sábado, 27 de junho de 2026

Centralização e representação

Ao assentarem a legitimidade do governo nas paixões e tendências individuais, os princípios do regime liberal e democrático destruíram a harmonia que assegurava a convivência dos homens em sociedade.

Esquecida a verdadeira religião como fundamental para a vida em comum, sendo substituída pela vontade popular, muitas vezes até com o apoio de alguns eclesiásticos, os caprichos de uma inconstante ambição política conduziram-nos a um centralismo de Estado avassalador que destruiu as nossas peculiaridades e costumes tradicionais e seculares.

À medida que a pulverização ou massificação se vai tornando maior, mais cresce o processo centralizador e menos se pode falar de representação.

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