sábado, 8 de junho de 2024

Ladainha ao Imaculado Coração de Maria


Senhor, tende piedade de nós 
Cristo, tende piedade de nós 
Senhor, tende piedade de nós
 
Cristo, olhai-nos. 
Cristo, escutai-nos
 
Pai do Céu, que sois Deus, tende misericórdia de nós. 
Filho Redentor do mundo, que sois Deus, tende misericórdia de nós. 
Espírito Santo, que sois Deus, tende misericórdia de nós. 
Santa Trindade que sois um só Deus, tende misericórdia de nós. 
 
Santa Maria, Coração Imaculado de Maria, rogai por nós 
Coração de Maria, cheio de graça, rogai por nós 
Coração de Maria, vaso do amor mais puro, rogai por nós 
Coração de Maria, consagrado íntegro a Deus, rogai por nós 
 
Coração de Maria, preservado de todo pecado, rogai por nós 
Coração de Maria, morada da Santíssima Trindade, rogai por nós 
Coração de Maria, delícia do Pai na Criação, rogai por nós 
Coração de Maria, instrumento do Filho na Redenção, rogai por nós 
 
Coração de Maria, a esposa do Espírito Santo, rogai por nós 
Coração de Maria, abismo e prodígio de humildade, rogai por nós 
Coração de Maria, medianeiro de todas as graças, rogai por nós 
Coração de Maria, batendo em uníssono com o Coração de Jesus, rogai por nós 
 
Coração de Maria, gozando sempre da visão beatífica, rogai por nós 
Coração de Maria, holocausto do amor divino, rogai por nós 
Coração de Maria, advogado ante a justiça divina, rogai por nós 
Coração de Maria, transpassado por uma espada, rogai por nós 
 
Coração de Maria, Coroado de espinhos por nossos pecados, rogai por nós 
Coração de Maria, agonizando na paixão de teu Filho, rogai por nós 
Coração de Maria, exultando na Ressurreição de teu Filho, rogai por nós 
Coração de Maria, triunfando eternamente com Jesus, rogai por nós 
 
Coração de Maria, fortaleza dos cristãos, rogai por nós 
Coração de Maria, refúgio dos perseguidos, rogai por nós 
Coração de Maria, esperança dos pecadores, rogai por nós 
Coração de Maria, consolo dos moribundos, rogai por nós 
 
Coração de Maria, alívio dos que sofrem, rogai por nós 
Coração de Maria, laço de união com Cristo, rogai por nós 
Coração de Maria, caminho seguro ao Céu, rogai por nós 
Coração de Maria, prenda de paz e santidade, rogai por nós 
 
Coração de Maria, vencedora das heresias, rogai por nós 
Coração de Maria, da Rainha dos Céus e Terra, rogai por nós 
Coração de Maria, da Mãe de Deus e da Igreja, rogai por nós 
Coração de Maria, que por fim triunfarás, rogai por nós 
 
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Perdoai-nos Senhor 
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Escutai-nos Senhor 
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Tem misericórdia de nós. 
 
V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus 
R. Para que sejamos dignos de alcançar as promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo
 
Oremos
Vós que nos tens preparado no Coração Imaculado de Maria uma digna morada do teu Filho Jesus Cristo, concedei-nos a graça de viver sempre conforme a sua vontade e de cumprir os seus desejos. 
Por Cristo teu Filho, Nosso Senhor. Ámen


Fonte: Senza Pagare

CERIMÓNIA DE APADRINHAMENTO DA REAL ORQUESTRA DO PORTO E REAL BANDA DO PORTO

 

No dia 18 de Maio de 2024, a Real Associação do Porto, teve a honra da presença de SAR o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, que apadrinhou a Real Orquestra do Porto, e a Real Banda do Porto, em representação da Casa Real Portuguesa.

A Real Orquestra do Porto e a Real Banda do Porto, são projectos de iniciativa cultural da Real Associação do Porto.

A cerimónia ocorreu na Sala de Despachos da Irmandade de S. João Novo.

sexta-feira, 7 de junho de 2024

As 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus


Em 1675, durante a oitava da Festa de Corpus Christi, Jesus faz a Margarida Maria Alacoque, a chamada 'Grande Revelação':

“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia.

Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim. Por isto te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para honrar Meu Coração, comungando neste dia, e O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar os influxos do Seu amor divino sobre aqueles que Lhe prestarem esta honra.”

Nas suas aparições fez também as doze promessas do Sagrado Coração de Jesus:

1ª - A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
2ª - Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
3ª - Estabelecerei e conservarei a paz nas suas famílias.
4ª - Consolá-los-ei em todas as suas aflições.
5ª - Serei o seu refúgio seguro na vida, e principalmente na hora da morte.
6ª - Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos.
7ª - Os pecadores encontrarão no meu Coração uma fonte inesgotável de misericórdias.
8ª - As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção.
9ª - As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.
10ª - Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente esta devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos.
11ª - As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração.
12ª - A todos os que comungarem nas primeiras Sextas-Feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.


VISITA À VENERÁVEL IRMANDADE DA LAPA | SAR O PRÍNCIPE DA BEIRA E SSAA OS DUQUES DE COIMBRA

 

No dia 30 de Maio de 2024,  SAR o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, e  SSAA os Duques de Coimbra, acompanhados pela Direcção da Real Associação do Porto, foram recebidos pela Venerável Irmandade da Lapa, tendo sido convidados a assinar o Livro de Honra, e assistir à celebração eucarística, que ocorreu na Igreja da Lapa.

quinta-feira, 6 de junho de 2024

São Norberto, apóstolo da Eucaristia

Família nobre e vida mundana

Norberto nasceu numa família de nobres por cerca do ano 1080, em Gennep ou Xanten, no norte da Renânia (actual Alemanha). Ainda criança, foi apresentado ao Capítulo da Catedral de São Vítor em Xanten, onde, mais tarde, foi ordenado subdiácono. O Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, Henrique V, notou o carisma e os dons de Norberto, nomeando-o como seu conselheiro pessoal na corte imperial. Ali, Norberto viveu uma vida mundana.

Mudança de Vida

No ano de 1115, após cair do seu cavalo e quase morrer numa tempestade, Norberto se arrependeu e assumiu uma vida de penitência. Ordenado diácono e sacerdote no mesmo dia, ele peregrinou pelo país, pregando a Palavra de Deus, denunciando os abusos dos clérigos e reconciliando inimigos. Uma das mais antigas pinturas de Norberto o retratam com o livro dos Evangelhos e um ramo de oliveira representando a paz. Criticado e perseguido pelos membros da hierarquia, Norberto solicitou e obteve a aprovação do Papa Gelásio II como pregador itinerante.

Fundador

Mais tarde, o Papa Calixto II o encorajou a fundar uma comunidade religiosa na diocese de Laon, no norte da França. Ali, no vale desolado e de difícil acesso de Prémontré, no norte da França, na noite de Natal do ano de 1121, Norberto fundou sua ordem religiosa, a Ordem dos Cónegos Regulares Premonstratenses. Ele escolheu a Regra de Santo Agostinho, tornando-se um dos mais ávidos reformadores do seu tempo. A comunidade era marcada pela vida austera, pela pobreza e pela intensa vida litúrgica e de oração, mas, acima de tudo, pela completa fidelidade ao ideal de vida comunitária retratado na Regra de Agostinho.

Episcopado

Embora relutante, em 25 de Julho de 1126, Norberto foi ordenado arcebispo de Magdeburgo e deixou a liderança de sua Ordem aos cuidados de Hugo de Fosses, para trabalhar no pastoreio dessa vasta arquidiocese na fronteira nordeste do Sacro Império Romano-Germânico. Durante seus anos como arcebispo, Norberto lutou energicamente pela liberdade da Igreja em relação aos príncipes e provou-se como ardente defensor do Romano Pontífice. Ele foi indispensável na deposição do antipapa Anacleto II e no retorno do Papa Inocêncio II à Sé Petrina. Enfraquecido pelos vários trabalhos e viagens, Norberto retornou à Magdeburgo, onde morreu em 06 de Junho de 1134. 

Apóstolo da Eucaristia

Como “Apóstolo da Eucaristia”, a reverente contemplação de Norberto fixa-se no ostensório em sua mão direita. Muitos dos milagres atribuídos a São Norberto ocorreram no contexto do Santo Sacrifício da Missa: milagres de cura, de exorcismo e de reconciliação. De facto, São Norberto insistia em celebrar a missa antes de assumir qualquer trabalho, pois tão grande era a sua fé no poder da Eucaristia. No início de sua conversão, quando ele abriu mão de literalmente tudo que possuía, ele reteve consigo apenas os artigos necessários para a celebração da Missa enquanto ele viajava a pé pela Europa. Era de tal forma, que ele podia celebrar a Eucaristia diariamente — embora não fosse uma prática comum na época um sacerdote celebrar tão frequentemente, apenas nos domingos. O ostensório realmente só entrou em uso muito depois, mas, durante os tempos conturbados da revolta protestante, ele se tornou uma expressão artística da tão conhecida devoção Eucarística de São Norberto.

A minha oração

“Grande bispo e pastor das almas, ajudai-nos a viver com sinceridade e verdade os sacramentos, tendo como centro da nossa vida a Eucaristia. Que Jesus seja cada dia mais amado e adorado, e nós sejamos seus fiéis seguidores. Amém!”

São Norberto, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Correio Real nº 29


Para distribuição em Junho, foi já entregue na gráfica para produção o Correio Real nº 29, a revista semestral da Causa Real produzida pela Real Associação de Lisboa. Esta edição, com 40 páginas a cores, além dum ensaio pelo Professor José Miguel Sardica sobre Ribeiro Telles e o movimento monárquico na passagem do Estado Novo para a Democracia, um artigo sobre o novo Rei da Dinamarca, Frederico X, inclui diversos artigos opinião, notícias de actividades do nosso Movimento e da Família Real Portuguesa, donde se destaca uma mensagem de Londres dos Duques de Coimbra.


terça-feira, 4 de junho de 2024

Duques de Coimbra participaram na conferência "Que futuro para a família?"


A Infanta D. Maria Francisca de Bragança e o marido Duarte de Sousa Araújo Martins, Duques de Coimbra, participaram na conferência "Que futuro para a família?" promovida pela Unidade Pastoral Portas de Coimbra.

domingo, 2 de junho de 2024

UMA REPÚBLICA ZOMBIE

Uma das muitas diferenças entre Monarquia Tradicional e a República Liberal é a existência do Estado e de um contrato social, vulgo constituição que o fundamenta. Se em Monarquia tal não existe, nos regimes de índole protestante-Liberal, (chamemos-lhe com eles gostam, laicos…), tal é fundamental à sua existência.

Se em Monarquia, o facto de não existir um Rei nunca pôs em causa o funcionamento do governo, pois a instituição e a sociedade funcionam e sobrevivem na falta do seu elemento de unidade terrena, já o Estado liberal não sobrevive sem uma multidão de indivíduos e basta que falhe um deles, para que o estado fique bloqueado.

O exemplo mais recente é demasiado ilustrativo; o primeiro-ministro resigna ao cargo, por suspeitas de corrupção e o governo petrificou, a sociedade ficou suspensa porque este “estado de direito democrático”, perdeu uma das suas cabeças. Inclusive o orçamento teve uma apressada assinatura presidencial, para que Portugal continuasse o seu estranho ziguezague de desastre em desastre, em nome do ainda mais estranho progressismo.

Por isso, quando o presidente, a tal primeira figura do amigo imaginário a quem pagamos impostos e que por ele somos castigados por alegado mau comportamento, começa a demonstrar alguns acessos de demência, o amigo imaginário passa a ser o “zombie” que corre atrás de nós, como em qualquer filme de terror “holliwoodesco”.

Afirma esse senhor, que “Portugal deve assumir a responsabilidade total pelo que fez no período colonial e pagar os seus custos”. Ora o período colonial é inaugurado na era pós-revolucionária do século XIX, altura em que foram cometidas toda a espécie de atrocidades legislativas, fruto de um poder ilimitado adquirido por via constitucional. Durante séculos civilizamos, ou seja, transmitimos a capacidade de elevar o pensamento para Deus, mas é com o liberalismo, que se retorna à barbárie, sob a capa chique do modernismo.
É o insuspeito Almeida Garret uma das testemunhas desse facto, a propósito de um vomitado legislativo sobre uma reordenação territorial, que nem à Metrópole servia, mas que era aplicado à força de martelo nas colónias.

É esse Senhor de Belém, eleito por 20% dos portugueses, quem demonstra também a sua felicidade por ter sido o Brasil o primeiro a “libertar-se” do jugo “colonialista”.

Na verdade, essa “libertação” destruidora do Reino Unido de Portugal e do Brasil, foi fruto de uma intensa actividade maçónica de quem o traidor, o senhor D Pedro, era Grão-Mestre e também de um intenso labor anglo-saxónico, profundamente preocupado com a ameaça que tal União Atlântica representava para os seus planos de domínio mundial.

Como é possível esquecer a chantagem exercida por Inglaterra, junto de Portugal, para que chegasse a um acordo com o Brasil, num momento em que o traidor, Senhor D Pedro, declarava guerra ao Senhor seu Pai SMF D João VI? É outro insuspeito, desta vez Luz Soriano, quem o afirma.

Sem surpresa e porque tudo se resume a dinheiro, vem agora um ministério para a igualdade racial, indagar como irão ser pagos esses custos e se embarcarmos na loucura onírica do senhor de Belém, há várias hipóteses em cima da mesa: - Há o PRR, ou talvez a entrega do Algarve como pagamento da divida, ou ainda um eventual penhor do PIB por cem ou duzentos anos e porque não, cedermos em dação Portugal? Ficava o problema resolvido!

Contudo, em ambos os lados desse Mare Nostrum que é o Atlântico, desenha-se o lento, delicado, mas determinado movimento de realinhamento de Pátrias em torno de um só Bem Comum e se essa fôr a vontade de Deus, é o nosso labor percorrer o caminho.

Deixemos por isso, o “zombie de Belém” percorrer os buchos do seu palácio e combatamos pelo que realmente importa, Deus e Pátria.

Por Deus, Pátria e Rei Legitimo!

sábado, 1 de junho de 2024

A Maçonaria odeia Joana d'Arc

A heroína de sua Pátria, a quem a França deve tantos sacrifícios, é detestada pela Maçonaria, porque foi uma santa e porque foi patriota. A Maçonaria nem é santa, nem patriota. Capaz de cravar um punhal no coração de seu irmão e concidadão, não se dedigna de abraçar ainda no campo de batalha, um inimigo que trame contra a independência e liberdade de sua Pátria, quando lhe fareje a insígnia maçónica.
Quando os filhos da França sentiram em suas veias escaldar-lhe o sangue do entusiasmo e da gratidão para com sua libertadora, e a Nação pediu em milhares de assinaturas a consagração de uma festa nacional a Joana d'Arc, a Maçonaria pôs-se logo em campo, e um inimigo da pátria de Clóvis e S. Luís, o pontífice maçon Lemmi, passou uma circular em que ordenava que atacassem sem descanso, nem intermitência, a festa da libertadora de França.
Este ano o grito de guerra já foi de novo lançado pela loja La Clémente Amitié que precedentemente se houvera posto à testa do movimento.
O Governo, que é dos apaniguados das lojas, presta-lhes também seu dócil apoio.
Corre já que o Ministério enviou instruções secretas aos chefes de serviço de seus respectivos departamentos, para que nem os oficiais do Exército, nem militares, concorressem oficialmente às festas que o povo francês tenciona celebrar em honra da grande heroína.

«Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 19, Julho de 1896


Fonte: Veritatis