Não vivemos apenas numa sociedade em que a alma já não é cristã, mas também onde a sua forma não o é mais. Nem a nossa moral pública está de acordo com a que o Estado tolera, nem nossa moral privada com a que se pratica à nossa volta…
Mas o mais grave é que não vivendo como os outros, deixamos de pensar como eles. Isto é o mais grave porque de todas as rupturas é a mais profunda. A desordem moral não é privilégio da nossa época; ela existiu sempre, mesmo na Idade Média, mas então era considerada como uma desordem, enquanto nos nossos dias se pretende instalar como a ordem instituída.
Não é o facto da sua ocorrência o que nos deve espantar; é o facto de que progressivamente se faz legalizar. Por outro lado, nada se lhe opõe; quando o Estado não reconhece nenhuma autoridade espiritual acima dele, não tem outro recurso a não ser o de “laissez-faire”, ou de decretar uma moral em seu proveito.
Etiènne Gilson em “Por uma ordem Católica”
Mas o mais grave é que não vivendo como os outros, deixamos de pensar como eles. Isto é o mais grave porque de todas as rupturas é a mais profunda. A desordem moral não é privilégio da nossa época; ela existiu sempre, mesmo na Idade Média, mas então era considerada como uma desordem, enquanto nos nossos dias se pretende instalar como a ordem instituída.
Não é o facto da sua ocorrência o que nos deve espantar; é o facto de que progressivamente se faz legalizar. Por outro lado, nada se lhe opõe; quando o Estado não reconhece nenhuma autoridade espiritual acima dele, não tem outro recurso a não ser o de “laissez-faire”, ou de decretar uma moral em seu proveito.
Etiènne Gilson em “Por uma ordem Católica”
Fonte: Causa Tradicionalista
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