quinta-feira, 27 de março de 2014

“O Poder de Santarém – As Cortes” de 28 a 30 de Março


A recriação histórica “O Poder de Santarém – As Cortes” realiza-se de 28 a 30 de Março, em Santarém. O evento, organizado pela empresa municipal Viver Santarém, marca a comemoração do Dia Nacional dos Centros Históricos, assinalado no dia 28 de Março, e conta com um diversificado programa que proporcionará aos visitantes e à população um fim-de-semana diferente.

Na sexta-feira, 28 de Março, pelas 21h00 decorre o desfile histórico com concentração pelas 20h00 nas Portas do Sol. A Praça Visconde Serra do Pilar e a Praça Marquês Sá da Bandeira recebem apontamentos teatrais, às 21h15 e 21h30, respectivamente. O Convento de S. Francisco, pelas 22h00, é palco da representação teatral “Cortes D. JoãoII”. As entradas são gratuitas, mas limitadas a 500 pessoas. A noite termina com a degustação de um pampilho gigante (23h00).

Durante os três dias decorre a Feira de Artesanato e Mercado de Sabores, com entrada gratuita nos claustros do Convento de S. Francisco. Na sexta-feira o certame funciona das 21h00 às 24h00, no sábado das 10h00 às 24h00 e no domingo das 10h00 às 19h00.

A partir das 15h00, nos dias 29 e 30, decorrem visitas guiadas pelo centro histórico, seguidas pelo render da guarda no túmulo de Pedro Álvares de Cabral, na Igreja da Graça (15h30). As inscrições para as visitas guiadas são gratuitas e devem ser formalizadas no Posto de Turismo de Santarém.

No sábado, 29, no Palácio de Landal, há, a partir das 16h30, uma palestra/sessão de esclarecimento com o tema “O Poder das Cortes”. À noite o Convento de S.Francisco acolhe a Ceia Medieval. Os bilhetes para a Ceia Medieval custam 18 euros para adultos e 12,5 euros para as crianças até aos 10 anos. Em alternativa, os participantes podem adquirir o Kit Ceia Medieval por 22 euros que para além de incluir um bilhete de adulto para a Ceia, conta com navalha, tabardo, colher de pau e tabuleiro de madeira.

Fonte: O Mirante

O cancro da República

Numa entrevista ao Diário de Notícias, S.A.R. o Duque de Bragança realçava, e bem, a ubiquidade da corrupção e as suas consequências nocivas à nossa sociedade. Se é incontestável que a grande maioria dos nossos governantes, independentemente da suas capacidades pessoais, é honesta e bem-intencionada, concorde-se ou não com a sua política, é igualmente indiscutível que há uma minoria que abusa da sua posição descarada e impunemente, quer em mérito próprio quer por objectivos menos claros. A forma como o faz sugere uma extensa rede de interesses obscuros, e transmite uma exemplo de facilitismo e impunidade, um cancro rapidamente espalhado por quem não entende estar a ser profundamente desrespeitado. Refere também o Senhor Dom Duarte estudos internacionais que poriam Portugal ao nível da Dinamarca não fosse este problema endémico à nossa realidade republicana. Acrescenta ainda que no caso dos países europeus com chefias de estado independentes (as monarquias modernas), os níveis de corrupção são menores.

A Transparency International é uma organização internacional, presente em mais de 100 países, financiada de forma aberta e gerida por um conjunto de profissionais reconhecidamente independentes. Em Portugal é representada pela associação cívica "Transparência e Integridade". O seu único objectivo é o combate à corrupção e publica anualmente um Índice de Percepção de Corrupção que mede níveis de corrupção nos sectores públicos de 177 países e territórios. Recentemente publicou o índice para 2013. A Dinamarca aparece em primeiro lugar. Portugal no 33º.


Dos cinco países com maior transparência, que demonstram um maior respeito pelos seus concidadãos, quatro são monarquias constitucionais. Dos primeiros 10, sete são monarquias. Mais notável é o facto de todas as monarquias ocidentais - com a excepção de uma - estarem entre os 20 países menos corruptos a nível mundial.

Não se trata de um mero acaso ou acidente estatístico, mas sim resultado da influência da isenção política e representatividade suprageracional da Instituição Real.


A monarquia funciona.

Luis Lavradio

Fonte: Causa Real

quarta-feira, 26 de março de 2014

"Valores Cívicos para um Portugal mais justo"


Fonte: Sábado

D. Afonso de Bragança festeja 18.º aniversário


O filho mais velho de D. Duarte e D. Isabel de Bragança nasceu a 25 de março de 1996, em Lisboa.

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Para além de Afonso,  D. Duarte e D. Isabel de Bragança têm mais dois filhos: Maria Francisca, de 16 anos, e Dinis, de 14.


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Fonte: Caras

terça-feira, 25 de março de 2014

Em Fátima rezamos pela Família Real



Hoje dia de aniversário do Príncipe Real, SAR D. Afonso de Bragança, rezamos ao fim desta tarde invernal na Capelinha das Aparições pela Sua Saúde e Longa Vida repleta de sucessos, assim como, pela Boa Fortuna de toda a nossa Bem-amada Família Real.


A importância de um Príncipe Herdeiro fazer 18 anos

No dia 25 de Março de 1996, eu, como a grande maioria dos Portugueses, soubemos do nascimento real, ocorrido no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa. Nasceu, Sua Alteza Real, Dom Afonso de Santa Maria Miguel Rafael Gabriel de Herédia e Bragança, filho de Suas Altezas Reais O Senhor Dom Duarte e A Senhora Dona Isabel, Duques de Bragança e Herdeiros da Coroa de Portugal. Nasceu o Primogénito da Casa de Bragança e Herdeiro da Coroa Portuguesa, a seguir, naturalmente Ao Senhor Seu Pai.

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Foi um dia de enorme alegria, em primeiro para a Família Real e logo a seguir para todos os Monárquicos Portugueses.
Quando Dom Afonso nasceu, eu ainda estava a dar os primeiros passos na descoberta da Monarquia Portuguesa, nem associado da Real Associação de Lisboa ainda era. Mas senti também um sentimento de alegria, próprio de quem como eu, sempre gostei muito da História da Monarquia Portuguesa. Senti, naquele momento, que o nascimento Real, garantia a continuidade da Casa Real Portuguesa e isso tem um valor inestimável para Portugal!
Entretanto, SAR Dom Afonso de Bragança foi baptizado na Sé Catedral de Braga e o Povo Bracarense encheu as ruas da Cidade, para saudar a Família Real e o Herdeiro consagrado a Deus nesse dia! Foi memorável!
E o tempo foi passando, e o nosso Príncipe da Beira foi crescendo e entretanto também nasceram Seus Irmãos: Sua Alteza a Infanta Dona Maria Francisca de Herédia e Bragança e Sua Alteza o Infante Dom Dinis de Herédia e Bragança.

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D.Afonso de Santa Maria

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D. Duarte (2)

E parece que foi ontem. Mas foi mesmo, há 18 anos atrás. No próximo dia 25 de Março, O Príncipe da Beira atinge a maioridade e com ela novas responsabilidades, porque a sua missão neste mundo, é ser a garantia da continuidade não só da Dinastia, mas também do Principio Monárquico, mas acima de tudo, ser uma verdadeira esperança para os Portugueses.
Os republicanos poderão se perguntar: Mas porquê tanta festa, afinal não é uma pessoa igual a todos nós?
A verdade é que, por muito que também seja um Ser Humano, corre nas suas veias o sangue dos Reis e Heróis, como o Santo Condestável fundaram, expandiram e serviram Portugal ao longo de quase 800 anos de História. Este Património tem que ser mantido e esta é a primeira grande missão do Príncipe da Beira enquanto futuro Chefe da Casa Real Portuguesa.
Mas antes de tudo mais, está a continuação da formação, está a juventude, mas nada impede o serviço ao bem comum. Fiquei feliz quando vi recentemente uma reportagem na imprensa, de SAR Dom Afonso apoiar uma associação de apoio aos menos favorecidos. Este é o caminho, apoiar causas humanitárias. Envolver-se no terreno, estar com o povo, ser uma voz de alento e de esperança e o povo olhará para o Príncipe da Beira com carinho e admiração.
Quando um Príncipe Herdeiro assume a maioridade, é dia de festa, sem dúvida, mas é também um momento de reflexão sobre o futuro; e este espera por nós. Só nós, como povo saberemos desejar que o futuro se torne presente com muito ou pouco tempo. Se queremos um País melhor, temos a obrigação patriótica de acreditar que somos capazes de dar um novo futuro ao nosso povo. A Dinastia continua e existe para nos servir, ao nível da Chefia do Estado, dando o exemplo de serviço ao bem comum a todos nós. Tendo em consideração que está no ADN dos nossos Príncipes servir e com toda a experiência de quase 900 anos de História-Pátria, do que estamos à espera?
Sejamos Militantes, sejamos obstinados, não tenhamos medo, arregacemos as mangas, com emoção, com optimismo e alto empenho, digamos Vivas a Suas Altezas Reais Os Duques de Bragança! Vivas a Sua Alteza Real Dom Afonso, Nosso Príncipe da Beira! Vivas à Família Real e a Portugal! E com este entusiasmo, juntemo-nos à Família Real na Igreja da Encarnação, no Chiado, no próximo dia 25 de Março, para celebrarmos Missa de Acção de Graças por Dom Afonso de Bragança!

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Viva o Rei! Viva Portugal!

David Garcia

18º Aniversário de SAR, O Senhor D. Afonso de Bragança, Príncipe da Beira



SUA ALTEZA REAL O AUGUSTO E SERENÍSSIMO PRÍNCIPE Dom Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, filho primogénito de SS.AA.RR., Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e de Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança, 9º príncipe da Beira e por mercê d'El Rei D. Sebastião I, 20º duque de Barcelos, nasceu a 25 de Março de 1996 às 7h38 da manhã, no Hospital da Cruz Vermelha , em Lisboa.




Baptizado de S.A.R., O Príncipe da Beira, Dom Afonso de Santa Maria. Este Sacramento do Baptismo realizou-se na Sé Catedral de Braga no dia 1 de Junho de 1996. Foi celebrado pelo Arcebispo de Braga, D. Eurico Dias Nogueira. Teve como padrinhos, D. Afonso de Herédia, irmão da Duquesa de Bragança e a Princesa Elena Sofia de Bourbon e Sicilles. No dia seguinte, foi Consagrado à Senhora da Oliveira, na Igreja de Santa Maria da Oliveira, em Guimarães, cerimónia celebrada por Monsenhor José Pinto de Carvalho.




S.A.R., Dom Afonso de Bragança, ao celebrar neste dia 25 de Março o seu aniversário, enche o coração de Portugal de esperança, de alegria e de confiança num futuro risonho e promissor pela qual todos nós Portugueses sonhamos.
Desejamos ao nosso Príncipe Real  as maiores felicidades, muita saúde, alegria e paz na companhia da nossa Bem-Amada Família Real, no mais belo exemplo de União e Tradição. Que Deus o guie e ilumine naquela que desejamos seja uma longa vida cheia de sucesso.



VIVA SUA ALTEZA REAL DOM AFONSO, PRÍNCIPE REAL!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Continuidade e tradição como garantia de progresso


 

É pois motivo de júbilo para os portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o Senhor D. Afonso, Príncipe da Beira, digno representante de toda a Nação Portuguesa.

A tradição e a cultura (língua e obras) são os alicerces duma nação corporizada por um povo que a herda, administra e projecta para o futuro. O príncipe, como primus inter pares, encarna os desejos e expectativas da comunidade que representa e de que procede. Estamos no domínio da metapolítica que nos concede superar uma concepção meramente administrativa ou aritmética da coisa pública. E repare-se como não ficamos obrigatoriamente amarrados a uma simples questão de fé: para os não crentes numa ordem transcendente, a questão pode ser perspectivada no âmbito da simbologia, dimensão fundamental para a sustentação de um tácito contrato comunitário, a encarnação de uma realidade abstracta, a que se confere assim a harmonia necessária à adesão emotiva.
No que diz respeito à perspectiva estritamente política, nunca é de mais relembrar que a chefia hereditária do Estado, que maioritariamente subsiste legitimada pela história nos países europeus mais desenvolvidos, é um factor de equilíbrio e de religação nacional, último reduto da unidade identitária e dos valores perenes do ideal comum, sempre ameaçados pela mecânica democrática, cujo exercício por natureza exacerba a luta faccionária, compele à desagregação e à descrença por via da erosão de uma conflitualidade permanente, através da rivalidade e conflito entre partidos, grupos de interesses, económicos, profissionais ou estéticos.
É pois motivo de júbilo para os portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o senhor D. Afonso, príncipe da Beira, digno representante, com seu pai, de toda a nação portuguesa. As celebrações iniciam-se amanhã dia 25 de Março com uma missa de acção de graças na Igreja da Encarnação (ao Chiado). Trata-se da comemoração da promessa da continuidade na direcção dos nossos filhos e netos, duma noção de pátria que é acima de tudo espaço, tempo e uma alma enorme de 900 anos.


João Távora


Fonte: I online

O título de Príncipe da Beira


Enquanto o sistema republicano faz depender a sua suposta ética da institucionalização do efémero, a Monarquia valoriza a experiência, o tempo. A república ancora-se no indivíduo, ao passo que a Monarquia se funda na Família e na representatividade ininterrupta que as sucessivas gerações permitem reforçar. O Rei, em boa verdade, não é sozinho. Passe o aparente paradoxo, o Rei é a Família Real. Porque o Rei é o que é mas também o que foi e o que há-de ser.
A Monarquia oferece diversas manifestações da valorização da sucessão e renovação geracional. Encontramo-las também no plano nobiliárquico.
A Casa Real portuguesa, no que não constitui nenhuma originalidade lusa, conserva títulos que são de seu uso exclusivo e que integram aquilo que podemos considerar património imaterial dessa mesma Casa e, nessa medida, da própria Nação. Um desses títulos é o de “Príncipe da Beira”.
Depois de um período em que o título era usado pela filha mais velha do Rei de Portugal, o que aconteceu de D. João IV a D. João V, ainda durante o reinado deste último monarca, passou o respectivo titular a ser o filho mais velho do presuntivo herdeiro da Coroa, que, por sua vez, usava o título de Príncipe Real. Foi com esta matiz o título atribuído pelo Magnânimo, em 1734, à Senhora D. Maria, futura Rainha D. Maria I, na sua condição de filha mais velha e presuntiva sucessora do Príncipe D. José, que veio a ser o Rei D. José I. 
Durante a vigência da Monarquia, o último Príncipe da Beira foi S.A.R. o Senhor D. Luís Filipe, filho primogénito do então Príncipe Real D. Carlos, presuntivo sucessor do Rei D. Luís. Com a morte deste monarca e com a ascensão ao trono d’El-Rei D. Carlos, passou o Senhor D. Luís Filipe a fazer uso do título de Príncipe Real.
O Senhor D. Duarte Pio, em vida de seu Pai, o Senhor D. Duarte Nuno, usou igualmente o título de Príncipe da Beira, como sucessor presuntivo que era do herdeiro da Coroa Portuguesa, o Duque de Bragança, fazendo cessar esse uso quando, no dia 24.12.1976, sucedeu ao Pai na Chefia da Casa Real portuguesa.
De harmonia com as mais genuínas tradições portuguesas e tendo presente a marca de renovação geracional que carrega o título de Príncipe da Beira e a própria Instituição Real, voltou este título a ser usado pelo primogénito dos Duques de Bragança, S.A.R. o Senhor D. Afonso de Santa Maria, nascido no dia 25.03.1996.     

Nuno Pombo
Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa

Fonte: Causa Real

domingo, 23 de março de 2014

S.A.R. O Príncipe da Beira – 18º Aniversário


LISBOA

Desde a sua fundação, a continuidade da Pátria é assegurada pelo Príncipe e pela sua sucessão. É pois motivo de júbilo para os Portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o Senhor D. Afonso, Príncipe da Beira, digno representante, com Seu Pai, de toda a Nação Portuguesa.

Nesse sentido, no próximo dia 25 de Março, Terça-feira, pelas 19h, iniciam-se as celebrações desse acontecimento com uma Missa de Acção de Graças na Igreja da Encarnação (ao Chiado, Metro: Baixa-Chiado) organizada pela Família Real e presidida pelo Exmo. e Rev. Cónego João Seabra. Apelamos à participação dos nossos associados e amigos, que poderão a seguir apresentar os seus cumprimentos ao nosso Príncipe.


PORTO

A Real Associação do Porto e Juventude Monárquica do Porto, irá mandar celebrar uma missa pelas 19h30 no dia 25, seguida de um jantar em honra de S.A.R O Príncipe da Beira.


COIMBRA

Como Coimbra não pode deixar de se associar à comemoração do 18.º Aniversário do Príncipe D. Afonso, especialmente celebrando uma Missa de Acção de Graças, a Missa será celebrada pelo Rev.º Pe. Pedro Miranda na Igreja do Mosteiro de Santa Cruz no próprio dia 25, às 16h30 (o dia 25 de Março é a próxima 3.ª feira).


AVEIRO

A Real Associação da Beira Litoral manda celebrar missa de Acção de Graças pelo 18º Aniversário natalício de S.A.R. O Senhor Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, pelas 19h do dia 25 de Março na Sé Catedral de Aveiro.


VIANA DO CASTELO

A Real Associação da Viana do Castelo vai mandar celebrar uma Missa de Acção de Graças pelo 18º Aniversário de S.A.R. O Senhor Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, pelas 18 horas do dia 25 de Março na Sé Catedral de Viana do Castelo.


BRAGA

A Real Associação de Braga vai realizar uma missa de acção de graças, por ocasião do 18º aniversário de S.A.R. o Príncipe D. Afonso, na Sé Catedral de Braga, no dia 25 de Março pelas 17.30h.


SANTARÉM

Foto: Desde a sua fundação, a continuidade da Pátria é assegurada pelo Príncipe e pela sua sucessão. É pois motivo de júbilo para os Portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o Senhor Dom Afonso, Príncipe da Beira, digno representante, com Seu Pai, de toda a Nação Portuguesa.

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No 18º aniversário de S.A.R. O Príncipe da Beira, o Senhor D. Afonso de Bragança, convidamos os associados e simpatizantes da Real Associação do Médio Tejo, a juntar-se a nós no dia 25 de Março numa peregrinação ao Santuário de Fátima, para pelas 16h30 na Capelinha das Aparições, orar pela nossa Bem-Amada Família Real e especialmente pelo Príncipe Real.