terça-feira, 5 de maio de 2026

Comédias no Vaticano

“Em Cristo já somos um só, em virtude do Baptismo”.  Sendo assim, reverendíssima “Arcebispa” considerada, surrealisticamente, primaz da Comunidade Anglicana, embora nenhum dos seus ministérios seja (validamente) sacramental, não só pela sua condição feminina, mas também em virtude da ausência da sucessão Apostólica, a que se deveu reunirmo-nos nessa ecuménica comédia circense porque “anunciamos o mesmo Cristo”, independentemente das diferenças, que presumindo exprimir de um modo único e exemplar uma fantasiosa união singular, num imaginário dualismo, de um único Cristo, encarnado varão e mulher com a pretensão demoníaca delirante de sedutoramente persuadir uma existência real de uma identidade mono-alteridade crística deduzindo uma falsíssima compenetração complementar desmentida pala Revelação que afirma claramente a inimizade e incompatibilidade radical entre Cristo e o Anticristo.
 
Mas, uma vez que são um só, pelo Baptismo, vossa reverendíssima advoga alucinatoriamente que essa igualdade baptismal permite ou admite um cristo favorável e incentivador do aborto provocado, das autodenomidadas uniões corporalmente afecto-efectivas do mesmo sexo, e muitas outras coisas malignas. 

A Igreja Católica, isto é, a Religião Verdadeira, impelida pelas Palavras de Cristo, Seus milagres, curas de enfermos, exorcismos, ensinamentos, enfim, toda a Sua vida, morte, ressurreição e ascensão aos céus, não se atreve a corromper nem contrariar a Sua Revelação Salvífica e salutar. 

De modo que também parece extremamente excessivo dar uma falsa bênção com a cooperação de um bispo (Cardeal?) que, inclinando a cabeça devotamente, se persignou.

Padre Nuno Serras Pereira

Sem comentários: