O facto em si não é importante, e nem mereceria, pela sua imoralidade, o mínimo reparo.
Contudo, a presença ou não, de um trapo multicolor no edifício de uma câmara municipal, gera como sempre os habituais jogos de alecrim e manjerona, usados e abusados pelas máfias partidárias, no habitual desviar de atenções de outros problemas, bem mais graves. Mas é a natureza plutocrática e absolutista do regime que a tal obriga.
Se uns clamam pela necessária neutralidade da Câmara e assim protestam pela deposição do trapo multicolor, logo se desculpam, envergonhados, ajoelhando perante os ignaros ditames do politicamente correcto, o eficaz censor imposto pelo liberalismo, superior a qualquer policia politica ou de costumes; os outros pela sua obrigatoriedade, em prol dos imortais princípios que conspurcaram as areias da nossa amada Pátria e no respeito por essa imposição antinatural a que chamam constituição, castrando uma liberdade, que na sua definição moderna, deixa de existir.
Por paradoxo, a defesa do pano multicolor é feita por marxistas, mascarados nos putrefactos mantos do progresso e modernismo, seguidores de uma ideologia baseada no dinheiro, no estricto cumprimento do pensamento de um ultrajante e diabólico individuo, cuja predileção estava em violar as empregadas domésticas, que alguns amigos, esses bem endinheirados, sustentavam.
Por isso, os motivos na defesa e imposição de pequenos grupos alienígenas e marginais da sociedade, nada tem a ver com imortais princípios, mas com pura demagogia usada em proveito próprio.
Pouco importa, que a sociedade seja lançada no espinhoso caminho de uma morte anunciada e até as tão louvadas maiorias se descartam sem mais demoras … Ah! Essas maiorias tão úteis e tão clamadas em períodos pré-eleitorais, são agora esconjuradas, perante o lucro fácil obtido no recurso à aberração.
É a lógica da partidocracia, que, de novo, se desnuda perante todos.
Impõe-se, por isso, o retomar da serenidade estival que a todos acolhia, no final de uma tarde; ao amoroso calor de uma fogueira, aconchegante guardadora de risos e conversas, ao desfraldar de bandeiras em campos raiados pelo sol, por amor a Deus, à Pátria e ao Rei!
Impõe-se o retomar do nosso génio!
Impõe-se Portugal!
Valentim Rodrigues
Contudo, a presença ou não, de um trapo multicolor no edifício de uma câmara municipal, gera como sempre os habituais jogos de alecrim e manjerona, usados e abusados pelas máfias partidárias, no habitual desviar de atenções de outros problemas, bem mais graves. Mas é a natureza plutocrática e absolutista do regime que a tal obriga.
Se uns clamam pela necessária neutralidade da Câmara e assim protestam pela deposição do trapo multicolor, logo se desculpam, envergonhados, ajoelhando perante os ignaros ditames do politicamente correcto, o eficaz censor imposto pelo liberalismo, superior a qualquer policia politica ou de costumes; os outros pela sua obrigatoriedade, em prol dos imortais princípios que conspurcaram as areias da nossa amada Pátria e no respeito por essa imposição antinatural a que chamam constituição, castrando uma liberdade, que na sua definição moderna, deixa de existir.
Por paradoxo, a defesa do pano multicolor é feita por marxistas, mascarados nos putrefactos mantos do progresso e modernismo, seguidores de uma ideologia baseada no dinheiro, no estricto cumprimento do pensamento de um ultrajante e diabólico individuo, cuja predileção estava em violar as empregadas domésticas, que alguns amigos, esses bem endinheirados, sustentavam.
Por isso, os motivos na defesa e imposição de pequenos grupos alienígenas e marginais da sociedade, nada tem a ver com imortais princípios, mas com pura demagogia usada em proveito próprio.
Pouco importa, que a sociedade seja lançada no espinhoso caminho de uma morte anunciada e até as tão louvadas maiorias se descartam sem mais demoras … Ah! Essas maiorias tão úteis e tão clamadas em períodos pré-eleitorais, são agora esconjuradas, perante o lucro fácil obtido no recurso à aberração.
É a lógica da partidocracia, que, de novo, se desnuda perante todos.
Impõe-se, por isso, o retomar da serenidade estival que a todos acolhia, no final de uma tarde; ao amoroso calor de uma fogueira, aconchegante guardadora de risos e conversas, ao desfraldar de bandeiras em campos raiados pelo sol, por amor a Deus, à Pátria e ao Rei!
Impõe-se o retomar do nosso génio!
Impõe-se Portugal!
Valentim Rodrigues
Fonte: Causa Tradicionalista
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