quarta-feira, 10 de setembro de 2025
terça-feira, 9 de setembro de 2025
SS. AA. RR. Os Senhores Duques de Bragança na Consagração de Portugal a São Miguel Arcanjo
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
Festa da Natividade da Virgem Santíssima. Onde nasceu Nossa Senhora?
Fonte: Senza Pagare
domingo, 7 de setembro de 2025
Concerto 11 de Setembro, às 21h00, na igreja da Rainha Santa Isabel, em Coimbra
Comemorações centenárias da Padroeira da cidade de Coimbra
na Igreja da Rainha Santa Isabel, em Coimbra
Festival “À Corda Cello Festival”
De 5 a 28 de Setembro, Coimbra acolhe a 5.ª edição do Festival de Violoncelo à Corda, organizado pela Associação Momentos à Corda, com o apoio da Câmara Municipal e pretende divulgar a música barroca e o instrumento musical na cidade de Coimbra.
O evento propõe concertos, masterclasses e workshops em vários espaços culturais e patrimoniais da cidade, entre eles o Conservatório de Música de Coimbra, a Sé Velha, a escadaria do Quebra-Costas, o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova (igreja da Rainha Santa Isabel), o Teatro Académico Gil Vicente, a Biblioteca Joanina e o Convento São Francisco.
Em 11 de Setembro, às 21h, na igreja da Rainha Santa Isabel, o solista internacional finlandês, Martti Rousi, faz a sua estreia em Coimbra, acompanhado pelo quarteto de violoncelos “Quarteto Chiado”, composto por violoncelistas do Teatro Nacional São Carlos.
O programa a apresentar inclui obras de Tchaikovsky e Schumann
Em destaque neste recital está a interpretação do Concerto em Lá menor de R. Schumann, arranjo para solista e quarteto de violoncelos.
O concerto é no dia 11 de Setembro, pelas 21h, na igreja da Rainha Santa Isabel, com bilhete gratuito, mas sujeito a reserva antecipada pelos meios oficiais do festival “À Corda Cello Festival”.
A Confraria da Rainha Santa Isabel conta com a presença atenta de todos.
Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel,
Joaquim Leandro Costa e Nora
sábado, 6 de setembro de 2025
SS. AA. RR. estiveram presentes na Missa pelas vítimas mortais do acidente do Elevador da Glória e pela recuperação dos feridos
"Não cessamos de orar por aqueles que partiram de forma tão repentina, pelos que sofrem nos hospitais, pelas famílias que choram, e por todos os que, no meio desta provação, procuram sentido e força para continuar", disse o Patriarca durante a homilia que proferiu.
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
Em 1913, Casava El-Rei D. Manuel II
Neste dia 4 de Setembro, mas de 1913, após um curto noivado de 4 meses, Sua Majestade Fidelíssima El-Rei D. Manuel II de Portugal casava-se com a Princesa Augusta Victória von Hohenzollern-Sigmaringen, na capela do Castelo de Sigmaringen. A Princesa germânica era filha do Príncipe Guilherme de Hohenzollern-Sigmaringen (ramo católico e não reinante dos Hohenzollern) e da Princesa Maria Teresa de Bourbon-Duas Sicílias. Com este matrimónio era cimentado meio século de aliança entre a Sereníssima Casa de Bragança e a Casa de Hohenzollern.
À cerimónia religiosa assistiram cerca de 200 convidados, entre os quais a convalescente Rainha Dona Amélia, David, Príncipe de Gales e futuro Eduard VIII (Duque de Windsor após abdicação), a Duquesa de Aosta, os Príncipes Franz Joseph e Frederik Victor, irmãos da noiva, o Marquês de Soveral e várias senhoras da aristocracia e damas portuguesas e oficiais ingleses que faziam a guarda a El-Rei – por especial deferência do primo e Rei britânico, George V.
Dom Manuel II fez questão de casar permanecendo de pé sobre um caixote carregado de terra portuguesa, e trajou casaca, complementada com o calção da Ordem da Jarreteira de que era simultaneamente o mais jovem cavaleiro de sempre e o último português a ser agraciado com a mais distinta das Ordens Honoríficas britânica e mundiais. No calção distinguia-se a liga azul-escuro com rebordo e letras a dourado colocada no joelho esquerdo com a divisa da Ordem, ‘Honni soit qui mal y pense’. Da mesma Ordem usava a Estrela, presa ao peito esquerdo, com uma representação colorida esmaltada do escudo heráldico da Cruz de São Jorge, rodeado da Ordem da Jarreteira, cercada por um emblema de prata de oito pontos. Ao pescoço, El-Rei usava a Ordem do Tosão de Ouro, e para além de mais Ordens usava a Banda com a Placa das Três Ordens Militares Portuguesas, colocada debaixo da casaca, para o lado da anca esquerda. Já Dona Augusta Victória usou um vestido de noiva matizado a azul e branco, prestigiando as cores da Bandeira do Reino de Portugal e da Monarquia Portuguesa. Na cabeça segurando o véu que fora usado pela sua avó a Infanta Dona Antónia de Bragança quando casara com o Príncipe Leopoldo de Hohenzollern-Sigmaringen, um diadema com motivos de flor-de-lis.
Dona Augusta Vitória tornava-se Rainha consorte, mas não Rainha de Portugal, pois o Rei já se encontrava exilado. O casamento feliz durou até à trágica morte de Sua Majestade o Rei, em 1932.
Miguel Villas-Boas