sábado, 7 de abril de 2012

Notícias republicanas



1. Na Hungria, o Presidente demitiu-se após um escândalo relacionado com "copianço"- diz-se plágio - da sua tese de doutoramento.
2. Em França, surgem agora acusações dirigidas a Sarkozy. Tudo isto respeita ao terrorista Merah que segundo os habituais teóricos da conspiração, era um agente dos serviços secretos franceses e assim serviu perfeitamente os interesses eleitorais do "President miston" em exercício. Impagável.
3. O "Messiê" Vichysoise Rebelo de Sousa - o eterno candidato a não-candidato a Belém -, meteu-se numa terrível embrulhada com o Partido Socialista. Imagine-se o que aconteceria se por desastre nacional, este comentador de futebóis, viras, broas, bancos, secas e inundações, chegasse à "Suprema Magistratura"... Lá se vai "para o brejo" a tal independência dos Presidentes da coisa. Cavaco Silva, o mais ignorado líder sombra do PSD, tem feito o que se sabe, mas com "Messiê" Vichysoise, seria ainda pior. Quando o PS se convencer das vantagens da Monarquia Constitucional, basta um piparote na porta e o tal famoso edifício de "pedra e cal" desfaz-se em pó, ou melhor, num montículo de areia.
4. Em Portugal, ali para a Av. da Liberdade, a gente da embaixada da Argentina resolveu colocar uma microscópica coroazinha de flores diante do mamarracho bolivariano conhecido por "El Cabezudo". Como se esta espécie de General Tapioca avant la lettre tivesse algo a ver com a Argentina. Isto, para celebrar a clamorosa derrota na Guerra das Falkland, quando a republicana tropa fandanga da Casa Rosada, foi derrotada pela Royal Navy. Eis uma kirchenerada em plena Lisboa, atestando a "chavização" do regime da Senhora manicura de Buenos Aires. Só visto!



Sábado Santo

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A Patriarcal e Episcopal RR negará o poder da Ressurreição?

Na história de Portugal nunca houve um chefe de estado formalmente responsável por tantos e tamanhos crimes hediondos como o actual presidente da república. Aníbal Cavaco Silva que nunca se retractou de ter promulgado as ignominiosas e abomináveis pseudo-leis que: 1. Dizimaram muito mais de 80. 000 (oitenta mil) crianças nascentes (contando com as produzidas e descartadas, experimentadas ou congeladas em laboratório) no espaço de 5 (cinco) anos; 2. Agrediram a essência da família concorrendo para a sua fragmentação e dissolução; 3. Contribuíram fortemente para a degeneração e depravação das mentalidades e consciências; 4. Perverteram a inocência das crianças, já nascidas, dos adolescentes e jovens. A tudo isto o Bem-aventurado João Paulo II chamava “cultura da morte”, e o Papa Bento XVI abundando na mesma doutrina tem-no confirmado inumeráveis vezes.

Por todos estes gravíssimos crimes e pecados terá este irmão de responder perante o rigoroso Juízo de Deus. Todos os que cremos no amor infinito do Senhor que procura não a morte mas a conversão do pecador devemos rezar e sacrificar para que verdadeiramente arrependido faça penitência, e procure reparar o terrível mal praticado, e quando passar desta vida possa ser contado, não entre os réprobos, os malditos do Pai, mas sim entre os eleitos, os benditos do Pai do Céu. A Misericórdia de Deus não anula a Sua Justiça, por isso é indispensável viver na Sua Graça, durante esta vida, para, depois da morte, vir a participar na Sua Glória. Um cristão, que se conheça bem, sabendo que de si não é mais do que nada e pecado, nunca deve desistir da conversão nem dos maiores facínoras nem a dos maiores tiranos nem de ninguém, até à hora da sua, deles, morte. Se a Graça e a Misericórdia de Deus nos desamparassem seriamos capazes do mesmo e de muito pior.

Posto isto, podemos agora adiantar que são evidentes e copiosas as razões por que a Rádio Renascença, propriedade da Conferência Episcopal e do Patriarcado de Lisboa, que se anuncia a si própria como “emissora católica portuguesa”, deve liminarmente recusar a condecoração que este presidente da república lhe vai conceder, na Segunda-feira de Páscoa, em virtude do seu septuagésimo quinto aniversário, como vem hoje anunciado na primeira página do semanário, do Patriarcado de Lisboa, Voz da Verdade.

De facto, como vimos acima, o presidente ao exercer as suas funções políticas fez exactamente o contrário daquilo que o Evangelho ensina, comportando-se como seguidor do “pai da mentira” (Jo 8, 44), daquele que é “assassino desde o princípio” (Idem). Pois não será verdade que dele se poderia dizer, para o fazer cair em si, com S. Paulo: “Ó criatura, cheia de todas as astúcias e de toda a iniquidade, filho do diabo, inimigo de toda a justiça, quando é que cessarás de perverter os rectos caminhos do Senhor?” (Act. 13, 10)? Reparemos que S. Paulo não recorre a nenhum excesso antes imita a linguagem de Jesus Cristo: “Vós tendes por pai o diabo, e quereis realizar os desejos do vosso pai.” (Jo 8, 44).

A segunda-feira de Páscoa, na verdade toda a oitava Pascal, é como que o Domingo de Páscoa estendido por toda a semana. É a celebração festiva e solene d’ Aquele que venceu o diabo, o pecado e a morte e que nos faz participantes da Seu triunfo de modo a que possamos também ser vitoriosos nesse combate. Ora o Episcopado e a emissora que se diz católica existem precisamente para anunciar e tornar presente esse poder da Ressurreição de Jesus Cristo. Não se entende pois que vão curvar a cabeça para receber uma condecoração de um político que actuou como um representante do Maligno. A mensagem que passará, independentemente das intenções subjectivas, será a de um rendimento e subjugação, ainda para mais agradecida, ao poder de Satanás.

Confesso que não me acabo de pasmar com a cegueira que ignora o “ … escândalo, concebido como acção que move os outros ao mal. Tal escândalo subsiste mesmo se, lamentavelmente, um tal comportamento já não despertar admiração alguma: pelo contrário, é precisamente diante da deformação das consciências, que se torna mais necessária por parte dos Pastores, uma acção tão paciente quanto firme, que tutele (… a) defesa da moralidade cristã e da recta formação dos fiéis.”

À honra e glória de Cristo. Ámen.



Nuno Serras Pereira
30. 03. 2012

Fonte: Logos

MONÁRQUICOS PORTUGUESES UNIDOS CRIAM KANAL DE TV NO MEO


MONÁRQUICOS PORT UNIDOS TV

Prima o botão verde do comando MEO e insira o número 157015



Categoria Família e amigos

Descrição

Monarquia, Democracia e Liberdade.

Programação

  • Portugal Um Rei precisa-se! duração:00:01:37
  • MONARQUIA PORTUGUESA A VERDADE DA MENTIRA duração:00:08:26
  • Monárquicos Livres, Monárquicos Unidos... duração:00:01:28
  • Políticos na Suécia sem luxos e sem mordomias! duração:00:07:53
  • DINAMARCA - O Povo mais feliz do mundo duração:00:06:12
  • Monarquia/Republica duração:00:00:32
  • Bandeira estiada no alto do Parque Eduardo VII duração:00:01:51
  • Entrevista a SS AA RR D. Duarte e D. Isabel (4 1 2008) - YouTube duração:00:05:49
  • SAR D. Duarte cidadão de Timor duração:00:01:48
  • Comemorações do 5 de Outubro de 1143 em Coimbra duração:00:01:48
  • MONARQUIA PORTUGAL A UNIDADE DE UM IMPERIO duração:00:01:52
  • Debate Monarquia ou República na RTP (01) duração:00:09:33
  • Debate Monarquia ou República na RTP (02) duração:00:09:36
  • Debate Monarquia ou República na RTP (03 ) duração:00:09:42
  • Debate Monarquia ou República na RTP (04) duração:00:09:27
  • Debate Monarquia ou República na RTP (05) duração:00:09:29
  • Debate Monarquia ou República na RTP (06) duração:00:07:55
  • Debate Monarquia ou República na RTP (07) duração:00:08:45
  • Debate Monarquia ou República na RTP (08) duração:00:09:51
  • Debate Monarquia ou República na RTP (09) duração:00:09:54
  • Debate Monarquia ou República na RTP (10) duração:00:09:47
  • Debate Monarquia ou República na RTP (12) duração:00:08:58
  • Debate Monarquia ou República na RTP (13) duração:00:05:28
  • Debate Monarquia ou República na RTP (14) duração:00:06:10
  • Debate Monarquia ou República na RTP (15) duração:00:05:01
  • Debate Monarquia ou República na RTP (16) duração:00:04:25
  • Debate Monarquia ou República na RTP (17) duração:00:03:04
  • Debate Monarquia ou República na RTP (18) duração:00:08:56
  • Debate Monarquia ou República na RTP (19) duração:00:07:42

Sexta-Feira Santa


JESUS É CONDENADO À MORTE

JESUS CARREGA A CRUZ

JESUS CAI PELA PRIMEIRA VEZ


JESUS ENCONTRA SUA MÃE

JESUS ENCONTRA AS MULHERES DE JERUSALÉM

JESUS CAI PELA TERCEIRA VEZ
DESPOJAMENTO DAS VESTES DE JESUS


JESUS É PREGADO NA CRUZ


JESUS MORRE NA CRUZ

JESUS É DESCIDO DA CRUZ E ENTREGUE A SUA MÃE

JESUS É SEPULTADO

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Livro: "Os nossos Santos e Beatos"

Os nossos Santos e Beatos
Sinopse:

«Esta obra sobre os Santos é já, de certo modo, resposta às indicações pastorais para o Ano da Fé, dada, através da Congregação para a Doutrina da Fé, pelo Santo Padre Bento XVI às Conferências Episcopais, ao dizer: “Os Santos e os Beatos são autênticas testemunhas da fé, portanto será oportuno que as Conferências Episcopais se empenhem em difundir o conhecimento dos Santos do próprio território”» in Prefácio

Os santos permanecem para muitos como pessoas misteriosas, de cuja vida pouco ou nada se conhece. O que é certo é que estão presentes no nosso dia a dia, em nomes próprios e em nomes de aldeias, ruas e praças. São patronos de paróquias. A eles se dedicaram igrejas, ermidas e capelas que perpetuam a sua memória. As festas anuais, em sua honra, tornam-se momentos de convívio social e expressões de fé que pertencem à identidade do povo português. Estes santos viveram a mesma condição humana de todos os mortais. Neste livro, o autor ilumina o lado menos conhecido destes homens e mulheres, a sua vida em nome de grandes causas da justiça, da caridade e do bem comum, e o percurso que fizeram até atingir a santidade. Por estas páginas passam os nossos santos e beatos e outros, estrangeiros, que Portugal adoptou e venera com afecto. Sancha, Teresa e Mafalda, filhas de Sancho I e beatas. Santa Rita, um insigne modelo de caridade e abnegação. Santo António de Lisboa, o mais universal dos santos portugueses, Francisco e Jacinta Marto, beatos, videntes de Fátima. O imperador Carlos I de Áustria, um político patriota que ascende aos altares.


Fonte: A Esfera dos Livros

Entrevista a SAR D. Isabel de Bragança: "As tradições não podem cair no esquecimento"

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Fonte: Revista Sim