quinta-feira, 11 de maio de 2023

A Comunicação Social (CS) e o sexo dos padres

Para os nossos jornalistas e comentadores de serviço, o problema dos abusos de menores por parte dos padres resume-se a uma palavra: sexo. E a culpa, claro, segundo estas mentes iluminadas, deve-se ao celibato eclesiástico. A chatice dos diabos, como sabemos, é que a maior parte dos abusos contra menores, como se sabe, acontece no seio das famílias, pelos próprios pais, tios, irmãos, primos, avós, etc. A pedofilia, como o dizem os especialistas, não resulta da falta de sexo, mas é uma doença, uma tara.

Apesar de tudo isto, para os comentadores e jornalistas cá do burgo, como já o foi nos outros países, o casamento dos padres, numa verdadeira e obsessiva campanha do activismo pelo fim do celibato eclesiástico, resolveria o problema dos abusos. Não resolve para aquela grande maioria dos abusadores que se encontram na sociedade civil e nas mais variadas instituições, mas resolveria na Igreja. Mas há mais. Para esta malta, que não acredita no casamento, importa é casar os padres à força. Não querem o casamento para si e o problema do sexo resolve-se com o «engate» momentâneo. Mas para os padres dizem-nos que a solução é casá-los a todos. Alguém percebe a lógica? Para quem não acredita no casamento, o problema da fornicação resolve-se com um encontro para o efeito e seja com quem for, para os padres querem convencer o comum dos mortais de que o casamento é a solução mágica.

Se o problema fosse o celibato, seguramente que não haveria mais abusos nas escolas ou nas famílias do que na Igreja. A nossa CS explora os abusos da Igreja porque procura «espectáculo» em vez de procurar justiça.

Mais de 84% dos casos de pedofilia, como vimos estes dias, acontecem em ambiente familiar. Ali não consta que haja celibato obrigatório, como na Igreja Católica.

Para estes treinadores de bancada, o problema dos abusos da Igreja trata-se com o casamento dos padres.

Agora, todos querem casar os padres.

E os padres, será que alguém os ouviu sobre o assunto? Dos que conheço, e são muitos, todos garantem que não querem outra vida se não a celibatária. Além do mais, se estão celibatários, de acordo com a regra e disciplina da Igreja, e se há algum que não concorda com a disciplina em vigor, apetece perguntar o que (ainda) faz numa instituição com cuja regra não concorda. Talvez a intenção seja clara. Afinal, após os supostos padres abusadores, teríamos padres divorciados, padres recasados, padres amantizados, padres viúvos, etc.

Padres que poderiam contar às mulheres o segredo da confissão dos paroquianos, etc.

Perante esta situação, quem confiaria nos padres?

Talvez seja esta a essência da proposta: minar, de modo definitivo, a confiança nos sacerdotes.

A propósito de tudo isto, importa perceber que, até agora, perante este flagelo, apenas a Igreja Católica se preocupou em o abordar e encontrar mecanismos para pedir perdão e evitar que os abusos continuem. No seio das famílias, nos clubes desportivos, nas escolas e tantos outros locais, onde há inúmeros casos de abusos, relatados diariamente na CS, alguém se tem preocupado com o assunto?

É de lamentar que só a Igreja, neste tema, reconheça as suas culpas, quando os estudos dizem que a maioria dos casos acontecem dentro do contexto familiar, seguindo o escolar, o associativo e, só no fim, o religioso e entre as religiões a Católica é a menos expressiva, não chegando a meio por cento. Evidentemente, que nem um caso deveria haver, como não deveria haver na família. Mas é estranho (ou talvez não) que só se faça publicidade e tanto pseudo-escândalo nos casos da Igreja.

Ainda sobre tudo isto, parece, para muitos, que importa que a praça pública substitua os tribunais, que a praça pública substitua os rigorosos processos de investigação criminal por inquéritos anónimos e as suspeitas ou denúncias, estas, passem todas a certezas e condenações.

Aqui chegados, se queremos acabar, de vez, com a pedofilia em Portugal, publiquem-se os nomes e as profissões dos 6.421 condenados por crimes sexuais contra menores, para que – finalmente! – se saiba quem é quem, e se ponha um ponto final a este clima de generalizada suspeição, nomeadamente em relação à Igreja católica e aos seus ministros.

Uma tal revelação seria injusta? Talvez os abusadores o considerem. Mas, por outro lado, parece que de modo nenhum, porque se trata de um crime público e essa divulgação é exigida pelo bem comum, como medida preventiva. Por outro lado, os condenados por este crime não têm direito a preservar um bom nome, ou fama, que não têm! Se, até à data, ninguém impediu a divulgação de nomes de padres que nem sequer foram julgados, nem condenados, com mais razão se pode revelar a identidade de criminosos já condenados. A CS, se não quiser ser cúmplice, não pode encobrir a identidade dos pedófilos condenados, até porque não procede desse modo em relação aos clérigos suspeitos e, por enquanto, inocentes.

De facto, é patente o enviesamento da CS na abordagem da pedofilia e de outros temas polémicos. A este propósito, por que razão se sabe o nome dos padres e não o dos professores, treinadores, políticos, etc., quando os primeiros são apenas suspeitos e os últimos já foram condenados? Por que razão, em relação à pedofilia, se pode dizer que o alegado agressor é sacerdote católico e divulgar o seu nome, mas não se pode identificar como cigano ou negro, o suspeito de um desacato ou de uma agressão?

Por que razão as mensagens racistas são censuradas, mas não os discursos de ódio contra a Igreja?

Divulgue-se, pois, quantos padres, professores, treinadores, políticos, etc., foram condenados por pedofilia. Se o Parlamento não autorizar, ou o Governo não o fizer, que a imprensa reconheça que são essas instituições que, de facto, são as verdadeiras encobridoras, porque não estão interessadas em acabar com os abusos de menores no nosso país. Enquanto o Estado o não fizer, não o faça a Igreja, nem a Comissão Independente, pois estaria a ser cúmplice do sistemático encobrimento de 97% dos abusos de menores. O Estado não pode exigir a verdade sobre 3% dos crimes de pedofilia e, ao mesmo tempo, encobrir os restantes 97%! São precisos católicos – leigos, padres e bispos – que não tenham medo de defender a Igreja e de exigir ao Estado a verdade a que todos, como cidadãos, temos direito. Já é tempo de a Igreja portuguesa denunciar a discriminação e a tremenda hipocrisia.

Haverá coragem?


José de Carvalho

Fonte: Inconveniente

terça-feira, 9 de maio de 2023

A ONU deve relembrar que a eutanásia viola os direitos fundamentais

 


Tradução Deus-Pátria-Rei

A vida é o bem mais precioso do homem. Ninguém pode exercer qualquer direito ou desfrutar de qualquer liberdade sem esta vida. No entanto, alguns na França e em outros lugares querem poder acabar com a vida de pessoas vulneráveis, doentes, idosos e deficientes, sob o pretexto de “liberdade”.

No entanto, a proibição de matar é o fundamento dos direitos humanos. É um princípio fundamental do direito internacional.

Esse princípio foi reafirmado após a Segunda Guerra Mundial, depois que médicos foram condenados em Nuremberg por terem sacrificado deficientes físicos. Este princípio não prevê nenhuma excepção à eutanásia. Portanto, qualquer eutanásia – mesmo apresentada como voluntária – é uma violação dos direitos humanos.

A ECLJ irá assim actuar junto de vários órgãos da ONU para reafirmar a proibição da eutanásia e iniciar um procedimento para investigar os países que legalizaram a eutanásia.

Com efeito, a Convenção Europeia dos Direitos do Homem afirma muito claramente que "a morte não deve ser infligida a ninguém intencionalmente" (artigo 2.º). O artigo 6º do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos afirma que “o direito à vida é inerente à pessoa humana”.

Os proponentes da eutanásia, portanto, querem voltar a esses textos, invocando a liberdade individual e argumentando que tal direito pessoal não tiraria “nada dos outros". 

Não é verdade.

Para a sociedade é renunciar a um princípio fundamental da humanidade: proteger a vida de seus membros, inclusive contra si mesmos. Legalizar a eutanásia equivale a considerar a morte como solução. É privar a sociedade de sua legitimidade para tratar uma pessoa que pede a morte. É colocar sobre seus ombros a responsabilidade de garantir o carácter livre de uma decisão de eutanásia.

Depois, há os cuidadores que são solicitados a realizar um acto que viola directamente o juramento de Hipócrates de não matar intencionalmente.

Finalmente, para os outros, é sempre um membro da família que parte, e a liberdade de alguém se matar priva de sua presença aqueles que lhe são próximos.

Quando uma pessoa pede para morrer, não é só sobre ela. É da sociedade que ela pede a morte e a sociedade é afectada por ela.

Essas escolhas individuais então criam uma norma, uma norma social. Quando a eutanásia se torna legal, todos se projectam diante dessa escolha. Todos se perguntam se deveriam solicitar a eutanásia para si mesmos. São, pois, os idosos, os doentes ou os deficientes quem mais sofre com esta nova norma social que inevitavelmente se vai estabelecendo.

Da liberdade de requerer a eutanásia, passa-se à oportunidade de optar pela eutanásia e, finalmente, acabaremos com a responsabilidade de requerer a eutanásia. “Dar a liberdade de recorrer ao suicídio assistido é permitir que a sociedade exerça pressão para que alguns tenham a elegância de pedir a morte e não pesar”. »

Porque a eutanásia não é uma simples liberdade individual, mas um perigo para a sociedade e em particular para os mais vulneráveis, o ECLJ convida-o a juntar-se à sua acção com a ONU, apoiando o nosso pedido dirigido ao Perito Independente dos Direitos das Pessoas Idosas, à Comissão Especial Relatora sobre Pessoas Idosas do Conselho de Direitos Humanos, bem como do Comité da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, seguindo o devido processo legal.

A descriminalização da eutanásia conduz não só a uma sistemática violação dos direitos humanos, mas também a um gravíssimo retrocesso cultural e jurídico.

A despenalização da eutanásia abre caminho para a normalização da repressão dos mais fracos, cuja vida e outros direitos fundamentais estes órgãos da ONU têm a missão de defender.

Apelamos, portanto, a eles, que têm um mandato específico para proteger os direitos das pessoas vulneráveis, idosos e deficientes: 
  • recordar a proibição fundamental da eutanásia; 
  • iniciar um procedimento de investigação e informar sobre os países que legalizaram a eutanásia.
Esse encaminhamento deve receber uma resposta formal desses órgãos de proteção aos direitos humanos e visa estimular sua acção concreta.

Fonte: ECLJ

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Por detrás da Agenda “Verde” 2030

 

Quem é que não tem uma consciência sensível à protecção ambiental e considera a preservação da natureza e dos animais uma prioridade para um Planeta sustentável? Diria, sem fazer contas, que a maioria da população. Por essa razão, é muito fácil convencer a “carneirada” (desculpem a designação mas tem de ser, porque são seguidores cegos) que não questiona, não duvida, e só segue a “manada”, de que é urgente mudar todo o estilo de vida, dos consumos à forma de estar e pensar, para SALVAR um Planeta que está em “perigo iminente”. Por isso, os oportunistas não tiveram problemas, muito menos obstáculos, em colocar em marcha a Agenda 2021 (agora 2030 com a sua evolução no espaço temporal), há umas décadas, para chegar ao ponto de quase não retorno (ainda vamos a tempo de dar um valente murro na mesa e virá-la do avesso) de uma agenda pérfida que não é nada mais do que o tomar o controlo absoluto dos recursos do Planeta, por um punhado de indivíduos multimilionários que se julgam donos disto tudo.


Por certo já ouviu falar da Agenda 2030 (filha da agenda 2021) onde lhe vendem uma linda narrativa de salvação por um Planeta sustentável e limpo. Porém, esta agenda vem mascarada, e por detrás, está o verdadeiro objectivo: controlo mundial absoluto. Está a ler e a dizer: “lá vem ela outra vez com a suas teorias da conspiração” enquanto me chamam de terraplanista, negacionista, e outros mimos. Então, se chegou até aqui, veja os fundamentos e antes de mais, reflicta sobre eles. E depois, reaja. A aceitação daquilo que nos impõem, sem questionarmos, é o que nos levou até aqui. Se vão conseguir ou não, destruir as nossas vidas, depende de si. Do que vai fazer com esta informação. E lembre-se: eu avisei aqui que estava a ser enganado com a agenda da “covidagem”, e não me enganei numa única vírgula.


A nossa vida está a mudar. De forma drástica e quase, numa primeira fase, sem darmos conta. Isto porque a sociedade, com a ajuda dos media generalistas e do ensino público, tornou-se estéril de pensadores críticos capazes de pôr em causa as narrativas oficiais. O grande teste surgiu com a “covidagem”. Não foi liberta para adoecer (porque sabiam perfeitamente que não era mais letal que uma simples gripe) quem era ainda jovem e saudável. Foi, por um lado, para reduzir a população mundial mais vulnerável (pois com as terapêuticas erradas, o medo e precipitação nas medidas, a maioria morreu de negligência, ignorância e desinformação jornalística e médica) e por outra, ver como esta reage às imposições de retirada de liberdades individuais e colectivas em nome de um “bem maior”. E passamos com distinção no teste: somos hoje, realmente, uma sociedade composta por 90% de idiotas úteis incapazes de se insurgir contra a imposição de tiranias porque acredita em tudo o que vê nas TV ou sai da boca dos governos, sem sequer questionar.



A Agenda 2030 de que tanto se fala é nada mais do que uma agenda da ONU que pretende fazer o inventário de todos os recursos do planeta:

  1. terras;
  2. água;
  3. plantas;
  4. minerais;
  5. animais;
  6. construções;
  7. alimentos;
  8. energia;
  9. informação;
  10. e seres humanos.

Aderiram 179 membros que se comprometem a implementar nos seus Estados, os objectivos para Agenda do Século XXI.


O que nos diz a propaganda a essa agenda?


  1. que o Planeta Terra tem todos os recursos que precisamos mas que estão ameaçados pelas mudanças climáticas antropogénicas;
  2. que há desigualdade entre muitas pessoas que têm mais do que precisam e outras quase nada e isso causa pobreza;
  3. que há pessoas sem acesso a medicamentos;
  4. que há pessoas sem acesso à educação;
  5. que eles têm a solução com 17 objectivos globais para o desenvolvimento sustentável que protegem o planeta contra a mudança climática e torna o mundo seguro e mais justo para todos e que as metas têm de ser alcançadas até 2030;
  6. que uma das vantagens do plano é a monotorização;
  7. e por fim, que esta agenda permite partilhar recursos de forma igualitária e sustentável.


Mas na realidade o que pretendem é:


  1. ter o controlo de todos os recursos do Planeta;
  2. concentrar a população em cidades 15 min. (que já estão em fase de implementação) totalmente monotorizadas;
  3. transferir o mundo rural dos privados para o Estado e grandes corporações, e transferir esses habitantes para os meios urbanos;
  4. manter as nações ricas em recursos naturais, pobres, com restrições sobre os seus próprios recursos naturais e, assim, impedir o seu desenvolvimento para poderem ser explorados;
  5. transferir o 3º mundo com políticas de circulação livre, fomentando a mão de obra barata, fazendo baixar salários, aumentando a escravatura laboral e substituição populacional.


Rosa Koire, explica:

“Não é nada desejável que você perceba que realmente não tem escolha nas coisas mais importantes da sua vida, você só recebe a ilusão de que pode escolher e que toma as decisões por si mesmo.” ROSA KOIRE
Autora do livro “Por trás da Máscara Verde.


Em resumo, eis o que diz a autora:

“A Agenda 21 é o plano de acção para inventariar e controlar todas as terras, todas as águas, todos os minerais, todas as plantas, todos os animais, todas as construções, todos os meios de produção, toda a energia, todos os sistemas educacionais, e aplicação de leis; toda a informação, toda a comida e todos os seres humanos do planeta.

Este é um plano de inventário e controle. Trata-se de compartilhar dados, transferir dinheiro de países desenvolvidos para países menos desenvolvidos e, finalmente, destruir sua capacidade de ter voz, de ter um governo representativo. Trata-se de mudar o seu governo por “governança”, destruir completamente a sua capacidade de ser livre e independente.

E o objetivo, claro, é transferir o poder do local e do indivíduo para um sistema de governança global. Eles não podem fazer tudo de uma vez, por isso é um processo longo. É um plano para interromper e destruir o sistema existente. É um plano de transformação e controle – e é isso que estamos vivenciando agora.

Não é pelo bem comum, é para concentrar a população nas mega urbanizações a serem criadas, e depopulação.

O que este plano faz é destruir o conceito de Estado-nação e transferi-lo para as cidades-estados ou para as regiões. E não são cidades individuais, como São Francisco ou Nova York, mas regiões governadas por megacidades, que são cidades imensas, que poderiam fazer parte do Estado de Washington, Oregon, Idaho e Colúmbia Britânica.

É um plano global que é aplicado localmente, é um plano sorrateiro e você nunca o verá chamado de “Agenda 21”. Foi assinado por países aderentes para ser aplicado nos seus países. As ONG ajudam a dar imagem boazinha da agenda sob o manto da equidade e sustentabilidade mas a ideia é apenas empobrecer a população e torná-la dependente.

As nações pobres serão mantidas pobres para serem exploradas por um Estado Mundial totalitário.

Os media estão ao lado da WEF. Os cidadãos que acordam têm de acordar os outros. É preciso resistir. Lutar pela nossa liberdade que está a ser suprimida.

A aplicação da agenda faz-se pela seguinte ordem: local, regional e global.

Depois de concentrada a população nas urbanizações, não permitirão que haja desenvolvimento fora delas, para criar uma espécie de “campo de concentração humana moderno” onde tudo será monotorizado e as saídas, controladas.

Desengane-se quem pensar que não lhe retirarão as terras. Não será por recurso a armas. Serão colocadas tantas obrigações onerosas que terão de pedir ajuda financeira que verão ser recusada por não preencherem os requisitos. Pois criarão regras que sabem que a maioria não tem meios para as executar.

Vão medir a pegada de carbono para nos taxar, controlar e empobrecer.

Tudo está a ser decidido em reuniões fechadas onde tudo é planeado, discutido entre estes indivíduos não eleitos para ser implementado pelos eleitos (associados a eles) em total secretismo.

A intenção é transferir a propriedade privada para o domínio do Estado.

Isto é a implantação de uma ideologia. É como a UE que foi criada como um tratado económico e hoje é um governo de não eleitos que mandam acima dos Estados membros. A Agenda 21 surge da mesma forma só para retirar liberdades aos Estados membros.

Se eles pudessem ter encenado um ataque alienígena, eles o teriam feito. Uma crise global requer uma resposta global e isso justifica a governança global. O que pode ser mais global do que a mudança climática? E uma pandemia? Crises globais justificam soluções globais por governos globais.

É sobre o despovoamento. Porque nós (humanos) consumimos demais, ocupamos muito espaço. É disso que se trata a mudança climática. Nós estamos a consumir muita energia, muita água e muita terra, e preciso isolar e transferir humanos para o centro da cidade de alta densidade, onde podem ser mais facilmente controlados, gerenciados e monitorizados, e é isso que eles estão a fazer agora.

Vamos ver a realidade virtual que vai substituir a nossa realidade actual. Depois, a nossa vida, tal como ela é, vai acabar. E eles garantem que vamos querer essa vida. Que não teremos nada e seremos felizes. Temos que lutar contra isso juntos. Temos que resistir.”

https://forbiddenknowledgetv.net/rosa-koire-explains-agenda-21-and-the-great-reset/


Veja, a este propósito, o que se está a passar na Holanda:

https://drive.google.com/file/d/1ARcGuvf5VjaauOBxeXfnuQphxvlrwtmi/view?usp=sharing


agenda do clima é que propulsiona a agenda 2030. Desde 1969 que Paul Ehrlich afirmava que em 20 anos o planeta Terra ia congelar. Em 1989 mudaram a narrativa: ia aquecer e as nações iriam ser engolidas pelo aumento do nível do mar. Em 2000 alertaram que os nossos filhos não iriam saber o que é neve porque iria desaparecer. Em 2004 alertaram que a Grã Bretanha iria ficar submersa enquanto congelaria com temperaturas siberianas até 2020. Greta em 2018, afirmava que o planeta ia acabar nos próximos 5 anos. Gore, no seu documentário, “Inconvenient Truth”, previa o caos que seria em 2015 com o degelo total do Polo Norte. Em 2008, os teóricos do apocalipse climático, afirmavam que o Ártico estaria sem gelo em 10 anos. Porém, apesar deste falhanço monumental nas previsões ( não científicas) e com a ajuda preciosa dos media, a mentira descarada de gente gananciosa e sem escrúpulos continua a render biliões com os papalvos dos crentes a ajudar. Estes “bruxos de vão de escada” não acertaram uma mas somam e seguem nos seus propósitos, sem contraditório graças à censura e perseguição a quem os denuncia. Entretanto, a “Geoengineering” está em marcha (começou há 15 anos), para acelerar o processo da Agenda 2030, com a maioria da população a sequer fazer ideia do que se trata.


Tudo está interligado e faz parte da mesma agenda: carros eléctricos que serão obrigatórios e poderão deixar-nos apeados quando não cumprirmos as regras impostas; eco casas obrigatórias e quem não puder cumprir com as directivas milionárias da UE, fica sem habitação própria.


Para no final, cumprir com o slogan fofinho da WEF: “você não terá nada e será feliz.


Resista!



Fonte: Blasfémias




domingo, 7 de maio de 2023

Leão XIII contra os socialistas

 


Ainda que os socialistas, abusando do próprio Evangelho, a fim de enganarem mais facilmente os espíritos incautos, tenham adoptado o costume de o torcerem em proveito da sua opinião, entretanto a divergência entre as suas doutrinas depravadas e a puríssima doutrina de Cristo é tamanha, que maior não podia ser. 

Pois ’que pode haver de comum entre a justiça e a iniquidade? Ou que união entre a luz e as trevas?’ (2 Cor. 6, 14) 

Papa Leão XIII in Encíclica 'Quod Apostolici Muneris'


sábado, 6 de maio de 2023

SAR, O Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, visitou a Sertã


No âmbito da Romaria a São Nuno de Santa Maria, SAR D. Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança, visitou o concelho da Sertã. Além de participar em diversos momentos da Romaria, o Duque de Bragança visitou os Paços do Concelho da Sertã, o SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta e a Igreja Matriz de Cernache do Bonjardim.

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Da economia moderna

 

A economia moderna é uma pseudo-ciência projectada pelas preocupações materialistas. No início, a economia contentava-se em estimar os volumes de produções e de trocas; a medida destes movimentos forneciam índices válidos sobre a actividade de uma época ou de uma região. Mas com o tempo, os índices tornaram-se mais importantes que a actividade que deviam medir; a natureza das trocas e das produções deu lugar à escala dos valores, ao seu volume. É aí que estamos actualmente. A inquietação gera a estagnação da economia quando a taxa de crescimento do produto interno bruto (PIB) aumenta menos de dois por cento por ano; ora este número não indica mais que o volume das actividades e nada diz sobre a sua qualidade ou distribuição. Se mais pessoas adoecerem e comprarem mais medicamentos, se mais casais se divorciarem e recorrerem a advogados para conduzir os processos judiciais, se mais maçãs forem produzidas, se a água dos aquedutos se tornar mais poluída, tudo isso contribui para o aumento do PIB.

Serge Mongeau in «La simplicité volontaire», 1985


Fonte: Veritatis

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Agredida e assediada por activistas trans

 


Creio que todos ouvimos falar de Lia Thomas, o homem que se sente mulher e nadou na competição feminina de natação da liga universitária dos Estados Unidos como cabeça de série, vencendo todas as provas em que participou.

Hoje, não quero falar do atleta transgénero, mas sim da segunda classificada, a corajosa nadadora universitária americana, Riley Gaines, que foi agredida (acho que devia ter escrito “alegadamente agredida”) por um homem-de-vestido e mantida em cativeiro durante três horas, na Universidade de São Francisco, onde se deslocara para falar sobre a apropriação de estereótipos femininos, no desporto feminino, por parte de alguns homens.

Riley – campeã universitária de natação – é uma das mulheres forçadas a competir contra o nadador masculino com nome de mulher, Lia Thomas, acabando assim por perder o título de campeã da modalidade, conseguido à custa de muito trabalho árduo, para alguém que nunca havia ganho nada na sua categoria (nos masculinos). E, como se não bastasse, a atleta também denunciou que as mulheres não tinham o mínimo direito à sua privacidade, pois eram obrigadas a tomar banho com um homem que tinha o seu órgão genital intacto e se passeava diante delas no balneário.

Foi no meio de toda esta discussão que, em Abril, Riley se deslocou à Universidade do Estado de São Francisco para partilhar a sua experiência pessoal. Ali, um grupo de activistas agressivos não só abafou o discurso dela, como a rodeou, insultou, e forçou a barricar-se numa sala durante três horas. Esses momentos podem ser vistos na sua conta do Twitter, num vídeo que mostra os activistas a gritar e a fechar-se à sua volta, e onde se pode ler:

«Fui atacada de surpresa e atingida fisicamente, duas vezes, por um homem. Isto é a prova de que as mulheres precisam de espaços protegidos. Ainda assim, apenas me garante que estou a fazer algo certo. Quando eles te querem silenciar, fala mais alto.»

Gaines descreveu assim os momentos aflitivos que viveu:

«De repente, os activistas aglomeraram-se, toneladas deles, correram imediatamente para a frente da sala onde eu estava e encurralam-me, insultaram-me e fui atingida duas vezes… a primeira vez, no ombro e, a segunda vez, no rosto. Fui atingida com o punho fechado por uma mulher transgénero (um homem biológico)».

Retirada dali, por um polícia à paisana, Riley foi recebida por, e passo a citá-la, «uma multidão ainda maior de manifestantes, que vinham de todos os lados. Como não havia uma saída livre, fomos forçados a entrar numa sala ao lado… onde tivemos que nos trancar durante três horas».

Incrivelmente (ou nem por isso, sei lá), Jamillah Moore, vice-presidente para os Assuntos Estudantis e Gestão de Inscrições da universidade, não pediu desculpa e até elogiou os activistas pelas acções contra a nadadora. Num e-mail dirigido aos seus alunos, e publicado online, Jamillah afirma que a escola está ‘orgulhosa’ dos alunos que ‘participaram pacificamente’ e deixaram claro que a comunidade trans é bem-vinda à escola.

Gaines reagiu ao e-mail e, numa entrevista exclusiva ao DailyMail.com, argumentou que o evento foi “literal e exactamente o oposto de pacífico”, disse que planeia tomar medidas legais para responsabilizar a escola, os alunos e a polícia do campus, que descreveu como “lamentavelmente despreparada”, e acrescentou que é tempo de os activistas serem responsabilizados pelas suas acções:

«Penso que o que se tem de fazer, para conseguir que haja mudanças no que diz respeito à protecção das liberdades, é ir onde dói, que são os bolsos. Se eu não fizesse algo, não haveria repercussões para estas pessoas. Algo tem de ser feito para responsabilizar os activistas, seja o corpo estudantil, a administração… eles precisam perceber que o que me aconteceu foi violento, completamente errado e criminoso».

Ainda sobre a passividade da polícia, que, de acordo com a atleta, não esteve presente numa reunião que decorreu 90 minutos antes da palestra e que visava preparar a sua segurança, Gaines disse:

«O que eu notei é que a polícia não se sentia à vontade para agir de uma maneira que os activistas pudessem usar para os acusar ​​de racismo ou transfobia. Eles ficaram apavorados, o que resultou em não fazerem o seu trabalho correctamente. Estive noutras universidades, onde falei sobre o mesmo assunto, e a polícia fez um trabalho fenomenal».

Apesar da violência física e das ameaças – gritadas pelos activistas que mais clamam por “tolerância” – Riley recusou-se a ficar em silêncio, jurou falar mais alto e, como qualquer pessoa de bom-senso, defendeu aqueles que vieram protestar pacificamente, afirmando que não tinha nenhum problema com pessoas que gritavam “mulheres trans são mulheres”, mas frisou que incitar à violência nunca foi aceitável.

Vivemos tempos absolutamente insanos. Há dois ou três anos, em qualquer lugar do mundo, qualquer homem que se passeasse nu num balneário feminino teria sido preso por atentado ao pudor, por voyeurismo ou por assédio sexual. Mas, agora, neste imenso manicómio em que o Ocidente se transformou, são as mulheres, a quem isso é imposto por políticos, políticas e activistas, que são acusadas de cometer assédio sexual.

Obrigar uma mulher a vestir-se, a despir-se e a tomar banho diante de um homem nu, de um estranho, é desconfortável, embaraçoso e extremamente abusivo. Afirmar que ele é uma mulher, quando elas vêem um homem, é outra forma de abuso.

Pergunto: Onde estão as activistas feministas, que gritam por carruagens e espaços só para mulheres nos transportes públicos, “para não serem molestadas pelos violadores”? Onde é que elas estão, quando há mulheres a serem sistematicamente silenciadas, ameaçadas e até agredidas, por tentarem proteger e promover espaços reservados e serviços femininos para pessoas do mesmo sexo? Será que o feminismo defende que os violadores só violam mulheres nos transportes públicos, mas nunca nos balneários e casas-de-banho, onde podem entrar livremente, desde de que mudem o nome, de masculino para feminino, no registo civil?

Até quando teremos relatos como os que nos chegaram nas últimas semanas?

  • Kellie-Jay Keen e as suas apoiantes foram agredidas na Nova Zelândia e uma mulher, de 70 anos, levou um soco na cara no evento Let Women Speak. Keen foi coberta com sumo de tomate por uma activista radical e o evento foi cancelado devido à violência física praticada por activistas trans;
  • A deputada vitoriana, Moira Deeming, foi suspensa do Partido Liberal e rotulada de “nazi”, por participar no evento Let Women Speak, em Melbourne;
  • Sall Grover, teve de lançar um GoFundMe (recolha de fundos) para cobrir despesas legais na luta por um serviço só para mulheres.
  • Os activistas perseguem, insultam e lutam para silenciar mulheres como, por exemplo, Kirralie Smith, J. K. Rowling (criadora de Harry Potter) e outras, por declararem que os homens não são mulheres, que mulher é uma fêmea adulta do sexo feminino e que só as mulheres menstruam.

Nunca fui violenta, repudio o uso de violência contra quem quer que seja, mas vejo em muitos comentários um esforço coordenado para silenciar quem não se ajoelha à ideologia do momento, para pressionar os jornais que publicam opiniões contrárias à ditadura colorida, a cancelar-nos.

As tentativas implacáveis de silenciar o debate são perturbadoras e perigosas. Homens e mulheres têm o direito de desmascarar a mentira de que uma pessoa pode mudar de sexo. Homens e mulheres têm o direito de esperar segurança, justiça e dignidade, no desporto, na Escola e em todos os lugares.

Não há nada mais fácil do que acusar-nos de “discurso de ódio” quando nos defendemos do ódio dos que monopolizam o “discurso do amor”. Não há nada mais fácil do que excluir-nos: “É o paradoxo da sociedade inclusiva”, que só funciona sob o preço da nossa exclusão.

Maria Helena Costa


Fonte: Inconveniente