sábado, 14 de abril de 2012

LANÇAMENTO DO LIVRO MEMÓRIAS PERDIDAS DE CATARINA DE BRAGANÇA





A Sopa de Letras (uma chancela da Príncipa Editora) e a Livraria Ferin, por ocasião das celebrações dos 350 anos do casamento de Dona Catarina de Bragança com Carlos II de Inglaterra, convidam para o lançamento do livro de Maria João da Câmara "Memórias Perdidas de Catarina de Bragança", que terá lugar no dia 23 de Abril de 2012, às 18h30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70-74) com a apresentação de SAR Dona Isabel de Bragança.

Sinopse

«Quem queira […] entender melhor o mundo tome estas linhas como uma lição. O que me faz pensar que posso ensinar algo a alguém? A decrepitude. A circunspeção. A sabedoria. E a visão muito próxima da inevitável morte. Mas também o ter vivido em dois mundos muito diferentes. Diferentes no clima, nos humores, nas pessoas, nas belezas. Da viagem de ida por mares revoltos ao caminho de volta, lindo e suave, feliz e solitário, por vezes desesperantemente lento, a compasso de mulas e cavalos cansados, por caminhos pedregosos. Da pobreza e da penúria do reino de Portugal à riqueza ofuscante do reino de Inglaterra. […] De tudo vivi. De tudo quero falar. Do riso, do sofrimento e da alegria, da fraqueza e da força. Da saudade e da solidão maior e mais aflitiva, mas também da paixão e da amizade mais profunda e duradoura. Da vida e da morte.»

Autora: Maria João da Câmara


Fonte: Família Real Portuguesa

sexta-feira, 13 de abril de 2012

XVIII Congresso da Causa Real


Inscrições para congressistas e observadores
abertas até ao dia 24 de Abril

A Associação Comercial de Lisboa é o palco escolhido para a realização do XVIII Congresso da Causa Real, que decorre já no próximo dia 28 de Abril de 2012 com organização da Real Associação de Lisboa. A assembleia magna dos monárquicos portugueses reunirá todas as Reais Associações nacionais e conta com a presença ao almoço de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.

Os trabalhos terão início por volta das 9h30. Da agenda fazem parte temas como a apreciação do Relatório e Contas para 2011 e a apresentação de listas e eleição dos Órgãos Sociais para o biénio de 2012-2014. Por volta das 15h00, será proferida uma palestra sobre “O Pensamento Monárquico no Século XXI”.

A inscrição de Congressistas e Observadores poderá ser feita até ao dia 24 de Abril de 2012, data até à qual cada Real Associação deverá enviar para a sede da Real Associação de Lisboa, de preferência para o email secretariado@reallisboa.pt , a lista com os nomes dos respectivos participantes no Congresso.

Já a inscrição dos Congressistas por inerência poderá ser efectuada pessoalmente na sede da Real Associação de Lisboa ou também por email (secretariado@reallisboa.pt), bastando indicar o nome do Congressista e o órgão a que pertence na Causa Real. O pagamento da inscrição no Congresso deverá ser efectuado também até ao dia 24 de Abril, através de cheque à ordem da Real Associação de Lisboa, enviado para Praça Luís de Camões, n º 46, 2º Dto – 1200-243 Lisboa, ou por transferência bancária para a conta da Real Associação de Lisboa – Santander Totta com o NIB: 0018-0000-22171 43500 138.

O valor da inscrição de congressistas com mais de 30 anos importa em 55 euros (30 euros para os restantes). Para observadores maiores de 30 anos o valor é de 45 euros (30 euros para os restantes). O almoço está incluído.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Real Associação do Baixo Alentejo presente na Ovibeja

A Real Associação do Baixo Alentejo associa-se com o seu Stand à 29ª OVIBEJA.

Adiantamos o programa para o dia 29 de Abril de 2012 (Domingo), que contará com a presença da Família Real.







Programa:

13.00H – Recepção de Boas-Vindas a SS.AA.RR. na entrada principal do certame.

Os Hinos Nacionais serão entoados por Banda de Música.



13.30H – Almoço em Restaurante no certame

(contacto para marcação: jose_gaspar_advogado@hotmail.com)



15.00H – Conferência: "Dom Nuno Álvares Pereira".

Anfiteatro da ExpoBeja.

Conferencista - Cor. Portugal Valente



17.30H – Visita ao Stand da Real Associação e Pavilhão Institucional



Apresentação de cumprimentos a SS.AA.RR.


Exibição de Tunas Académicas.



Contamos com a sua presença!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Feriados civis… ou armas de arremesso?!

Portugal, se fosse uma comunidade com a noção perfeita da sua identidade, deveria apenas celebrar um único feriado nacional, e esse seria o dia do seu nascimento. Como aliás sucede com cada um de nós, pelo menos enquanto estamos vivos! Fora disto, celebrar outros acontecimentos históricos, é sempre mau sinal. Celebrar muitos acontecimentos históricos, pior ainda.
Expliquemos um pouco melhor o meu raciocínio:
Relembro que a profusão dos chamados ‘feriados civis’ teve a sua causa próxima na revolução francesa. Revolução que se obstinou em destruir a religião católica e tudo o que representasse as origens, a cultura, e demais tradições do povo francês. Daí a eliminação da família real e da monarquia. Daí a substituição do ancestral ‘Deus, Pátria, Rei’ pela utopia da ‘liberdade, igualdade e fraternidade’.
Daí também o início de uma nova liturgia de datas, festejos decretados pelo poder, ao sabor das vitórias de uns quantos franceses, e das derrotas de outros tantos franceses!
É esta a situação que ainda vigora, quer em França, quer em Portugal, 'grande oriente lusitano' e diligente aluno napoleónico.
Portanto, ressalvando o feriado do 1º de Dezembro, que de certo modo substitui a data (que esquecemos!) do nosso nascimento, todos os outros feriados civis podem e devem ser eliminados. E não é por causa do défice. É simplesmente porque dividem os portugueses. E não passam de armas de arremesso contra a Igreja Católica, contra a tradição, contra as convicções religiosas do povo português.
E ponto final sobre este assunto.

Saudações monárquicas

O fim do 1.º de Dezembro?


Foi neste dia 30 de Março de 2012 aprovado o novo Código do Trabalho, na Assembleia da República com um voto, particularmente contra, do Deputado, José Ribeiro e Castro.

No novo Código, agora aprovado, acabou-se com o Feriado do 1.º de Dezembro, dia que em Portugal celebramos a Restauração da Independência, mas mais do que isso, a nossa Liberdade e Independência enquanto Povo Soberano.

Reparei em algumas reacções na Internet que não se importavam muito com o fim do feriado, já que o dia em si, nunca será esquecido e será sempre comemorado. Quero acreditar que sim.
Mas, pensando a longo prazo, o fim do feriado, não trará mesmo o fim do 1.º de Dezembro no que toca, naturalmente à comemoração do seu significado histórico?
Num País como Portugal em que se calhar mais de metade dos Portugueses não sabe o significado de cada feriado, por ter uma atitude verdadeiramente “marimbista” sobre isso, (o que realmente interessa, afinal de contas é “mais um feriado” ;que é como quem diz, mais um dia de descanso e mais um dia sem ter que aturar os patrões e alguns colegas), a tendência não será a de passar uma esponja daqui a uns anos, fazendo com que o 1.º de Dezembro acabe por deixar até mesmo de ser comemorado?
Esta é a minha grande dúvida.
Porque, neste momento presente, acabar com o feriado ou não, pode até ser indiferente para algumas pessoas, mas daqui para a frente, o significado desse dia, estou convicto, irá se perder algures na História do nosso Futuro enquanto Pátria.
Permitir que tal aconteça, é a mesma coisa que dizer que somos “uma espécie de portugueses”, que vivemos aqui neste cantinho à beira mar plantado, e que temos por “irmãos” os nossos vizinhos espanhóis, que festejam os seus Dias importantes de recordação da sua Memória Colectiva e nunca, de certeza, iriam acabar com um Feriado, sabendo da sua importância simbólica e mais do que simbólica, uma Herança de Liberdade do nosso País que nos foi deixado pelos nossos antepassados que venceram a Guerra da Restauração para que hoje pudéssemos dizer que Somos Portugueses com muito orgulho!
Como interpretar a atitude do Governo?
Torna-se complicado aqui dizê-lo, pois, este espaço é Monárquico e não tem filiação partidária. Mas tenho que dizer apenas isto: havia outros feriados que podiam se calhar ser mais facilmente eliminados. Não me venham dizer que o Feriado da Restauração da Independência, prejudicava a recuperação da Economia Portuguesa. Quando bem sabemos, que os Feriados ou as Celebrações mais importantes da História do nosso País, são os que nos dão maior auto-estima, como Povo, e por isso mesmo, dar-nos-ia ânimo para ultrapassarmos as dificuldades e encararmos o nosso futuro colectivo e individual, com optimismo.
Andam a destruir a Língua Portuguesa original com o Acordo Ortográfico.
Andam a destruir a nossa Memória Colectiva.
Vão querer, obviamente, destruir Portugal.
E quando assim acontece, significa que estes políticos que nós temos, não acreditam em Portugal e querem o entregar à mão estrangeira, mais cedo ou mais tarde.
Isto também significa o fim de um regime que traiu os Portugueses, com promessas de Democracia, mas que acabou por implantar a “corruptocracia”, numa espécie de “Democracia Totalitária”.
Creio que se torna óbvio, o que realmente temos que fazer de ora em diante. Salvar Portugal, enquanto é tempo!
Desafio todas as Organizações Monárquicas Portuguesas, para que façam cartazes para afixar em todas as ruas de Portugal, precisamente com este slogan: SALVAR PORTUGAL, ENQUANTO É TEMPO!
Os Portugueses precisam de um Novo Portugal. Um Novo Começo. Uma Nova História. Uma História de Dignidade, Liberdade, Amor, Compaixão e Prosperidade e só uma Dinastia poderá assegurar tal, com uma renovação da Classe Política. Precisamos de Novos Políticos, verdadeiros servidores da Nação. Precisamos de uma “Revolução Cultural”, como já o disse o Senhor Dom Duarte, por diversas vezes.
A continuarmos assim, seguramente, não iremos longe!
VIVA PORTUGAL!
Nota: Os Portugueses têm que ir buscar no actual Representante da Dinastia de Bragança, aquele cujos antepassados, jamais traíram os Portugueses e Portugal!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Uma brilhante democracia




Sabe o leitor que 60% do eleitorado francês não está representado na Assembleia Nacional? A lei eleitoral, sempre favorável à oligarquia dos partidos que partem e repartem o orçamento e as as sinecuras, trata de anular na primeira volta - por arranjos e alianças - 45% dos votos, impedindo que os outros 15% remanescentes consigam, sequer, a possibilidade de arranjinhos. A isso chamam, na semântica da mentira, o ballotage. Em português soarista chamar-lhe-ia batotage.
Para as presidenciais, não existe recolha de assinaturas de iniciativa cidadã; não, são requeridas 500 assinaturas de patrocínio recolhidas entre eleitos [pelas máquinas dos partidos hegemónicos]. A solução foi engendrada por De Gaulle e não foi corrigida; antes, foi aumentada. Em 1976, eram requeridas 100 assinaturas de autarcas, mas correspondia já, de facto, a um logro, porquanto eram requeridas a um candidato assinaturas provenientes de mais de 30 circunscrições eleitorais. A essa regra dão o nome de parrainages, mas tem-se mostrado a regra de ouro, por excelência, da oligarquia. Quem não pertence à classe política, não entra. Os maires que ousam quebrar a regra, são denunciados pelos parceiros obedientes; logo, excluídos de integrarem de novo listas antecipadamente vitoriosas.
Finalmente, a vida democrática, já profundamente diminuída na sua autenticidade, transformou-se num negócio. O número de votos recebidos é pago, do orçamento de Estado, num ratio correspondente ao peso de cada candidato. São milhões, na ordem dos dois dígitos. Mas há mais. Só recebem a fortuna se ultrapassarem 5% dos votos. Ou seja, quem não tem meios, teve de os pedir à banca para, depois - se não alcançar os tais 5% - terá de os pagar ou ser preso por dívidas.
É por tudo isto que as sondagens, outro negócio de Midas, indicam que 30% dos franceses se recusam votar. Bela república, aquela !
 
Miguel Castelo-Branco
 

Mais uma da "ética republicana"


Terá sido no dia em que informou os portugueses de que os portugueses estavam cada vez mais afastados do Governo? Partindo depois, à desfilada, o grande Nafarros, na ânsia de catequisar outro canto do nosso mundo?
O facto é que a Brigada de Trânsito detectou o infindável messias nas proximidades de Leiria, em plena A8, circulando a 199 km/h. Num Mercedes Benz S350 4Matic, propriedade da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, uma dispicienda cedência cá da gente ao invencivel paladino da democracia.
O qual, segundo consta, não simpatizou com a intervenção dos agentes da autoridade, esses audaciosos. Declarando que «o Estado é que vai pagar a multa» (um peculio de €300,00), deixou o seu motorista sem carta de condução, apreendida. O denodado defensor da causa do povo ter-se-à esquecido que existem folgas e familias e passeios e domingos e pic-nics, assim colocando o condutor apeado, quer em funções, quer nos seus momentos de lazer.
Comentaram os militares que intervieram na operação "intercepção do susceptivel paxá", este foi «bastante malcriado». Sim, sim, Mário Soares.
Não deve ter sido. Nós é que estamos mal habituados. Atavicamente mal habituados, incapazes de compreender a "ética republicana".

João Afonso Machado

Fonte: Corta-fitas

segunda-feira, 9 de abril de 2012

S.A.R. DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM PEREGRINAÇÃO PELA MADEIRA





S.A.R. Dom Duarte Pio de Bragança passou uns dias na Madeira, sem a presença de D. Isabel e dos filhos, apesar das ligações familiares da Duquesa de Bragança a este arquipélago.
Não se pense que esta visita do Duque de Bragança à Madeira foi um passeio turístico. Muito pelo contrário. D. Duarte Pio esteve como representante da Casa Real Portuguesa por ocasião de mais um aniversário da morte do Imperador Carlos da Áustria, o Beato, ocorrida há 90 anos, a 1 de Abril de 1922, no Funchal, e que se encontra sepultado na Igreja de Nossa Senhora do Monte.
Para as celebrações do aniversário da sua morte esteve presente uma comitiva real dos Habsburgos, de 120 pessoas, grupo liderado pelo Arquiduque Karl de Habsburgo. As ligações do arquiduque austríaco à Madeira vêm desde os tempos e a infância e perduram até à actualidade, onde chegou a ser guia turístico. Isso mesmo referiu Karl Habsburg quando foi recebido no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal para receber a medalha dos 500 anos da Cidade do Funchal, ressalvando que este encontro junta irmãos e primos, entre eles D. Duarte, Duque de Bragança. Durante a cerimónia, o representante da Casa Real Portuguesa assinou o Livro de Honra da Câmara do Funchal.
Os peregrinos ao Imperador e Beato Carlos da Áustria foram ainda recebidos pelo Bispo do Funchal, D. António Carrilho. A audiência contou com as presenças de D. Duarte Pio, da realeza e igreja austríaca.
 
Fonte: PPM Braga