sábado, 20 de setembro de 2025

Apresentação do livro "A Rainha Santa e o Mistério de São Cristóvão do Rio Mau" - 21 de Setembro, 17h30 - Convento de Santa Clara-a-Nova

A Confraria da Rainha Santa Isabel, o autor do livro, Duarte de Lima Mayer, e o respectivo editor, José Cardoso de Menezes, têm o prazer de convidar para a apresentação do livro "A Rainha Santa e o Mistério de São Cristóvão do Rio Mau", que terá lugar no coro alto do Convento de Santa Clara-a-Nova, em Coimbra, no próximo Domingo, dia 21 de Setembro, às 17h30.

A sessão de apresentação, que se integra nas Jornadas Europeias do Património de 2025, terá a participação do autor do livro e ainda de Mariana Van Uden. 

Depois desse momento, seguir-se-á a leitura musicada do conto pelo autor, acompanhada por Hugo Paiva (violoncelista, Orquestra Gulbenkian).

A entrada é livre!

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

SAR a Duquesa de Bragança e SA a Infanta D. Maria Francisca na primeira edição do festival Santar Music Series


S.A.R. a Duquesa de Bragança e S.A. a Infanta D. Maria Francisca, Duquesa de Coimbra, estiveram presentes na primeira edição do festival Santar Music Series, que se realizou no passado dia 12 de Setembro no Valverde Santar Hotel & Spa, em Santar. A Casa das Fidalgas, onde se encontra este hotel e que está ligada à Casa de Bragança, foi palco deste festival de música de três dias.

O Santar Music Series 2025 decorreu de 12 a 14 de Setembro, sob direcção artística de Vasco Dantas com artistas de renome nacional e internacional. O programa abriu com “Bach Mirror”, um tributo contemporâneo à obra de Johann Sebastian Bach, interpretado por Thomas Enhco (piano) e Vassilena Serafimova (marimba). No segundo dia, a matinée foi protagonizada pela Banda Filarmónica de Santar, seguida do concerto “Echos e Fusões”, com Leticia Moreno (violino), João Barradas (acordeão) e Joel Cardoso (clarinete), que exploram repertórios de fado, Bach, Schubert e Schumann. O festival encerrou com “Diálogo de Solistas”, um concerto sinfónico com Sergei Nakariakov (trompete e fliscorne) e Vasco Dantas (piano), acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob direção de Pedro Neves, com obras de Freitas Branco, Haydn, Liszt e Shostakovich. Os concertos foram seguidos de cocktail. O festival teve uma vertente solidária, revertendo parte das receitas para a Ajuda de Berço e a Santa Casa da Misericórdia de Santar.

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Jornadas Europeias do Património 2025 - apresentação do roteiro turístico “Por Terras de S. Tiago”

Jornadas Europeias do Património 2025


Comemoração dos 700 anos da Peregrinação da Rainha Santa Isabel de Portugal

a Santiago de Compostela



No âmbito das comemorações dos 700 anos da Peregrinação da Rainha Santa Isabel a Santiago de Compostela, a Confraria da Rainha Santa Isabel vai acolher a apresentação do roteiro turístico “Por Terras de S. Tiago”, agendada para o próximo dia 20 de Setembro, no âmbito da programação das Jornadas Europeias do Património 2025, promovidas pelo Município de Coimbra.


A apresentação vai ter início pelas 15h00, com uma duração prevista entre 45 minutos e 1 hora e terá lugar no Salão Pastoral da Confraria.


A apresentação contará com o apoio de meios informáticos e digitais, cuja responsabilidade técnica será assegurada pelos serviços municipais.


Considerando que o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova e a Confraria da Rainha Santa Isabel, enquanto pontos emblemáticos do percurso, constituem referências incontornáveis nas peregrinações a Santiago de Compostela e na história da nossa cidade, o Município de Coimbra escolheu este local para a apresentação.

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

SAR D. Duarte, Duque de Bragança, na celebração do 203º aniversário da Independência do Brasil


S.A.R. o Duque de Bragança marcou presença na celebração do 203º aniversário da Independência do Brasil, realizada na Residência Oficial da Embaixada do Brasil. Uma data que também comemora os 200 anos do reconhecimento da independência por Portugal.

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Feira Medieval de Palmela 2025


PALMELA NO TEMPO DA EXPEDIÇÃO A CEUTA

Breve sinopse: Na história da Ordem de Santiago de Espada e a sua ligação ao Castelo de Palmela, a Feira decorrerá em pleno século XV (1414-1415) no reinado de D. João I. Nos preparativos da armada para a expedição de conquista de Ceuta, sendo a Ordem de Santiago chamada a contribuir com 100 combatentes equipados, assim como com uma parte dos abastecimentos…

Mais informação em: 

domingo, 14 de setembro de 2025

SAR Duque de Bragança na Sessão Solene Comemorativa dos 60 anos da Academia Internacional da Cultura Portuguesa


S.A.R. o Duque de Bragança esteve hoje presente na Sessão Solene Comemorativa dos 60 anos da Academia Internacional da Cultura Portuguesa (AICP), que se realizou no Museu da Fundação Oriente, em Lisboa.
A sessão contou com as presenças de S.Exa. o Secretário de Estado da Cultura, Dr. Alberto Santos, o Dr. Carlos Monjardino, Presidente da Fundação Oriente e anfitrião desta comemoração, e a Presidente da AICP, Doutora Maria Regina de Mongiardim, entre vários convidados.
A AICP foi criada em 6 de fevereiro de 1965, e teve como seu principal fundador o Professor Doutor Adriano Moreira, com os objectivos de incrementar o estudo do património cultural português espalhado pelo mundo, de promover a divulgação da cultura e língua portuguesa, e de fortalecer os laços com os povos filiados na cultura portuguesa.
A Conferência esteve a cargo do Professor Catedrático José Fontes e do Vice-Almirante António Rebelo Duarte, com os seguintes temas: “Enquadramento histórico da fundação da AICP” e “Recordar o saudoso Professor Adriano Moreira, fundador da AICP, é orientá-la no seu caminho e no cumprimento dos seus objetivos maiores”.

Fotografias: Nuno Albuquerque Gaspar

sábado, 13 de setembro de 2025

Aparição de Nossa Senhora de Fátima a 13 de Setembro

A Irmã Lúcia, nas suas Memórias, descreve do seguinte modo a aparição de Nossa Senhora a 13 de Setembro de 1917:

Ao aproximar-se a hora, lá fui, com a Jacinta e o Francisco, entre numerosas pessoas que a custo nos deixavam andar. As estradas estavam apinhadas de gente. Todos nos queriam ver e falar. Ali não havia respeito humano.

Numerosas pessoas, e até senhoras e cavalheiros, conseguindo romper por entre a multidão que à nossa volta se apinhava, vinham prostrar-se, de joelhos, diante de nós, pedindo que apresentássemos a Nossa Senhora as suas necessidades. Outros, não conseguindo chegar junto de nós, chamavam de longe:

– Pelo amor de Deus! peçam a Nossa Senhora que me cure meu filho, que é aleijadinho!
Outro:
– Que me cure o meu, que é cego!
Outro:
– O meu, que é surdo!
– Que me traga meu marido...
– ... meu filho, que anda na guerra!
– Que me converta um pecador!
– Que me dê saúde, que estou tuberculoso!
Etc., etc.

Ali apareciam todas (as) misérias da pobre humanidade. E alguns gritavam até do cimo das árvores e paredes, para onde subiam, com o fim de nos ver passar. Dizendo a uns que sim, dando a mão a outros para os ajudar a levantar do pó da terra, lá fomos andando, graças a alguns cavalheiros que nos iam abrindo passagem por entre a multidão.

Quando agora leio, no Novo Testamento, essas cenas tão encantadoras da passagem de Nosso Senhor pela Palestina, recordo estas que, tão criança ainda, Nosso Senhor me fez presenciar, nesses pobres caminhos e estradas de Aljustrel a Fátima e à Cova de Iria, e dou graças a Deus, oferecendo-Lhe a fé do nosso bom Povo português. E penso: se esta gente se abate assim diante de três pobres crianças, só porque a elas é concebida misericordiosamente a graça de falar com (a) Mãe de Deus, que não fariam, se vissem diante de si o próprio Jesus Cristo?

Bem; mas isto não era nada chamado para aqui. Foi mais uma distracção da pena que me escapou para onde eu não queria. Paciência! Mais uma coisa inútil; não na tiro, para não inutilizar o caderno. Chegámos, por fim, à Cova de Iria, junto da carrasqueira e começamos a rezar o terço com o povo.

Pouco depois, vimos o reflexo da luz e a seguir Nossa Senhora sobre a azinheira.

 – Continuem a rezar o terço, para alcançarem o fim da guerra. Em Outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, S. José com o Menino Jesus para abençoarem o Mundo. Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda; trazei-a só durante o dia.

– Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: a cura de alguns doentes, dum surdo-mudo.
– Sim, alguns curarei; outros não. Em Outubro farei o milagre, para que todos acreditem. E começando a elevar-se, desapareceu como de costume.

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Ou a liberdade avança, ou…

 Uma grande parte dos nossos jornalistas genuinamente não se apercebe da sua falta de categoria profissional, da sua preguiça intelectual e do enviesamento ideológico de que padece. Seja por livre opção pessoal ou mera inércia, os jornalistas são em geral uma classe comprometida com uma indisfarçável agenda política de esquerda, que em vez de informar convive mal com factos e pessimamente com opiniões livres e desalinhadas da narrativa dominante.

Desde que Javier Milei foi eleito presidente da Argentina, é certo e sabido que os nossos jornais e televisões boicotam as muitas notícias positivas que vêm daquele país, mas são rapidíssimos a dar destaque a notícias desfavoráveis ao espaço da direita liberal que Milei representa na Agentina e que é hoje fonte de inspiração para outras geografias.

No passado Domingo houve eleições regionais para a Província de Buenos Aires e em Portugal os títulos da comunicação social davam nota de uma pesadíssima derrota para Milei. O ton das peças jornalísticas oscilava entre o regozijo pela esquerda corrupta e cleptomaníaca ter ganho as eleições, e o júbilo de ver o candidato a que chamavam «louco» a não vencer.

Simplesmente, se é verdade que face às expectativas e sondagens de há um par de meses, os resultados eleitorais em Buenos Aires foram um balde de água fria para Milei, face aos resultados de 2023 o seu partido obteve mais 7 deputados e mais 3 senadores. Mas os nossos jornalistazinhos omitiram este facto, assim como se esqueceram de dizer que em 2023 o Governador da Província já era do partido de esquerda que transformou o país num desastre económico e numa calamidade social e que, historicamente, é a esquerda é a força política dominante na região.

Os nossos pasquins e TV’s pimba olvidaram também referir que a vitória da esquerda em Buenos Aires levou de imediato os mercados de capitais e de dívida a terem uma quebra acentuada, com a perspetiva de o país poder descarrilar de novo com mais socialismo.

O escândalo de corrupção que surgiu durante a campanha e em que a irmã de Javier Milei é referida, sendo ou não uma história fabricada pela oposição, a verdade é que teve grandes repercussões na desmobilização do eleitorado de direita.

Por isso, até às legislativas parciais intercalares de Outubro próximo, o partido de Milei terá de demonstrar aos argentinos que a corrupção que abalou as eleições regionais está confinada a figuras menores e laterais da actual administração e que a Justiça voltou a funcionar para combater os prevaricadores. Até Outubro, Milei deverá continuar um político autêntico, mas terá de ser mais astuto e ser mais claro e concreto sobre os benefícios sociais das suas reformas, enfatizando as conquistas que as suas políticas trarão para as famílias e os mais vulneráveis.

Porque ou a liberdade avança com Milei, ou a Argentina retrocede com o socialismo.

Telmo Azevedo Fernandes


Fonte: Blasfémias

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

A tradição não é uma ideologia política

Reduzir a tradição a um determinado sistema político, é contribuir para o desaparecimento da tradição. A tradição é um conjunto de valores que tem de existir em todas as situações e em todos os momentos. Os valores da tradição são intemporais. Os que separam a tradição dos valores, adoptam uma qualquer "tradição" adequada e limitada a cada período ou época da História.
A tradição é um conjunto de ideias, crenças, instituições e costumes de qualquer comunidade que está profundamente ligada à valorização do que se passou na generalidade do povo; representa a veneração dos antepassados ilustres que ajudaram a que a História fosse feita.
O Rei simboliza a Nação e, como tal, a representação do Rei não pode ser arbitrária como um qualquer sinal, a não ser que destruam o povo que é a sua representação. O Rei também não pode ser transformado num mero instrumento de governação, pois um símbolo nunca pode ser um objecto a utilizar, mas sempre uma premissa, pois encerra algo de maior. Assim a Monarquia é parte integrante da tradição!
Por Deus, Pátria e Rei