terça-feira, 14 de novembro de 2023
Alfred Naquet e o divórcio em França
domingo, 12 de novembro de 2023
Conjurados 2023 - Celebração da Independência
A Casa Real Portuguesa, através da Associação Infanta Maria Francisca em colaboração com a Causa Real e as Reais Associações de todos o país, este ano chamou a si a organização do Jantar dos Conjurados num formato diferente.
A nossa festa da independência realizar-se-á no Museu Nacional de História Natural ao Príncipe Real, em Lisboa, como sempre no dia 30 de Novembro, e será precedido às 19:30hs pela comunicação de S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança.
Mais informações e inscrições poderão feitas através deste sítio criado para o efeito aqui https://conjurados.pt/ ou em alternativa através do email: conjurados1640@gmail.com.
Para mais esclarecimentos pedimos um contacto para o secretariado da Real Associação de Lisboa de segunda a sexta-feira entre as 11:00hs e 14:00hs presencialmente ou pelo telefone 213 428 115.
Contamos com a sua presença!
Fonte: Real Associação de Lisboa
sábado, 11 de novembro de 2023
São Martinho de Tours: Militar, monge e Bispo
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
DESPERTE!
Nesta altura do “campeonato”, infelizmente, quase todos conhecemos alguém que teve, tem ou morreu com problemas da toma do líquido experimental. Nas conversas, um pouco por toda a parte, fala-se ainda a medo sobre este fenómeno das mortes súbitas nas crianças, jovens e menos jovens, sem quaisquer problemas de saúde; das inúmeras pessoas afectadas pela experiência a que chamaram “vacina”. É o começo do despertar à custa da desgraça confirmada.
Porém, a narrativa da “teoria da conspiração” permanece ainda na cabeça de alguns. Para esses, é impossível ter sido posto em prática tamanha agenda macabra porque a ser verdade, todos os inoculados teriam de colapsar, o que não se verificou. Este raciocínio é correcto mas só em parte. Jamais uma agenda desta natureza poderia tocar a todos porque se assim fosse chamar-se-ia “genocídio” e a agenda ficava totalmente exposta. Quando distribuíram o líquido, colocaram ampolas com placebo. Os que resistiram ilesos são exactamente os felizardos que foram contemplados com os lotes da sorte. Porque os outros, seja no imediato, seja nos anos seguintes, terão a saúde comprometida, como se veio a demonstrar com inúmeros casos clínicos comprovados e que não param de ser expostos. Ah! e os políticos que vos mandaram ir tomar a “eficaz e segura pica” nem sequer a tomaram. Fingiram. Há provas disso. Nenhum “crime” é perfeito.
Com uma gestão do medo muito eficaz, usando como aliado principal os mass media, a população aterrorizada que consumia apenas a informação filtrada do “mainstream”, viu-se encurralada e correu para as filas do líquido milagroso que os iria salvar. Só não lhe disseram que era experimental. Que não tinha ainda as fases todas de testagem concluídas (por isso não era AINDA uma vacina); que os ratos usados para os testes clínicos tinham sucumbido e que a doença era tão perigosa quanto uma gripe (e com terapêutica idêntica). Nem que o teste usado para amedrontar esses infelizes, não fora concebido para esse fim. Não houve informação consentida, propositadamente.
Agora, já olham para nós, “os chalupas negacionistas” (como nos conotaram), com olhos diferentes e a revolta começa a germinar. Sabemos isso. Muitos não o dizem. Mas sentimos numa palavra ou outra que sai como um desabafo que não conseguem mais conter. É a mentira a chocar de frente com a realidade e que provoca frustração em quem foi enganado. E são muitos.
A Pipoca que fez uma propaganda massiva ao líquido, reforços, máscaras e afins, já se revoltou. Já percebeu que estão a preparar uma nova temporada e não quer fazer parte dela. Ora, se assim é, o que a fez mudar de ideias sobre a perigosidade do bicho e urgência, dever cívico em tomar o líquido? Pois. Não o dizem explicitamente mas subentende-se muito bem! Após tantas incoerências sobre esta nova virose, ninguém fica indiferente à descoberta da mentira. Falta saber se estes “influencers” vão sucumbir à pressão dos patrocinadores ou vão fazer frente à agenda das farmacêuticas.
Nós avisámos que Bill Gates, filho de pai eugenista, depois de vender a Microsoft apostou no filão das vacinas e desde então, as polémicas à volta dos efeitos adversos das suas inoculações experimentais, não param até hoje. Quando é o próprio a falar abertamente sobre os objectivos de depopulação mundial, onde está a dúvida? (veja aqui)
Avisámos que a “palermia” tinha sido planeada no Evento 201, meses antes de soltarem a virose na população e que um dos objectivos (além da depopulação) era usá-la como meio de controlo, e disseram-no às claras. Onde está a dúvida? (veja aqui)
Avisámos que além disto, a nova virose era um pretexto para “great reset”. Criar o caos, propagar o medo e no final, aparecerem como salvadores do mundo com uma governança mundial não eleita. Se são eles que o afirmam, onde está a dúvida? (veja aqui e aqui)
Avisámos que os media do mainstream, serviriam esta agenda manipulando a opinião pública através de informação seleccionada, filtrada e, inventada. Ver para crer. Onde está a dúvida? (veja aqui)
Avisámos que a pandemia já andava a ser planeada pela Rockerfeller Foundation em 2010 no seu site oficial. Onde está a dúvida? (veja aqui)
Avisámos que os enfermeiros, fartos de serem cúmplices forçados, resolveram denunciar esta perversa agenda. Se são eles que se revoltam, porque ainda duvida? (veja aqui)
Avisámos sobre a total ausência de informação nas inoculações (veja aqui), sobre as falsa crise pandémica (veja aqui) e as falsas injecções nos famosos (veja aqui). Ainda com dúvidas?
Avisámos que vem aí nova temporada, de nova crise, com nova virose, anunciada descaradamente por Klaus Schwab (veja aqui). Dúvidas? Só as tem se continuar a negar os factos.
Vou apenas lembrar que os mesmos que lhe mentiram sobre estes 3 anos de suposta crise pandémica, são os mesmos que faltam à verdade quando se fala do fatídico dia da queda das torres (veja aqui); da democracia e eleições (veja aqui); da agenda falhada das alterações climáticas (veja aqui) e com previsões falhadas sobre o clima (veja aqui); da pedofilia, pornografia e tráfico infantil (veja aqui) entre tantas, tantas outras coisas. Nada é o que parece.
Desperte! Está tudo à sua frente num simples “click”. Aprenda que, se lhe escondem informação nos telejornais; se vedam o acesso LIVRE a conteúdos nas plataformas digitais; se os jornalistas só repetem o guião globalista de “lápis azul” na mão, alegando lutarem pela desinformação, tratando-o a si como uma criança, sem direito a fazer as suas próprias escolhas, é apenas porque temem o contraditório (as agendas dos seus “donos” não podem ser contrariadas). É a ditadura do pensamento único. É a História a repetir-se na terrível perseguição à liberdade de expressão.
Se está em concordância com eles, mas diz-se defensor da democracia, então tem de rever os seus valores. Porque na verdade está a defender a supressão da liberdade de expressão que começam precisamente na imposição da censura com vista à manipulação do pensamento até ao controlo e escravidão total.
Vale a pena reflectir seriamente sobre isto antes que seja tarde demais. DESPERTE!
Fonte: Blasfémias
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Recital pelo Coro Vox Aetherea no Coro Alto da Igreja da Rainha Santa Isabel - 11 de Novembro,18 horas em Coimbra
No próximo Sábado, dia 11 de Novembro, a Confraria da Rainha Santa Isabel acolhe no Coro Alto da Igreja da Rainha Santa Isabel, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, em Coimbra, o Coro Vox Aetherea, para o recital FEMINAE CANTUS, englobado na 5.ª edição do ciclo de música da ORPHIKA, da Universidade de Coimbra.
A entrada é livre mas, dada a limitação de lugares e de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, recomenda-se a pré-reserva de lugares pelos telefones 239441674 e 918048310 ou para o e-mail <secretario@
A Confraria da Rainha Santa Isabel e a Liga dos Amigos da Confraria da Rainha Santa Isabel contam com a participação atenta de todos!
Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel e
Pela Direcção da Liga dos Amigos da Confraria da Rainha Santa Isabel,
Joaquim Leandro Costa e Nora
terça-feira, 7 de novembro de 2023
II Prémio Marquês de Rio Maior para a Agricultura
O júri do Prémio Marquês de Rio Maior para a Agricultura anunciou hoje em Santarém a atribuição do vencedor da edição deste ano ao Projecto Tejo pela sua proposta relevante e inovadora no aproveitamento dos recursos hidráulicos para fins múltiplos, nomeadamente na rega do Vale do Tejo, Oeste e Setúbal e com uma forte componente a nível ambiental e de combate à poluição hídrica.
Desenvolvido pela + Tejo, Associação para a Promoção do Desenvolvimento Sustentável do Tejo, o Projecto prevê também a navegabilidade do Rio Tejo, a produção de electricidade verde em açudes e barragens e a potenciação da pesca e da aquacultura.
O Prémio tem o nome do Eng. Agrónomo João Saldanha Oliveira e Sousa, Marquês de Rio Maior, técnico agrícola e agricultor no Ribatejo que desempenhou brilhantemente funções como Professor, Director da Estação Nacional de Fruticultura, Autarca e dirigente monárquico.
O Júri desta iniciativa promovida pela Real Associação do Ribatejo é presidido por João Coimbra e tem como vogais, Gonçalo Martins da Silva, Fernando Mouzinho, Nuno Geraldes Barba, Francisco Gomes da Silva, José Cortez de Lobão, Eduardo Oliveira e Sousa e António Saldanha.
A entrega do Prémio está marcada para dia 24 de Novembro às 19h na Quinta do Casal Branco em Almeirim e será presidida pela Infanta D.Maria Francisca de Bragança.
segunda-feira, 6 de novembro de 2023
São Nuno de Santa Maria: exemplo de Amor à Pátria e Santidade
domingo, 5 de novembro de 2023
As Cruzadas não foram agressivas, mas defensivas
sábado, 4 de novembro de 2023
A saudade
“A Saudade não é um tema português, mas o tema português por excelência. Se algum outro pode ser situado ao lado é a ‘Descoberta’. Ambos polarizam a realidade histórica que é Portugal. E resulta que são uma contraposição: a ‘Descoberta’ é a ânsia de ir, a ‘Saudade’ a ânsia de voltar. A ex-patriação (uma vez) e a re-patriação permanente: antes e depois da Descoberta. Portugal é o ‘filho pródigo’ de si mesmo. O que nele é o mais autêntico, o ir ou o voltar? Aquele o fez uma só vez: este o fez e está a fazer sempre. A cada dia, cada hora o português volta.