9 de dezembro de 2011

A republicazeca fede...

Orçamento de Estado aprovado, pague quem não pode que a camarilha safou-se mais uma vez.
Nestas terras, outrora de Santa Maria, parece que os irmãos Metralha vieram para ficar...Mais rosinha, mais laranja-azulado, impera um terrorismo de Estado.
Hoje, o cidadão comum precisa do Estado, para quê?
As ruas estão entregues à ladroagem que prolifera à rédea solta, as escolas deram o que tinham a dar, os serviços definham, os sacrificados são sempre os mesmos. No verso da medalha, o governo massacra os mesmos desgraçados, protege os campangas habituais, a figura presidencial roça o estilo confrangedor, e quem ajudou a estoirar o país, estuda filosofia ou continua com tacho garantido em qualquer empresa nutrida pelos nossos impostos. Cadeia, viste-la!
Esta republicazeca está podre e sem qualquer vestígio de seriedade.
A escumalha que por aí gravita, até resolve acabar com o Dia da Independência-o 1º de Dezembro para os mais distraídos-discutindo o assunto com os empresários...
Como se o sentido de Independência não devesse estar no ADN da Nação.
Claro que, para a maçonaria de serviço, convém acabar com estes pequenos promenores nacionalistas. Cães!!!
Entretanto o povinho estupidificado continua a aceitar tudo, a vender a alma ao diabo e a vegetar na sua cobardia.
Esta 3ª republicazeca, torpemente instalada no 25 de Abril, ao fim de menos de quarenta anos, conseguiu acabar com toda a nobreza da Nação, gerou um Estado que não merece um pingo de respeito, e delineou um país, pelo qual, dificilmente um cidadão sóbrio sente qualquer estima.
Até o sentido de pertença se está a perder.
Neste país, tornou-se difícil e perigoso ser-se português.
(Paquistanês, ainda vá que não vá...)
Acredito cada vez mais que o espaço do "politicamente correcto" está corrompido, acanalhado, incompetente e podre.
Urge uma solução contra-revolucionária, anti-comunista, anti-socialista, anti-capitalista. Para que não haja dúvidas, uma solução da área da Direita Nacional, autenticamente portuguesa...
Paralelamente, o reeguer do futuro Estado de Direito deve assentar numa matriz monárquica.

Viva o 1º de Dezembro!

Viva o Rei!

Portugal, sempre!

Fonte: Alma Realista

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