrar-se-á pelas 11:00 horas, na Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.
Na mesma Cerimónia será igualmente sufragada a alma de todos os associados e simpatizantes da Real Associação de Coimbra falecidos no último ano.
Após a Eucaristia, pelas 12h00 realizar-se-á a evocação da efeméride junto aos túmulos dos Reis Fundadores (D. Afonso Henriques e D. Sancho I).
Convidam-se todos os Portugueses a participar nas Comemorações do 883.º ANIVERSÁRIO da INDEPENDÊNCIA de PORTUGAL, em Coimbra.
FAÇAMOS DO ANIVERSÁRIO DE PORTUGAL uma data que UNA OS PORTUGUESES!
VIVA PORTUGAL!
O Presidente da Real Associação de Coimbra,
Manuel Barata Tovar
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Comunicado da Casa Real Portuguesa sobre a morte de Nuno Albuquerque Gaspar
SAR D. Duarte de Bragança, Duque de Bragança e chefe da Casa Real Portuguesa, fez um comunicado sobre a morte de Nuno Albuquerque Gaspar.
Foi com grande tristeza que recebemos a notícia da morte prematura do Nuno Albuquerque Gaspar.
O Nuno Albuquerque era um monárquico convicto e amigo da nossa família, tendo estado sempre presente nos principais momentos.
Um grande fotógrafo, registou inúmeras fotografias nossas ao longo de muitos anos sempre com enorme simpatia e disponibilidade.
Guardaremos com muita amizade a sua memória.
As nossas orações estão com o Nuno e com a sua família neste momento tão difícil.
D. Duarte de Bragança
Fonte: Casa Real Portuguesa
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Exorcismo de São Miguel Arcanjo escrito pelo Papa Leão XIII
terça-feira, 29 de setembro de 2026
Dia de São Miguel Arcanjo
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
O socialismo domina muitos círculos ditos católicos
domingo, 27 de setembro de 2026
RIP Nuno de Albuquerque Gaspar
sábado, 26 de setembro de 2026
Os Mártires Santos Cosme e Damião
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Entrevista de SAR O Senhor D. Duarte de Bragança à Rádio Campanário
“Vila Viçosa tem mais motivos para ser Património Mundial do que outras localidades”, defende SAR D. Duarte Pio de Bragança
SAR D. Duarte Pio de Bragança esteve em Vila Viçosa, numa visita marcada pela recepção oficial nos Paços do Concelho e pelo interesse demonstrado no projecto da futura Biblioteca Municipal. À margem da visita, o Duque de Bragança abordou também o processo de candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial da UNESCO, sublinhando a importância histórica e cultural da vila.
Nas declarações prestadas durante a visita, SAR D. Duarte Pio de Bragança defendeu que “Vila Viçosa tem mais motivos para ser classificada como Património Mundial da UNESCO do que outras localidades”, destacando o conjunto patrimonial existente no concelho e a sua relevância para o país.
O Duque de Bragança acrescentou ainda que “Vila Viçosa é uma das localidades portuguesas com maior interesse cultural para Portugal e para a Europa”, considerando que o reconhecimento internacional poderá valorizar ainda mais o património histórico e cultural da vila.
SAR D. Duarte Pio de Bragança foi recebido pelo Executivo da Câmara Municipal de Vila Viçosa no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Na visita esteve acompanhado pela sua esposa, SAR D. Isabel de Bragança. Durante a recepção, o Duque de Bragança manifestou também o seu entusiasmo relativamente ao projecto da futura Biblioteca Municipal e a intenção de contribuir para a concretização deste equipamento cultural no concelho.
A presença de SAR D. Duarte Pio de Bragança em Vila Viçosa ficou, assim, associada não só à valorização do património histórico da vila, mas também ao apoio a novos projectos de natureza cultural que estão a ser desenvolvidos pelo Município.
A candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial da UNESCO encontra-se num processo decisivo. De acordo com declarações anteriormente prestadas pelo presidente da Câmara Municipal, a decisão sobre a passagem à etapa final da candidatura deverá ser conhecida até ao final deste ano. A candidatura envolve várias entidades, entre as quais a Câmara Municipal de Vila Viçosa e a Fundação Casa de Bragança, proprietária de importantes elementos do património da vila, nomeadamente o Paço Ducal.
O processo pretende valorizar e dar reconhecimento internacional ao conjunto patrimonial, histórico e cultural de Vila Viçosa, vila cuja identidade está profundamente ligada à história da Casa de Bragança e à monarquia portuguesa. A eventual classificação como Património Mundial da UNESCO poderá representar um importante reconhecimento internacional do património de Vila Viçosa, reforçando igualmente a sua projeção cultural e turística.
A 49.ª sessão do Comité do Património Mundial da UNESCO está prevista para decorrer em Istambul, na Turquia, entre 27 de Junho e 7 de Julho de 2027, estando a candidatura de Vila Viçosa a desenvolver-se tendo em vista as diferentes etapas do processo de avaliação.
Fonte: Rádio Campanário
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Dia do Padre Pio
terça-feira, 22 de setembro de 2026
“O fundamento mais sagrado e indestrutível da civilização humana são o altar e a família” - Glatlfelder
Representa por isso a maior riqueza de todo o mundo. Basta a decadência da família para que se gerem autênticas e terríveis revoluções e quando se apaga o fogo sagrado do lar, a humanidade precipita-se nas mais profundas trevas da barbárie, ao anularem-se os mais firmes fundamentos da vida.”
Cardeal Mindszenty em “A Mãe”, 2ª ed., Lisboa, Aster












