sexta-feira, 8 de março de 2013

"o Rei é a garantia do respeito das leis fundamentais da vida pública, o fiador das liberdades naturais e legítimas do Povo e finalmente o zelador da justiça social."

 
Eu, como herdeiro dos Reis que promoveram os vossos direitos fundamentais e defenderam contra todas as pressões a vossa dignidade, não quero deixar de denunciar em nome dum Passado cujas lições nenhum improviso poderá ofuscar, o erro de todas e quaisquer situações que, fazendo tábua rasa do Direito Público e do princípio institucional, alicerçam o Poder em prestígios pessoais. É em momentos de crise, como aquele que se avizinha, que mais dolorosa se torna a ausência de uma Autoridade que, pela sua origem e natureza transcendentes, tenha o Poder natural de arbitrar e defender o equilíbrio e a unidade nacional.


As experiências politicas e sociais do nosso tempo, longas ou fugazes, têm-me arraigado na convicção de que o Rei, como procurador histórico da Nação, é o mais natural processo de defesa e manutenção das liberdades públicas perante a força, a autoridade e as largas funções que caracterizam o Estado Moderno; o Monarca, não está por natureza enfeudado a uma «direita» ou a uma «esquerda», e por isso ele tem em si o dom de libertar as Instituições sem que perigue a autoridade do Estado. À sombra da Instituição monárquica, o diálogo das opiniões pode prosseguir livremente como elemento fundamental na evolução progressiva do País. No seu próprio interesse e dos seus descendentes, o Rei é a garantia do respeito das leis fundamentais da vida pública, o fiador das liberdades naturais e legítimas do Povo e finalmente o zelador da justiça social.


Creio ser possível, na aparente desorientação dos espíritos, encontrar o denominador comum do pensamento político, da ansiedade popular, das opiniões dos homens cultos e das vitais exigências da grei. Será ele uma síntese política em que a acção dum Governo eficiente e forte exerça no estrito acordo das regras da moral cristã e do Direito Público, respeite como limite os inalienáveis direitos da pessoa humana, faça florescer as liberdades públicas e associativas, e seja condicionado e fiscalizado por uma genuína representação nacional. É esta, aliás, a grande tradição da Monarquia Portuguesa, e creio que Vós, portugueses, sabereis reconhecer a vantagem que a Instituição Real Vos oferece na realização e defesa do harmonioso edifício dum Estado verdadeiramente nacional.
 
Excerto da Proclamação de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Nuno de Bragança, Fevereiro de 1959

quarta-feira, 6 de março de 2013

República nonsense

Correndo o risco de ser repetitivo, começo por realçar novamente o Índice de Democracia, elaborado por The Economist Democracy Unit. Além disso, sugiro também a atenção ao índice de liberdade de imprensa, dos Reporters Without Borders e ao IDH, da ONU. Os números de monarquias constitucionais, entre os 10 primeiros classificados de cada estudo, são, respectivamente: 7, 8 e 7. O mais interessante é que, cruzando os 3 rankings, os únicos países que aparecem sempre no top 10 são: a Noruega, a Suécia, os Países Baixos e a Nova Zelândia, todos monarquias constitucionais.

Não sei se os nossos caros leitores já se deram ao trabalho de assistir ao espectáculo deprimente de um republicano a tentar defender a república. A base argumentativa, para não dizer que é estúpida, simplesmente não existe. O principal objectivo, com a apresentação dos referidos dados, é derrubar o principal argumento dos republicanos, que assenta no suposto carácter anti-democrático duma monarquia (Mito nº1). Meus caros, monarquias garantem a liberdade política, defendem a soberania nacional e criam condições para a construção de sociedades avançadas, com valores morais e tradições perfeitamente de acordo com as leis dos respectivos Estados.
 
O aparecimento das repúblicas europeias, particularmente a Portuguesa, não passa de um fruto da prepotência de homens que se consideravam superiores aos outros. Pergunto: de onde é que surgiu a ideia de implantar uma república em pleno século XIX (ou XX, no nosso caso)? Da república romana? Da federação dos Estados Unidos? Da Grécia Antiga?!?!!!!! Não, ninguém se inspirou em exemplos. A república parlamentar representativa foi uma inovação, formulada por pensadores positivistas. Só para esclarecer, um dos princípios do positivismo é que existe uma elite intelectual, cuja função é governar e mandar no resto da sociedade.
 
Ninguém critica o fim do Antigo Regime. Porém, com o iluminismo, surgiu uma tendência abominável de querer formular regimes e modelos de sociedade, com base nos mais variados postulados. Isso chama-se dedução hipotética e é usada nas ciências metodológicas, como a matemática. Em ciências humanas, ou substantivas, usa-se a dedução histórica ou empírica, em que se tiram conclusões a partir da observação do passado e do contexto actual. Ora, num país fundado não sob mas sobre um líder monarca, que ainda se recuperava da guerra civil e do choque do liberalismo e cuja sociedade nunca tinha vivido sem um Rei (que servia de exemplo), cabe na cabeça de alguém implantar uma república? Acho que não é preciso responder...
 
São de notar, então, três pontos fundamentais: a tradição monárquica portuguesa, o miserável falhanço de uma república que já tem mais de 100 anos e o sucesso das poucas monarquias parlamentares que ainde existem (cerca de 35, de 193 países). Pela dedução empírica, conclui-se então que precisamos da restauração monárquica, para que voltemos a ter, no mínimo, o controlo do nosso próprio Estado.
 
Viva o Rei! Viva Portugal!
 
Fonte: Realmentes

terça-feira, 5 de março de 2013

A Majestade do Senhor D. Duarte Pio de Bragança

 
A Majestade do Senhor D. Duarte Pio de Bragança, diferentemente de outros reis do presente e do passado, apoia-se na humildade e na descrição.

O povo reconhece essa majestática postura. Quando taxistas, empregados de mesa e outros cidadãos querem ser fotografados com ele, são apenas singelas evidências de um facto. Ele não ganha votos com isso. Fá-lo de forma genuína, como também é genuína a vontade para aquele acto dos referidos tarefeiros. Quem diz taxistas, empregados de mesa, diz igualmente juristas, economistas, nobres, enfim todos.

O Senhor D. Duarte Pio de Bragança não é pretendente a coisa alguma. Pretendente é alguém que pretende. Ele é sim pretendido por muitos portugueses. Ele é o legítimo descendente dos Reis de Portugal e dos Algarves e, assim, herdeiro ao Trono deste Reino que por alguns anos deixou de ser e, por isso, andou à deriva desprestigiando-se enquanto país quase milenar.

O Senhor D. Duarte Pio de Bragança não é apenas um exemplo de cidadão preocupado e interventivamente incansável perante os assuntos da economia social e familiar, finanças, agricultura, cultura, urbanismo, paisagem, meio ambiente, ecologia, etc. É igualmente um invejável (e perdoem-me a expressão) exemplo de pai para os seus filhos. Ele, em época tão adversa para educar filhos, e tendo ainda a responsabilidade adicional e excepcional pela preparação dos seus descendentes a poderem ser os máximos servidores desta antiga Nação, tem sabido, como poucos, o caminho certo. Por isso é também exemplo nesta delicadíssima matéria hodierna.
 

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Papa que há-de vir

 
Há muita gente devota do Papa que há-de vir. Não do próximo, nem do seguinte, mas daquele que há-de vir… mas nunca chegará. São os mesmos que não gostam do Papa actual, nem dos seus antecessores, porque vivem na expectativa de um Papa diferente e, a bem dizer, de uma outra Igreja.

É bom sonhar. Mas quando o devaneio perde o contacto com a realidade converte-se em alienação. Ou, pior ainda, em deserção, porque a antecipada devoção ao Papa mítico - o tal Papa que, como D. Sebastião, será sempre esperado - pode ser um álibi para não se comprometer com o Papa actual. Na realidade, o único Papa, porque há só um Papa, o de cada momento histórico e mais nenhum.

Até ao dia 28 de Fevereiro, às 20 horas, foi esse o Papa que apoiámos. Só quando chegou essa fatídica hora, Bento XVI deixou de ser o Papa. Mas logo que outro tomar o seu lugar como bispo de Roma e pastor da Igreja universal, será ele, seja quem for, o Papa e deverá contar com a oração e a indefectível fidelidade de todos os católicos.

O novo Papa, quaisquer que sejam as suas circunstâncias pessoais, será Pedro, ou seja, aquele que recebeu a missão divina de confirmar os seus irmãos na fé, a rocha firme sobre a qual Cristo edifica a sua Igreja, contra a qual as portas do Inferno não prevalecerão.
 
 
P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Fonte: Povo

O Portugal que interessa



SAR, a Senhora Dona Isabel de Bragança, ou a militância da responsabilidade social sem alardes, sem a mão estendida ao Estado e sem a demagogia dos angariadores de clientelas e de votos. Foto tirada na passada semana, no decurso da Procissão do Senhor dos Passos.
 
Miguel Castelo-Branco
 
Fonte: Combustões

domingo, 3 de março de 2013

16º Aniversário de S.A. A Infanta Dona Maria Francisca


SUA ALTEZA SERENÍSSIMA A INFANTA Dona Maria Francisca Isabel Micaela Gabriela Rafaela Paula, nasceu a 3 de Março de 1997 e foi baptizada em Vila Viçosa em 31 de Maio de 1997.
 
Desejamos à nossa Querida Infanta um dia  repleto de sonhos e realizações para um longo Futuro recheado de Saúde, Paz, Amor e Sucesso.

Alteza, muitos parabéns e que na companhia de SS.AA.RR. Nossos Reis e Infantes, os Anjos cantem em Sua honra e a Imaculada Conceição, Nossa Rainha e Mãe, A proteja ao longo da Sua Vida.

VIVA A INFANTA DE PORTUGAL!