O Estado caracteriza-se sempre por uma soberania política independente, se esta não existe, não há Estado. A Nação pode existir mesmo que subjugada por um poder estranho.
O Estado pode improvisar-se por uma revolução que emancipa uma colónia ou desanexa uma província. Uma Nação jamais se improvisa, constrói-se através dos séculos.
Para se formar um Estado chega a colaboração das armas e a sorte, uma Nação precisa de tempo para nascer. (…)
Uma Nação subsiste dividida em vários estados e mesmo que um só perca a independência subjugado por outro, subsiste. Por isso passa, da pluralidade política imposta pela força ou formada por pactos, ou pelas duas simultaneamente, de um Estado federativo a um Estado centralizador, sem que, nessas mudanças de soberania, nessas trocas e transmutações de Estados deixe de existir o todo moral e a unidade histórica que a forma. (…)
Sendo a Nação e o Estado coisas tão diferentes, deduz-se qual é a relação fundamental: O Estado depende da Nação e não a Nação do Estado. O Estado deve subordinar-se à Nação e não a Nação ao Estado. O espírito nacional deve imperar sobre a vontade do poder e não o poder sobre o espírito nacional. O Estado não pode mudar e modelar, consoante planos ideais, o carácter da Nação; o carácter da Nação é que tem o direito de ser refletido pelo Estado..."
Juan Vázquez de Mella. Obras Completas. “La Nación, la voluntad nacional y las tradiciones fundamentales”
O Estado pode improvisar-se por uma revolução que emancipa uma colónia ou desanexa uma província. Uma Nação jamais se improvisa, constrói-se através dos séculos.
Para se formar um Estado chega a colaboração das armas e a sorte, uma Nação precisa de tempo para nascer. (…)
Uma Nação subsiste dividida em vários estados e mesmo que um só perca a independência subjugado por outro, subsiste. Por isso passa, da pluralidade política imposta pela força ou formada por pactos, ou pelas duas simultaneamente, de um Estado federativo a um Estado centralizador, sem que, nessas mudanças de soberania, nessas trocas e transmutações de Estados deixe de existir o todo moral e a unidade histórica que a forma. (…)
Sendo a Nação e o Estado coisas tão diferentes, deduz-se qual é a relação fundamental: O Estado depende da Nação e não a Nação do Estado. O Estado deve subordinar-se à Nação e não a Nação ao Estado. O espírito nacional deve imperar sobre a vontade do poder e não o poder sobre o espírito nacional. O Estado não pode mudar e modelar, consoante planos ideais, o carácter da Nação; o carácter da Nação é que tem o direito de ser refletido pelo Estado..."
Juan Vázquez de Mella. Obras Completas. “La Nación, la voluntad nacional y las tradiciones fundamentales”
Fonte: Causa Tradicionalista
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