quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Deo gratias!

 



Mons. Georg Gänswein, secretário do Papa Bento, disse que o Papa sofreu um rude golpe com a publicação do motu proprio Traditiones Custodes, que veio limitar/perseguir a Missa Tradicional. Disse ainda que aquele documento, publicado em Julho de 2021, partiu o coração de Bento XVI.

Há décadas que o Papa Bento criticava a perseguição aos sacerdotes e fiéis que querem ter acesso à Liturgia Antiga. Quando foi eleito Papa publicou o motu proprio Summorum Pontificum, que procurou trazer alguma liberdade e acabar com a guerra litúrgica dentro da Igreja.

Apesar de ter sido desprezado por parte relevante do episcopado, aquele documento gerou muitos frutos espirituais, conversões, etc que continuam a fazer-se sentir.

Bento XVI será sempre o Papa do Summorum Pontificum. Deo gratias!

(A entrevista a Mons. Gänswein pode ser vista no site benedictusxvi)

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Concerto de Reis《Mistérios Gozosos》- dia 7 de Janeiro, às 21h30, na Igreja da Rainha Santa Isabel em Coimbra

 


A Confraria da Rainha Santa Isabel convida V. Ex.ª para o Concerto de Reis 《Mistérios Gozosos》pelo Coro de Santo Agostinho, sob a direcção de Bruno Costa, que terá lugar na Igreja da Rainha Santa Isabel, em Coimbra, no próximo dia 7 de Janeiro, pelas 21h30.

  

Venha celebrar os Reis com a Confraria da Rainha Santa Isabel.

 

A entrada é livre.

 

Espera-se a vossa presença e muito se agradece a divulgação do concerto.

 

Com os melhores cumprimentos,

Joaquim Costa e Nora

(Confraria da Rainha Santa Isabel)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Testamento espiritual do Papa Bento XVI: “Permanecei firmes na fé! Não se deixem perturbar!

 

Tradução Deus-Pátria-Rei

29 de Agosto de 2006 

O meu testamento espiritual 

Se, nesta hora tardia da minha vida, olho para as décadas que passei, vejo antes de mais nada o quanto tenho a agradecer. Acima de tudo, agradeço ao próprio Deus, doador de todos os bens, que me deu a vida e me guiou em muitas tribulações, que sempre me levantou quando comecei a escorregar, que sempre ofereceu a luz do seu rosto. Olhando para trás, vejo e entendo que até as partes escuras e dolorosas deste caminho foram para a minha Salvação e foi precisamente aí que Ele me guiou bem.

Agradeço aos meus pais que me deram a vida em tempos difíceis e que, à custa de muita abnegação, prepararam para mim com seu amor um lar maravilhoso que, como uma luz clara, ilumina todos os meus dias até hoje. A fé clarividente de meu pai nos ensinou, irmãos e irmãs, a acreditar, e permaneceu firme como um guia em meio a todo o meu conhecimento científico; a calorosa piedade e grande bondade de minha mãe continuam sendo um legado pelo qual nunca poderei agradecer o suficiente. Minha irmã me serviu desinteressadamente e com carinho por décadas; meu irmão sempre abriu o caminho para mim com a lucidez de seus julgamentos, com sua forte determinação e com a serenidade de seu coração; sem esta presença contínua que me precede e me acompanha, não teria encontrado o caminho certo.

Agradeço a Deus do fundo do meu coração pelos muitos amigos, homens e mulheres, que Ele sempre colocou ao meu lado; pelos colaboradores em todas as etapas da minha jornada; pelos professores e alunos que me deu. A todos confio com gratidão à sua bondade. E gostaria de agradecer ao Senhor por minha bela pátria nos pré-alpes da Baviera, na qual sempre pude ver brilhar o esplendor do próprio Criador. Agradeço ao povo da minha terra natal por sempre me permitir experimentar a beleza da fé. Rezo por isso, para que nosso país continue sendo uma terra de fé e rezo a vocês: queridos compatriotas, não se deixem desviar da fé. Por fim, agradeço a Deus por todas as coisas belas que pude experimentar nas diversas etapas do meu caminho, mas especialmente em Roma e na Itália, que se tornou a minha segunda pátria.

A todos aqueles que prejudiquei de uma forma ou de outra, peço desculpas do fundo do meu coração.

O que disse antes aos meus compatriotas, digo-o agora a todos os que foram confiados ao meu ministério na Igreja: Permanecei firmes na fé! Não se deixem perturbar! Muitas vezes parece que a ciência – por um lado as ciências naturais, por outro a pesquisa histórica (especialmente a exegese das Sagradas Escrituras) – tem pontos de vista irrefutáveis ​​que se opõem à fé católica. Assisti de longe as transformações das ciências naturais e pude ver como as certezas aparentes fundadas contra a fé não se tornaram ciências, mas interpretações filosóficas apenas aparentemente pertencentes à ciência – assim como a fé aprendeu, em diálogo com as ciências naturais , o limite do alcance de suas afirmações e assim entender melhor o que é.

Há sessenta anos que acompanho o caminho da teologia, em particular o dos estudos bíblicos, e vejo desmoronar, ao longo das gerações, teses que pareciam inabaláveis ​​e que se revelaram apenas simples hipóteses: a geração liberal ( Harnack, Jülicher, etc.), a geração existencialista (Bultmann, etc.), a geração marxista. Vi e vejo como, no emaranhado dos pressupostos, surgiu e ressurge a razão da fé. Jesus Cristo é verdadeiramente o caminho, a verdade e a vida – e a Igreja, em todas as suas imperfeições, é verdadeiramente o Seu corpo.

Por fim, peço humildemente: rogai por mim, para que o Senhor me deixe entrar na morada eterna, apesar de todos os meus pecados e das minhas insuficiências. A todos quantos foram confiados aos meus cuidados, dirijo dia após dia a minha oração que vem do coração.

Benedictus PP XVI


Fonte: Le Salon Beige

domingo, 1 de janeiro de 2023

Comunicado da Causa Real sobre o falecimento de S.S. O Papa Bento XVI

 


A Causa Real curva-se perante o Papa Emérito Bento XVI falecido neste dia último de Dezembro de 2022, associando-se ao luto da Igreja Católica, do Povo Cristão e aos Homens de boa vontade.

O Papa Bento XVI foi um grande professor e teólogo, grande homem do pensamento e da cultura, uma grande figura da Igreja, porém foi, acima de tudo, um grande apóstolo da Fé e testemunha exemplar da centralidade de Cristo, nestes tempos inquietantes, de grande desorientação humana e de enormes convulsões sociais, políticas e culturais que a Europa e o Mundo atravessam.

Assim se torna, pois, ainda mais valioso o legado filosófico, teológico e eclesial de Bento XVI, cuja vida consagrada nos aponta uma linha de rumo sempre renovada às circunstâncias da realidade presente, sempre leal às verdades da Fé de sempre, também muito em particular para nós Portugueses, cuja visita Papal de 2010 lembramos com saudade, onde teve também o Papa ocasião de se encontrar com meio cultural do nosso País, como habitualmente fazia nas suas visitas.

Portugal perdeu hoje, assim também, um grande amigo, mestre e guia.

É nosso pois nosso elementar dever evocarmos Sua Santidade o Papa Bento XVI, cuja dolorosa perda sentimos como um dos nossos e um dos maiores do nosso tempo, acompanhando as homenagens e orações de todos quantos se irmanam na despedida, nomeadamente de Sua Eminência o Cardeal Patriarca de Lisboa, dos Bispos e consagrados Portugueses, assim como do Povo em geral.

Fonte: Causa Real

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Comportamento padrão de adolescentes “elgebetizados”


Com a Lei n.º 38/2018, o Despacho n.º 7247/2019 e agora o copy-paste do despacho na Proposta de Lei n.º 332/XV, Portugal copia o que de pior se vai passando um pouco por todo o mundo ocidental e, quando se fala de crianças, que, supostamente, e depois de muita doutrinação ideológica, sofrem de disforia de género, o critério dos pais só é ouvido e tomado em conta SE coincidir com o “sentimento profundamente sentido”, ainda que surgido repentinamente e nunca antes percebido, do seu filho.

Do contrário, caso tentem ajudar o filho a perceber o que realmente se passa e não se ajoelhem diante da nova identidade auto-determinada pelos petizes, a ameaça estatal de lhes retirar toda e qualquer autoridade paternal/maternal sobre os seus filhos e de os sentar ao banco dos réus recai sobre eles.

Perante este ataque sem tréguas à família, o que é que os pais precisam saber sobre o comportamento dos seus filhos, que, repentinamente, passam a identificar-se como “trans”, e os ataques que virão, caso não venerem a auto-determinação deles?  

A Dr.ª Lisa Littman criou um questionário com noventa perguntas, distribuiu-o entre 256 pais que tinham visto os seus filhos adolescentes, que nunca antes haviam manifestado qualquer sintoma de Transtorno da Identidade Sexual [Disforia de Género], identificarem-se repentinamente como transgénero e estas são algumas das conclusões:

  1. Mais de 80% dos adolescentes eram mulheres (sexo biológico), com uma idade média de 16,4 anos;
  2. No momento de anunciar a sua transgeneridade, a maioria vivia em casa dos pais;
  3. A grande maioria tinha tido zero indicadores de disforia de género na infância (além de não cumprirem universalmente o requisito das seis características da disforia de género em crianças);
  4. Quase um terço dos adolescentes não parecia em absoluto sofrer de disforia do género, segundo os pais, antes de anunciarem ser “trans”;
  5. A maioria havia recebido um ou mais diagnósticos psiquiátricos, e quase metade auto-mutilava-se antes de a “disforia de género” aparecer;
  6. 41% havia expressado uma orientação sexual não heterossexual antes de se identificar como “transgénero”;
  7. 47,4% tinha sido formalmente avaliado como um aluno especialmente dotado;
  8. 70% dos adolescentes pertencia a um grupo no qual, pelo menos um amigo “saíra do armário” como “transgénero”. Em alguns grupos, a maioria dos amigos havia-se declarado “transgénero”;
  9. Antes de anunciar a sua identidade “transgénero”, mais de 65% dos adolescentes havia aumentado o uso das redes sociais e o tempo que passavam online;
  10. Entre os pais que conheciam a situação social dos seus filhos, mais de 60% disse que o anúncio trouxe consigo um aumento da popularidade;
  11. Mais de 90% dos pais questionados eram brancos;
  12. Mais de 70% dos pais tinha um título universitário;
  13. Mais de 85% dos pais disseram apoiar o direito ao casamento das parelhas homossexuais;
  14. Mais de 88% dos pais questionados disseram apoiar os direitos das pessoas “transgénero”;
  15. Menos de 13% dos pais acreditavam que a saúde mental do adolescente tinha melhorado após a identificação como “transgénero”;
  16. Mais de 47% disse que a saúde mental do seu filho havia piorado.

Acusações aos pais

  1. 64% dos pais haviam sido classificados como “transfóbicos” ou “intolerantes”, pelos seus filhos, por razões como: discordar da criança acerca da sua auto-avaliação como “transgénero”; recomendar que o filho se dê mais tempo para averiguar se os sentimentos de “disforia de género” persistem; chamar o seu filho pelo pronome equivocado; dizer-lhe que é pouco provável que as hormonas ou as cirurgias o ajudem; chamar o seu filho pelo seu nome de nascimento, ou recomendar-lhe que, antes de se submeter à “transição” médica, trabalhe outros problemas de saúde mental subjacentes.

Pais, entendam: NUNCA ANTES os indivíduos que sofriam de disforia de género haviam “saído do armário”, como “trans”, em função do estímulo dos amigos e depois de se saturar nas redes sociais. NUNCA ANTES a identificação como “transgénero” havia precedido as experiências da disforia de género em si.

Perseguição a quem contraria a narrativa

Duas semanas depois da publicação do estudo da Dr.ª Littman, e em resposta ao protesto dos activistas, a PLoS One (revista científica da Biblioteca Pública de Ciência) anunciou que levaria a cabo uma revisão posterior à publicação do seu trabalho e que se faria uma “correcção”. A Drª Littman foi vítima de uma série de revisões. Em Março de 2019, sete meses depois da publicação inicial, a PLoS One divulgou a “correcção” de Littman. Nenhum dos resultados havia mudado.

Mas, a Dr.ª Littman pagou o preço de ter enfrentado o lóbi “elgebetista”. Acusando-a de fanatismo anti-trans, os activistas inundaram a página de Twitter da PLoS One e afirmaram que a Dr.ª Littman havia, deliberadamente, recolhido toda a informação de pais conservadores pertencentes a grupos anti-trans, quando, de facto, mais de 85% dos pais se haviam identificado como apoiantes dos direitos lgbtetc.

Os jornalistas, pressionados pelos activistas (e alguns deles activistas), precipitaram-se sobre ela com “bidões de gasolina” nas mãos. Um estudante de pós-graduação e autoproclamado “activista transgénero”, do departamento da Universidade Brown da Dr.ª Littman[3], denegriu-a na imprensa e publicou um artigo no qual a acusava de estar motivada por preconceitos. Outros activistas transgénero acusaram-na de ter ferido pessoas com o seu artigo. Qualificaram o seu trabalho como “perigoso” e insistiram que poderia conduzir os adolescentes, que se identificavam como transgénero, a “piores resultados de saúde mental”. Pressionada, e com a desculpa de que o trabalho da Dr.ª Littman poderia “desacreditar os esforços em apoiar os jovens transgénero”, a Universidade de Brown retirou o seu próprio comunicado de imprensa, a favor do artigo, do seu site.

Médicos activistas perseguiram a Drª Litttman até ao Departamento de Saúde de Rhode Island, onde ela trabalhava, em part-time, como consultora médica em projectos relacionados com a saúde de grávidas e bebés prematuros. Alegando que ela havia escrito um artigo “prejudicial” para as jovens transgénero, os activistas denunciaram-na ao seu empregador e exigiram que o Departamento de Saúde “pusesse um fim imediato à sua relação laboral com a Dr.ª Littman”.

Os activistas queriam a cabeça da Dr.ª Littman numa bandeja. O Departamento de Saúde deu-lha e ela perdeu a sua consultoria remunerada.

E por cá? Sabe quantos profissionais de saúde enfrentam queixas na Ordem, por não se ajoelharem ao lóbi lgbtetc? Quantos se calam, com receio de perder o seu ganha-pão?


*Artigo baseado no livro: Dano Irreversível – A loucura transgénero que seduz as nossas filhas, de Abigail Shrier, que tem vindo a resistir a várias tentativas de censura.


Maria Helena Costa

Fonte: Inconveniente

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Comunicado do Arcebispo Viganò sobre as sanções canónicas impostas ao Padre Frank Pavone

 



Tradução Deus-Pátria-Rei


Agere sequitur esse. Isso é o que a filosofia escolástica nos ensina: a acção de todo ser depende da natureza desse ser. Segue-se que as acções de uma pessoa são consistentes com quem ela é. Encontramos confirmação deste princípio de ontologia nas sanções canónicas recentemente impostas pela Santa Sé ao padre Frank A. Pavone, um conhecido e apreciado padre pró-vida, que há décadas está envolvido na luta contra o horrível crime de aborto. Se um Dicastério Romano decidir electrocutar um padre com redução ao estado leigo, acusando-o de blasfémia e impedindo-o de ter a possibilidade de se defender legalmente em um processo canónico; e se, ao mesmo tempo, decisões análogas não são tomadas em relação ao clero notoriamente herético, corrupto e fornicador, não é descabido perguntar se tal acção persecutória revela um espírito perseguidor, e se uma acção contra um bom padre que lutou contra o aborto revela o ódio do perseguidor ao Bem e aos que lutam por ele. Este castigo injusto e ilegítimo torna-se ainda mais odioso à medida que nos aproximamos do Santo Natal, se considerarmos que matando crianças inocentes, o Inimigo do género humano quer matar o Menino-Rei.

A seita bergogliana eclipsa a Igreja Católica com sua ocupação arrogante de cargos de liderança e abusa escandalosamente de sua autoridade para um propósito oposto àquele para o qual Nosso Senhor, chefe da Igreja, a destinou. Não há área da doutrina, da moral, da disciplina ou da liturgia que não tenha sido objecto de sua acção vandalizadora. Nada é salvo do pouco que restou após sessenta anos de demolição sistemática pelo trabalho do Concílio Vaticano II, e o que sobrevive como uma lembrança em ruínas das glórias do passado está sob constante ameaça de devastação nova e pior.

É evidente, então, que o Sinédrio Romano – cujos trabalhos confundem até mesmo os mais cautelosos intérpretes dos assuntos do Vaticano – visa perseguir os bons e promover os maus. O caso da "excomunhão" do padre Pavone é a enésima demonstração de que esse objectivo é perseguido com feroz teimosia, tanto para alimentar um clima de terror entre o clero para forçá-lo à obediência servil e temerosa, quanto para criar desorientação e escândalo entre os fiéis e aqueles que ainda consideram a Igreja como ponto de referência moral. Tudo isto acontece no preciso momento em que o padre jesuíta Marko Ivan Rupnik, condenado por gravíssimos crimes canónicos que acarretam a pena de excomunhão latæ sentiiæ, vê a sua sentença canónica revogada pelo seu colega e compatriota jesuíta que vive em Santa Marta; e enquanto a Cúria Romana está infestada de personagens desagradáveis ​​que são notórios sodomitas e fornicadores heréticos e corruptos. Os acólitos bergoglianos se distinguem desta forma: quanto mais graves seus crimes, mais prestigiosos são os cargos que ocupam.

Diante desta violação dos princípios mais básicos de justiça e prudência governamental, juntamente com a flagrante determinação dos mais altos níveis da Hierarquia de agir contra mentem legis, é necessário que cardeais e bispos compreendam as gravíssimas consequências de seu silêncio cúmplice , e que levantem corajosamente a voz para defender a parte sã do corpo eclesial. Este dever é imposto pelo respeito pela Verdade Católica que foi violada, pela honra da Santa Madre Igreja que foi humilhada por seus próprios prelados, e pela salvação eterna das almas que foi ameaçada pelas palavras e acções de maus pastores que usurpam uma autoridade que não lhes pertence, mas que pertence a Cristo Rei e Sumo Sacerdote, Cabeça do Corpo Místico.

Se servir a Igreja e defender a vida de criaturas inocentes nestes tempos de apostasia constitui um crime digno de revogação do estado clerical, enquanto promover o aborto e a ideologia de género e violar virgens consagradas não é passível de excomunhão, então o padre Pavone deveria tomar como motivo de orgulho esta vergonhosa decisão do Vaticano, recordando as palavras do Nosso Salvador: Bem-aventurados sois vós quando sois injuriados, perseguidos e 'todo o mal se pronunciar contra vós, mentindo, por minha causa (Mt 5,11). E aquele que se fez cúmplice nesta perseguição contra os bons deve tremer ao pensar no julgamento que o espera. Deus non irridetur – Não nos rimos de Deus (Ga 6,7).


Carlo Maria Viganò, Arcebispo


Fonte: REGNUMGALLIAEREGNUMMARIAE