quinta-feira, 18 de maio de 2017

TOMAR – D. Duarte Pio irá marcar presença no Dia da Criança dedicado a “Tomar, berço dos Descobrimentos”

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A indicação foi avançada na conferência de imprensa de apresentação do Dia da Criança em Tomar: D. Duarte Pio, Duque de Bragança, herdeiro da Coroa Real, irá estar presente nas celebrações da referida data que, recorde-se, será assinalada com o regresso ao passado, precisamente à época dos Descobrimentos, sendo que o tema do Dia da Criança será, precisamente, “Tomar, berço dos Descobrimentos”, iniciativa que será “composta” com a participação de cerca de duas mil crianças do pré-escolar e 1º ciclo, que irão protagonizar um grande desfile entre o antigo Colégio Nuno Álvares e a Mata dos Sete Montes, alusivo aos Descobrimentos e ao papel que o concelho teve.


Fonte: Rádio Hertz

quarta-feira, 17 de maio de 2017

SAR, O Senhor D. Duarte de Bragança no jantar de gala da HERO Cup London to Lisbon Classic Reliability Trial

dom duarte pio

Muitas marcas de relógios associam o seu nome a conceituados universos automóveis. Esse é também o caso da Zenith, que foi a ‘timekeeper’ oficial da HERO Cup London to Lisbon Classic Reliability Trial, prova de resistência que recentemente levou mais de 90 veículos clássicos (fabricados até 1987) a percorrerem as estradas do Reino Unido, França, Espanha e Portugal num total de 3.500 quilómetros.
A partida fez-se num local com muita tradição no automobilismo, Brooklands, tendo a chegada decorrido no final de Abril em Cascais, onde Paul Crosby e Martyn Taylor, que seguiam a bordo de um Porsche 911, foram coroados vencedores da competição.
A cerimónia de entrega de prémios teve lugar durante um jantar de gala realizado na Cidadela de Cascais, com Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, a marcar presença e a entregar muitos dos troféus. Crosby e Taylor receberam, ainda, das mãos de Ana Freitas, CEO da J. Borges Freitas, representante em Portugal da Zenith, um relógio de parede daquela marca.
Para homenagear a sua parceria pelo segundo ano consecutivo com a HERO (Historic Endurance Rallying Organization), a Zenith lançou uma edição limitada de 100 peças do modelo ‘El Primero Chronomaster Open 1969 Hero Cup Edition’. Este foi aliás o relógio que seguiu no pulso de muitos dos participantes da Hero Cup London to Lisbon.
Fonte: motor 24

segunda-feira, 15 de maio de 2017

72º ANIVERSÁRIO DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA

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O Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança é filho dos Duques de Bragança, Dom Duarte Nuno, Neto de D. Miguel I, Rei de Portugal e Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil, trineta do Imperador D. Pedro I do Brasil, também conhecido como D. Pedro IV de Portugal.

Em período de exílio que atingiu a Família Real, nasceu na Suíça mas em território português: na Embaixada de Portugal em Berna, a 15 de Maio de 1945. Teve por padrinhos Sua Santidade o Papa Pio XII e por madrinha a Rainha Dona Amélia de Orleans e Bragança, então viúva de D. Carlos I, Rei de Portugal.

Permitido o regresso a Portugal da Família Real nos anos 50, estudou no Colégio Nuno Álvares (Caldas da Saúde) em Santo Tirso entre 1957 e 1959.

Em 1960 ingressou no Colégio Militar, prosseguindo, posteriormente, os Seus estudos no Instituto Superior de Agronomia e ainda no Instituto para o Desenvolvimento na Universidade de Genebra.

Cumpre o serviço militar em Angola como Tenente Piloto Aviador da Força Aérea entre 1968 e 1971. Durante esse período conheceu em profundidade as populações das então Províncias Ultramarinas, estabelecendo relações de amizade, em particular, com chefes tradicionais e lideres espirituais das várias religiões, circunstancias essas que lhe criaram dificuldades acrescidas com as autoridades em Lisboa.

Como Presidente da Campanha “Timor 87”, desenvolveu actividades de apoio a Timor e aos Timorenses residentes em Portugal e noutros países, iniciativa que teve o mérito de dar um maior destaque à Causa Timorense.

Sob a presidência do Senhor Dom Duarte participaram dessa campanha numerosas personalidades notáveis de diferentes quadrantes da sociedade portuguesa da altura, conseguindo-se a construção de um bairro para Timorenses desalojados.

Através da Fundação Dom Manuel II, instituição que preside, deu continuidade a esse empenho através de ajudas financeiras para a concretização de projectos nos domínios da educação, cultura e promoção do desenvolvimento humano em Timor e noutros países lusófonos.

Encetou contactos a vários níveis incluindo uma visita aos Governantes Indonésios, e a Timor Sob ocupação, que contribuiu decisivamente para uma mudança da atitude do Governo Indonésio e para O despertar de consciências em relação ao processo de independência daquele território.

É Presidente Honorário e membro de diversas instituições, sendo actualmente membro do Conselho Supremo dos Antigos Alunos do Colégio Militar e Presidente Honorário do Prémio Infante D. Henrique, programa vocacionado para jovens e que tem como Presidente Internacional S.A.R. o Duque de Edimburgo.

Desde muito jovem dedicou a sua atenção á defesa do ambiente, pertencendo desde os dez anos à Liga para a Protecção da Natureza.

Manifestando um profundo interesse e amor por Portugal e por toda a presença de Portugal no mundo, só ou acompanhado da sua Família percorre anualmente várias regiões do País, países lusófonos e comunidades portuguesas no mundo inteiro a convite dos responsáveis locais.

Agraciado por múltiplas ordens honoríficas, o Duque De Bragança está ligado por laços familiares a várias Casas Reais da Europa, nomeadamente: Luxemburgo, Áustria-Hungria, Bélgica, Liechenstein, Itália, Espanha, Roménia, Sérvia, Bulgária Thurn e Taxis, Bourbom Parma, Loewenstein etc.

Visita regularmente países com estreita relação histórica a Portugal frequentemente a convite dos respectivos Governos ou Chefes de Estado com quem mantém laços de amizade, como por exemplo o Brasil, Arábia Saudita, os Emiratos Árabes Unidos, Japão, China, Marrocos, Rússia, Estados Unidos, etc.

Casou a 13 de Maio de 1995, com a Senhora Dona Isabel de Herédia, e é pai de:
Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, nascido a 25 de Março de 1996 e baptizado em Braga a 1 de Junho de 1996,
Dona Maria Francisca nascida a 3 de Março de 1997 e baptizada em Vila Viçosa em 31 de Maio de 1997
Dom Dinis nascido a 25 de Novembro de 1999 e baptizado no Porto em 19 de Fevereiro de 2000.




Desejamos a Vossa Alteza muitas Felicidades, Saúde, Paz e Longa Vida. Que Deus continue a Guarda-lo, a Protege-lo e Iluminá-lo. Agradecemos toda a dedicação para com Portugal e os Portugueses.

Feliz aniversário para o nosso Rei Bem-Amado junto da nossa Querida Família Real.

Que Deus O ajude a fazer da Pátria o Reino que todos sonhamos.


VIVA O REI!

VIVA A FAMÍLIA REAL!

VIVA PORTUGAL!

domingo, 14 de maio de 2017

Fátima (2): a profecia não se cumpriu?

“Fátima é, sem dúvida, a mais profética das aparições modernas” – lê-se n’A mensagem de Fátima, da Congregação para a Doutrina da Fé, publicada a 26-6-2000, pouco mais de um mês depois da revelação, pelo Cardeal Ângelo Sodano, da terceira parte do segredo de Fátima, na celebração eucarística, presidida por São João Paulo II, em que foram beatificados os pastorinhos Francisco e Jacinta Marto, na Cova da Iria, a 13 de Maio de 2000.
A primeira e a segunda parte do segredo eram há já muito conhecidas e, segundo o mesmo texto, “dizem respeito antes de mais à pavorosa visão do inferno, à devoção ao Imaculado Coração de Maria, à segunda guerra mundial, e depois ao prenúncio dos danos imensos que a Rússia, com a sua defecção da fé cristã e adesão ao totalitarismo comunista, haveria de causar à humanidade”. Como nesse documento também se afirma, “em 1917, ninguém poderia ter imaginado tudo isto: os três pastorinhos de Fátima vêem, ouvem, memorizam, e Lúcia, a testemunha sobrevivente, quando recebe a ordem do Bispo de Leiria e a autorização de Nossa Senhora, põe por escrito”.
Muito se especulou sobre a terceira parte do segredo de Fátima, escrito pela Irmã Lúcia e guardado nos arquivos do Vaticano. Os papas São João XXIII e Beato Paulo VI tiveram conhecimento do seu teor, mas decidiram não o revelar. Depois do atentado que São João Paulo II sofreu, na praça de São Pedro, em Roma, a 13 de Maio de 1981, precisamente no aniversário da primeira aparição na Cova da Iria, este papa, ainda convalescente, leu a terceira parte do segredo de Fátima que, contudo, continuaria secreta por mais dezanove anos, pois só viria a ser revelada a 13 de Maio de 2000, na Cova da Iria, por ocasião da beatificação dos dois videntes mais novos.
A este propósito, o referido documento dessa congregação romana reconhece: “Quem lê com atenção o texto do chamado terceiro «segredo» de Fátima, que depois de longo tempo, por disposição do Santo Padre, é aqui publicado integralmente, ficará presumivelmente desiludido ou maravilhado depois de todas as especulações que foram feitas. Não é revelado nenhum grande mistério; o véu do futuro não é rasgado. Vemos a Igreja dos mártires deste século que está para findar, representada através duma cena descrita numa linguagem simbólica de difícil decifração.”
Talvez, mais do que a maravilha dos crentes, tenha prevalecido a desilusão por parte dos agnósticos e ateus, se não mesmo a decepção também de alguns fiéis. A terceira parte do segredo de Fátima previa que um “Bispo vestido de branco” morresse, como consequência de um atentado. Se o “Bispo vestido de branco” é o papa, como também a vidente reconheceu, dever-se-ia ter verificado, depois de 1917, algum atentado contra um romano pontífice, de que tivesse resultado a sua morte. Ora, como já se recordou, São João Paulo II, embora gravemente ferido depois de alvejado por Ali Agca, na Praça de São Pedro, a 13 de Maio de 1981, não só não morreu como viveu mais 23 anos, pois viria a falecer em 2005. Que dizer então de uma profecia que prevê a morte violenta de um papa quando esta, na realidade, não acontece?! Se o facto que anuncia não se realiza, a conclusão parece óbvia: não pode ser, portanto, uma verdadeira profecia!
Foi esta uma das questões a que o então perfeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Joseph Ratzinger, respondeu no seu comentário teológico ao manuscrito da Irmã Lúcia sobre a terceira parte do segredo de Fátima, que já tinha sido sumariamente revelado pelo Cardeal Ângelo Sodano, na missa da beatificação dos pastorinhos Marto, a 13 de Maio de 2000, em Fátima.
Para melhor compreender o sentido do texto da vidente, Tarcísio Bertone, que era então Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé e depois viria a ser Cardeal Secretário de Estado do Papa Bento XVI, foi expressamente ao Carmelo de Coimbra, entrevistar-se com a Irmã Lúcia. “Quanto à passagem relativa ao Bispo vestido de branco, isto é, ao Santo Padre — como logo perceberam os pastorinhos durante a «visão» — que é ferido de morte e cai por terra, a irmã Lúcia concorda plenamente com a afirmação do Papa (João Paulo II): «Foi uma mão materna que guiou a trajectória da bala e o Santo Padre agonizante deteve-se no limiar da morte» (João Paulo II, Meditação com os Bispos Italianos, a partir da Policlínica Gemelli, 13 de Maio de 1994)”.
Segundo o Cardeal Ratzinger, a terceira parte do segredo de Fátima “constitui uma visão profética comparável às da Sagrada Escritura, que não descrevem de forma fotográfica os detalhes dos acontecimentos futuros, mas sintetizam e condensam sobre a mesma linha de fundo factos que se prolongam no tempo, numa sucessão e duração não especificadas. Em consequência, a chave de leitura do texto só pode ser de carácter simbólico”.
Quer isto dizer, em suma, que há que privilegiar uma interpretação não literal e, neste sentido, a anunciada morte do “Bispo vestido de branco”, que é um papa, é uma metáfora para o atentado mortal de que foi vítima. Se o seu falecimento não se chegou, de facto, a verificar foi graças a Nossa Senhora, segundo expressão muitas vezes repetida pelo próprio Karol Wojtyla: “foi uma mão materna que guiou a trajectória da bala e o Santo Padre agonizante deteve-se no limiar da morte”.
Que o atentado era mortal, não restam quaisquer dúvidas. O seu autor, um assassino profissional, Ali Agca, nunca chegou a compreender por que razão São João Paulo II não morreu quando contra ele disparou à queima-roupa, acertando no alvo. Quando ambos se encontraram, na prisão italiana onde cumpria pena, não pediu perdão ao Papa, nem confessou a sua culpa, mas perguntou-lhe o que era Fátima, pois não se explicava a sobrevivência de João Paulo II. Por essa razão, o Papa Wojtyla ofereceu a Fátima a bala que quase o matou e que, desde então, por feliz decisão de D. Alberto Cosme do Amaral, primeiro Bispo de Leiria-Fátima, está encastoada na coroa de Nossa Senhora.
Se é verdade, portanto, que na terceira parte do segredo de Fátima se previa a morte de um papa, não é certo que essa profecia não se tenha cumprido, não só porque a linguagem simbólica usada não era susceptível de uma interpretação literal, mas também porque o atentado que vitimou São João Paulo II cumpriu, segundo o juízo da vidente e do próprio papa, o que de essencial nessa parte do segredo se predissera.
“Chegamos assim” – pela mão de Bento XVI, quando ainda era o Cardeal Joseph Ratzinger – “a uma última pergunta: Que significa no seu conjunto (nas suas três partes) o «segredo» de Fátima? O que é nos diz a nós? (…) Quem estava à espera de impressionantes revelações apocalípticas sobre o fim do mundo ou sobre o futuro desenrolar da história, deve ter ficado desiludido. Fátima não oferece tais satisfações à nossa curiosidade como, aliás, a fé cristã em geral, que não pretende nem pode ser alimento para a nossa curiosidade. O que permanece (…) é a exortação à oração como caminho para a «salvação das almas», e no mesmo sentido o apelo à penitência e à conversão.”
Fonte: Observador

sábado, 13 de maio de 2017

CENTENÁRIO DA APARIÇÃO DE MAIO E CANONIZAÇÃO DE FRANCISCO E JACINTA MARTO - transmissão em directo

Foto: papa2017.fatima.pt


22º ANIVERSÁRIO DO MATRIMÓNIO DE SS. AA. RR., OS SENHORES DUQUES DE BRAGANÇA

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Hoje, dia 13 de Maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, comemora-se o aniversário de Matrimónio de SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança, Dom Duarte Pio e Dona Isabel.


Desejamos a Vossas Altezas as maiores felicidades e que Deus Vos Abençoe.


Que Nossa Senhora de Fátima esteja sempre presente no Amor, na Alegria e na Caridade dos Nossos Reis e Infantes.


VIVA O REI! VIVA A RAINHA!
VIVA A FAMÍLIA REAL!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Chegada de Sua Santidade e Procissão das velas - transmissão em directo

Beata Joana, Princesa de Portugal



Filha d'El Rei D. Afonso V, nasceu em 1452. Desde menina se lhe dispôs mais o espírito para o serviço de Deus e cuidado dos pobres que para o luxo e grandezas da Côrte. Recolheu-se ao Mosteiro de Odivelas, donde passou, no ano seguinte, para o de Jesus em Aveiro, no qual veio a falecer em 1490. Seu culto foi confirmado por Inocêncio XII.

* D. João II, Rei de Portugal, filho de Afonso V, e irmão da Beata Joana, tinha fama de santidade, e sendo-lhe ainda reconhecido alguns milagres. No tempo do Cardeal-Rei Henrique, o seu corpo foi exumado e encontrado incorrupto (os seus últimos momentos)


Fonte: Fidelissimus

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Só eu sei porque sou monárquico!

Aquele debate, como todos os debates do género, entre duas figurinhas, cada qual a fazer valer os seus argumentos, os seus gestos, a fotogenia imanente, cheios de conselheiros de imagem, como se fossem estrelas de televisão, com tempos marcados ao segundo, e a gente a ver, com dois jornalistas a fazerem as perguntas que não têm resposta, para além da propaganda, e no fim, como dois lutadores, duas misses simpatia, à espera de ganhar uns pontos na próxima sondagem! Um parágrafo longo para dizer quase tudo o que me vai na alma, e no espírito enfastiado que reclama: - é preciso ter pachorra e ser muito infantil para esperar alguma coisa deste sistema de escolha do futuro chefe de estado! E sorrindo para os meus botões digo baixinho: - ainda bem que sou monárquico!

Saudações

JSM


Fonte: Interregno