Sempre fomos um povo religioso e monárquico, em cada uma das nossas grandes glórias está gravada uma cruz e há um Rei.
Desde os que se levantaram em Ourique, passando pelos que lutaram em Aljubarrota, até aos que caíram em Asseiceira e foram obrigados a assinar a Convenção de Evoramonte, sempre os nossos levaram consigo a cruz e a sombra do estandarte dos nossos reis.
Como se pode esquecer e condenar estas recordações do nosso legado?
Lembremo-nos que a vida terrena é um momento e que muito em breve enfrentaremos uma inexorável realidade: hoje existimos, amanhã desaparecemos!
Desaparecidos da vista, longe da lembrança, levemos a vida e conduzamos toda a nossa acção e pensamento, como se hoje fosse o nosso último dia.
Só assim poderemos entrar na galeria dos que ficam para a posteridade.
Desde os que se levantaram em Ourique, passando pelos que lutaram em Aljubarrota, até aos que caíram em Asseiceira e foram obrigados a assinar a Convenção de Evoramonte, sempre os nossos levaram consigo a cruz e a sombra do estandarte dos nossos reis.
Como se pode esquecer e condenar estas recordações do nosso legado?
Lembremo-nos que a vida terrena é um momento e que muito em breve enfrentaremos uma inexorável realidade: hoje existimos, amanhã desaparecemos!
Desaparecidos da vista, longe da lembrança, levemos a vida e conduzamos toda a nossa acção e pensamento, como se hoje fosse o nosso último dia.
Só assim poderemos entrar na galeria dos que ficam para a posteridade.
Fonte: Causa Tradicionalista
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