As “democracias” que temos assentam em princípios que não correspondem à evidência dos axiomas e têm como máximas frases como “o poder nasce da vontade geral e não reconhece outra origem ou título”; “a vontade geral identifica-se com a opinião pública num determinado momento”; “o voto de todos os cidadãos tem o mesmo valor”, “ a opinião expressa-se nos nomes dos candidatos dos partidos e slogans eleitorais; “os partidos e os seus media são os artífices dessa opinião”.
Perante isto não poderemos prever outro fim que não seja o de sermos governados pelas técnicas de publicidade, de influência e de condicionamento.
A democracia liberal, legitimada pelas massas, representa a linha que, ao ser passada, nos atira para fora da verdade e para um reino que, por aclamação popular, conseguiu menosprezar a religião, criar o império da mentira e acabar com a autoridade, mas instituiu um reino de opinião e de povo.
“A sociedade aberta”, a dos “direitos humanos” ignorou a procura da verdade que é o primeiro e principal dos direitos do homem, esqueceu-se que a Civilização Ocidental nasceu de uma fé e foi construída sobre normas e valores morais bem definidos.
Fonte: Causa Tradicionalista
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