segunda-feira, 16 de junho de 2025

SAR, O Senhor Duque de Bragança na Homenagem Nacional aos Combatentes


S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, esteve presente na Homenagem Nacional aos Combatentes: Coragem e Memória ao serviço de Portugal, que decorreu no dia 10 de Junho de 2025, em Belém.

domingo, 15 de junho de 2025

Símbolo Atanasiano: um resumo da Fé Católica na Santíssima Trindade

Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a Fé Católica. Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade.

A Fé Católica consiste em adorar um só Deus em três Pessoas e três Pessoas em um só Deus. Sem confundir as Pessoas nem separar a substância. Porque uma só é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo. Mas uma só é a divindade do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, igual a glória, coeterna a majestade. Tal como é o Pai, tal é o Filho, tal é o Espírito Santo.

O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito Santo é incriado. O Pai é imenso, o Filho é imenso, o Espírito Santo é imenso. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno. E contudo não são três eternos, mas um só eterno. Assim como não são três incriados, nem três imensos, mas um só incriado e um só imenso. Da mesma maneira, o Pai é omnipotente, o Filho é omnipotente, o Espírito Santo é omnipotente. E contudo não são três omnipotentes, mas um só omnipotente.

Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus. E contudo não são três deuses, mas um só Deus. Do mesmo modo, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor. E contudo não são três senhores, mas um só Senhor. Porque, assim como a verdade crista nos manda confessar que cada uma das Pessoas é Deus e Senhor, do mesmo modo a religião católica nos proíbe dizer que são três deuses ou senhores.

O Pai não foi feito, nem gerado, nem criado por ninguém. O Filho procede do Pai; não foi feito, nem criado, mas gerado. O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procede do Pai e do Filho. Não há, pois, senão um só Pai, e não três Pais; um só Filho, e não três Filhos; um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos. E nesta Trindade não há nem mais antigo nem menos antigo, nem maior nem menor, mas as três Pessoas são coeternas e iguais entre si. Em tudo se deve adorar a unidade na Trindade e a Trindade na unidade. Quem, pois, quiser salvar-se, deve pensar assim a respeito da Trindade. 

Mas, para alcançar a salvação, é necessário ainda crer firmemente na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo. A pureza da nossa fé consiste, pois, em crer ainda e confessar que Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, é Deus e homem.

É Deus, gerado na substancia do Pai desde toda a eternidade; é homem porque nasceu, no tempo, da substância da sua Mãe. Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana. Igual ao Pai segundo a divindade; menor que o Pai segundo a humanidade. E embora seja Deus e homem, contudo não são dois, mas um só Cristo. É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque Deus assumiu a humanidade. Um, finalmente, não por confusão de substâncias, mas pela unidade da Pessoa.

Porque, assim como a alma racional e o corpo formam um só homem, assim também a divindade e a humanidade formam um só Cristo. Ele sofreu a morte por nossa salvação, desceu aos infernos e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos. Subiu aos Céus e está sentado a direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. E quando vier, todos os homens ressuscitarão com os seus corpos, para prestar conta dos seus actos.

E os que tiverem praticado o bem irão para a vida eterna, e os maus para o fogo eterno. Esta é a fé católica, e quem não a professar fiel e firmemente não se poderá salvar.

sábado, 14 de junho de 2025

Clemente XII e a condenação da Maçonaria

Da leitura da Bula que contra os franco-mações publicou o SS. Pontífice Clemente XII, a 27 de Abril de 1738, extraímos os pontos principais, para instrução e precaução dos fiéis.
São palavras textuais as seguintes:
1º «Com todo o nosso poder apostólico, determinamos e decretamos, condenar e proibir, como condenamos e proibimos, pela nossa presente Bula, para sempre valiosa, as ditas sociedades, juntas, ajuntamentos, congregações, assembleias ou conventículos de Pedreiros-livres, Franco-mações, ou qualquer que seja o seu nome.»
2º «Em virtude de santa obediência, ordenamos a todos e a cada um dos fiéis cristãos, de qualquer estado, grau, condição, ordem, dignidade e proeminência que sejam, leigos ou eclesiásticos, tanto seculares como regulares… que nenhum, debaixo de qualquer pretexto, ou estudada côr, se atreva ou presuma entrar nas sobreditas sociedades de Pedreiros-livres ou Franco-mações… nem propagá-las, abraçá-las, ou em suas casas, ou domínios, ou em parte alguma recebê-los e ocultá-los; nelas alistar-se, agregar-se ou ter parte, nem também dar poder ou comodidade para que em parte alguma se convoquem, nem ministrar-lhes coisa alguma, ou prestar-lhes conselho, auxílio ou favor, abertamente ou em segredo, directa ou indirectamente, por si ou por outros, de qualquer modo; nem exortar sequer, induzir, provocar ou persuadir a outros que se alistem, conservem ou intervenham em tais sociedades, ou de qualquer modo as ajudem e fomentem; mas antes, que totalmente se devem abster das mesmas sociedades, das suas reuniões, ajuntamentos, congregações, assembleias e conventículos; sob pena de excomunhão, ipso facto, da qual ninguém poderá ser absolvido (excepto em artigo de morte) senão por Nós, ou pelo Romano Pontífice que nesse tempo existir.»
Aqueles, pois, que por ignorância tenham dado seu nome à Franco-maçonaria, aí têm o suficiente, para verem se devem ou não continuar a incorrer em tão graves penas como é a excomunhão.

«Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 17, Maio de 1896

Fonte: Veritatis

sexta-feira, 13 de junho de 2025

10 sugestões de Santo António para fazer penitência pelos pecados

O pecado é sempre uma recusa do Amor, é virar as costas a Deus porque se considera que uma criatura ou uma coisa material pode substituir o Seu lugar no nosso coração. Para compensar essas falta de amor, e fortalecer a vontade para amar mais, Santo António dá algumas ideias:

1. Renúncia da própria vontade;

2. Abstinência de comida e bebida;

3. Rigor do silêncio;

4. Vigílias de oração durante a noite;

5. Derramamento de lágrimas;

6. Dedicação de tempo à leitura;

7. Trabalho físico exigente;

8. Ajudar generosamente os outros;

9. Vestir-se com modéstia;

10. Desprezar a própria vaidade.

Santo António de Lisboa in Sermão do Domingo de Pentecostes, 1§7

Fonte: Senza Pagare

quinta-feira, 12 de junho de 2025

15 de Junho, 19h00, Igreja da Rainha Santa Isabel, Coimbra, celebração de Vésperas da exposição da mão da Rainha Santa Isabel - Comemoração dos 400 anos da Canonização de Santa Isabel de Portugal

No próximo Domingo, dia 15 de Junho, às 19h00, na Igreja da Rainha Santa Isabel, o Senhor Bispo de Coimbra, D. Virgílio do Nascimento Antunes, presidirá à celebração de Vésperas da exposição da mão da Rainha Santa Isabel à veneração pelos fiéis.

Esta celebração insere-se na comemoração do IV Centenário da Canonização de Santa Isabel, Infanta de Aragão, Rainha de Portugal e Padroeira da cidade de Coimbra.

A Confraria da Rainha Santa Isabel convida todos os devotos da Rainha Santa Isabel a participarem nesta celebração que inicia o período de veneração da mão que vai decorrer desde o próximo dia 17 de Junho até ao dia 2 de Julho seguinte.

Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel,

Joaquim Leandro Costa e Nora

quarta-feira, 11 de junho de 2025

SAR, o Senhor Duque de Bragança na Assembleia-Geral da Associação Portuguesa das Casas Históricas


S.A.R. o Duque de Bragança esteve presente na Assembleia-Geral da Associação Portuguesa das Casas Históricas que decorreu nas instalações do Museu - MACAM, antigo Palácio do Marqueses da Ribeira Grande, durante a qual foram eleitos os respectivos órgãos sociais para o triénio 2025/2028, tendo sido reconduzido o Senhor Conde de Sabugosa como Presidente da Direção.

Nesta fotografia o Duque de Bragança está acompanhado pelo Conde de Albuquerque (Representante e Delegado da Associação para os Açores), pelo Arq. João Cunha Paredes, (Delegado e Representante da Associação Portuguesa das Casas Históricas para a Madeira) e suas filhas.


Junho, mês do Sagrado Coração de Jesus


terça-feira, 10 de junho de 2025

10 de Junho: Santo Anjo Custódio de Portugal

Oração colecta da Missa do Santo Anjo de Portugal:

Ó Deus omnipotente e eterno, que, por inefável providência Vossa, deputaste a cada Nação o seu Anjo custódio, concedei, Vo-lo pedimos, que, pelas orações e patrocínio do Anjo custódio da nossa Nação, sejamos para sempre livres de toda a adversidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que sendo Deus, con'Vosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Ámen.

«Missal Romano Quotidiano», 1963


Fonte: Veritatis

segunda-feira, 9 de junho de 2025

SAR, O Senhor Duque de Bragança marcou presença no lançamento do livro "Exile in Madeira"

S.A.R. o Duque de Bragança marcou presença no lançamento do livro Exile in Madeira, apoiado pela Fundação Otto de Habsburgo. A obra retrata a vida do Beato Carlos, último Imperador da Áustria e Rei da Hungria, durante o seu exílio na Madeira.

O evento, realizado na Embaixada da Hungria a convite de S.E. a Embaixadora Emília Fábián, contou com uma conferência de Jaime Nogueira Pinto, presidente da Fundação, e D. Pedro de Almeida, neto de D. João de Almeida, amigo e secretário do Beato Carlos.

domingo, 8 de junho de 2025

Pentecostes: Hino ao Espírito Santo


Sequência da Missa de Pentecostes (O hino mais antigo ao Espírito Santo)

Vinde, ó Santo Espírito,
vinde, Amor ardente,
acendei na Terra
vossa luz fulgente.
Sem a vossa força
e favor clemente,
nada há no homem
que seja inocente.

Vinde, Pai dos pobres:
na dor e aflições,
vinde encher de gozo
nossos corações.

Lavai nossas manchas,
a aridez regai,
sarai os enfermos
e a todos salvai.

Benfeitor supremo
em todo o momento,
habitando em nós
sois o nosso alento.

Abrandai durezas
para os caminhantes,
animai os tristes,
guiai os errantes.

Descanso na luta
e na paz encanto,
no calor sois brisa,
conforto no pranto.

Vossos sete dons
concedei à alma do 
que em Vós confia:

Luz de santidade,
que no Céu ardeis,
abrasai as almas
dos vossos fiéis.

Virtude na vida,
amparo na morte,
no Céu alegria.
Ámen.