CONCLUINDO
É a trágica crueza do fogo que, no seu crepitar, para além de destruir vidas e de reduzir sonhos a cinzas, também faz rebentar a máscara deste modernismo revolucionário, que transformou homens em escravos nómadas, destruiu o património familiar pela quebra dos vínculos e que no seu frio combate a Deus, transformou uma Sociedade viva, forte e dirigida para o Absoluto, num somatório de indivíduos, assimilados em massas cretinizadas, indiferentes a tudo e todos, perdidos em florestas de betão.
Contudo, essa estrutura fundiária que antecedeu e serviu de braseiro ao nascimento de Portugal, ainda existe.
A rede composta pelas pequenas propriedades de exploração familiar, apesar de suja e coberta por um matagal, fruto do seu abandono, recusa-se a desaparecer. E é do próprio modernismo revolucionário na admissão do seu eterno erro original, que vão surgindo as vozes que apontam o abandono das terras, como mais um dos seus inúmeros pecados originais.
Tomemos, por isso, como missão, o rasgar das fontes que saciarão essa “sede insensata pelo Absoluto” que a todos sempre nos dominou. Sejamos aquele pequeno grupo de homens, que indiferentes à marcha dos tempos, levam a Sociedade ao caminho que nunca deveria ter abandonado.
Retomemos a alegria e a pujança do Municipalismo. Retomemos Portugal!
Por Deus, Pátria e Rei!
É a trágica crueza do fogo que, no seu crepitar, para além de destruir vidas e de reduzir sonhos a cinzas, também faz rebentar a máscara deste modernismo revolucionário, que transformou homens em escravos nómadas, destruiu o património familiar pela quebra dos vínculos e que no seu frio combate a Deus, transformou uma Sociedade viva, forte e dirigida para o Absoluto, num somatório de indivíduos, assimilados em massas cretinizadas, indiferentes a tudo e todos, perdidos em florestas de betão.
Contudo, essa estrutura fundiária que antecedeu e serviu de braseiro ao nascimento de Portugal, ainda existe.
A rede composta pelas pequenas propriedades de exploração familiar, apesar de suja e coberta por um matagal, fruto do seu abandono, recusa-se a desaparecer. E é do próprio modernismo revolucionário na admissão do seu eterno erro original, que vão surgindo as vozes que apontam o abandono das terras, como mais um dos seus inúmeros pecados originais.
Tomemos, por isso, como missão, o rasgar das fontes que saciarão essa “sede insensata pelo Absoluto” que a todos sempre nos dominou. Sejamos aquele pequeno grupo de homens, que indiferentes à marcha dos tempos, levam a Sociedade ao caminho que nunca deveria ter abandonado.
Retomemos a alegria e a pujança do Municipalismo. Retomemos Portugal!
Por Deus, Pátria e Rei!
Valentim Rodrigues
Fonte: Causa Tradicionalista
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