quarta-feira, 4 de abril de 2012

Diocese distingue família de Carlos de Áustria

Bispo do Funchal recebeu em audiência membros da causa imperial



terça-feira, 3 de abril de 2012

Família Do Imperador Da Áustria Na Madeira

Bispo do Funchal recebe em audiência membros da Casa Real austríaca e portuguesa


D. António Carrilho recebeu esta manhã cumprimentos de representantes da Casa Real austríaca e portuguesa que estão na Madeira em peregrinação ao Imperador e beato Carlos de Áustria.
A audiência, no Paço Episcopal, contou nomeadamente com a presença de D. Duarte de Bragança, membros da realeza e da Igreja austríacas.
A comitiva oficial integra um grupo de peregrinos que se deslocou ao Funchal para prestar homenagem ao Imperador e beato Carlos de Áustria, falecido entre nós há 90 anos (a 1 de Abril de 1922), e que se encontra sepultado na igreja de Nossa Senhora do Monte.

Família Habsburgo destaca ligações com a Madeira

Cerca de 80 elementos estão na Madeira, por ocasião de mais um aniversário do falecimento do Imperador.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, recebeu hoje os membros da família do Imperador Carlos da Áustria “O Beato”, que se encontram de visita à Região Autónoma da Madeira, por ocasião de mais um aniversário do falecimento do Imperador.


Karl von Habsburgo, actual chefe da Casa de Habsburgo, falou sobre as visitas à Região, não apenas com a família, mas com grupos de amigos, aos quais faz frequentemente de guia. Mais do que as ligações oficiais fica um grande apreço à população e as ligações que mantemos com a história da sua família.
A comitiva integra cerca de 80 elementos, de quatro gerações da família Habsburgo. A acompanhá-los está ainda D. Duarte de Bragança e outros elementos ligados à Casa Real Portuguesa. Vinho Madeira e Bolo de Mel encerraram com chave de ouro o encontro.

Fonte: Cidade net

Família do Imperador Carlos da Áustria foi recebida no Salão Nobre do município


Uma comitiva constituída por membros da família do Imperador Carlos da Áustria "O Beato", que se encontram na Madeira por ocasião de mais um aniversário do Imperador, ocorrida a 1 de Abril de 1892, no Funchal, foi ontem recebida no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal.
O presidente da autarquia, Miguel Albuquerque, ofereceu na oportunidade ao Chefe da Casa Imperial de Habsburgo, Arquiduque Carlos, a Medalha dos 500 Anos da Cidade do Funchal.
Este, agradeceu a hospitalidade dos madeirenses, realçando a ligação que existe entre a Madeira e a sua família e referindo que irá «continuar a trabalhar que continue a ser assim no futuro».
Entre os membros da comitiva esteve o Duque de Bragança, D. Duarte Pio, que também assinou o Livro de Honra da Câmara Municipal do Funchal. Na oportunidade também agradeceu a hospitalidade das autoridades regionais e dos madeirenses, sublinhando que gostava de gozar a sua reforma na Madeira.
De referir que a comitiva dos membros da família do Imperador Carlos da Áutria é constituída por 80 pessoas e vêm de vários países.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

HABSBURGOS REFORÇAM LAÇOS COM A MADEIRA


O "nim" de Paulo Portas

No Brasil, até as Prefeituras Municipais mostram orgulhosamente as nossas bandeiras e tudo o que elas significam.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros de um país independente há oito séculos, atrevidamente declarou hoje que o 1º de Dezembro "não é infelizmente celebrado pelas instituições" e vai dizendo em tom de desculpa, que nada mais patriótico existe "do que cada um de nós dar o seu contributo para reaver a independência económica do país". Enfim, neste tempo de cifrões, a data da difícil e na época considerada improvável reconquista da independência do Estado, é remetida para questões económicas da oligarquia. Claro que Paulo Portas não corresponde ao grosso daquilo que se conhece por "classe política" e por isso mesmo devia medir as palavras, pois nem todos são transumantes de feiras de enchidos. Longe disso. Dr. Portas, se o Estado não comemora o Dia da Restauração e estando V. Exa. no governo, mude radicalmente este infeliz estado de coisas. Se tem o poder, tenha a vontade e mais ainda, a ousadia.
O 1º de Dezembro não é comemorado pela população, leia-se, pelos habitantes das principais cidades, enquanto noutros pontos do país é dia de festa popular. Tal se deve à absurda menorização e intencional apagamento da nossa história, responsabilidade que deve ser integralmente assumida pelo regime republicano. O sistema vigente não comemora o 1º de Dezembro e tem como símbolo máximo, o verde e vermelho de uma Federação Ibérica imaginada no século XIX.
A Restauração da Independência consiste numa nódoa escarrapachada nos interesses dos mais poderosos malabaristas da finança e das negociatas que nos trouxeram a esta situação. A cada 1º de Dezembro que passe, jamais é organizada qualquer demonstração militar digna desse nome e as Forças Armadas não fazem qualqer esforço para que seja evocada uma data onde os antepassados justificaram a própria existência dos nossos quadros militares. As escolas ignoram ostensivamente o feito de 1640 e os heróis da Restauração são hoje tão desconhecidos, como qualquer um dos pretéritos e bastante dispensáveis presidentes da República. O Estado e centros de estudos não patrocinam ou incentivam trabalhos académicos relativos ao período e os manuais escolares são escandalosamente parcos na informação capaz de solidificar a nossa consciência nacional. É o completo deboche.
Dir-se-ia ser a nossa "classe política" um mero eco dos interesses da Câmara de Comércio e Indústria espanhola em Portugal. A gente do(s) governo(s) apenas parece(m) pensar na segurança dos seus interesses particulares. Isto, para ficarmos por aqui.
No Brasil, as unidades militares exibem ostensivamente a bandeira portuguesa
Nuno Castelo-Branco
 

domingo, 1 de abril de 2012

A monarquia vista pelo historiador Alfredo Pimenta:





SARAIVA, Mário - Alfredo Pimenta propugnador e doutrinador da monarquia. Boletim de Trabalhos Históricos, Guimarães, Vol. XXXIII (1982) 332-347.

Fonte: Obliviário

Retrocesso

Há uns dias discutia com uns conhecidos umas coisas banais quando um dos convivas disse que "pelo menos a república foi um avanço"! Descobri ali o motivo para render o meu dia e parti para umas pequenas frases que deixaram os meus parceiros um bocado engasgados sem grande vontade para falar. Sim, porque a república não foi, ou é, a fase adulta da Monarquia, não é a "sequência" natural da monarquia, porque a república não foi um avanço foi um gigantesco retrocesso, porque se a república só tem como virtude trocar "o nobre pelo homem do povo", como me disseram, então, porque se exalta o "nobre povo" que se cantarola no hino? A república tornou o nosso estado numa coisa privada, uma coisa de amigos e partidos. Perdeu a sua identidade pública e sem Rei não é res pública.

Domingo de Ramos