terça-feira, 5 de julho de 2011

5 de Julho de 2011, um dia de reparação


Durante décadas aprendeu a renegar tudo aquilo em que acreditava, almejando substituir aquele que fora o seu mentor. Governou Portugal, não teve coragem e não conseguiu uma transição como aquela que anos mais tarde se verificaria em Espanha. Por vezes intrigando e noutras procurando dramatizar, frequentemente minimizou os problemas da guerra e do desenvolvimento. Partiu para jamais voltar, vivo ou morto. Deixou bem expressa a sua vontade: voltar para Portugal? Nunca! Este português de nascimento foi Marcelo Caetano. Hoje o seu legado é palpável, pois o actual regime rotativo, é dominado pelos herdeiros que deixou em todos os postos relevantes do poder. A ANP é um resumo do PS e do PSD.

D. Maria Pia de Sabóia foi Rainha e chegando a este país na adolescência, aqui para sempre quis ficar. Sem a vontade ou a capacidade introspectiva daquela que seria a sua nora, conseguiu concitar a quase unanimidade do país, rendido ao seu sentido do dever e tão importante quanto a obrigação, à forma como soube praticar o seu ofício. Não foi dada a actos cuidadosamente ponderados e que visavam o futuro e o bem comum e em contraste com D. Amélia de Orleães, amava a etiqueta, os grandes actos públicos, possuindo aquele sentido de oportunidade que aqueles poderiam significar. Nos actos públicos, por vezes tornava-se numa expontânea e o povo amava-a por isso mesmo. Não se tratava da mera vaidade pessoal de quem se vira alçada a uma posição de discutível vantagem, sendo Portugal um país de escassos recursos e onde a estabilidade política era sempre posta em causa pelas paixões partidárias e efabulações de uma grandeza que não voltou. A Rainha talvez possa ser considerada como alguém que compreendeu a necessidade de uma proximidade com a população, sendo esta receptiva a demonstrações de atenção que de outra forma jamais chegariam. Passando o óbvio anacronismo, D. Maria Pia foi uma Rainha moderna nas relações públicas do Estado e hoje não estranharíamos a sua visibilidade e o cuidado que punha nas suas aparições públicas. Desde o estudar de tons da indumentária e as manifestações de respeito e deferência para com os mais humildes, até ao preciso local onde se ajoelharia em acção de graças - num momento cronometrado ao segundo e que conseguia um "inesperado" raio de sol que rasgava os vitrais e lhe iluminava a ruiva cabeleira -, a Rainha parece ter compreendido a psicologia das multidões. Será desnecessário mencionar as bem conhecidas obras de benemerência, o bom gosto que deixou nas residências onde viveu, ou o seu apego aos preceitos constitucionais que um dia a levariam a desabridamente enfrentar um espantado e prepotente marechal Saldanha.
D. Maria Pia quis ser portuguesa e soube sê-lo. No seu retrato oficial dispensou jóias e apenas se embelezou com as cores nacionais, bastando-lhe isso para mostrar quem era. Ao contrário de Marcelo Caetano, não intrigou para derrubar potenciais adversários, não enviou rapazes para a guerra, não mentiu e não quis fugir. Mais importante ainda, na hora da morte pediu que o seu leito fosse deslocado, de modo a que o seu derradeiro olhar partisse em direcção à sua pátria adoptiva, o distante Portugal.

Passam cem anos desde a sua morte. Exige-se uma reparação à mulher que não culpou o país pelo assassinato do filho e do neto, pelos enxovalhos a que a baixa política panfletária submeteu o marido e a ela própria. A 5 de Outubro de 1910, perguntava espantada porque razão partia, sabendo que em Portugal estaria segura, acontecesse o que acontecesse. Conhecia a população que aprendera a ver naquela Rainha uma grandeza passada e teve aquele sentido do servir que após a sua presença no pináculo do Estado, apenas a sua nora conseguiu durante algumas décadas manter incólume.

Não bastará uma simples e discreta trasladação à "maneira da 2ª República". Exige-se mais, pois tratar-se-á da justiça reparadora. O regresso da rainha D. Maria Pia a Portugal, deverá ser um grande momento de reconciliação dos portugueses consigo próprios, no exemplo da soberana que tendo nascido estrangeira, soube ser mais patriota que muitas consideradas luminárias de tempos passados e do presente. Como em todos os momento difíceis, quer-se grandeza e o sentido da plena compreensão da nossa História. Apenas isso.

Amanhã, 5 de Julho de 2011, será um dia de reparação. Em S. Vicente de Fora, naquele lugar onde um dia será definitivamente recolhida, reunir-se-ão aqueles que não querem nem podem esquecer. Nesta hora de todas as ameaças, o exemplo de D. Maria Pia serve de lição. Saibamos merecê-la.

Nuno Castelo-Branco

Fonte: Estado Sentido

S.M.F. A Rainha Dona Maria Pia



A Rainha Dona Maria Pia com os seus netos: D. Luiz Filipe e D. Manuel.

Do livro Casa Real de Eduardo Nobre.

Faleceu S.A.I., Arquiduque Otto de Habsburgo (20.11.1912 - 4 de Julho de 2011)

É com grande pesar que anunciamos o falecimento do Arquiduque Otto de Habsburgo. SAI faleceu hoje com a idade de 98 anos na sua residência de Poking na Alemanha.

Otto von Habsburg, filho primogénito do último imperador austro-húngaro, morreu hoje aos 98 anos.

À nascença, em 1912, era suposto vir a reinar sobre a Áustria, a Hungria, a actual República Checa, a Croácia, a Eslovénia, a Eslováquia, e a Bósnia-Herzegovina. Como todos os rebentos de uma grande casa real, fadados para altos voos, o filho do imperador Carlos I recebeu um nome extenso: Franz Joseph Otto Robert Maria Anton Karl Max Heinrich Sixtus Xavier Felix Renatus Ludwig Gaetan Pius Ignatius. Enquanto durou a monarquia, era abreviadamente designado como arquiduque Otto.

Depois veio a Primeira Grande Guerra. O império austro-húngaro desmembrou-se e a família real exilou-se. O pequeno Otto tinha sete anos e foi parar à Madeira. Em observância, mesmo assim, da lei republicana, a família acatou a proibição de usar títulos nobiliárquicos: a criança passou a chamar-se simplesmente Otto Habsburg-Lothringen. Quando morreu o ex-imperador, a fracção monárquica quis que fosse Otto a suceder-lhe em caso de restauração monárquica.

Na Áustria a restauração parecia mais longe do que nunca. Na Hungria, a contra-revolução capitaneada pelo almirante Miklos Horthy prometia restaurar a monarquia. Mas Horthy optou por uma receita em que mais tarde viria a inspirar-se Francisco Franco: monarquia sim, mas com o Estado chefiado por um regente sem prazo - ele próprio. Horthy era o “almirante de um país sem mar, e regente de uma monarquia sem rei”. O jovem Otto tinha muito que esperar.

A anexação da Áustria pela Alemanha nazi em 1938 e a aliança da Hungria com a mesma Alemanha davam o golpe de misericórdia às expectativas de uma restauração monárquica. Otto tornou-se um ponto de cristalização das conspirações monárquicas, hostis ao anexionismo nazi. Escolheu primeiro a Bélgica, depois a França, como locais de exílio. O colapso militar da França em Junho de 1940 obrigou-o a procurar novo país de acolhimento. Escolheu Portugal e pôde partir com um visto do cônsul em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes.

Em 1943, preocupado com o avanço do Exército Vermelho sobre a Europa Central, Otto von Habsburg tentou intermediar, a partir de Portugal, contactos secretos entre Horthy e o presidente norte-americano, Franklin Roosevelt.

O objectivo desses contactos era o de obter dos aliados ocidentais o compromisso de abrirem a segunda frente, não em França como veio a suceder, mas precisamente na Europa Central, colocando assim a Hungria na sua esfera de influência. Em contrapartida, o governo húngaro deveria romper a sua aliança com a Alemanha nazi e passar para o lado dos Aliados.

Monárquicos portugueses, como José Saldanha da Gama, participavam activamente no plano e secundavam os esforços de Otto von Habsburg - um capítulo pouco conhecido da história portuguesa na Segunda Guerra Mundial.

Os contactos acabaram por não produzir resultados, porque a Hungria tardava em romper a aliança com a Alemanha e os aliados ocidentais hesitavam em arriscar um passo que podia levá-los a uma imprevisível dinâmica de confronto com a URSS. Em Março de 1944, a Alemanha nazi, alertada para as ambiguidades do governo de Budapeste nesse processo, invadiu a Hungria.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial, Otto von Habsburg viveu durante vários anos em França e em Espanha. Em 1961, renunciou explicitamente a todas as suas pretensões no caso de uma restauração monárquica na Áustria e declarou-se “um leal cidadão da república”. Anos depois, viria a afirmar que hesitara longamente e acabara por dar esse passo devido a considerações de carácter meramente prático.

Otto von Habsburg foi eleito deputado europeu em 1979, pelo partido da direita bávara CSU. Ocupou o cargo durante vinte anos, até 1999.

Fonte: Página de SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA no Facebook

A SS. AA. RR. os Duques de Bragança, primos do Imperador Otto, a Real Associação do Médio Tejo apresenta os votos de sentidos pêsames.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fotos de SS. AA. RR. no Casamento Real no Mónaco

Cocktail no Hotel Hermitage (01-07-2011)


Casamento do Príncipe Alberto do Mónaco (02-07-2011)


Jantar de Gala, Baile e Fogo de artifício (02-07-2011)


Rainha Santa Isabel

Descendente da Casa Real de Aragão, Santa Isabel nasceu, muito provavelmente, em 11 de Fevereiro de 1270, em Saragoça. Onze anos depois, por procuração, era
realizado o seu casamento com Dom Dinis, consumado em Trancoso, em Junho de 1282.

Tornada Rainha de Portugal, Dona Isabel contemplaria Coimbra pela primeira vez em Outubro de 1282, cidade onde se recolheu após a viuvez e realizou muitas das práticas caritativas acompanhadas de prodigiosos milagres, que viriam a ter como expressão máxima a lenda da transformação do pão em rosas.

Falecida aos sessenta e seis anos, no dia 4 de Julho de 1336, em Estremoz, foi sepultada em Coimbra no dia 11 de Julho.

Fonte: Confraria da Rainha Santa Isabel

domingo, 3 de julho de 2011

EVOCAÇÃO NO PORTO DA RAINHA D. MARIA PIA: MEMÓRIA DE UMA RAINHA

05 de Julho – 18h00
Palacete dos Viscondes de Balsemão
 
Assinalando a passagem dos cem anos da morte da Rainha D. Maria Pia, a Câmara Municipal do Porto, através do Pelouro do Conhecimento e Coesão Social, com a colaboração do Consulado Honorário de Itália, organiza um programa evocativo, no Palacete dos Viscondes de Balsemão – casa que, no Porto, guarda a primeira memória do Rei Carlos Alberto, avô de D. Maria Pia, e que é um dos símbolos das seculares relações luso-italianas.

Organização:
PCCS (Pelouro do Conhecimento e Coesão Social) e Consulado Honorário de Itália
Para o Público em geral, Gratuito

Informações:
Direcção Municipal de Cultura – Porto Cultura
Palacete dos Viscondes de Balsemão
Praça de Carlos Alberto, 71 portocultura@cm-porto.pt
4050-157 Porto
Tel.: 223 393 485 Fax: 223 393 487
 
Fonte: Real Associação da Beira Litoral

Missa em Lisboa assinala centenário da morte da Rainha Maria Pia, mulher de D. Luís

O Palácio Nacional da Ajuda (PNA), em Lisboa, inicia no dia 05 de Julho, quando se completa um século sobre a morte da Rainha Maria Pia, um programa de iniciativas que começa com a celebração de uma missa “In Memoriam”.

 
A missa será celebrada nessa terça-feira às 19:00 na igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa, pelo bispo titular de Belali e auxiliar de Lisboa, Carlos Azevedo, com a participação dos coros D. Luís, criado há 22 anos pelo palácio, Corelis (da Relação de Lisboa), Coral Stella Vitae, Cantus Certus (do Tribunal de Contas) e do organista João Vaz. Entre outras personalidades, assiste à missa S.A.R. Duarte de Bragança, chefe da Casa Real portuguesa.
Em declarações à Lusa, a directora do PNA, Isabel Silveira Godinho, lamentou “não ser possível fazer uma grande exposição como foi feita sobre D. Luís [marido da Rainha], em 1989”. “Se os tempos não fossem tão difíceis, faríamos uma grande exposição como a ‘D. Luís em 1989/1991’", disse a responsável, acrescentando que os monarcas eram, até então, “um casal praticamente desconhecido, estavam no limbo, e hoje fala-se da D. Maria Pia como se fosse prima, com um à vontade extraordinário”.
O programa de iniciativas, que em Dezembro Isabel Silveira Godinho adiantou à Lusa, inclui um concerto, uma exposição e a edição de um álbum de fotografias inéditas. Referindo-se ao álbum, a responsável adiantou que “será a história de Maria Pia desde pequenina até adulta, e o curioso é que todas estas fotografia, ou a grande maioria, foram tiradas por membros da família, e há cenas absolutamente familiares”.
A coordenação é de Carmo Rebelo de Andrade com a colaboração de toda a equipa do PNA, referiu.
"Certamente o dia do seu aniversário [16 de Outubro] será festejado com grande pompa e circunstância, e haverá ainda a exposição ’25 anos de aquisições, 25 anos de doações’, que também é uma homenagem a ela, pois foi uma senhora que comprou muito”.
“Maria Pia sabia o que comprava e a ela devemos as ricas colecções que hoje temos. Ela procurava o que de mais moderno havia, o seu gosto ia sempre para o ultramoderno, para os artistas mais arrojados”, disse.
A directora do PNA afirmou à Lusa que “o palácio foi feito à imagem e semelhança da Rainha, que contratou arquitectos e decoradores”.
“Logo em 1865 [três anos depois de se casar] já o arquitecto Possidónio da Silva estava a trabalhar para tornar o Palácio mais acolhedor, ela queria um ambiente de família e educar de perto os filhos, perdendo o paço aquele aspecto de casa fria e distante”, disse.
O Paço da Ajuda foi a sua residência oficial durante os 48 anos que viveu em Portugal.
Silveira Godinho reafirmou à Lusa o desejo de trasladar o corpo de Maria Pia para Portugal, “e [que] seja sepultado junto da sua família, o marido e os filhos”.
“Maria Pia é a única Rainha que está sepultada no estrangeiro. Ela era uma grande patriota, uma grande portuguesa por isso é que a quero trazer para Portugal”, disse a responsável que já em 2005 encetou contactos para a trasladação.
A Rainha Maria Pia, falecida a 05 de Julho de 1911 em Stupinigi (arredores de Turim), encontra-se sepultada no panteão real dos Sabóia na Basílica de Superga, em Itália.
Maria Pia de Sabóia chegou a Portugal com 14 anos, “vinda de uma corte onde se vivia a glória da vitória, pois o seu pai [Victor Manuel II] foi o unificador da Itália”.

Fonte: Destak

sábado, 2 de julho de 2011

Programa das Festas da RAINHA SANTA ISABEL 2011

Embora, como é hábito nos anos ímpares, não se realizem as procissões em 2011, nem por isso deixaremos de solenizar com todo o esplendor a festividade da nossa Excelsa Padroeira.
O programa será o seguinte:
  • Dias 1, 2 e 3 de Julho, às 21h30, tríduo solene na Sua igreja do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, com pregação a cargo do Revº Pe. José António Carneiro, da Diocese de Braga.
  • Dia 2 de Julho, às 15h00, distribuição de bens alimentares a 300 famílias carenciadas de Coimbra.
  • Dia 3 de Julho, às 11h00, missa solene da Confraria da Rainha Santa Isabel;
  • Dia 4 de Julho:
    • às 8h00, missa presidida pelo Revº Capelão da Confraria da Rainha Santa Isabel;
    • às 11h00, missa solene presidida pelo Revº Vigário-Geral da Diocese de Coimbra;
    • às 16h30, missa da Real Ordem da Rainha Santa Isabel, com a participação de Suas Altezas Reais, os Senhores Duques de Bragança;
    • às 18h00, segundas vésperas.
Muito cordialmente convidamos todos os irmãos e a população em geral a participarem nas referidas solenidades, associando-se desse modo à celebração da Festa da Rainha Santa Isabel.

O Presidente da Mesa,
António Manuel Ribeiro Rebelo
 Fonte: Confraria da Rainha Santa Isabel

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA MARCAM PRESENÇA NO CASAMENTO DE S.A.R., O PRÍNCIPE ALBERTO II DO MÓNACO

Esta semana, todos os caminhos vão dar…ao Mónaco. Sua Alteza Real, o Príncipe Alberto II convida e os monegascos e europeus, em geral, assistem com entusiasmo às festividades que envolvem o casamento com Charlène.

O casamento civil realiza-se na sala do Trono, às 17 horas locais (16 horas de Lisboa), na sexta-feira, dia 1 de Julho de 2011, na presença de 50 familiares e amigos próximos.

Cerca das 17h50, depois da celebração do matrimónio o casal cumprimentará os súbditos na varanda do Palácio.

Haverá fanfarra para homenagear a nova princesa com um hino especialmente composto para a ocasião.

Os representantes dos monegascos vão apresentar cumprimentos aos príncipes e o grupo U Cantin d’A Roca vai cantar uma peça do monegasco Jo Di Pasqua, antes da abertura dos bares e buffets.

A noite será feérica, com um concerto de luz e som de Jean Michel-Jarre no Porto Hércules, que a euronews vai transmitir em directo.

No sábado, a cerimónia religiosa terá mais de mil convidados, entre os quais estarão representantes de Casas Reais, chefes de Estado e outros convidados notáveis, além de centenas de monegascos. Os Senhores Duques de Bragança são convidados dos Príncipes do Mónaco.

Às 18:30 os príncipes vão, em cortejo, até à Igreja Santa Devota, onde serão recebidos por Monsenhor Bernard Barsi, Arcebispo do Mónaco.

A princesa irá depositar o bouquet ao som do canto coral e, depois, de uma oração no altar desta igreja.

O jantar oficial, preparado por Alain Ducasse, será servido nos terraços da Ópera Garnier.

Um grandioso fogo de artifício num ambiente musical marcará a mais bela noite monegasca do ano!

Fonte: euronews

sexta-feira, 1 de julho de 2011

FOTOS: LANÇAMENTO DO LIVRO "A INFANTA REBELDE" NO PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA - 27.06.2011




Sala do Palácio da Independência onde ocorreu o lançamento do livro de S.A., A Infanta Dona Adelaide de Bragança van Uden - "A Infanta Rebelde".

Dois filhos da Senhora Dona Infanta, D. Francisco e Dona Teresa de Bragança van Uden, com a Sra. D. Maria da Conceição Sande Lemos (de verde), amiga da Família van Uden.


S.A.R., Dom Duarte compra o livro à chegada antes de entrar para a sala de apresentação.



Mesa da apresentação: da esquerda para a direita, Pe. Pedro Quintela, Isabel Stillwell (apresentadora), Raquel Ochoa (autora do livro) e Dr. Marcelo Teixeira, Director da Editora Oficina do Livro.


S.A.R., Dom Duarte esperando pelo livro que estava a ser autografado



Duarte Seabra Calado, Presidente da JML com Raquel Ochoa, autora do livro.


A Infanta Rebelde mostra-nos a vida de uma figura absolutamente ímpar na História Contemporânea de Portugal, mas, acima de tudo, o retrato de uma Mulher que teve a coragem de ultrapassar todos os obstáculos e lutar pelo ideal que dava sentido à sua vida – tornar a sociedade, tal como a sua natureza, mais justa e benévola. Um extraordinário testemunho de humanismo e coragem”. - Raquel Ochoa

(...) "Com uma certa ironia sorridente e simples, o olhar meigo muito simpático mas pesquisador, a opinião sempre esclarecida mas por vezes contundente, Portuguesa a mais não poder, a minha Tia Maria Adelaide tem sido um Exemplo. Vale a pena viver assim!"
Dom Duarte de Bragança, in Prefácio.

"Não ligue às coisas, ligue às pessoas" - Dona Maria Adelaide de Bragança van Uden (99 anos de idade)

Digitalização do livro "A Infanta Rebelde"

Fonte: Família Real Portuguesa