S.A.R. o Duque de Bragança e S.A.I.R. Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, estiveram presentes no jantar comemorativo dos 35 anos da Real Associação de Viseu.
No jantar estiveram presentes o presidente da RAV, Eng. Amadeu Fernandes, e os seus dois últimos presidentes, o Dr. José de Morais de Sarmento Moniz e o Dr. Álvaro Barba de Meneses. Estiveram presentes mais de 80 associados e amigos.
D. Teresa, D. Mafalda e D. Sancha, filhas de Dom Sancho I e da Rainha Dulce, eram portuguesas. Renunciaram ao mundo e aos seus bens para se consagrarem à religiosidade. Souberam usar suas virtudes cristãs para se tornarem exemplo para os povos.
É pecado de escândalo a normalização do mal como se fosse bem ou menos mal; é pecado de escândalo honrar e louvar os inimigos públicos de Jesus Cristo, da Santa Igreja, da Cristandade, da nossa Pátria Portuguesa, dos nossos legítimos Reis e antepassados Católicos.
Os dirigentes republicanos no poder usurpado multiplicam os escândalos públicos, com elogios e homenagens aos criminosos, seus heróis ou pais ideológicos. Já há muito que vemos espalhadas por todo o lado as estátuas, ruas e avenidas com figuras do Liberalismo (1820), da República (1910) e da Democracia (1974)...
Mas nos últimos anos vemos surgir um fenómeno novo, igualmente escandaloso: as honras e os elogios aos históricos invasores Mouros – inimigos de Portugal, da Fé Cristã e contra os quais lutaram os nossos egrégios Avós, cuja memória é ofendida. A mais recente foi a estátua de um Rei Mouro, inaugurada em Beja, a 13 de Junho, logo no dia do maior Santo português e padroeiro equi-principal de Portugal.
Ai do mundo por causa dos escândalos, diz Nosso Senhor. Ao que acrescentamos: que falta faz a Justiça dos bons Reis e a Santa Inquisição para pôr termo a tantas desordens!
A igualdade é a mais falada patranhada atribuída à própria existência da sociedade, pois nunca se tornou em realidade, já que não passa de uma linda e infrutífera visão ficcionária da lei.
Vivemos num status em que os povos exigem igualdade que não passa de uma quimera, e se têm de contentar com a igualdade relativa: todos são iguais em face da lei.
A Revolução Francesa convenceu os povos que tinham vivido séculos e séculos em pura escravidão, confundindo propositadamente este termo com "hierarquia" e criando-lhes a esperança de um mundo de felicidade e igualdade.
No entanto nenhum povo que se deixou tomar pelos ideais revolucionários, ficou favorecido e todos continuam a ser vítimas daqueles que, com as suas astúcias, os tornam os alvos de todas as suas ambições e alimento das mais diversas tiranias.
Sempre os povos adoraram os homens com palavras bonitas, mas jamais e em qualquer lugar conseguiram o que lhes foi prometido. Desde tempos remotos que hipocritamente se repete que os homens são todos iguais, mas, cada vez mais, a desigualdade mais vil e repugnante cai de forma agressiva sobre a espécie humana.
SAR o Dom Duarte de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, foi anunciado como Membro Honorário da Associação das Comunidades Portuguesas na Ásia (APCA). A distinção surge em reconhecimento do seu trabalho de décadas na preservação do património histórico e cultural do mundo lusófono.
O papel activo de Dom Duarte de Bragança na defesa das comunidades luso-asiáticas — marcado por visitas frequentes, incentivos e doações de cariz cultural e religioso — foi um dos principais motivos para a atribuição do título. Na nota recebida, é ainda destacado o seu histórico apoio humanitário, com especial relevo para a luta pela autodeterminação de Timor-Leste, bem como o seu entusiasmo no processo que culminou na fundação da própria APCA.
A tradição popular diz que Santo António deu uma oração a uma pobre mulher que procurava ajuda contra as tentações do demónio.
O Papa Sisto V, franciscano, mandou esculpir a oração – também chamada de lema de Santo António – na base do obelisco que mandou erigir na Praça de São Pedro, em Roma.
Este é o original, em latim:
Ecce Crucem Domini! Fugite partes adversae! Vicit Leo de tribu Juda, Radix David! Alleluia!
A tradução para português:
Eis a cruz do Senhor! Fugi forças inimigas! Venceu o Leão da tribo de Judá, A raiz de David! Aleluia!
Esta breve oração tem todo o sabor de um pequeno exorcismo. Também nós podemos usá-la – em latim ou português – para nos ajudar a superar as tentações que se nos apresentam.
O pecado é sempre uma recusa do Amor, é virar as costas a Deus porque se considera que uma criatura ou uma coisa material pode substituir o Seu lugar no nosso coração. Para compensar essas falta de amor, e fortalecer a vontade para amar mais, Santo António dá algumas ideias:
1. Renúncia da própria vontade;
2. Abstinência de comida e bebida;
3. Rigor do silêncio;
4. Vigílias de oração durante a noite;
5. Derramamento de lágrimas;
6. Dedicação de tempo à leitura;
7. Trabalho físico exigente;
8. Ajudar generosamente os outros;
9. Vestir-se com modéstia;
10. Desprezar a própria vaidade.
Santo António de Lisboa in Sermão do Domingo de Pentecostes, 1§7
S.A.R. o Duque de Bragança e S.A.I.R. D. Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, estiveram nos Paços do Concelho de Viseu, recebidos pelo Presidente da Câmara de Viseu, Dr. João Azevedo, por ocasião do Bicentenário da Morte do Rei D. João VI. A organização foi da Real Associação de Viseu, e envolveu figuras de relevo da história e diplomacia lusófona.
A presença dos dois Chefes de Casa de Portugal e do Brasil, e do Embaixador do Brasil em Portugal, Dr. Raimundo Carreiro, constituiu um momento de particular significado para o concelho, uma vez que permitiu reforçar os laços históricos, culturais e institucionais que unem Portugal e Brasil.
Em Viseu, onde a comunidade brasileira ganha destaque, a Câmara tenta fortalecer, diariamente, relações humanas, empresariais e económicas entre os dois países.
Oração colecta da Missa do Santo Anjo de Portugal:
Ó Deus omnipotente e eterno, que, por inefável providência Vossa, deputaste a cada Nação o seu Anjo custódio, concedei, Vo-lo pedimos, que, pelas orações e patrocínio do Anjo custódio da nossa Nação, sejamos para sempre livres de toda a adversidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que sendo Deus, con'Vosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
“O capitalismo e o socialismo não são realidades opostas, um é a continuação do outro, o oposto a ambos é o distributismo.
O capitalismo faz concentrar a propriedade nuns poucos através da monopolização do mercado e o socialismo faz o mesmo concentrando a propriedade no Estado. Na prática os dois sistemas acabam por controlar os recursos mais importantes do país, pelas mãos de meia dúzia de burocratas em representação dos interesses dos verdadeiros proprietários, sejam accionistas ou o público em geral, mas que naquele momento controlam os recursos em seu próprio benefício.
Além disso, ao concentrarem o poder económico, acabam por concentrar também o poder político e obter inúmeros benefícios e subsídios como temos visto nesta crise que nos assola. Metido entre o estado gigantesco e a corporação imponente, o indivíduo fica reduzido a uma situação de escravatura.
Embora se neguem a admitir que o poder vem da propriedade acumulada, estes sistemas pretendem criar liberdade concentrando capital, mas como este também concentra o poder, o que fica para as massas é o empobrecimento. Pelo contrário, o distributismo procura construir uma sociedade de homens e mulheres, proprietários livres e conscientes dos seus direitos, com os seus meios de defesa contra a centralização tanto do estado como das corporações.”
Seguiu para produção gráfica o número 33 da revista Correio Real. A edição inclui uma entrevista ao Duque de Coimbra, Duarte de Sousa Araújo Martins, e um ensaio sobre o conturbado período da nossa História entre 1823 e 1828, intitulado “Do fim do vintismo às cortes tradicionais de Lisboa”, por Daniel Estudante Protásio. Conta ainda com um artigo de António Pinheiro Marques sobre a Rainha D. Amélia, um destacável sobre o lançamento da Fotobiografia do Senhor Dom Duarte (com a apresentação de José Miguel Sardica), além de diversos textos de opinião, notícias das actividades do Movimento Monárquico e da Família Real Portuguesa.
Desde que foi instituído, há pouco menos de 800 anos, o dia de 'Corpus Christi' ficou marcado pelas procissões realizadas pelas ruas das aldeias, vilas ou cidades.
O objectivo destas procissões é mostrar a toda a gente que o Santíssimo Sacramento (a Hóstia consagrada na Missa) é mesmo o Corpo de Cristo. Que, apesar de vermos pão, Quem está ali presente é Jesus Cristo, o mesmo que andou pelos caminhos da Galileia há 2000 anos. É "Jesus escondido", como diziam os três Pastorinhos.
É importante que o mundo saiba que Deus "desceu à Terra" há 2000 anos.
É importante que o mundo saiba que Deus volta a "descer à Terra" em cada Missa.
É importante que o mundo saiba que Deus está presente na Hóstia consagrada.
É importante que o mundo saiba que Deus, presente nessa Hóstia, fica prisioneiro no Sacrário por amor a nós.
É importante que nós saibamos, dentro do possível, corresponder a esse amor.
Uma Monarquia que há-de levar ao Mundo os interesses espirituais da Cristandade; que por ser cristã será respeitada e admirada por todas as pessoas, mesmo as de outras crenças e convicções porque assegurará a todos os portugueses a igualdade perante a lei.
Uma Monarquia que promova a união do Povo sem confusão; uma Monarquia que proporcione que caminhemos em conjunto e que haja harmonia tendo em consideração a individualidade de cada um.
Uma Monarquia Social que respeite e promova a interligação dos grupos intermédios em que a pessoa humana se realiza, a partir da Família e nas diferentes formas da sua funcionalidade; uma Monarquia em que a vitalidade do tecido social que vincula as pessoas sirva de limite ao poder político; uma Monarquia livre de um tirano ou de um monarca decorativo, incapaz de ter iniciativas; uma Monarquia em que também o Rei deve submeter-se à lei como todos os outros cidadãos e não ter privilégios de inviolabilidade ou imunidade.
Uma Monarquia hereditária que dê corpo à continuidade e ao progresso. Uma Monarquia em que o Rei terá de ter a dupla legitimidade, a de origem e a de exercício, ele confirmará com palavras e com obras o chamamento que recebeu pelo sangue.
S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira visitou o Município de Amarante, onde foi recebido pelos Senhores Presidentes da Câmara Municipal, Dr. Jorge Ricardo e da Assembleia Municipal, Dr. Pedro Cunha, que apadrinhou o Protocolo Bosque Real do Marão.
O acto da assinatura do protocolo decorreu no Salão Nobre, da Câmara Municipal de Amarante, entidade parceira deste ambicioso projecto.
Enquanto ambientalista que é, e defensor do mundo rural, apadrinhou a celebração de um protocolo de apoio da Real Associação do Porto à Associação dos Baldios de Ansiães, tendo em vista a reflorestação de 9 ha (hectares) de terreno na Serra do Marão, e a criação de produtos endógenos a comercializar com a marca Bosque Real do Marão. Simbolicamente, com acção de S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança e dos presentes, foram plantadas 3 árvores autóctones distintas, nomeadamente, Carvalho, Castanheiro e Bétula, que simbolizam cada um dos Príncipes de Portugal, tendo sido descerrada uma placa evocativa do momento e deste projecto ambiental da Real Associação do Porto.
O Carvalho, que simboliza, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Bragança, é um símbolo universal de força, estabilidade, longevidade e sabedoria, além disso, é um importante habitat para diversas espécies de animais e plantas, pois a sua copa densa e seus galhos fornecem abrigo e alimento para várias criaturas, tornando-se um símbolo de generosidade e sustentabilidade.
A Bétula, dedicada a S.A. a Infanta D. Maria Francisca de Bragança, Duquesa de Coimbra, é considerada a "árvore da luz" e a "Dama da Floresta", pois significa renovação, novos começos e protecção.
O Castanheiro, que foi plantado, simboliza S.A. o Senhor D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, apresenta-se como resiliente e protector. O castanheiro na floresta é usado para favorecer a estabilidade, por este facto está associado para atrair prosperidade e fortalecer fertilidade.
A tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa, dia 4 de Junho, às 17h00, vai este ano mudar de percurso – iniciando e terminando na Sé Patriarcal – o novo trajecto inclui agora a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço).
Esta procissão – presidida pelo Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério – é “uma das mais antigas e importantes tradições religiosas da cidade, ocorrendo na quinta-feira da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo”, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.
Em relação aos últimos anos, as principais mudanças da tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa concentram-se “na zona de passagem pela Baixa, com um percurso alargado que introduz este ano uma passagem mais abrangente pela zona ribeirinha, incluindo a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço)”.
Segundo o responsável das celebrações do Corpo de Deus na Cidade de Lisboa, cónego Bruno Machado, numa carta, “a Procissão, por algumas ruas da Baixa da Cidade, é sempre um dos momentos altos, de importante oração e expressão da fé católica”.
A tradicional Procissão do Corpo de Deus, pelas ruas da Baixa da Cidade vai ter lugar na tarde do dia 4 de Junho, quinta-feira, a partir das 17h00, no Largo da Sé, terminando pelas 18h30, no mesmo local, com a bênção com o Santíssimo.
PERCURSO 2026
Sé Patriarcal de Lisboa, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Rua dos Condes de Monsanto, Praça da Figueira, Rua da Betesga, Praça D. Pedro IV, Rua do Ouro, Rua do Comércio, Praça do Município, Rua do Arsenal, Praça do Comércio, Rua dos Fanqueiros, Rua da Conceição, Largo da Madalena, Rua de Santo António da Sé, Largo da Sé