Ainda só passaram três meses da tomada de posse do actual presidente e já conta no seu currículo, sete viagens de Estado, uma delas para assistir a um inútil jogo de bola onde, para gáudio de multidão alucinada e cretinizada, sobressaem os novos heróis nacionais, o que comprova a sua admiração pelo Sr Rebelo de Sousa.
Já tinhamos assistido estupefactos as exibições do que, como alguns lhe chamam, o único e queira Deus o último, “presidente monárquico” desta república.
Na altura cantou vivamente, de perna traçada, “A nossa alegre casinha”, num lugar mítico para a república, a Bela Vista, eterno símbolo do Portugal republicano e da sua curta História.
O populismo quase primário destes presidentes, leva-os a saltitar de estádios de futebol, a algumas Casas Brancas e destas a concertos, num agoniante miserabilismo.
Outro enorme presidente desta sedenta republica, o principal promotor do alcatrão, declara agora que Portugal não precisa de mais auto-estradas, ou estádios de futebol mas de crianças…
Estas são as novas com que nos brindam na intensa e diária orgia jornalística.
Mas é isto que queremos para Portugal?
Claro que não.
O que nos separa deste miserável regime liberal em que vivemos é o dar a possibilidade de atribuir a dignidade que o trabalho deve merecer.
É o dizer que as famílias, através da sua intervenção orgânica, decidam o que é melhor para si em cada Município.
É que um Rei, aquele que verdadeiramente detém a Soberania terrena, governe.
As verdadeiras soluções sempre foram simples, alegres e derrubam facilmente os pretensos e intencionalmente eternos problemas, a que eles gostam de chamar estruturais.
A solução tem três palavras.
Deus, Pátria e Rei.
Valentim Rodrigues
Já tinhamos assistido estupefactos as exibições do que, como alguns lhe chamam, o único e queira Deus o último, “presidente monárquico” desta república.
Na altura cantou vivamente, de perna traçada, “A nossa alegre casinha”, num lugar mítico para a república, a Bela Vista, eterno símbolo do Portugal republicano e da sua curta História.
O populismo quase primário destes presidentes, leva-os a saltitar de estádios de futebol, a algumas Casas Brancas e destas a concertos, num agoniante miserabilismo.
Outro enorme presidente desta sedenta republica, o principal promotor do alcatrão, declara agora que Portugal não precisa de mais auto-estradas, ou estádios de futebol mas de crianças…
Estas são as novas com que nos brindam na intensa e diária orgia jornalística.
Mas é isto que queremos para Portugal?
Claro que não.
O que nos separa deste miserável regime liberal em que vivemos é o dar a possibilidade de atribuir a dignidade que o trabalho deve merecer.
É o dizer que as famílias, através da sua intervenção orgânica, decidam o que é melhor para si em cada Município.
É que um Rei, aquele que verdadeiramente detém a Soberania terrena, governe.
As verdadeiras soluções sempre foram simples, alegres e derrubam facilmente os pretensos e intencionalmente eternos problemas, a que eles gostam de chamar estruturais.
A solução tem três palavras.
Deus, Pátria e Rei.
Valentim Rodrigues
Fonte: Causa Tradicionalista
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