sábado, 7 de junho de 2014

51ª Feira Nacional de Agricultura / 61ª Feira do Ribatejo


A 51ª Feira Nacional de Agricultura / 61ª Feira do Ribatejo, evento que se realiza de 7 a 15 de Junho e que incidirá principalmente na “Produção Nacional”, tema que servirá de base para realçar a importância do setor agrícola português, decorre uma vez mais no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, espaço que comemora este ano o 20º aniversário.
Em 2014, a Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo volta a integrar o Salão Prazer de Provar que reúne no mesmo espaço os melhores vinhos, azeites, queijos, enchidos, méis, compotas, frutas, entre outros bens alimentares, a FERSANT – Feira Empresarial da Região de Santarém, numa parceria com a NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém e a Lusoflora de Verão – Exposição e Venda de Flores e Plantas de Portugal. O certame terá patente uma exposição de maquinaria agrícola, equipamentos e serviços de agricultura, artigos comerciais, bem como a representação de associações e cooperativas do mundo agrícola.
Durante a 51ª Feira Nacional de Agricultura também será dado destaque ao sector florestal com uma área de exposição, apresentação e demonstração comercial dedicada aos interessados neste ramo.
Com uma ampla participação dos agentes do sector, quer como participantes (agricultores e técnicos) quer como organizadores (empresas e instituições), as “Conversas de Agricultura”, vão continuar a ser o centro das actividades relacionadas com esta área.
A diversidade de espaços, a par das tradicionais zonas gastronómicas, de artesanato ou de venda comercial diversa, dão resposta a um conjunto bastante alargado de público que visita a feira, profissional ou consumidor final.

A animação tradicional e popular será uma constante ao longo do evento. Durante nove dias irá recriar-se um ambiente tradicional com Ranchos Folclóricos, Grupos de Música Tradicional, Grupos de Música Popular, Grupos de Acordeões, Cantadores ao Desafio, Danças, Sevilhanas, Danças de Salão, entre outros.
A Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo, apresenta-se, assim, como um espaço privilegiado de negócio e de contacto e uma oportunidade inequívoca para as empresas promoverem os seus produtos ou os seus serviços. Não deixe de marcar presença neste evento, que anualmente recebe em média cerca de 175 mil visitantes, proporcionando um conjunto bastante diversificado de contactos e de oportunidades de negócio.


XXI Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes - 10 de Junho



Os Portugueses vão honrar os que serviram Portugal

A Sociedade Civil vai prestar uma justa homenagem a todos os que serviram Portugal em tempos de combate. Será, como sempre, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, ao lado da Torre de Belém no dia 10 de Junho.

Comemorar o Dia de Portugal relembrando os que defenderam os valores nacionais e a perenidade da Nação Portuguesa é um dever cívico actual que as gerações vindouras devem continuar.

A Comissão Executiva das Comemorações convida os Portugueses a acorrerem a Belém para prestarem a devida homenagem aos que serviram Portugal, fortalecendo dessa forma os traços de identidade nacional através do respeito aos seus "filhos" que deram a vida por Portugal.


Programa
10h30 – Missa no Mosteiro dos Jerónimos;
11h30 – Deslocação para junto do Monumento aos Combatentes. Concentração para a cerimónia;
12h15 – Abertura pelo Presidente da Comissão Tenente General Sousa Rodrigues;
12h20 – Cerimónia inter-religiosa (Católica e Muçulmana);
12h25 – Homenagem a todos os Combatentes pelo Prof. Doutor Henrique Leitão;
12h35 – Homenagem aos mortos e deposição de flores;
12h55 – Hino Nacional. Salva protocolar por navio da Armada;
13h00 – Passagem de aeronaves da Força Aérea;
13h05 – Passagem final pelas lápides;
13h25 – Saltos de pára-quedistas do Exército;
13h35 – Almoço-convívio.

Para mais informações contactar:
Secretário da Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes 2014
Tenente Coronel Morais Pequeno | Tlm. 937 026 693 | E-mail: lmorpeq@netcabo.pt

Fonte: O Adamastor

sexta-feira, 6 de junho de 2014

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança na entrega dos Prémios Marianne et Sivard Bernadotte, em Estocolmo

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A Stockholm, remise des prix Marianne et Sigvard Bernadotte pour les Arts. C’est la comtesse Marianne, veuve du comte Sigvard (né prince de Suède et oncle du roi Carl Gustav) qui accueillait les invités dont les souverains suédois. 

Le roi et la reine de Suède

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Le duc de Bragance

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L’impératrice Farah et sa petite-fille la princesse Noor d’Iran

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Le prince et la princesse du Saïd

Fonte: Noblesse & Royautés

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A república das bananas comenta a monarquia espanhola!

Incapazes de engolir a supremacia espanhola, em todos os domínios, supremacia que tem na expansão da língua castelhana o seu melhor barómetro, os portuguesinhos da silva, da comunicação social, etc., fazem tudo para apoucar o regime que 'nuestros hermanos' mantém! O pretexto foi a recente abdicação do rei Juan Carlos.

Mais, não querem perceber que partindo ambos os países de uma ditadura, onde em muitos aspectos estavam em pé de igualdade, bastou que a Espanha restabelecesse a monarquia plena (relembremos que Franco soube manter essa possibilidade!), bastou isso, dizia, para que o fosso se abrisse, e não mais parasse de se aprofundar!

E a pergunta é: - onde estaríamos nós, se por um acto de inteligência e humildade, regressássemos ao regime que nos deu grandeza e glória?! Pior do que estamos, (intervencionados, subsídio dependentes) não estaríamos com certeza.

Outra pergunta: - e qual é o nosso futuro?! Que cimento nos une?! Quem nos mobiliza?! O hino das brumas da memória?! A selecção?! O Ronaldo?!

Portanto, caros comentadores, ‘porque não se calam?!’


Saudações monárquicas

JSM

Fonte: Interregno

Excitações balsemónicas


Os meias brancas da nossa informação especializada em mexericos, dramas, terrores, adenovírus urbi et orbi, pés chatos, naperons sobre a geleira e cachecol do clube emoldurando a TV, andam numa fona com o que nas últimas vinte e quatro horas se passou em Espanha. A gente de Balsemão - João Carlos I deveria ser mais selectivo quanto às amizades que por cá mantém - fala de uma "maré republicana", para logo depois depararmos com a visão de uma modestíssima praça que dá pelo nome del Sol, apinhada com 20.000 pessoas oriundas das sedes habituais. Em Barcelona, foi ainda menos evidente a reclamação da república, reunindo apenas 5.000 furibundos. Tão modestas reuniões, fazem-nos logo recordar a ainda muito recente festança da vitória do Real Madrid que em pouco mais de meia hora, arrebanhou um milhão de entusiastas de "bandeira monárquica" em riste. Perdão, há que chamar-lhe bandeira de Espanha. Por outras palavras, no nosso CRonaldo vale mais que todo o pagode visto nas Puertas del Sol, Ramblas e similares. 

Por cá os artifícios são sempre os mesmos vulcões de ranho espirrado por patetas pivotados apontando o dedo a quem para lá da fronteira, vive num país muito mais moderno, justo e progressivo que esta grotesca republica de falsários, incompetentes institucionais, reservistas mentais e reputados gatunos de comenda ao peito. Dir-se-ia que a gente da RTP, SIC e TVI jamais deu conta dos Limites Materiais da revisão constitucional, pecisamente no que estes apontam naquele infamante artigo que proibe os portugueses de reporem no devido lugar, a legalidade histórica e institucional roubada em 1910. Em Portugal, nada de referendos!, pois vigora o princípio do facto consumadoseja este quanto à república, "descolonização", adesão à CEE, Maastricht, adopção do Euro, Tratado de Lisboa, etc. Como a propósito de Maastricht disse um dia o Sr. Cavaco Silva, ..."os portugueses não estão preparados para este tipo de decisões". 

Quanto a Espanha, nada de preocupante. As entrevistas feitas in loco já demonstram a falta de convicção e de fibra daquela gente: já não se trata de João Carlos I o tal O Brevede quase quarenta anos de reinado. Já nenhum deles se ilude quanto à entronização de Filipe VI. Agora, a conversa é outra: ..."su hija jamás sera Reina!".

Já cá não estarei para comprovar ou não o dia da proclamação de Leonor I, mas tenho a certeza de que há coisas que dificilmente mudam. 

Adenda: no meio de tanta cretinice televisionada, aqui está alguém que merece a nossa atenção.

Nuno Castelo-Branco

quarta-feira, 4 de junho de 2014

As lições do Rei de Espanha, por SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança


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Recordo o papel do Rei no regresso a Espanha de Santiago Carrilho, um gesto fundamental para a reconciliação e a ultrapassagem dos traumas da guerra civil.

A abdicação do Rei de Espanha foi muito mais comentada na imprensa mundial do que as recentes abdicações do Rei da Bélgica e da Rainha da Holanda, o que é compreensível. Mas os comentadores insistiram muito mais nos seus problemas familiares e pessoais em vez de realçar o que ele conseguiu para Espanha. E isso é o que deveria importar: é para servir a sua Pátria que serve um Rei.

Obviamente que seria melhor que todos os Chefes de Estado, e especialmente os Reis, dessem só bons exemplos para os seus compatriotas, mas são humanos e como tal também têm pecados…
Um dos pontos altos do reinado foi a transição da chamada “ditadura franquista” para a actual democracia, que correu pacificamente, sem perturbações económicas ou sociais importantes, exceptuando o conhecido golpe militar no Parlamento, que falhou graças à intervenção do Rei.
A mesma transição na República Portuguesa começou com canções e muita fraternidade em Abril de 1974, mas rapidamente degenerou no caos político e na paralisia da nossa economia, que sofreu um atraso de vários anos. Nas então Províncias Ultramarinas, a incompetência de alguns e os interesses ideológicos e políticos contraditórios de outros, provocaram o êxodo de mais de um milhão de pessoas e guerras de muitos anos com inúmeras vítimas. Tudo isso poderia ter sido evitado com uma transição “à espanhola”. Seria de esperar que os portugueses percebessem estes factos e que soubessem assumir os erros.
Graças ao Rei D. João Carlos, foi possível ao antigo presidente do Partido Comunista, Santiago Carrillo, regressar a Espanha, apesar de ele ter sido responsável pelo fuzilamento de inúmeros prisioneiros políticos. A Espanha conseguiu nessa altura resolver finalmente os traumas da Guerra Civil, deixados pela experiência de uma época em que ambos os lados cometeram barbaridades. Não podemos esquecer que no começo da república espanhola muitos sacerdotes e freiras foram assassinados, centenas de igrejas incendiadas e, por outro lado, após a derrota dos republicanos, muitos dos ex-combatentes vencidos foram fuzilados. Feridas tão profundas na memória de um Povo são muito difíceis de ultrapassar.
Em cada época histórica os reis representaram os seus valores mais importantes. Reis guerreiros na Idade Média, reis promotores das ciências e das artes na  Renascença, etc. E qual é aparentemente o valor mais importante no Ocidente hoje? É a Democracia. Os reis actuais são grandes defensores da Democracia – podemos dizer, como disseram políticos suecos e holandeses, que “são os melhores defensores da República “. Mesmo os príncipes contraem casamentos muito democráticos, com vantagens e, por vezes, com alguns inconvenientes…
Outro notável serviço prestado pelo Rei a Espanha foi a aproximação com os países da América Latina, onde se tornou muito popular. Passou-se o mesmo com o mundo árabe. Nos Estados Unidos é, provavelmente, o Chefe de Estado estrangeiro mais popular. O mérito é dele, mas sem o prestígio da Monarquia, nem ele nem ninguém teria conseguido realizar essa obra.
Desejo ao Príncipe Felipe o maior sucesso nesta difícil missão que o aguarda e que, com a Graça de Deus (que será pedida no seu coroamento), consiga contribuir para a felicidade de todos os espanhóis.
Fonte: Observador

terça-feira, 3 de junho de 2014

A sucessão real "acabará por unir Espanha", diz SAR, D. Duarte Pio de Bragança


A sucessão real em Espanha acabará por unir o país, acredita D. Duarte Pio de Bragança, que dá o exemplo da Catalunha.
Os contactos que mantém permitem-lhe afirmar que as autoridades autonómicas vêem em Filipe o que não vêem em Juan Carlos.
 
“Tenho ouvido dirigentes políticos catalães quase todos a dizer que gostam mais do príncipe Filipe do que do rei, porque ele compreende melhor a situação. Há muitos catalães que querem a independência, mas querem-no mantendo a monarquia mantendo o rei da Catalunha um pouco como a rainha de Inglaterra é rainha da Escócia e do Canadá. [A sucessão] pode ajudar a manter a unidade da Espanha visto que as antipatias que pode haver nalgumas regiões em relação ao rei não têm razão de ser em relação ao príncipe Filipe”, defende à Renascença o herdeiro do trono português. 
A sucessão não deverá afectar os laços de Espanha com Portugal, mas com a saída de cena de Juan Carlos, um amigo de Portugal, fica um Filipe VI com poucas afinidades com o nosso país.
 
“Há de facto uma ligação muito íntima do rei Juan Carlos com muitos portugueses e com o povo português em geral. O príncipe Filipe não tem essa intimidade com Portugal, embora tenha vindo cá bastantes vezes e tenha tentado até ficar a conhecer o povo português. De algum modo, o rei Juan Carlos é um conhecedor mais profundo de Portugal do que o príncipe Filipe”, explica D. Duarte, que falou à Renascença desde Estocolmo, na Suécia.

Fonte: RR

segunda-feira, 2 de junho de 2014

SAR, D. Duarte de Bragança comenta decisão do rei de Espanha

Duque de Bragança acredita que problemas de saúde levaram Juan Carlos a abdicar





D. Duarte Pio, duque de Bragança, considera que o rei Juan Carlos terá optado por abdicar pelo facto de a sua saúde já não estar a cem por cento. “Basta ver as fotografias dele, os problemas de saúde, a dificuldade em deslocar-se”, notou, em declarações à Lusa, acrescentado: “Cumprir as missões que tem cumprido tem sido um grande sacrifício pessoal.”

“O rei da Bélgica, a rainha da Holanda, o próprio Papa abdicaram quando acharam que a sua saúde não estava em condições para cumprirem as suas missões”, lembrou D. Duarte, considerando que o monarca espanhol seguiu bons exemplos.


"Creio que a grande vantagem da monarquia em países como a Espanha e como a Suécia é que a transição da chefia de Estado é feita de uma maneira tranquila, sem lutas políticas e com uma continuidade que permite ao futuro chefe de Estado continuar a obra que o pai fez", defendeu, lembrando que “Juan Carlos evitou os conflitos que, por exemplo, tivemos em Portugal na transição para a democracia – que foi extremamente violenta, com grande destruição da economia, com milhares de mortos nos países que são hoje da CPLP, verdadeiros genocídios com a independência".


D. Duarte adiantou ainda que considera que o príncipe Felipe é um digno sucessor do pa: “O príncipe Felipe tem algumas vantagens em relação ao pai”, diz, lembrando que fala bem catalão e que está casado “com uma espanhola de origem muito popular”, além de “ser um jovem muito simpático e caloroso” e “muito integrado na realidade democrática da Espanha de hoje”. Por outro lado, sublinha, “o príncipe Filipe teve uma preparação técnica e profissional para a sua missão notável e tem um relacionamento pessoal com as elites políticas, culturais e militares espanholas que certamente o ajudarão na sua missão”.

Fonte: Caras

Feira Medieval de Torres Novas - 5 a 8 de Junho



domingo, 1 de junho de 2014

SAR DOM DUARTE DUQUE DE BRAGANÇA NO MUSEU MUNICIPAL DE PENAFIEL

Conferência, com a presença de SAR Dom Duarte Duque de Bragança, subordinada ao tema “A importância do património nacional edificado para o fortalecimento da identidade nacional”, no Museu Municipal de Penafiel.


Inácio Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Manuel Beninger e Fábio Reis, presidente da Real Associação da Beira Litoral.








SAR Dom Duarte com o moderador Francisco Coelho da Rocha, director de Informação do Jornal Verdadeiro Olhar.












Gonçalo Rocha, presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Antonino Aurélio Vieira de Sousa, presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Alberto Santos, presidente da Assembleia Municipal de Penafiel, Inácio Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Felgueiras e Carla Meireles, vereadora da Cultura da CM de Felgueiras.










SEM POVO, O REI NÃO FAZ SENTIDO. SEM REI, O POVO NÃO TEM SENTIDO


SAR D. Duarte de Bragança com o presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Dr. Inácio Ribeiro.


Entrevista à TV

Fonte: PPM Braga