A República circense em que vivemos, está imersa no despotismo, na corrupção e no absolutismo do poder; por isso, a partidocracia, a forma de governo que o regime impõe, só consegue governar do cimo da pirâmide para a sua base, cega à visão periférica, ou transcendente, que o posto lhe permite; limita-se a exigir a total obediência da sociedade, aos seus caprichos e às ávidas necessidades dessas máfias que seguem o governo.
Os Municípios e freguesias funcionam assim, como meros tentáculos partidários, obedientes à vontade do presidente do partido e, por isso os seus representantes nunca poderão ser fruto da escolha comunitária, como resultado da sua liberdade intrínseca, mas sempre por imposição superior, baseada no relativismo dominante e na cretinização constante, promovida pela chamada comunicação social, permitindo que as massas a identifiquem como “democracia”.
Contudo, as exigências das máfias partidárias, por mais dinheiro e acréscimo de um poder, por definição ilimitado, conduzirão à inevitabilidade de uma regionalização, não referendada e coberta de confortáveis epítetos, de "autonomia", "liberdade" e progresso.
É contra este silencioso movimento, a promover pelo regime num futuro proximo, que deve incidir todo o nosso esforço e a nossa atenção. A regionalização, mas não é que o garante da centralização do poder nos partidos e o alimentar das suas insaciáveis máquinas.
Como vivemos na inevitável miséria da modernidade e do progressismo, as soluções que a História nos dá, fruto do labor de inúmeras gerações esquecidas na bruma dos tempos, são prontamente tidas como algo inoperante e retrógrado, como se ao caminhar na praia só interessassem os passos em frente. Quando tal acontece, invariavelmente, perdemo-nos; pois, se não sabemos de onde vimos e qual o Fim Último desta caminhada, nunca saberemos para onde vamos.
Mas esta é a essência desta República: um caminho ziguezagueante, a que chamam progresso, sem qualquer outro propósito, ou fim, que não seja o enriquecimento das manadas partidárias.
A sociedade que sofra e que lhes pague, pague muito.
Por Deus, Pátria e Rei
José Joaquim Reis
Os Municípios e freguesias funcionam assim, como meros tentáculos partidários, obedientes à vontade do presidente do partido e, por isso os seus representantes nunca poderão ser fruto da escolha comunitária, como resultado da sua liberdade intrínseca, mas sempre por imposição superior, baseada no relativismo dominante e na cretinização constante, promovida pela chamada comunicação social, permitindo que as massas a identifiquem como “democracia”.
Contudo, as exigências das máfias partidárias, por mais dinheiro e acréscimo de um poder, por definição ilimitado, conduzirão à inevitabilidade de uma regionalização, não referendada e coberta de confortáveis epítetos, de "autonomia", "liberdade" e progresso.
É contra este silencioso movimento, a promover pelo regime num futuro proximo, que deve incidir todo o nosso esforço e a nossa atenção. A regionalização, mas não é que o garante da centralização do poder nos partidos e o alimentar das suas insaciáveis máquinas.
Como vivemos na inevitável miséria da modernidade e do progressismo, as soluções que a História nos dá, fruto do labor de inúmeras gerações esquecidas na bruma dos tempos, são prontamente tidas como algo inoperante e retrógrado, como se ao caminhar na praia só interessassem os passos em frente. Quando tal acontece, invariavelmente, perdemo-nos; pois, se não sabemos de onde vimos e qual o Fim Último desta caminhada, nunca saberemos para onde vamos.
Mas esta é a essência desta República: um caminho ziguezagueante, a que chamam progresso, sem qualquer outro propósito, ou fim, que não seja o enriquecimento das manadas partidárias.
A sociedade que sofra e que lhes pague, pague muito.
Por Deus, Pátria e Rei
José Joaquim Reis
Fonte: Causa Tradicionalista
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